sexta-feira, 31 de julho de 2009

Religião e compromisso no relacionamento

A revista IstoÉ desta semana traz matéria em que analisa os fatores de risco para os casamentos. "Com o tempo e a rotina", diz a reportagem, "as divergências vêm à tona e nem sempre os casais estão preparados para lidar com os percalços. É o que revela o estudo 'O que o amor tem a ver com isso?', da Universidade Nacional da Austrália, divulgado na semana passada. Durante seis anos, os pesquisadores australianos observaram a rotina de 2.482 casais - casados de papel passado ou que moravam juntos. Descobriram qual o perfil de relação com maiores perspectivas de sucesso, as de maior probabilidade de fracasso e elencaram uma série de variáveis que sabotam as relações."

Alguns dados interessantes:

1. A taxa de separação entre homens de até 30 anos é de 19,8% (para mulheres nessa faixa etária é de 17,6%). Esses índices caem para 5% entre as pessoas com mais de 50. Ou seja, é melhor casar com maior maturidade.

2. 18% dos casais terminam antes de completar cinco anos de casamento. Relacionamentos com mais de 20 anos têm índice de separação de 4%. Portanto, a escolha sábia do cônjuge é fundamental.

3. A taxa de divórcio entre casais que experimentam o matrimônio pela primeira vez é de 10%. No segundo casamento, o índice sobe para 15% entre os homens e 17% entre as mulheres.

4. Casais que não dividiram o teto antes do matrimônio registram índice de divórcio de 7%. Quem morou junto antes de oficializar a relação se separa em 15% dos casos. Portanto, aquela história de que se tem que "experimentar antes" para dar certo é furada.

5. Pessoas que não bebem ou tomam, no máximo, dois drinques por noite registram uma taxa de separação de 8,9%. Entre os que costumam beber três doses ou mais, o índice sobe para 12% para os homens e 15% para as mulheres. Quando a mulher bebe mais do que o homem, é de 14%.

6. A taxa de separação é menor em casais não fumantes (7,8%). E maior quando ele fuma e ela não (17,4%).

7. A religião ajuda a manter o relacionamento. Quando nem o homem nem a mulher são religiosos, a taxa de separação é de 13,6%. Se apenas um é, o índice cai dois pontos percentuais. E, se ambos professam sua fé, a taxa de divórcio diminui para 8,1%.

Na mesma semana, a revista Mente e Cérebro publicou: "Casais que moram juntos antes do casamento apresentam maior risco de se divorciar que aqueles que esperam até a cerimônia – ou pelo menos até ficar noivos. A conclusão é de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Denver, nos Estados Unidos. A pesquisa, publicada no Journal of Family Psychology, mostrou ainda que pessoas que foram morar juntas antes do noivado ou casamento demonstraram pouca satisfação em seus relacionamentos.

Nota: É interessante notar que boa parte dessas constatações (e muitas outras em inúmeras áreas) estão presentes acompanhadas de sábios conselhos num certo Livro milenar muitas vezes tido como ultrapassado..

Fonte: Criacionismo

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Uma visão na Alemanha

(Pastor Sesóstris César Souza)


“E um anjo do Senhor apareceu-lhes, e a glória do Senhor os cercou de resplendor; pelo que se encheram de grande temor. O anjo, porém, lhes disse: Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo.” (Lucas 2:9-10)
Aconteceu em Hamburgo, Alemanha, no dia 5 de março de 1966, durante uma aula de linguagem num Instituto de ensino.
No decorrer da aula, um vulto de um homem suspenso no ar, apareceu parecendo-se como um anjo. Seu rosto era resplandecente e com voz solene disse: "Jesus Cristo em breve voltará". O professor da sala e os alunos ficaram assustados. E então o estranho continuou: "Alguns dos presentes aqui estarão vivos quando Ele voltar. Estejam prontos. Examinem diligentemente a bíblia e procurem a igreja que está anunciando a última mensagem de advertência ao mundo. A sede desta organização está no país onde estão sendo tratados os destinos do mundo"
Sem exitar, escreveram para várias denominações nos EUA, e todas elas mandaram representantes àquele país, mas todos foram rejeitados pois não correspondiam à descrição feita pelo "estranho".
Finalmente, escreveram à Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. Na época, o Pastor Bartz viajava pela Europa e lhe foi pedido que entrasse em contato com o grupo. Quando entrou na mesma sala de aula, todos atônitos se levantaram, pois era exatamente a pessoa descrita pelo "estranho" e assim lhe deram boas vindas. A partir de então, o Pastor Bartz estudou a bíblia com aquele grupo e muitos foram batizados.
Esta história me foi contada por um irmão que veio da Alemanha. Certa vez, eu pregava na IASD Central de Curitiba e mencionei esta experiência. No fim do culto, um cavalheiro me procurou, me mostrou uma carta e disse: "Pastor, tudo o que disse é verdade. Tenho aqui uma carta de parentes meus da Alemanha" e a carta dizia em resumo:
"O Pastor Bartz conversava com dois irmãos e duas irmãs estudantes sobre o batismo. Os jovens discutiam entre si se deviam se batizar ou não. Reconhecendo problema, o pastor disse-lhes que se tivessem dúvidas, deveriam orar e Deus lhes mostraria o caminho. Ajoelharam-se, e quando estavam orando, o anjo lhes apareceu e lhes disse: 'Paz seja convosco, e cada um de vós seja batizado. Não deveis ter dúvidas, vós sereis Minhas testemunhas'". E a carta ainda dizia: "No mesmo instante em que oravam, o telefone tocou. Eram os irmãos de Paris, contando que lá haviam tido a mesma visão. Que um anjo lhes havia aparecido. E que a visão havia sido tão gloriosa que não havia linguagem humana para descrever". Os acontecimentos provocaram tamanha reação, tanto que o batismo marcado para o dia 17 de dezembro de 1966 acabou sendo antecipado para o dia 10 do mesmo mês.
Quatro foram batizados naquela data, e no dia 17, mais oito na igreja de Grundel. Na hora do batismo, o Pastor Bartz contou a visão a todos os presentes. Estava presente o Pastor Rubens R. Figuhr, então presidente da Associação Geral.
REFLEXÃO: “Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem.” (Mateus 24:37-39)

(Adaptado e extraído do livro "Anjos" - págs, 49,50,51. Edit.: Casa Publicadora Brasileira)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Gripe suína atingirá todos os países do mundo

O vírus H1N1, da gripe suína, já se espalhou por 160 países, informou, nesta sexta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS). “Há agora 160 países e territórios afetados de um total de 193, então esperamos que todos os países do mundo sejam afetados. Isso é o que é uma pandemia”, disse à BBC o porta-voz da OMS Gregory Hartl. Segundo ele, ainda não foi identificada nenhuma mudança no comportamento do vírus, mas a comunidade internacional precisa se preparar para a possibilidade de uma mutação que o torne mais letal. A OMS diz que é necessário o desenvolvimento de uma vacina o mais rápido possível, mas adverte que não deve haver dúvidas sobre sua segurança antes que ela possa ser utilizada.

Os primeiros casos reportados da doença ocorreram em março, no México, provocando temores sobre uma possível pandemia que poderia matar milhões em todo o mundo, mas, até agora, o vírus tem se mostrado menos letal do que se esperava. Com centenas de milhares de casos de infecção pelo H1N1 em todo o mundo, a OMS contabiliza cerca de 800 mortes pela gripe suína – 29 delas no Brasil, de acordo com o último boletim do Ministério da Saúde.

Apesar disso, a OMS adverte para a possibilidade de que uma mutação torne o vírus mais forte e diz que o mundo deve manter vigilância. “Os vírus da gripe são notoriamente instáveis e podem sofrer mutações a qualquer hora”, diz Hartl.

