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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Deus Estava Lá no Inferno

Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura também lá estás. Salmo 139:8


Ernest Gordon, que narrou a história do milagre às margens do rio Kwai, fez sua cama no inferno. Já sofrendo de disenteria, malária, infecção sanguínea e beribéri, contraiu também difteria, o que significava que não podia mais trabalhar na estrada de ferro. Gordon foi enviado para a Casa da Morte, apelido que o terrível hospital do campo de concentração recebeu. Localizado num oceano de lama no ponto mais baixo do campo, o “hospital” estava repleto de centenas de homens à beira da morte, cobertos da cabeça aos pés de moscas, percevejos e piolhos. Parecia mais um cemitério fétido de seres humanos desesperados em estado de putrefação.


Alguns amigos o procuraram, o encontraram entre os corpos em deterioração e o carregaram numa maca para uma pequena cabana que haviam construído. Banharam-no, limparam as feridas de suas pernas e fizeram-lhe curativos. Prepararam comida para ele e lhe aplicaram massagens. Pouco a pouco, a sensibilidade dos membros de Gordon começou a voltar. Contrariando todas as expectativas, ele sobreviveu.


Essa demonstração de compaixão fez parte de um fenômeno muito mais amplo que ocorreu no campo de concentração. O que estava acontecendo em Chungkai? Algumas histórias começaram a circular sobre soldados tementes a Jesus Cristo que haviam sacrificado a vida em atos de abnegação, heroísmo, fé e amor. Ouviu-se, por exemplo, a respeito de um homem grande e forte que de repente desmaiou e morreu de fome porque havia dado suas porções de comida para um amigo doente, que se recuperou. Outro soldado assumiu a culpa do sumiço de uma pá e foi espancado até a morte. (Naquela noite, ao serem contadas as ferramentas, não faltava nenhuma.) E muitos outros relatos assim.


Essas demonstrações da graça contagiaram o campo. Os prisioneiros trocaram a lei da selva pela lei de Cristo. Começaram a ajudar uns aos outros. Começaram a confeccionar braços e pernas artificiais, a preparar remédios com as plantas medicinais da selva. Passaram a realizar funerais em vez de queimar os mortos empilhados uns sobre os outros. Construíram uma capela, faziam cultos e realizavam batismos. Deram início a uma universidade na selva e frequentavam às aulas. Formaram uma orquestra. Voltaram a sorrir, a dar risada e a cantar.


Ernest Gordon se tornou cristão. Ao fim da guerra, estudou teologia e, mais tarde, se tornou o capelão da Universidade de Princeton. Grande é o poder do pecado, mas a graça é ainda mais poderosa.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Escolhas Certas

O que você quer? Peça e Eu lhe darei. 1 Reis 3:5, Bíblia Viva


Desde o momento em que nos levantamos até o fim do dia, milhares de escolhas são feitas. Muitas delas não estão relacionadas ao conceito de certo e errado. Exemplo: O que vou comer em meu desjejum? Que roupa vou usar hoje? Internato ou externato? Filipe ou Marcelo? Bia ou Mariana? Vou caminhar no parque ou vou ao shopping? Considere, na hora de comprar, a variedade de produtos à sua disposição: você tem 36 tipos de cremes dentais, 100 marcas de iogurtes, milhares de DVDs, 200 tipos de celulares...


Outras escolhas terão que ser feitas com mais calma. São aquelas que têm impacto e consequências em nosso futuro: Que curso vou fazer: fisioterapia, medicina ou comunicação? Que emprego vou aceitar? Com quem vou me casar? Onde vamos morar? Que impacto essa escolha terá em minha vida a curto prazo? E a longo prazo? E sobre aqueles que dependem de mim?


Ninguém ignora a importância de uma escolha, porque quando alguém está dizendo “sim” para uma coisa, está dizendo “não” para muitas outras. E as escolhas mais difíceis não são entre o bom e o ruim, mas entre o bom e o melhor.


Podemos fazer algumas escolhas erradas e sobreviver: escolher o trabalho errado, a cidade errada onde morar, o carro errado e até o cônjuge errado (o que seria um desastre).


Antes de escolher, procure levar em conta alguns itens:


1. Não adie a escolha. Há pessoas que costumam adiar ao máximo a tomada de decisões. Vão além do tempo regulamentar e da prorrogação. A indecisão crônica desgasta não somente o indeciso, mas também aqueles que o cercam ou dependem dele.