Atualmente, já há uma corrida para o desenvolvimento de uma vacina contra o H1N1. Nesta semana, a Austrália realizou os primeiros testes em humanos de uma vacina contra a gripe suína.

Autoridades de saúde e indústrias farmacêuticas estão tentando acelerar o desenvolvimento e a produção de uma vacina antes da chegada do inverno no hemisfério norte, quando se espera um aumento no número de casos.

Mas a OMS diz que a segurança das vacinas não pode ser comprometida pela velocidade de seu desenvolvimento, e adverte que pode levar mais tempo que o desejado para que ela esteja disponível para uso em larga escala.

Em 1976, uma vacina desenvolvida para tentar conter um surto de gripe nos Estados Unidos provocou mais mortes por conta de seus efeitos colaterais do que a própria doença.

Uma das maiores preocupações da OMS é o impacto que a pandemia de gripe terá sobre os países mais pobres do mundo. A organização diz que, quando a vacina estiver disponível, os países em desenvolvimento terão garantidas ao menos 150 milhões de doses.

(BBC Brasil)

Nota: Saiba mais sobre as implicações dessa epidemia clicando aqui.

Fonte: Criacionista

domingo, 26 de julho de 2009

Palestras sobre Tabagismo (Power Point)

Clique nos links abaixo para efetuar o download


Palestra 1 — Power Point
Palestra 2 — Power Point
Palestra 3 — Power Point
Palestra 4 — Power Point
Palestra 5 — Power Point










Fonte: Advir

sexta-feira, 24 de julho de 2009

3º Trimestre de 2009 As Epístolas do Amado – 1, 2 e 3 João - Guardando Seus mandamentos

Lição 4
18 a 25 de julho

Andando na luz – Guardando Seus mandamentos

Lição 432009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Ec 1–4


Verso para Memorizar: “Ora, sabemos que O temos conhecido por isto: se guardamos os Seus mandamentos” (1Jo 2:3).

Leituras da semana: Lv 19:18; Lc 14:26; Jo 3:20, 13; 1Tm 2:4; 2Pe 3:18; 1Jo 2:3-11

Um pastor vinha aconselhando um casal. O problema? O marido vinha mantendo casos extraconjugais. Isto é, não um caso extraconjugal mas, de fato, muitos. O marido tentava tranquilizar a situação dizendo à esposa que, embora saísse com outras mulheres, isso não significava que ele não a amava. De fato, ele dizia, ele a amava mais que qualquer outra.

Como se poderia esperar, as palavras dele – longe de resolver o problema – só o agravavam. Por quê? Porque, se você ama alguém, isso poderá ser visto por suas ações, não apenas pelo que você diz.

Nesta semana, João fala sobre o que significa conhecer e amar a Deus. Qualquer pessoa pode dizer que ama o Senhor. A pergunta é: de acordo com a Bíblia, como devemos revelar esse amor?

Prévia da semana: Que significa conhecer a Deus, e não apenas saber a respeito dEle? Que papéis a obediência à lei de Deus tem em nossa relação para com Ele? O que João diz sobre Jesus como modelo de comportamento? Qual é o “novo mandamento” que João dá e quanto de “novidade” ele tem realmente?


Domingo

Ano Bíblico: Ec 5–8

O que conhecemos? (1Jo 2:3-5)

A frase “sabemos que O temos conhecido por isto” aparece duas vezes nas passagens acima. De acordo com João, o que é que os cristãos conhecem?

Primeiramente, que chegaram a conhecer a Deus (v. 3) e, segundo, que “estão nEle” (v. 5). Considerando o que está em jogo – nossa vida eterna ou nossa destruição eterna (veja Jo 5:29) – essas são coisas importantes para se conhecer, não são?

Ao mesmo tempo, temos que ter o cuidado de não tornar o conhecimento em si o meio de salvação. De fato, era exatamente esse o tipo de heresia que João estava combatendo neste e em outros textos, a ideia de que o conhecimento sozinho traz redenção.

O conhecimento (gnosis) era uma palavra muito importante na religião antiga; um conceito importante no mundo religioso dos primeiros séculos depois de Cristo. Provavelmente, no segundo século, se transformou em uma heresia entre os cristãos chamada gnosticismo. No gnosticismo, havia pouca preocupação com o comportamento moral. A ênfase estava na experiência mística e mitos fantasiosos sobre Deus e a natureza da humanidade. A salvação era obtida através desse conhecimento secreto, e não através de um relacionamento de fé com o Senhor.

1. Qual é o conceito do Novo Testamento sobre o conhecimento? Mt 13:11; Jo 17:3; Rm 3:20; 1Co 8:1; 1Tm 2:4; 1Jo 4:8

No Novo Testamento, conhecer ou conhecimento tem um significado teórico e teológico. Porém, também descreve relações. Conhecer a Deus significa manter um relacionamento íntimo com Ele. A obediência, o amor e o afastamento do pecado apontam para a existência desse relacionamento. Os lados teórico e experimental do conhecimento devem andar juntos.


Segunda

Ano Bíblico: Ec 9–12

Guardando os mandamentos (1Jo 2:3-5)

Uma pessoa pode dizer que conhece a Deus. De fato, muitos fazem assim, desde os dias de João. Muitos também fazem isso hoje. Mas falar é fácil.

2. Para João, qual era a evidência externa, a prova exterior, de que uma pessoa conhece a Deus? Que mais João diz sobre esse assunto? Jo 14:15, 21; Jo 15:10; 1Jo 3:22, 24; 5:3; Ap 12:17; 14:12

Guardar os mandamentos era muito importante para João e é para Jesus. A expressão ocorre frequentemente nos escritos de João. Guardar os mandamentos é sinal de que conhecemos a Deus/Jesus e O amamos. Aqui, amor e obediência são relacionados. Esse verso pode se referir tanto a Deus, o Pai, como a Jesus e é um pouco ambígua – provavelmente de propósito. 1 João 2:4 afirma a mesma verdade em condições negativas, e pode se referir à falsa afirmação feita pelos que dizem que você pode vir a conhecer Deus e ainda negligenciar a guarda dos mandamentos. João ataca essa ideia em linguagem muito forte, chamando de mentiroso quem ensina assim.

3. Por que a guarda da lei revela quanto conhecemos de Deus? Como nosso ato de guardar a lei revela a realidade do conhecimento que temos de Deus? Como uma coisa se relaciona com a outra?

O tipo de conhecimento de Deus de que a Bíblia fala não é um conhecimento de fatos, apenas. É o conhecimento que forma a base de uma relação de amor. Você não pode amar verdadeiramente alguém que não conhece. E se você ama uma pessoa, vai agir de certa maneira. Um homem que ama verdadeiramente a esposa não vai enganá-la. Ele pode professar dia e noite seu amor, mas se seus atos não revelam esse amor, usando as palavras de João, ele é “um mentiroso”.

Que outras analogias você pode mencionar e que são úteis para entendermos por que a obediência e os atos são uma parte inseparável do que significa conhecer a Deus?


Terça

Ano Bíblico: Ct 1–4

Que faria Jesus? (1Jo 2:6-8)

Algum tempo atrás, houve uma moda passageira em que jovens cristãos usavam pulseiras com a pergunta: “Que faria Jesus?” Embora alguns zombassem da ideia, afirmando que era infantil, pelo menos era boa a lembrança de que, quando enfrentamos determinadas situações, devemos pensar no que faria Jesus e tentar fazer o mesmo.