2. Veja as circunstâncias. Aceite que não há coincidências. Deus está no controle de sua vida e usa cada incidente para dirigir e orientar seus passos. Às vezes, um telefonema, um dinheiro que surge, uma breve conversa informal podem servir de indicação da escolha a ser tomada.


3. Busque conselho. Não despreze a sabedoria dos mais experientes. Pais, professores, líderes, amigos que torcem por você podem ajudar muito. Quem sabe já enfrentaram a mesma situação antes e podem dar uma palavra de conselho.


A atitude de entrega e submissão nos dará tranquilidade e confiança no Deus que diz: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; Eu o aconselharei e cuidarei de você” (Sl 32:8).

terça-feira, 26 de abril de 2011

Pecado é sempre pecado

A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos. Sal. 19:7 e 8.

A Professora Christina Sommers escreveu um artigo intitulado "Ética sem virtude", no qual critica o modo como ética e valores são ensinados em faculdades americanas. Sugere que há muito debate sobre questões sociais complicadas, onde uma opinião parece tão boa como a outra, mas quase não há instruções sobre decência pessoal, responsabilidade e honra.

Uma das colegas de Sommer, que também é professora de ética, não gostou dessa interpretação. E insistiu que o que realmente importava era o combate à injustiça social. No fim do semestre, porém, essa professora entrou no escritório de Sommers com uma pilha de exames.

"O que aconteceu?" perguntou Sommers.

A colega respondeu com um lamento: "Eles foram desonestos na prova final de justiça social, um exame para ser feito em casa. Plagiaram todo o material!" Os estudantes copiaram material de outras fontes para obter aprovação em ética! E a colega de Sommers, agora, queria subsídios sobre decência pessoal, para ajudar os alunos a colocar a lei no coração.

Não somos nós quem definimos o certo e o errado. A lei de Deus é o padrão objetivo e absoluto de moralidade. Ela define o que é pecado. Como declara o apóstolo João, "todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei." I João 3:4.

Algumas pessoas justificam ter um caso fora do casamento, dizendo: "Isso é assunto meu." Outros defendem o roubo no local de trabalho alegando estar "pegando o que lhes é devido". Outros, ainda, não vêm nada de mais em difamar pessoas, ou "fofocar". Mas quebrar a lei de Deus sempre será pecado. Deus ainda tem um padrão, e não adapta Sua lei aos nossos padrões pessoais. Por Sua graça, Ele nos convida a adaptar-nos aos Seus.

quinta-feira, 31 de março de 2011

TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por 1 mês e vivi como um ser invisível'


Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz. No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.

Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:

'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.

Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?

Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente à lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?

Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?

Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida! O ignorado, excluido, não tem auto-estima.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Criança sobreviveu ao abutre, fotógrafo sucumbiu à dor


Kevin Carter disparou, em 1993, no Sudão, a foto que lhe viria a custar a vida, paradoxalmente, eternizando o fotógrafo sul-africano na galeria dos maiores repórteres fotográficos, com um “frame” icônico, o retrato de uma tragédia que não precisa de uma sílaba sequer. Quando fotografou aquela cena, em Ayod, no Sudão, em 1993, Kevin Carter teria visto, como quase toda a gente, na imagem de um abutre postado atrás de uma criança desnutrida, a metáfora perfeita para a fome que grassava, e matava, no Sudão. Disparou e pouco depois entrou no avião. O New York Times publicou a foto, que em 1994 viria a ganhar o prestigiado prêmio Pulitzer. Kevin Carter não suportou a glória de uma imagem que lhe recordaria a sua própria mortalidade, a sua própria face humana, que naquela tarde de 1993, no Sudão, se deixou dominar pelo brio profissional de capturar a imagem que melhor demonstrasse a tragédia que varria o Sudão. Conseguiu-o.

O Mundo viu, nessa foto, a morte e a fome, a morte pela fome. A opinião pública apressou-se a julgar e a condenar sumariamente a alegada frieza com que teria agido Kevin Carter, considerando que o fotógrafo poderia, e deveria, ter feito alguma coisa para salvar a criança. Kevin sentiu o mesmo e foi essa dor que o levou a pôr termo à própria vida, incapaz de suportar a ideia de não ter ajudado a salvar uma vida. [...]

A história de Carter é a de uma talvez infundada má consciência que o atirou para o consumo compulsivo de drogas, segundo o relato de dois amigos, Greg Marinovich e João Silva. [...] João Silva [...] foi o destinatário da carta deixada por Kevin quando do suicídio. A carta, conta João, “era enraivecida”. Nela, explica, Kevin justificava as drogas como “recurso fácil para a dor que sentia”.

Afinal, sabe-se agora, não era preciso ajudar aquela criança, que estava sendo ajudada pela ONU. Conta o El Mundo que a própria imagem ajuda a contar a história desconhecida, até agora, de Kong Nyong, a criança que escapou ao abutre e fintou a fome e a vida de Kevin Carter. Na mão direita da criança, vê-se uma pulseira de plástico da ajuda alimentar da ONU. Ampliando a foto, pode-se ver inscrita a sigla “T3”. “Usavam-se duas letras: ‘T’ para a malnutrição severa e ‘S’ para os que só necessitavam de alimentação suplementar. O número indica a ordem de chegada ao centro alimentar”, contou Florence Mourin, que coordenava os trabalhos naquele campo improvisado de ajuda alimentar.

Feita a explicação, a história, embora dura, parece mais linear: Kong Nyong sofria de malnutrição severa, foi o terceiro a chegar àquele centro e estava recebendo ajuda. Sobreviveu à fome e evitou o abutre. Segundo o pai, morreu em 2006, jovem adulto, vítima “de febres”, não de fome. Kevin Carter é que já não está aqui para testemunhar essa descoberta dos repórteres do El Mundo.

(Jornal de Notícias)

Nota: A presença da dor no mundo, sem dúvida, é um dos maiores “problemas filosófico-teológicos” com os quais os teístas têm que lidar. Se Deus é bom e todo-poderoso, argumentam alguns, por que Ele não faz nada a respeito do assunto? Se não faz, é porque não é tão bom ou não é tão poderoso. Desde Epicuro essa ideia, entre outras, vem sendo usada por ateus e incrédulos a fim de descartar a crença. Curiosamente, eu estava lendo o livro O Problema do Sofrimento (Ed. Vida), do ex-ateu C. S. Lewis, quando me deparei com a matéria acima. Veja o que ele escreveu nas páginas 108 a 111:

“Enquanto o homem mau não toma, na forma de sofrimento, consciência do mal inequivocamente presente em sua existência, ele está preso na ilusão. Uma vez despertado pelo sofrimento, ele sabe que, de uma forma ou de outra, está ‘face a face’ com o Universo real. Assim, ou se rebela (com a possibilidade de uma vazão mais evidente e de um arrependimento mais profundo em algum estágio posterior) ou faz alguma tentativa de adaptação, a qual se for buscada, haverá de leva-lo à religião. [...]

“Até mesmo os ateus se revoltam e exprimem [...] sua cólera contra Deus embora (ou porque) Deus, no ponto de vista deles, não exista. [...] Não resta dúvida de que o sofrimento, no forma de megafone de Deus, é um instrumento terrível, pois pode levar à rebelião definitiva e sem arrependimento [ou ao suicídio?]. Ele propicia, contudo, a única oportunidade que o homem mau pode ter para se emendar. Ele retira o véu ou finca a bandeira da verdade na fortaleza da alma rebelde. [...]

“Ora, Deus, que nos criou, sabe o que somos e que nossa felicidade repousa nEle, contudo não a buscaremos nEle enquanto Ele nos deixar qualquer outro recurso em que ela possa ser procurada de maneira plausível. Enquanto o que chamamos ‘nossa vida’ continuar satisfatório, não o entregaremos a Ele. O que, então, Deus pode fazer em nosso interesse, a não ser tornar ‘nossa vida’ menos satisfatória e privar-nos da fonte plausível da falsa felicidade? É justamente aqui, onde a providência de Deus parece a princípio ser mais cruel, que a humildade Divina [de aceitar aqueles que só se voltam para Ele na dor], o curvar-Se do Ser superior, mais merece louvor. [...]

“Os perigos da aparente autossuficiência explicam por que Nosso Senhor considera os vícios dos fracos e dissolutos de maneira tão mais tolerante que os vícios que levam ao êxito mundano. As prostitutas não correm o risco de achar a vida que têm satisfatória a ponto de não poderem se voltar para Deus. Já o orgulhoso, o avarento e o hipócrita estão correndo perigo.”