Essa ideia se enquadra bem com o que João diz neste verso. A primeira parte de nossa passagem enfatiza que andar na luz e conhecer a Deus significa ser obediente. A segunda parte conclama os cristãos que desejam permanecer nEle a andar na luz e seguir o exemplo de Cristo em sua vida. Como podem fazer isto? Eles precisam descobrir como Jesus viveu e, diariamente, devem comparar sua conduta com a dEle.

Em outras palavras, “que faria Jesus?”

4. Passe os olhos sobre os Evangelhos. Quais são algumas de suas histórias favoritas sobre Jesus? Isto é, que histórias realmente falam ao seu coração sobre o tipo de pessoa que era Jesus? Até que ponto você se assemelha a Ele nessas áreas?

Embora a morte de Jesus e Sua ressurreição sejam o clímax dos Evangelhos, existem informações suficientes sobre os ensinos de Jesus e Sua vida para entendermos como um ser humano, idealmente, precisa viver.

É importante nos lembrarmos disso porque, às vezes, as pessoas querem pensar em Jesus como Salvador, Jesus como seu substituto, apenas, e não em Jesus como seu Senhor e exemplo. João aceitava Jesus tanto como Salvador como exemplo. Em 1 João 1:7 havia mencionado o sangue purificador de Cristo, que aponta para Sua morte na cruz em nosso lugar. De acordo com 1 João 2:2, Jesus é o sacrifício pelos nossos pecados. Ele é nosso substituto. Mas, nos versos que estamos estudando nesta semana, surge outro aspecto. A vida de Jesus foi exemplar. Devemos seguir Seus passos.

A maioria de nós, não importando quem somos, enfrenta algum tipo de dificuldades na vida. Pense em seu maior desafio, sua maior dificuldade. Pergunte a si mesmo: “Que faria Jesus?” Depois de ter o que julga ser sua melhor resposta, pergunte a si mesmo: “O que está me impedindo de fazer o mesmo?”


Quarta

Ano Bíblico: Ct 5–8

O novo mandamento (1Jo 2:7, 8)

Depois de destacar a importância da obediência aos mandamentos (1Jo 2:3, 4), João introduz nos versos 7 e 8 a ideia de um “novo mandamento”. Que “novo mandamento” é esse? A resposta se encontra em João 13:34, em que aparece a mesma expressão: “novo mandamento”.

5. Procure entender no capítulo 13 de João o que é esse “novo mandamento”.

Depois de ter mostrado aos discípulos o que significa servir; isto é, rebaixar-Se e executar a humilde tarefa de lavar os pés de alguém, Jesus deu Seu “novo mandamento”. Seus discípulos deviam amar uns aos outros assim como Jesus os amava.

Situação semelhante acontece em 1 João 2:6-8. Depois de ter falado em andar como Jesus andava, João apontou para o mandamento de Jesus em João 13. É essa conexão literária com João 13:34, 35 que nos ajuda a desvendar o significado de 1 João 2:7, 8. O mandamento de que João está falando é o do amor fraternal.

Mas por que ele afirma que não dá um novo mandamento, mas um antigo? É porque o mandamento do amor ao próximo já estava presente no Antigo Testamento (Lv 19:18). Quando João escreveu sua epístola, “o novo mandamento de Jesus” de João 13:34 já existia havia muitos anos.

Mas, de certo modo, esse mandamento era novo porque era percebido continuamente na vida de Jesus (“nEle” [v. 6]) e devia ser visto em Seus seguidores (“e em vós” [v. 8]) de maneira sem precedentes por causa da nova era inaugurada com o primeiro advento de Jesus (“as trevas se vão dissipando, e a verdadeira luz já brilha”. v. 8).

Finalmente, o conceito da lei de Deus liga a primeira parte de nossa passagem (1Jo 2:3-6) “com a segunda (1Jo 2:7, 8). Os mandamentos são resumidos no mandamento de amar uns aos outros. Andar na luz e andar como Jesus significa guardar os mandamentos e amar uns aos outros.

Quando foi a última vez que você “lavou os pés de alguém”, falando figuradamente? Se foi há muito tempo, o que este fato revela sobre você e seu relacionamento com os outros? Por que é tão difícil de perceber em nossa vida a morte para o eu, que leva ao serviço aos outros?


Quinta

Ano Bíblico: Is 1–4

Amando os outros (1Jo 2:9-11)

6. Resuma o que João nos diz nos versos acima.

O amor foi mencionado brevemente em 1 João 2:5. Obviamente, esse amor se refere ao nosso amor para com Deus, que se manifesta quando guardamos Seus mandamentos. O amor foi mencionado indiretamente na segunda parte de nossa passagem, o novo mandamento (v. 6-9). Mas o amor a nossos semelhantes cristãos é mencionado claramente na última parte de nosso parágrafo (v. 9-11). Ele também começa com a frase “aquele que diz” (veja v. 4, 6, 9).

O verso 9 faz uma declaração sobre o membro da igreja que odeia seu irmão. Essa pessoa está em trevas. O verso 10 mostra o lado positivo, isto é, aquele que ama seu irmão. O verso 11 volta ao ódio a um irmão. Essa pessoa não só anda em trevas, mas seus olhos foram cegados.

Em sua epístola, João está interessado principalmente na comunidade cristã. Isso não significa que ele nega o fato de que os cristãos são chamados a amar seus vizinhos e até aos inimigos; mas não é essa sua preocupação aqui. Ele tem outros problemas para resolver.

O ódio a um irmão é uma declaração forte, e podemos não gostar de aplicá-la a nós e ao nosso comportamento. Podemos preferir dizer que estamos irritados ou ofendidos; mas, frequentemente, as Escrituras aplicam o verbo odiar a situações que não usaríamos comumente hoje.

7. Como é usado o verbo odiar, e como deve ser entendido nos textos a seguir? Mt 6:24; 24:9, 10; Lc 14:26; Jo 3:20

Na Bíblia, ódio não se aplica apenas ao que hoje podemos chamar de ódio mas também a dar preferência a uma pessoa e não a outra ou a negligência de alguém. Em outras palavras, você não precisa menosprezar alguém para revelar “ódio”, como às vezes é entendido na Bíblia.

Existe alguém a quem você odeia, e talvez com boa razão? Neste caso, faça a você mesmo a pergunta: O que Jesus faria?


Sexta

Ano Bíblico: Is 5–7

Estudo adicional

Leia Gênesis 39:7-12; Daniel 3:8-18; Apocalipse 13:16, 14:5.

Andar na luz, que inclui a guarda dos mandamentos, viver de modo semelhante a Jesus e exercer amor é especialmente importante no fim da história do mundo. A lei de Deus está sendo desafiada, e a questão da adoração e a verdadeira obediência ao Criador terão ainda mais destaque. Nas Escrituras, são mencionados exemplos de pessoas que permaneceram fiéis mesmo sob as circunstâncias mais desafiadoras: José, os amigos de Daniel, o próprio Daniel e muitos outros. Mas o principal exemplo é Jesus. Devemos tomar a decisão de seguir Sua guia, não importando o preço.

“João nos diz que o verdadeiro amor a Deus se revelará na obediência a todos os Seus mandamentos. Não basta crer na teoria da verdade, fazer uma profissão de fé em Cristo, crer que Jesus não é um impostor, e que a religião da Bíblia não é uma fábula artificialmente composta. ... João não ensinou que a salvação devia ser adquirida pela obediência, mas que a obediência é fruto da fé e do amor” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 563).