Muitas vezes, os pais têm que permitir que os filhos passem por situações difíceis a fim de que eles adquiram experiência em formem bom caráter. E não raro esses pais permitem isso com lágrimas nos olhos, acompanhando tudo de perto, ansiosos por abraçar o filho em processo de aprendizado. O Pai celestial também está “desesperadamente” interessado em nosso bem maior; em nossa segurança e felicidade eternas. E Ele sabe que isso somente será possível quando estivermos do outro lado da eternidade. Esse dia está próximo, mas, por enquanto, o processo de aprendizado prossegue. Deus sente nossa dor (e sentiu muito mais na Cruz...); caminha ao nosso lado com lágrimas nos olhos e corre até mesmo o risco de ser mal interpretado. Tudo para nos ajudar a fazer a mais importante das escolhas: aceitar a salvação que Ele oferece de graça. Se as lágrimas de dor hoje dificultam sua visão, aguarde o dia em que todas as perguntas serão respondidas – no colo do Pai.

Criacionismo

domingo, 30 de janeiro de 2011

Façamos a diferença!

Era uma vez um escritor que morava em uma tranquila praia, junto de uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar, e à tarde ficava em casa escrevendo.

Certo dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Ao chegar perto, ele reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia para, uma por uma, jogá-las novamente de volta ao oceano.

"Por que está fazendo isso?"- perguntou o escritor.
"Você não vê! - explicou o jovem - A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas irão secar e morrer se ficarem aqui na areia".

O escritor espantou-se. "Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praias por este mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na praia, jogou de volta ao oceano e olhou para o escritor.
"Para essa aqui eu fiz a diferença.".

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Sejamos, portanto, mais um dos que querem fazer do mundo um lugar melhor. Façamos a diferença!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Ex-atriz pornô dá recado sério aos homens

Jennifer Case deixou a indústria do sexo três anos atrás pela graça de Deus, diz ela, e a mensagem dela para os homens é muito clara: “Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela.” Numa entrevista para “The Porn Effect” (O Efeito Pornô), Case testifica de sua própria experiência acerca dos malefícios que a indústria pornográfica provoca nas mulheres envolvidas. Ela diz que ficou traumatizada, oprimida e abusada, e ficou viciada em drogas e precisava de dinheiro da pornografia para continuar tendo condições de comprá-las. Fisicamente ela tinha de lidar com doenças sexualmente transmissíveis: “Tive tantas infecções diferentes o tempo inteiro. Deixei Hollywood porque fiquei muito doente de clamídia. Meu abdome doía tanto que tive de voltar para casa”, disse ela.

A indústria pornográfica é alimentada pelos seus consumidores – eles e seu dinheiro impulsionam o destrutivo negócio – e daí dá para se atribuir os danos feitos a essas mulheres aos consumidores bem como produtores. Contudo, a ex-atriz pornô não guarda amargura contra os homens pela vida passada dela. Ela possui um discernimento profundo da natureza viciadora da pornografia e diz que compreende que só com a ajuda de Deus os homens conseguem sair do vício, assim como foi com a ajuda de Deus que ela deixou essa indústria.

“Homens, Deus ama vocês! Eu amo vocês também e sempre orarei por todos vocês, para que as cadeias sejam quebradas”, diz ela. “Você é escravo da pornografia tanto quanto qualquer atriz pornô. Se você está vendo pornografia ou está viciado em pornografia, você está tentando encher um vazio dentro de você que só Deus pode preencher. Toda vez que você olha pornografia, você está aumentando o vazio, e você destruirá sua vida.”

Ela diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira”. “Se você pensa que poderá guardá-la no escuro, Deus a tirará para fora, para a luz, para deter você e curar você.”

Num apelo muito franco, Case concluiu a entrevista dizendo: “Essas mulheres são preciosas e merecem ser amadas exatamente como vocês merecem. Há uma pessoa real do outro lado das imagens que você está vendo, e você está destruindo a vida dela e a vida dos filhos dela. Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de aids, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia.”

(Traduzido do artigo original em inglês por Julio Severo)

Note: Apelo sincero e sério o dessa mulher. Como qualquer vício, o da pornografia geralmente começa com o descuido e a curiosidade e vai se aprofundando, até que a pessoa se dá conta de estar escravizada pelo hábito destrutivo. O alcoólico deve ficar longe do álcool. O drogado deve passar longe das drogas. E o viciado em pornografia também deve tomar medidas preventivas. Se o problema é a internet, deve-se acessá-la sempre acompanhado de outras pessoas, limitar o tempo de navegação, ser muito focado e específico no uso (evitando navegar a esmo por aí) e colocar filtros no computador. Crianças pequenas devem ser especialmente monitoradas para não entrar inadvertidamente nesse mundo corrompido da pornografia. Finalmente, e mais importante: como disse Jennifer, só com a ajuda de Deus se pode conseguir a libertação do vício. Portanto, se você vive esse drama, intensifique sua comunhão com Deus por meio da oração sincera, do estudo devocional diário da Bíblia, das boas companhias e da frequência regular à igreja. Quando Jesus controla nossa mente, os pensamentos e desejos se tornam puros e corretos.

Fonte: Criacionismo

sábado, 1 de janeiro de 2011

Começe o ano com este pensamento: "O que faria Jesus?"

Em seus passos: o que faria Jesus?


É uma adaptação de um dos romances mais vendidos de todos os tempos de Charles Sheldon. Raymond, que antes fora de uma próspera cidade, torna-se uma sombra de seu passado quando um empresário oportunista planeja substituir a igreja local por um cassino, corrompendo o clima saudável da cidade. Enquanto os moradores lutam por respostas, um homem, (John Schneider) chega a cidade apresentando uma questão mais importante; O que faria Jesus?.

Veja este filme(on-line), reflita e comece um ano com o pé direito.

Link do filme
Em seus passos: O que faria Jesus?

Obs. Acesse o link e clique no play no centro da tela, assim que ficar verde clique novamente.

Feliz 2011.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Meios de Comunicação (Chicken Little)

O mundo está sendo preparado para a crise final. Os meios de comunicação têm sido um instrumento para isso. E o paralelo com a época do surgimento do nazismo representa um alerta ainda maior.

Em 1943, a Walt Disney lançou um curta-metragem de propaganda antinazista, no qual uma raposa fazia o papel de Hitler e enganava o galinho Chicken Little que, desprovido do mínimo de análise crítica, acabava contribuindo para o extermínio das outras aves do galinheiro...

sábado, 27 de novembro de 2010

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A tentação do caminho mais fácil

Então, disse Jesus a Seus discípulos: Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por Minha causa achá-la-á. Mateus 16:24, 25


Um jovem, desejoso de alcançar o sucesso, foi conversar com um empresário milionário e lhe perguntou qual a principal razão do seu sucesso. O empresário respondeu sem hesitação: “Trabalho árduo.” O jovem ficou em silêncio por alguns momentos e então perguntou: “E qual é a segunda razão?”


Muitos de nós queremos alcançar o sucesso através de atalhos, ou se possível, até mesmo de braços cruzados. Assim, muitos sonham em ganhar na loteria ou pensam em criar algo que lhes traga dinheiro fácil e rápido. Mas já em seu tempo o rei Salomão advertia: “O dinheiro que vem facilmente vai-se embora depressa; o dinheiro ganho com o suor do rosto acaba rendendo juros” (Pv 13:11, BV).


O mesmo ocorre nas demais esferas da vida. Não se adquire conhecimento facilmente, e da noite para o dia. É preciso negar-se a si mesmo, estudar muito e ter perseverança até ver o esforço render os seus frutos.


Na vida familiar observa-se a mesma tendência. Os lares estão se desintegrando porque o pai ou a mãe não tem paciência para criar os filhos e simplesmente vão embora. Tudo na vida exige sacrifício. E a vida cristã não é exceção.


O jovem rico queria herdar a vida eterna, mas quando Jesus lhe disse o que fazer, ele se retirou triste, como que dizendo para si mesmo: “Eu pensei que fosse mais fácil. Mas esse preço é muito alto!” Um escriba se aproximou de Jesus e Lhe disse: “Mestre, seguir-Te-ei para onde quer que fores. Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8:19, 20). Em outras palavras: “Pense bem no que você quer fazer. Não te ofereço conforto, dinheiro, nem posição. Quem quiser Me seguir precisa estar disposto a fazer sacrifício.”


“Quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por Minha causa achá-la-á.” Ou seja: “Talvez um dia você seja tentado a salvar a vida abandonando a fé. Mas isso significa salvar esta vida e perder a vida eterna.”