Perguntas para consideração

1. Uma coisa é guardar os Dez Mandamentos; outra coisa é amar as outras pessoas. Qual é a diferença? O que é mais fácil fazer, e por quê?
2. Certa vez, o filósofo francês Michael Foucault distinguiu entre dois tipos de conhecimento: o tipo que muda a pessoa que o adquire e o tipo de conhecimento que não traz mudança nenhuma. Quais podem ser alguns exemplos desses dois tipos de conhecimento? Mais importante ainda é saber que tipo de conhecimento é o de Deus, e que tipo de mudanças esse conhecimento deve trazer aos que o obtêm?
3. O que você e sua classe podem fazer para ajudar sua igreja local como um todo a entender melhor o que significa manifestar amor? Existe o tipo de amor corporativo? Descreva como seria uma igreja ideal e perfeitamente amorosa. Como sua igreja local se enquadraria?

Respostas sugestivas:

Pergunta 1: Além dos aspetos teóricos, o conhecimento também envolve relacionamentos.
Pergunta 2: A guarda dos mandamentos de Deus.
Pergunta 3: Nosso conhecimento de Deus se expressa no amor que Lhe devotamos. O amor leva à guarda dos mandamentos.
Pergunta 4: Resposta pessoal.
Pergunta 5: Amar a Deus e ao próximo é um mandamento antigo. Mas, sempre esquecido, ele se torna novo cada vez que decidimos amar.
Pergunta 6: A luz de Deus se expressa no amor.
Pergunta 7: Na linguagem bíblica, odiar também pode significar não amar ou amar menos.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Pandemia de gripe pode durar dois meses e afetar até 67 milhões

A pandemia de gripe suína pode durar dois meses em grandes centros urbanos, segundo estudo do Ministério da Saúde que levou em conta contaminação por vírus como o Influenza A (H1N1).
...
Segundo o estudo, epidemias de influenza em grandes centros urbanos se caracterizam pelo início abrupto, atingem seu pico em duas ou três semanas e se prolongam até completar cinco a oito semanas. Isso significa que os números ainda vão piorar antes de melhorar.

A pandemia de gripe provocada pela nova variante do vírus A H1N1 poderá atingir entre 35 milhões e 67 milhões de brasileiros ao longo das próximas cinco a oito semanas. De 3 milhões a 16 milhões desenvolverão algum tipo de complicação a exigir tratamento médico e entre 205 mil e 4,4 milhões precisarão ser hospitalizados.

O estudo do governo trata de um modelo matemático estático criado por epidemiologistas com base no perfil de pandemias anteriores.

Por ser um esquema genérico e não um estudo específico para o atual vírus, são necessários alguns cuidados ao extrapolá-lo para o presente surto.

É possível que alguns dos pressupostos contidos no modelo não valham para o H1N1, cujos parâmetros de transmissão e morbidade ainda não são bem conhecidos, como explicou Eduardo Hage, diretor de vigilância epidemiológica da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério.
...
Fonte - Folha

Nota DDP: Levando-se em consideração que esta epidemia tem se espalhado de forma quatro vezes mais rápida que as anteriores, utilizar modelos matemáticos já estabelecidos para fazer qualquer previsão parece no mínimo um contrasenso.

Fonte: Diário da Profecia

sexta-feira, 17 de julho de 2009

As Revelações do Santuário - Powerpoint

26 Power points com os temas do Estudo "As Revelações do Santuário". Os temas estão na imagem abaixo!




Fonte: Tinguiteen

Deus nunca erra!



Há muito, muito tempo, num reino distante, havia um rei que não acreditava na bondade de Deus. Havia, porém, um súdito que em todas as situações lhe dizia: Meu rei, não desanime porque tudo que Deus faz é perfeito, Ele não erra!

Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei. O súdito conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse: Deus é bom? Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu: Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom; é que mesmo perder um dedo é para o seu bem.

O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra! Indignado com a resposta, o rei mandou prender o súdito. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.

Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no: ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.

Ao voltar para o palácio, mandou soltar o súdito e recebeu -o muito afetuosamente. Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Escapei de ser sacrificado pelos selvagens , justamente por não ter um dedo! Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?

Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se: tudo o que Deus faz é perfeito, Ele nunca erra!

Fonte: Tinguiteen

quinta-feira, 16 de julho de 2009

3º Trimestre de 2009 As Epístolas do Amado – 1, 2 e 3 João


Andando na luz – Abandonando o pecado

Lição 332009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Pv 4–7


Verso para Memorizar: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1:9).

Leituras da semana: Jo 3:19; 8:12; Rm 3:10-20; 1Tm 1:15; 1Jo 1:5-2:2

Em 1982, uma obra incomum de arte moderna foi posta em exibição. Era um revólver fixo a uma cadeira. A obra de arte podia ser vista sentando-se na cadeira e olhando diretamente para o cano da arma. O problema era que a arma estava carregada e ligada a um temporizador programado para disparar em um momento indeterminado dentro dos cem anos seguintes. Incrivelmente, as pessoas esperavam em filas para sentar e olhar para a mira da arma, embora soubessem que a arma poderia disparar a qualquer momento.

Isso é que significa tentar o destino!

Infelizmente, as pessoas fazem o mesmo com o pecado, achando que podem encará-lo e ainda sair ilesos. Ao contrário da arma, porém, o pecado – a menos que seja resolvido – as matará definitivamente.

Nesta semana, João fala sobre o problema do pecado e sua solução em Jesus Cristo.

Prévia da semana: O que significa quando a Bíblia chama Deus de “luz”? Que tipo de erros a respeito da realidade do pecado João procurou corrigir nesses primeiros versos? Que promessa João nos apresenta como remédio para o pecado em nossa vida? Por que precisamos dessas promessas?


Domingo

Ano Bíblico: Pv 8–11

A Luz (1Jo 1:5)

A luz é apenas um fenômeno físico, uma forma de energia formada de fótons. Mas João insiste em dizer que “Deus é luz”.

1. Que lição João quis ensinar ao dizer que “Deus é luz”? 1Jo 1:5. Veja também Sl 27:1; 36:9; Mt 4:16; Jo 3:19; 8:12; 12:46; 1Tm 6:16

A palavra luz é usada em referência tanto a Jesus como ao Pai. A luz é a glória de Deus, e aponta para Ele como aquele que traz salvação. A imagem enfatiza também o conceito de verdade e revelação. E, especialmente em nosso contexto imediato, destaca Suas qualidades morais de justiça, santidade e perfeição (veja também 1Jo 2:9).

2. Por que João não se contenta em dizer que Deus é “luz”, mas acrescenta que “não há nEle treva nenhuma”?

Acrescentando essa frase, o apóstolo destaca a perfeição de Deus nos termos mais fortes possíveis e Sua separação do pecado. Ele não pode ser comparado aos deuses romanos ou gregos, em quem supostamente existiam virtudes e vícios combinados. Deus é pura santidade, pura bondade, pura justiça. Ele é, de certo modo, tão oposto ao pecado quanto as trevas são à luz.

A referência de João às trevas introduz um novo elemento, que abre o palco para a fase seguinte. Como seres caídos, afundados no pecado, os seres humanos pertencem por natureza à esfera das trevas, e não ao reino da luz. Se Deus é luz e nós estamos em trevas, não poderia ser maior o contraste entre nós e Deus, especialmente em termos de santidade e justiça.


Segunda

Ano Bíblico: Pv 12–15

O problema do pecado (1Jo 1:6, 8, 10)

A primeira epístola de João capítulo 1:6-10 forma uma unidade. Depois de sua declaração principal sobre o caráter de Deus, João menciona algumas crenças aparentemente existentes entre os crentes. São essas crenças que ele critica.

Estes cinco versos começam aproximadamente de maneira idêntica; isto é, com a frase “Se nós...”. Porém, notamos uma diferença fundamental entre eles.

3. Quais são algumas das afirmações que João tenta contradizer, nos versos 6, 8 e 10? Que falsas declarações estavam sendo feitas, e o que tinham em comum?