É uma troca que não vale a pena.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Um belo funeral


Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá. João 11:25


Nunca vi alguém chegar de um funeral e exclamar: “Olha, esteve ótimo. Você não sabe o que perdeu!” Os funerais são sempre tristes, deprimentes. Especialmente quando o morto é uma criança ou jovem. As Escrituras Sagradas, entretanto, registram o caso de um funeral maravilhoso, que começou mal, mas terminou muito bem:


“Logo depois, Jesus foi a uma cidade chamada Naim, e com Ele iam os Seus discípulos e uma grande multidão. Ao se aproximar da porta da cidade, estava saindo o enterro do filho único de uma viúva; e uma grande multidão da cidade estava com ela. Ao vê-la, o Senhor Se compadeceu dela e disse: ‘Não chore’. Depois, aproximou-Se e tocou no caixão, e os que o carregavam pararam. Jesus disse: ‘Jovem, eu lhe digo, levante-se!’ O jovem sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou a sua mãe” (Lc 7:11-15, NVI).


O funeral começara mal, como sempre, isto é, com pranto e lamentação, especialmente por parte da mãe, viúva, que perdera seu único filho. E não há nada mais doloroso do que perder um filho, especialmente se é o único.


A viúva e mãe estava desesperada. Já era a segunda vez que passava por essa experiência. Anos antes sepultara o marido, e fora com grande sacrifício que criara o filho. Mas valera a pena, pois ele se tornara um excelente rapaz. Era sua única esperança de dias melhores. Mas agora ele se fora. Quem proveria o sustento da velha mãe?


Como preparativo para o sepultamento, enrolaram o jovem em um lençol de linho e o depositaram numa espécie de padiola de vime. À tardinha, saiu o cortejo. Haviam acabado de atravessar o portão da cidade, quando se encontraram com outra multidão, alegre, animada, por ter consigo a Jesus, o Doador da Vida. E assim a Morte se encontrou com a Vida, naquele entardecer.


Ao ver aquela mãe alquebrada pelo sofrimento, Jesus Se compadeceu dela e lhe disse: “Não chore.” Palavras estranhas para serem ditas em tal ocasião. Mas Jesus disse isto porque sabia o que ia fazer. Ao tocar Ele o esquife, o cortejo parou. O ambiente ficou tenso. Então, em meio ao silêncio, ouviu-se a poderosa voz de Cristo: “Jovem, Eu lhe digo, levante-se!”


A multidão ficou arrepiada de espanto. O morto piscou os olhos e se levantou. Mãe e filho se abraçaram. As lágrimas de aflição se converteram em lágrimas de alegria e gratidão.


Não foi este um belo funeral? Começou com choro e tristeza, mas terminou com alegria e riso. E assim será quando Jesus voltar: os que dormiram em Cristo se erguerão da sepultura para abraçar os entes queridos.

domingo, 31 de outubro de 2010

Propaganda boca a boca

O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração. Lucas 6:45


A mais antiga forma de propaganda que existe, e que continua sendo a mais eficaz, é a propaganda boca a boca, que é feita de graça, por clientes satisfeitos com o produto que adquiriram.


Os mais idosos provavelmente se lembram de um carro americano que circulou no Brasil cinquenta anos atrás, marca Packard. A fábrica do Packard foi a última indústria automobilística da época a fazer publicidade paga, e isto só foi possível depois que o velho Sr. Packard morreu. Sempre que era abordado para fazer publicidade para os seus carros, ele respondia: “Não precisa. Pergunte a quem tem um.” Após sua morte, a fábrica do Packard adotou esse slogan: “Pergunte a quem tem um.”


O evangelismo boca a boca é antigo, mas continua moderno e eficaz. O evangelho de Jesus Cristo se tornou conhecido e revolucionou o mundo antigo, através do testemunho boca a boca. Somente os pastores, por ocasião do nascimento de Jesus, ouviram as boas-novas através dos anjos. Somente os magos foram guiados por uma estrela. Apenas Paulo foi alcançado por uma luz do céu. Quase todos ficaram conhecendo Jesus através do testemunho pessoal.


Antes que o Novo Testamento tivesse sido escrito, a história de Jesus foi transmitida oralmente. Os apóstolos haviam sido testemunhas dos grandes feitos operados por Jesus, e onde quer que fossem, pregavam sobre Ele.


Quando descobre algo que lhe traz satisfação, você sente um desejo irresistível de contar a outros. Um restaurante onde a comida é boa, uma loja de qualidade, um bom hotel, um lugar onde passear. O mesmo acontece quando nosso coração se regozija com o amor, a alegria e a paz de Cristo. Queremos contar isso ao mundo, pois “a boca fala do que está cheio o coração”.


Podemos usar cartazes, anúncios no rádio, jornais e televisão, mas as pesquisas mostram que a maioria dos novos membros da igreja foram atraídos por alguém. O desafio que temos é tornar a igreja um lugar tão agradável e amoroso, que todos possam dizer aos amigos e parentes: “A minha igreja é maravilhosa! Os irmãos são amorosos e corteses. Os cultos são espirituais. A música traz enlevo e inspiração. Acho que você também vai gostar. “


Quando os membros da igreja estão dispostos a falar aos outros da bendita esperança que lhes enche o coração, o testemunho deles se torna irresistível.

domingo, 17 de outubro de 2010

Conquistando o Impossível

"Não sabes, não ouviste que o Eterno Deus, o Senhor, o Criador dos confins da terra, nem se cansa, e nem se fadiga? Não há esquadrinhação do seu entendimento. Dá vigor aos cansados e multiplica as forças aos que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fadigarão, e os jovens certamente cairão. Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fadigarão". Isaias 40.28-31.




Deus dá força para você vencer todos os seus medos, confie em Deus. Não trabalhe sozinho como o Kiwi, mas deixe Deus trabalhar juntamente com você, e verá que todos os seus sonhos serão realizados.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Nova Chance



Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço.

Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrario do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles.

Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.

Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai.

Mais tarde chamou o filho, o levou ate o celeiro e disse:
- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que e meu, e sei qual será o seu futuro.
Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você.
E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos.
É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você, e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela. "O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer.

O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:

- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.

A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.

Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:
- Ah , se eu tivesse uma nova chance...

Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia: Essa é a sua nova chance, eu te Amo muito.Seu pai.

E você , está buscando uma nova chance . Profetize sobre o seu caminho se este se tornou um "vale de ossos secos" (Ez 37:1,9) e clame ao Espírito do Senhor para que venha dos quatro ventos Seu sopro e confie, pois a benção já é sua e onde havia morte haverá Vida , Vitória e Alegria em Nome de JESUS. Essa é a sua nova chance também , pois o Senhor te Ama muito , muito , muito.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Condições para ser curado

Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o enfermo. Tiago 5:14, 15


Um capelão americano contou que muitos pacientes que davam entrada no hospital se sentiam culpados por isso. Eles desabafavam dizendo: “Se eu tão-somente tivesse tido a necessária fé, poderia ter sido curado pelo poder da oração, evitando assim despesas médicas e hospitalares!”


Mas essa atitude é incorreta, pois embora Deus deseje operar milagres ainda hoje, há certas condições que precisam ser observadas:
1. Tanto quanto possível, Ele quer que façamos a nossa parte. Caso contrário a operação de milagres nos encorajaria à preguiça.


2. Deve-se unir a cura à educação e reforma. Se o doente contraiu uma enfermidade devido à transgressão das leis naturais, ele deve ser orientado a corrigir seus hábitos de vida, pois Deus não é honrado em curar alguém apenas para que este continue a viver erroneamente e contrair novamente a mesma doença da qual já foi curado uma vez.


3. Deus nos ouve se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade (1Jo 5:14, 15). Mas algumas coisas que desejamos ardentemente, inclusive a cura, podem não estar de acordo com a vontade de Deus (W. Endruveit, Movimento Carismático, p. 55).


4. Embora Deus tenha poder para curar, Ele nem sempre o faz, porque uma doença pode ser usada por Deus como instrumento de correção para produzir frutos (2Co 4:17). Algumas das mais necessárias e preciosas lições da vida são aprendidas através do sofrimento. O apóstolo Paulo é um exemplo de alguém que por três vezes orou pedindo cura para seu “espinho na carne”, mas não foi atendido como queria. A resposta divina foi: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co 12:9).


E qual foi a reação do apóstolo Paulo diante dessa recusa? Passou o resto da vida choramingando e reclamando? Não. Ele se conformou dizendo: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (v. 9).


Dessa experiência podemos concluir que precisamos confiar na sabedoria divina e aceitar Sua decisão. Se Ele decidir não nos curar, devemos nos conformar e crer que isto também é para o nosso bem eterno.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O dever do cristão e as eleições...

Veja este vídeo, pare um pouco e pense melhor em quem votar.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Nasa lançará missão para estudar o Sol mais de perto

WASHINGTON (AFP) - A Nasa anunciou que está desenvolvendo uma sonda para estudar o Sol mais de perto, que será lançada em 2018 graças a cinco projetos científicos que foram selecionados recentemente.