A primeira declaração discute a comunhão com Deus. Muitas pessoas afirmam manter comunhão com Deus mas, em realidade, andam nas trevas, o que significa que realmente não caminham com Deus.

Em contraste (v. 7), andar na luz traz consigo a verdadeira comunhão. Os que fazem assim são purificados de seus pecados. Então, andar nas trevas significa viver em pecado. De acordo com João, viver em pecado e afirmar ter comunhão com Deus é mentira.

As duas afirmações seguintes, nos versos 8 e 10, também estão relacionadas com o pecado. Embora João fale contra a prática do pecado, ele é muito claro sobre a realidade desse mal em nossa vida. No verso 8, ele parece estar lidando com a crença de que os seres humanos não são pecadores, ensino contrário à mais básica doutrina cristã.

4. Por que é tão importante a declaração de João no verso 10? Quais são as implicações da ideia de que “não temos cometido pecado”?

Note a progressão nestes versos. No verso 6, as pessoas estão mentindo. No verso 8, elas se enganam a si mesmas. No verso 10, elas tornam Deus um mentiroso. Obviamente, João entende a realidade e a seriedade do problema do pecado para a humanidade.

Você é aberto e honesto consigo mesmo a respeito da realidade do pecado em sua vida? Você tende a ignorar, justificá-lo ou recriminar-se a esse respeito? Qual deve ser sua atitude para com as dificuldades com o pecado, e o que você pode fazer a fim de manter a atitude correta? Qual é essa atitude certa?


Terça

Ano Bíblico: Pv 16–19

Respostas para o problema do pecado (1Jo 1:7, 9; 2:2)

É claro que nestes versos João está se referindo à seriedade do pecado. Como ele entende pecado? Em 1 João 3:4, ele compara o pecado com a iniquidade. De acordo com 1 João 5:17, pecado é injustiça ou mau procedimento. É o afastamento da vontade de Deus, revelada nas Escrituras. O pecado também é o oposto da verdade. Separa de Deus a pessoa que comete pecado, e essa alienação leva à morte espiritual. Pecado, no singular, pode apontar para a separação entre o pecador e Deus; no plural, os pecados podem apontar para os atos pecaminosos. Porém, vemos que uma coisa é certa: O pecado é real e, a menos que seja tratado, nos destruirá.

5. 1 João 1:7 e 9 contém promessas divinas a respeito da solução para o problema do pecado. Quais são essas promessas e como podemos torná-las reais em nossa vida? Como podemos experimentar por nós mesmos o que Deus está prometendo aqui?

O perdão dos pecados se tornou possível graças à morte de Cristo na cruz, ao derramamento de Seu sangue como sacrifício. Porque transgredimos a lei e, portanto, merecemos a morte, Ele morreu em nosso lugar e nos libertou da condenação eterna que, de outra forma, nossa transgressão traria. Ainda mais, Seu sangue nos purifica de todo pecado.

Porém, do nosso lado, a confissão dos pecados é necessária. A palavra confessar, em 1 João 1:9 pode significar admitir e também reconhecer. O texto não menciona a quem os pecados precisam ser confessados. Certamente, Deus está envolvido, porque na parte seguinte do verso, ouvimos que se os pecados forem confessados, Deus é fiel e justo e os perdoará. Pode ser que a confissão inclua também confissão pública diante daqueles que foram prejudicados por nós; mesmo assim, o perdão vem de Deus, unicamente.

1 João 1:9 também tem a força de uma ordem. Devemos apresentar nossos pecados diante de Deus, e Ele nos perdoará e purificará. O pecado nos torna culpados; precisamos de perdão. O pecado nos deixa impuros; precisamos de purificação. Por Jesus, Deus abriu um caminho para que tenhamos ambas as coisas.

Que áreas da vida você precisa mudar a fim de aproveitar melhor essas maravilhosas promessas? O que impede você de submeter a Deus todos os seus caminhos pecaminosos?


Quarta

Ano Bíblico: Pv 20–24

O alvo do cristão (1Jo 2:1)

6. Em 1 João 2:1, João nos chama a não pecar. Como devemos entender essa advertência?

O chamado aqui para não pecarmos vem no contexto de andar na luz, apresentado com a declaração de que Deus é luz. Se quisermos viver em comunhão com Ele e com Seus filhos, devemos andar na luz, e andar na luz requer a renúncia do pecado (1Jo 2:1).

João se dirige aos crentes com carinho e intimidade, chamando-os de “filhinhos” e conta-lhes uma razão para escrever sua epístola: Eles devem renunciar completamente ao pecado. Ao fazer isso, ele não está sugerindo que é possível uma existência completamente sem pecado, mas está pedindo que os cristãos se afastem de todo ato definido de pecado.

7. Por que João equilibra a advertência para não pecar com a frase “Se... alguém pecar”? Veja também 1Rs 8:46; Rm 3:10-20; 1Tm 1:15.

Esta discussão sobre o pecado pode ser mal-compreendida, no sentido de que alguém pode imaginar que o pecado não importa: “Não afirme estar sem pecado; de toda maneira, você é pecador. Então, viva a vida e não se preocupe com o pecado.”

Assim, João procura equilibrar suas declarações sobre o pecado e faz isso com 1 João 2:1. O alvo de um discípulo de Cristo é não pecar. Os cristãos devem admitir que são pecadores, mas devem procurar viver sem pecado.

Ao mesmo tempo, João não quer dar a ideia de que podemos estar perfeitamente sem pecado. Então, em sua advertência contra o pecado, ele diz: “Se... alguém pecar, temos Advogado...”. Esse é um claro reconhecimento da realidade do pecado na vida dos cristãos. Até mesmo cristãos consagrados e sinceros podem cometer pecados. Infelizmente, pecar é sempre uma possibilidade real para os membros da igreja. Então, eles precisam de ajuda. Precisam de alguém que os ajude a resistir à tentação, mas também precisam de alguém que intervenha por eles depois de pecarem.

Como podemos aprender a viver com a contradição de ser pecadores mas ser advertidos – mui fortemente na Bíblia – a não pecar?


Quinta

Ano Bíblico: Pv 25–27

O conforto dos cristãos (1Jo 2:1, 2)

Primeira João 2:1, 2 contém declarações maravilhosas que confortam os pecadores arrependidos e os enchem de esperança e coragem. Apesar do pecado e culpa e das consequências terríveis que frequentemente surgem por causa dos nossos pecados, existe uma solução. João já mencionou o perdão ou a purificação dos pecados. Agora, ele volta novamente a esse assunto, dizendo que esse perdão se torna possível por meio de Jesus.

Como? Primeiramente, Ele é nosso advogado, e intervém em nosso favor. Esse advogado é identificado como o Messias (“Cristo”), e nos é dito que Ele é justo. A justiça foi atribuída a Deus o Pai em 1 João 1:9. É atribuída ao Filho em 1 João 2:1, e é por causa de Seu caráter justo que Ele pode interceder por nós.

Em segundo lugar, nosso perdão está garantido porque, por meio de Sua morte sacrifical, Jesus efetuou propiciação, ou expiação; isso significa que Ele pagou a penalidade dos nossos pecados. A dívida que tínhamos, que nunca poderíamos pagar, Jesus a pagou por nós.

Então, João descreve Jesus como sacrifício e intercessor. No contexto do testemunho do Novo Testamento, isso significa que Jesus viveu entre nós sem pecado, morreu na cruz, ressuscitou e ascendeu ao Céu, onde intercede em nosso favor.