O satélite, do tamanho de um automóvel e chamado "Solar Probe Plus", será enviado para a atmosfera do Sol, a aproximadamente 6,4 milhões de quilômetros da superfície do astro, e será lançado "até 2018", segundo um comunicado da Nasa.

"As experiências selecionadas para o Solar Probe Plus responderão a duas perguntas-chave da física solar: por que a atmosfera do Sol é mais quente do que a sua superfície visível e o que o empurra o vento solar que atinge a Terra e o sistema solar", indicou Dick Fisher, diretor do Departamento de Heliofísica da Nasa, citado em um comunicado.

Para poder se aproximar do Sol, a sonda terá um escudo protetor elaborado com um novo material composto de carbono resistente a temperaturas de mais de 1.400 graus celsius, assim como a fortes radiações, segundo o comunicado.

A Nasa lançou em 2009 uma seleção de projetos de pesquisadores especializados no Sol. Cinco projetos foram escolhidos.

Entre as missões científicas que serão realizadas, estão a medição de algumas partículas do Sol (prótons, elétrons), a captação de imagens 3D por um telescópio e a medição dos campos magnéticos.

"Este projeto permite ao gênio humano ir até onde nenhuma aeronave espacial chegou", explicou Lika Guhathakurta, uma das responsáveis pelo programa Solar Probe Plus, também citada no comunicado. "Pela primeira vez vamos poder tocar, provar e sentir nosso Sol", disse.


Fonte: Yahoo

Nota: Desde o lançamento do filme 2012 e de debates sobre o calendário Maia, muitas especulações existem sobre o fim do mundo. Será que a Nasa começou a se interessar pelo sol tentando identificar alguma anomalia que pudesse por fim a raça humana? Quantos milhões serão investidos neste projeto, sendo que existem pessoas no mundo que não tem nenhum pão na mesa, ou que também clama pela recuperação de uma doença. Deveríamos observar as necessidades daqui mesmo da Terra, ao invés de se preocupar com o astro Sol. Será que é difícil acreditar que Deus governa o universo? Que algumas coisas não podem ser respondidas? Que voltemos a pensar no criador do universo, não será pelo sol que teremos o fim do mundo, a própria Bíblia já diz isso:

1 Tessalonicenses 4:13-18:

1. Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem [quando morreram], para que não vos entristeçais [por eles], como os demais, que não têm esperança.
2. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.
3. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem.
4. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.
5. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.
6. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.
Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Deus ouve os pecadores?

Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a Sua vontade, a este atende. João 9:31

As palavras acima foram ditas aos fariseus por um cego de nascença que havia sido curado por Cristo. Ele estava contestando a afirmação de que Jesus era pecador (v. 24) e, portanto, não poderia ter operado um milagre desses através do poder de Deus.

Os fariseus ficaram momentaneamente mudos e confusos, pois o Antigo Testamento de fato ensina que Deus não ouve pecadores. Jó, ao falar do ímpio, exclama: “Acaso, ouvirá Deus o seu clamor, em lhe sobrevindo a tribulação?” (Jó 27:9) O salmista diz: “Se eu tivesse guardado lugar para o pecado no meu coração, Deus nunca teria me ouvido!” (Sl 66:18, BV). Isaías transmite as palavras de Deus aos hipócritas, que oravam de mãos estendidas: “Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue” (Is 1:15).

Por outro lado, eles acreditavam que a oração de um justo era sempre ouvida: “Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os Seus ouvidos estão abertos ao seu clamor” (Sl 34:15). “O Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos” (Pv 15:29).

O Novo Testamento também afirma: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg 5:16). Entretanto, o publicano, ora a Deus dizendo: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lc 18:13). E o versículo seguinte diz que ele desceu justificado para sua casa. Deus, portanto, atendeu à oração desse pecador. Como se pode entender isso? Deus ouve os pecadores ou não?

Depende. Se um pecador obstinado e impenitente orar a Deus pedindo que Ele opere um milagre em seu favor, Deus dificilmente o atenderá. Mas Deus sempre ouve a oração do penitente que suplica misericórdia e perdão. E, às vezes, Deus opera um milagre em favor do pecador para induzi-lo a abandonar sua vida de pecados. Cristo, muitas vezes, dizia à pessoa curada: “Não peques mais, para que não te suceda coisa pior” (Jo 5:14).

Embora sejamos todos pecadores, acheguemo-nos confiantes junto ao trono da graça, pedindo que Deus nos perdoe os pecados e nos dê poder para vencer as fraquezas. E Ele, com certeza, nos ouvirá.

Meditações