O termo parakletos, traduzido como advogado em 1 João 2, tem sido traduzido de diferentes formas; por exemplo, consolador, ajudador, advogado, mediador ou intercessor (veja Jo 14:16, 26; 15:26; 16:7; 1Jo 2:1). É uma pessoa chamada para estar ao lado de outra e que se coloca em favor de outra pessoa. Um parakletos pode ser uma pessoa que ajuda um amigo. No Evangelho de João, o Espírito Santo é o ajudador. Na primeira Epístola de João, Jesus é o ajudador e intercessor (1Jo 2:1).

Quando falamos em Jesus como nosso advogado, sentimos grande conforto no fato de que Ele nos ajuda a obter o perdão dos nossos pecados. Devemos ser cuidadosos em não dar a impressão de que o Pai é mau e severo e precisa ser persuadido por um intermediário a fim de nos perdoar. Esse quadro de Deus não é real. Foi Ele que enviou Jesus por nós (Jo 3:16). Também, alguns versos antes João diz que Ele é fiel e justo para nos perdoar e purificar (1Jo 1:9). Jesus não precisa apaziguar o Pai. Ao contrário, foi o Pai que revelou, em Jesus, Seu desejo de nos salvar.

Com base no que acabamos de ler, como você entende as maravilhosas promessas que nos são dadas em 1 João 2:1, 2? O que elas significam no que se refere à nossa experiência diária com o Senhor? Como você pode tornar mais reais essas promessas em sua vida? Que mudanças essas promessas devem trazer à nossa experiência?


Sexta

Ano Bíblico: Pv 28–31

Estudo adicional

Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 37-41: “Abra o Coração a Deus”.

"Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça’ (1Jo 1:9). As condições para se alcançar misericórdia de Deus são simples e razoáveis. O Senhor não requer que façamos alguma coisa penosa para alcançarmos perdão. Não precisamos fazer longas e exaustivas peregrinações nem praticar dolorosas penitências para nos encomendar ao Deus do Céu ou expiar nossa transgressão. Aquele que ‘confessa e deixa’ os seus pecados ‘alcançará misericórdia’ (Pv 28:13). Nos tribunais do Céu, Cristo está a interceder por Sua igreja – advogando a causa daqueles cujo preço de redenção Ele pagou com Seu próprio sangue. Séculos e eras nunca poderão diminuir a eficácia de Seu sacrifício expiatório. Nem a morte, nem a vida, altura ou profundidade, nada nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus; não porque a Ele nos apeguemos com firmeza, mas porque Ele nos segura com Sua forte mão. Se nossa salvação dependesse de nossos próprios esforços, não nos poderíamos salvar; mas ela depende de alguém que está por trás de todas as promessas" (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 552, 553).

Perguntas para consideração

1. Leia em classe o que vocês escreveram sobre os pensamentos, emoções e imagens que a ideia de “escuridão” lhe trouxe. Como isso o ajuda não só a entender melhor o que significa ser injusto e pecador mas também o que significa andar na luz de Deus?
2. Um bandido matou a maior parte de uma família que não era cristã e que nunca havia professado fé em Jesus. Anos mais tarde, em seu leito de morte, o assassino confessou seus atos e aceitou Cristo como Seu Salvador. Como você responderia a este comentário, feito por um membro sobrevivente da família: “Então, de acordo com vocês, cristãos, minha família inteira está destinada ao castigo final, enquanto aquele que os assassinou agora tem a promessa do Céu? É isso que sua religião ensina?”

Respostas sugestivas:

Pergunta 1: Deus é a fonte da salvação e de todas as virtudes.
Pergunta 2: Deus jamais Se associa ao pecado.
Pergunta 3: Que é possível salvar-se e continuar pecando; que os que estão salvos não mais podem pecar.
Pergunta 4: Além de vivermos em erro, contradizemos o que Deus afirmou.
Pergunta 5: O sangue de Jesus nos purifica e nos perdoa.
Pergunta 6: Esse é o ideal cristão, confirmado pela vida perfeita de Jesus.
Pergunta 7: O ideal, quando não é alcançado, é contrabalançado pela promessa de que temos um advogado em Jesus Cristo.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Adiantando a eternidade

E será que, de uma Festa da Lua Nova à outra e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante Mim, diz o Senhor. Isa. 66:23.

O jogador de golfe profissional Harvey Penick escreveu um livro que se tornou um verdadeiro sucesso, com mais de um milhão de cópias vendidas. Ele certamente não o escreveu pelo dinheiro. Na década de 20, Penick comprou um caderno espiral vermelho e começou a rabiscar suas observações pessoais a respeito do golfe. Por quase 70 anos, ele não mostrou o caderno para ninguém, além do seu filho. Em 1991, Penick apresentou-o para um escritor local e perguntou se ele achava que compensava publicá-lo. O maravilhado escritor contatou uma gigantesca editora e, na noite seguinte, os editores concordaram com um adiantamento de 90.000 dólares.

O feliz escritor passou a notícia para a esposa de Penick. Quando o escritor viu Penick naquela noite, o velho homem parecia perturbado. Com todas suas contas médicas, disse Penick, não havia como fazer o adiantamento da quantia exigida pela editora para publicar o seu livro. O escritor teve que explicar que era Penick quem receberia o dinheiro.

Com o sábado, Deus nos deu um "adiantamento" de eternidade. A cada sábado, o Céu toca a Terra. Como disse de forma tão habilidosa o autor judeu Abraham Heschel, o sábado é um "palácio no tempo". O sábado nos chama das coisas temporais para as coisas eternas. Ele nos chama para entrar em Seu descanso celestial, para termos um antegozo do Céu, hoje. Ele nos chama para um relacionamento com nosso Criador, o qual continuará através da eternidade. Há muito mais por vir, mas, no sábado, temos a primeira prestação.

Será possível que, na correria da vida, estejamos tão exaustos no sábado para renovar nossa relação com Deus? Será possível que, no estresse da vida, o sábado seja um dia de culto superficial, em vez de íntima comunhão?

Deus deseja que vejamos uma nova profundidade no significado de sábado. Ele almeja que experimentemos um genuíno reavivamento em nosso coração. Você pode escutar Sua voz falando-lhe ao coração?


Um lembrete eterno

Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir e foram criadas. Apoc. 4:11.

Nosso mundo precisa desesperadamente da mensagem reconfortante da Criação. A mensagem de Deus para os últimos dias chama a humanidade de volta para adorá-Lo como o Criador do Céu e da Terra. A base de toda a adoração é o fato de Deus ter-nos criado. João, o revelador, declara isto sucintamente nestas palavras: "Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas Tu criaste, sim, por causa da Tua vontade vieram a existir e foram criadas." Apoc. 4:11.

Ele é digno precisamente porque Ele criou e Deus deu o sábado como um símbolo eterno do Seu poder criativo e de Sua autoridade. É um lembrete semanal de que não pertencemos a nós mesmos.

Joy tinha quatro anos de idade quando seu irmãozinho nasceu. Logo, ela começou a pedir aos pais para passar um pouco de tempo a sós com o bebê. Os pais tinham a preocupação de que ela pudesse estar com ciúmes, e, por isso, viesse a sacudir ou ferir o bebê, e disseram não.

Com o tempo, porém, uma vez que Joy não mostrava sinais de ter ciúmes, eles decidiram deixar que ela tivesse sua conversa particular com o bebê. Feliz da vida, Joy entrou no quarto do bebê e fechou a porta, mas não o suficiente para que os curiosos pais não pudessem espiar e ouvir pela fresta deixada. Eles viram Joy dirigir-se até o irmãozinho, colocar o rosto bem perto do dele e dizer: "Bebezinho, me diga como é Deus. Estou começando a esquecer."

A verdade é que todos tendemos a esquecer. É por isso que Deus diz "lembra-te". O sábado é um lembrete semanal de como é Deus. Ele nos convida a ter um novo relacionamento com Ele. O sábado nos convida a uma comunhão com nosso Criador. Ele nos chama para que maravilhemo-nos com Aquele que nos fez, para desfrutar o eterno, para termos a esperança do Céu. Hoje, lembre-se desse dia especial.

Sobre a Rocha

terça-feira, 14 de julho de 2009

Abraço - Powerpoint


Saiba os benefícios de um abraço.
Já abraçou alguém hoje??

Clique aqui e baixe este power-point

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Jesus no Seu reino


O que Jesus queria dizer com a declaração de que alguns não passariam pela morte até que vissem “o Filho do homem no Seu reino”? (Mt 16:28)

Tem sido argumentado por alguns teólogos liberais que Mateus 16:28 fala que Cristo tencionava inicialmente voltar na era apostólica. Se esse fosse realmente o caso, então o próprio Cristo estaria Se contradizendo em relação a outras de Suas declarações que falam de uma tardança de Sua segunda vinda. Por exemplo, em Mateus 24 o relato dos sinais gerais que antecederiam Sua volta são intercalados pelas expressões “mas ainda não é o fim” (verso 6) e “tudo isto é o princípio das dores” (verso 8), bem como pela declaração de que o fim só viria quando o “evangelho do reino” fosse pregado “por todo o mundo, para testemunho a todas as nações” (verso 14). O mesmo capítulo fala também que a Segunda Vinda só ocorreria após o cumprimento dos sinais astronômicos relacionados com o Sol, a Lua e as estrelas (verso 29; ver também Jl 2:30 e 31), o que não ocorreu durante a era apostólica.

Diante disso, somos levados a concordar com os comentaristas que vêem no evento da
transfiguração (ver Mt 17:1-8; Mc 9:28-36) o cumprimento da promessa de que “alguns” dos discípulos de Cristo veriam “vir o Filho do homem no Seu reino” (Mt 16:28; comparar com Mc 9:1; Lc 9:27). Pedro, uma das testemunhas oculares da transfiguração (Mt 17:1-2), fortalece essa interpretação através das seguintes palavras: “Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da Sua majestade, pois Ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa Lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo. Ora, esta voz, vinda do Céu, nós a ouvimos quando estávamos com Ele no monte santo” (II Pe 1:16-18; comparar com Mt 17:5; Mc 9:7; Lc 9:35).

Por ocasião da transfiguração houve uma representação microcósmica do futuro reino da glória. Cristo, o Rei, apareceu com Seu rosto resplandecente “como o sol” e com Suas vestes “brancas como a luz” (Mt 17:2; comparar com Ap 19:11-16). Com Ele estavam Moisés e Elias (Mt 17:3), representando respectivamente aqueles que serão ressuscitados por ocasião da Segunda Vinda (Jd 9; I Ts 4:16) e que serão trasladados vivos para o Céu sem provar a morte (Gn 5:24; I Ts 4:17). Esse pode ser considerado, por conseguinte, um genuíno cumprimento da promessa de Mateus 16:28 sobre a manifestação do “Filho do homem no Seu reino”.

Fonte: Sinais dos Tempos, novembro de 1998, p. 29 (usado com permissão)

domingo, 12 de julho de 2009

Papa propõe que a ONU comande a Nova Ordem Mundial

O papa Bento XVI apresentou, nesta terça-feira (7), a terceira encíclica de seu pontificado, “Caritas in veritate” (Caridade na verdade), a primeira a tratar de temas sociais, ditando “a reforma da arquitetura econômica e financeira internacional” depois da crise americana que atingiu os cinco continentes. Apesar do cunho político, o pontífice se recusou a classificar o documento como um texto “feito especificamente para a crise”.

Trata-se, segundo ele, de uma encíclica destinada a promover “o desenvolvimento humano integral”. Na opinião do papa, a resposta da comunidade internacional à crise passa pela criação de uma “verdadeira autoridade política mundial”, que poderia ser as Nações Unidas (ONU). A proposta de Bento XVI propõe a globalização em novos termos, tendo a ONU com uma “autoridade mundial”, um “degrau superior de organização em escala internacional” [grifo nosso].

Para, além de “governar a economia mundial, sanear as economias atingidas pela crise” e “prevenir o seu agravamento e maiores desequilíbrios”. O novo mecanismo proposto pelo Vaticano trataria também de “proceder a um desejável desarmamento integral, alcançar a segurança alimentar, assegurar a proteção do ambiente e regular os fluxos migratórios”, tendo como “princípio a solidariedade”.

O papa entende que a globalização em si “não é boa nem má” e defende que os indivíduos passem da condição de “vítimas” ao papel de “protagonistas” na correção de disfunções graves, que provocam “divisões entre os povos e no interior dos mesmos”.

Aos Estados o papa pede “uma ética que promova a “dignidade inviolável da pessoa humana e também o valor transcendente das normas morais naturais” [grifo nosso].

Uma ética econômica sem estes dois pilares, segundo Bento XVI, “arrisca-se inevitavelmente a perder o seu cunho específico e aparecer em função dos sistemas econômico-financeiros existentes, em vez de servir de correção às disfunções dos mesmos”.

Partindo do diagnóstico de uma “ligação estreita entre a pobreza e o desemprego”, Bento XVI pronuncia-se contra a degradação do “nível de proteção dos direitos dos trabalhadores”, a começar pelo “direito a um salário justo”.

As estruturas sindicais, argumenta o papa, “foram sempre encorajadas pela Igreja”. A encíclica “Caritas in veritate” retoma também a condenação do aborto e da eutanásia, a par da defesa do “casamento entre um homem e uma mulher” enquanto “célula primeira e vital da sociedade”.

E conclui: “Considerar o aumento da população como a causa primeira do subdesenvolvimento é incorreto, mesmo do ponto de vista econômico”.

O documento foi divulgado um dia antes de os líderes do Grupo dos Oito (G-8, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia) se reunirem em L’Aquila, Itália, para coordenar os esforços para lidar com a crise global.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná.

NOTA: O documento publicado pelo Vaticano tem por objetivo último estabelecer uma autoridade mundial única, tendo a ONU como fachada e o Vaticano e outros grupos de interesse político mundiais por trás dos bastidores. Outra sugestão profética no texto é a referência às "normas morais naturais", em outras palavras, os Dez Mandamentos conforme entendidos pela Igreja Católica (aí incluída a guarda do domingo em lugar do sábado bíblico). Logo, a solução para os problemas do mundo, segundo o bispo de Roma, é uma autoridade mundial promover a guarda do domingo ao redor do mundo. Nada mais profético, portanto (Veja Ap 13:15-17).

Fonte: Minuto Profético

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O tempo é agora.

Medite...

"Meu cunhado abriu a última gaveta da cômoda e retirou um pacote embrulhado em papel de seda. "Isto", ele disse, "é uma lingerie". Ele desembrulhou e entregou-me a peça. Era linda, de seda, feita à mão e bordada com rendas. A etiqueta de preço com um desenho enorme ainda estava afixada na peça." Jan comprou-a na primeira vez que estivemos em New York, há uns 8 ou 9 anos atrás. Ela nunca usou. Estava guardando-a para uma ocasião especial. Bem, acho que agora é a ocasião. "Ele pegou a peça das minhas mãos e colocou-a na cama junto com as outras roupas que separamos para levar à funerária. Acariciou a peça por um momento, bateu a gaveta, virou-se para mim e disse: "Nunca guarde nada para uma ocasião especial. Todo dia é uma ocasião especial."

Fiquei relembrando aquelas palavras durante o funeral e os dias que se seguiram, quando os ajudei, a ele e à minha sobrinha, a superar a tristeza que segue uma morte inesperada. Fiquei pensando neles durante o vôo de volta para a Califórnia.

Pensei em todas as coisas que a minha irmã não pode ver, ouvir ou fazer.

Pensei nas coisas, e continuo pensando nas palavras dele; elas mudaram minha vida. Estou lendo mais e espanando menos. Fico sentada na cadeira admirando a vista do jardim sem a neura de ficar arrancando as ervas daninhas. Estou gastando mais tempo junto com a minha família e amigos, e menos tempo em reuniões de comitês. Sempre que possível, a vida deveria ser uma experiência a ser saboreada, e não uma prova. Estou tentando reconhecer estes momentos e usufruí-los. Não estou "guardando" nada; usamos todas as nossas porcelanas chinesas e os cristais para todos os eventos especiais como: perder alguns quilos, consertar um vazamento da pia da cozinha, para a primeira florada das camélias. Visto o meu blazer preferido para ir ao mercado quando sinto vontade.

Minha teoria é :se sinto que está sobrando dinheiro gasto R$28,49 em um pequeno pacote de guloseimas sem pestanejar.

Não estou guardando meu melhor perfume para festas especiais; os caixas em lojas e atendentes em bancos tem narizes que funcionam tão bem quanto os dos meus amigos de festas. "Algum dia "e "um dia desses" estão perdendo a importância no meu vocabulário. Se for útil ver, ouvir ou fazer, quero ver, ouvir e fazer agora.

Não sei o que a minha irmã teria feito se soubesse que não estaria aqui para o amanhã a que todos nos foi permitido. Acho que ela teria ligado para todos da família e a alguns amigos íntimos. Poderia ter ligado para antigos amigos para se desculpar e reparar brigas do passado sem importância. Penso que ela teria ido jantar em um restaurante chinês, sua comida favorita. Estou supondo...nunca saberei...

São essas pequenas coisas deixadas sem fazer que me deixariam brava se soubesse que o meu tempo seria limitado. Brava por ter, algum dia, cancelado encontros com bons amigos. Brava por não ter escrito cartas que pretendia ter escrito. Brava e arrependida por não ter dito mais freqüentemente ao meu marido e a minha filha o quanto eu realmente os amo.

Estou tentando muito não adiar, impedir, ou guardar alguma coisa que proporcione alegria e brilho as nossas vidas. E toda manhã quando abro meus olhos, digo a mim mesma que isso é especial. Todo dia, todo minuto, todo suspiro é realmente ...um presente de Deus.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Páginas históricas da Bíblia disponíveis na internet

Aproximadamente 800 páginas da mais antiga Bíblia foram recuperadas e colocadas na Internet. Ao visitar o site é possível ver imagens de mais de metade do manuscrito do Codex Sinaiticus, que tem mais de 1.600 anos e é escrito em grego em pergaminhos. Scot McKendrick, chefe de estudos de manuscritos ocidentais da Biblioteca Britânica, de Londres, Inglaterra, afirma que a disponibilidade do documento já ajudou várias pesquisas. “O Codex Sinaiticus é um dos maiores tesouros escritos do mundo”, diz McKendrick. De acordo com o pesquisador, o manuscrito oferece uma amostra do desenvolvimento do cristianismo e evidências de como o texto da Bíblia era transmitido de geração em geração.

“A disponibilidade do manuscrito virtualmente para o estudo por pessoas por todo o mundo cria oportunidades para pesquisas colaborativas que não seriam possíveis há alguns anos”, afirma. A versão original dos textos está em um livro de 1.460 páginas de 40 por 35 centímetros.

A Biblioteca Britânica está lançando a versão online do texto com uma exposição que mostra vários itens e artefatos ligados ao documento. O Codex Sinaiticus foi encontrado em 1844 em um monastério em Sinai, no Egito. Depois disso, ele foi dividido entre o Egito, a Rússia, a Alemanha e o Reino Unido. Acredita-se que o documento sobreviveu em boas condições porque o ar do deserto era ideal para a preservação, e que o monastério foi deixado intocado.

As páginas podem ser encontradas em www.codexsinaiticus.org

(BBC)

Detalhe: a Bíblia é o documento antigo do qual mais se tem manuscritos. Além disso, os Manuscritos do Mar Morto provaram que a mensagem do Livro Sagrado permaneceu intacta ao longo dos séculos.

Fonte: Criacionismo

terça-feira, 7 de julho de 2009

É impossível o arrependimento de acordo com Hebreus 6:4-6?

É impossível o arrependimento de acordo com Hebreus 6:4-6?

A seguir, disponibilizo a resposta do Prof. Pedro Apolinário (que hoje descansa no Senhor) sobre um texto que tem deixado muitos cristãos perplexos. Foi extraída e adaptada do livro “Leia e Compreenda Melhor a Bíblia” (agosto de 1985 – segunda edição ampliada), pág. 111-114.

Tenho certeza de que o estudo contextualizado de Hebreus 6 lhe dará esperança e a certeza do amor de Deus por cada pecador - não importa o quanto tenha ido longe (desde que se arrependa)!

Vamos ao estudo do professor Apolinário:

Em Hebreus 6:4-6 lemos: “É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia”.

Estes versos, através dos séculos, têm deixado seus leitores angustiados e perplexos, por que a primeira vista parecem ensinar que não há esperança de arrependimento ou de aceitação divina para aqueles que aceitaram a Cristo e depois O rejeitaram.

Para melhor compreensão do problema, Hebreus 6:4 deve ser estudado juntamente com as declarações que tratam do mesmo assunto em Hebreus 10: 26-31 e 12: 15-17; 25-29.

Há várias interpretações sugeridas para solucionar os aparentes paradoxos desta passagem com as demais doutrinas escriturísticas, destacando-se entre estas as arminianas e as calvinistas, apresentadas por Russell Champlin em O Novo Testamento Interpretado, vol. 5, págs 537 e 538.

Em uma coisa os comentaristas estão de acordo: há neste trecho referências ao pecado da apostasia.

Declara o Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia: “Entre as várias opiniões que têm sido sugeridas, duas são dignas de consideração:

“1o) Que a apostasia aqui referida é o ato de cometer o pecado imperdoável (Mateus 12:31-32), uma vez que esta é a única forma de apostasia que é sem esperança;

“2o) Que a passagem corretamente compreendida não ensina a absoluta desesperança da apostasia aqui descrita, mas uma desesperança condicional (Hebreus 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira alternativa, embora a segunda tenha méritos e possa ser baseada no grego”.

Como bem salientou Cotton: “nada pode existir nesta passagem que nos leve a duvidar da total misericórdia de Deus, pois do contrário, esta passagem destruiria o evangelho”.

Deduzimos da leitura de Hebreus 6:4-6 e das outras passagens correlatas, que Paulo fala de pessoas que propositadamente rejeitaram a Cristo e os princípios do evangelho.

As afirmações aqui consignadas pelo apóstolo trouxeram sérios problemas para a igreja cristã, especialmente durante as perseguições, quando alguns fraquejaram e posteriormente arrependidos de terem sido tíbios na fé quiseram voltar. E, infelizmente, muitas comunidades cristãs não queriam aceitá-los escudados em Hebreus 6:6.

A seguinte verdade não pode ser esquecida: Cristo está sempre de braços abertos para receber o mais indigno pecador, que reconhece o erro e apela pelo perdão, como nos relata Mateus 18:22 e se comprova na triste experiência de Pedro. Em contrapartida, outra verdade escriturística deve ser lembrada: não há esperança para quem consciente e deliberadamente rejeita os ensinamentos de Cristo e o seu sacrifício vicário em nosso favor.

Fonte: Na mira da verdade