quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010 - 22 dicas do que se fazer em 2010

O primeiro dia do ano pelo calendário da Era Comum foi escolhido pela Organização das Nações Unidas para promover a fraternidade universal. Para todos os povos, é tempo de recomeçar
A chegada de um ano sempre desperta a expectativa pela abertura de um novo ciclo, cheio de transformações.

Datas diferentes, sentidos iguais
Na China, a passagem do ano cai no fim de janeiro ou início de fevereiro, porque segue-se o calendário lunar.
Os judeus têm sua celebração de Ano-Novo no primeiro dia do mês de Tishrei, primeiro mês do calendário judaico (meados de setembro ou começo de outubro): é o Rosh Hashaná, a “festa das trombetas".
Para os islâmicos, o ano novo cai em maio, pois a contagem islâmica corresponde ao aniversário da Hégira (que em árabe significa emigração), cujo ano zero corresponde ao 622 da era cristã, ocasião em que o profeta Maomé deixou a Cidade de Meca e se estabeleceu em Medina.
E você o que espera para 2010


Reflexão

Se você acordou esta manhã
com mais saúde do que doença...
você é mais abençoado do que o milhão
que não sobreviverá esta semana.

Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha,
a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura,
ou as aflições da fome, você está a frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo.

Se você pode freqüentar uma sessão de igreja
sem o medo de molestamento, prisão, tortura, ou morte...
você é mais abençoado do que três
bilhões de pessoas no mundo .

Se você tem comida no refrigerador,
roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça
e um lugar para dormir, você é mais rico
do que setenta e cinco por cento desse mundo.

Se você tem dinheiro no banco, na carteira,
e trocados em algum lugar...
você esta entre os oito por cento
no topo desse rico mundo.

Se você mantém sua cabeça erguida com um sorriso no rosto
e é realmente agradecido...
você é abençoado porque a maioria pode,
mas não o faz.

Se você segura a mão de alguém,
o abraça ou mesmo o toca no ombro...
você é abençoado porque está a oferecer
carinho e amor e isso vem de Deus.
Se você confia em Deus a sua vida, você não necessariamente estará no topo deste mundo, mas em um bem melhor, um que você nunca imaginou. Você as vezes reclama da vida? As vezes te falta pão, força, saúde, esperança. Assista este vídeo.


Aqui vão 22 dicas para que você comece bem este novo ano e atinja o sucesso que tanto merece. Leia todas com atenção:

1. Elogie as pessoas todos os dias;
2. Tenha um aperto de mão firme;
3. Olhe as pessoas nos olhos;
4. Gaste menos do que ganha;
5. Saiba perdoar a si e os outros;
6. Trate os outros como gostaria de ser tratado;
7. Faça novos amigos;
8. Saiba guardar segredos;
9. Não adie uma alegria;
10. Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados; UM ABRAÇO, uma mensagem, ...!!!
11. Sorria;
12. Aceite sempre uma mão estendida;
13. Ajude o seu próximo
14. Pague suas contas em dia;
15. Não ore somente para pedir coisas. Ore para agradecer, pedir sabedoria e coragem.
16. Dê as pessoas uma segunda chance;
17. Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso;
18. Respeite todas as coisas vivas, especialmente as indefesas;
19. Dê o melhor de si no seu trabalho;
20. Seja humilde, mas principalmente nas vitórias;
21. Leia a Bíblia e medite
22. Jamais prive uma pessoa da esperança. Pode ser que ela só tenha isso.

Tenha um ótimo 2010 cheio de muita paz, saúde, felicidade, grandes conquistas e principalmente Deus no coração.


Família de Sean Goldman diz que pedido de pai revela "interesse"

A família brasileira do menino americano Sean Goldman, cuja disputa pela custódia mobilizou a diplomacia de ambos os países, disse nesta quarta-feira que o pedido de indenização apresentado pelo pai da criança revela "que o interesse não era em seu filho", mas, sim, particular.

A declaração de David Goldman sobre sua intenção de pedir uma indenização pelas despesas no processo judicial "não surpreende e só demonstra o interesse peculiar. Tudo o que ele fez não foi por interesse no filho, foi por interesse particular", disse o advogado da família, Sergio Tostes.

O jurista comentou que a ação judicial no Brasil foi administrada por meio da Advocacia Geral da União (AGU), "com dinheiro do contribuinte" e o pedido de Goldman seria limitado só pelos honorários da advogada que o representou.

Em entrevista concedida nos Estados Unidos, David Goldman afirmou que tinha gasto US$ 500 mil na batalha judicial contra a avó materna e o padrasto de seu filho.

Tostes revelou que a disputa não terminou, pois apelará a sentença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, que obrigou a entrega do garoto ao pai em 24 de dezembro no consulado americano do Rio de Janeiro.

"O processo ainda não terminou e cabem todos os recursos disponíveis, inclusive do habeas corpus", informou o advogado, que classificou a decisão do magistrado como uma "tutela antecipada".

O ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, defendeu na terça-feira a decisão da Justiça brasileira de entregar o garoto, por acolher a Convenção de Haia, da qual Brasil é signatário.

"Todo menor levado do país em que vive para outro e que ali seja retido sem o consentimento de um dos pais, deve ser imediatamente devolvido para que todas as questões relativas à custódia e as visitas sejam decididas no país de sua residência habitual", disse.

A criança americana era reclamada pelos tribunais por seu pai desde o ano 2004, quando a mãe brasileira, Bruna Bianchi, o levou ao Brasil de férias e nunca mais retornou aos Estados Unidos.

Bianchi, que voltou casou novamente no Brasil, morreu em 2008 durante o parto de sua segunda filha.

O garoto ficou sob os cuidados de seu padrasto provisoriamente, enquanto as autoridades decidiam a quem entregar a guarda da criança, se a avó materna ou o pai biológico.

Na última quinta-feira, o garoto viajou para Orlando em companhia do pai em um avião fretado por uma rede de televisão americana.

Fonte: Terra

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Nick Vujicic - Um exemplo de vida! (Perspectiva, Visão e Escolhas)





Sufocando a voz de Deus

Bem-vindo ao novo reality-show da televisão brasileira: 24 Horas Com o Profeta! Durante nossos próximos programas, estaremos acompanhando cada momento do dia de um servo de Deus. Ele se encontra confinado em sua caverna, onde estão instaladas dez câmeras, para não perdemos nada - desde o momento em que ele lava a longa barba num lago, pela manhã, até quando tem suas visões espetaculares.

Parece justamente que agora, neste instante, novos participantes estão entrando na casa. Vamos acompanhar isto de perto: "E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o Senhor me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balãao" (Nm 22:8).

Pouco antes, o povo de Israel avançava vitoriosamente em direção às planícies de Moabe. Não muito longe do local da batalha, Balaque, um rei moabita, acompanhava a cobertura completa do evento pela TV a cabo. E o que viu não lhe deixou satisfeito. Uma rápida consulta ao mapa da região indicava que a próxima rota por onde o exército israelita passaria era justamente a sua terra! Champlin comenta um pouco sobre como as notícias devem ter chegado ao temeroso Balaque:

"Embora os antigos não dispusessem de meios de comunicação em massa, eles contavam com rotas comerciais, espiões e mensageiros. E assim as notícias varavam distâncias com bastante rapidez. A matança sofrida pelos amorreus chamou a atenção de Balaque."

Eis a pior notícia que Balaque poderia receber: Israel era um povo que tinha uma sombra de quarenta anos de vitória quando chegou à planície de Moabe!

A liga extraordinária

Mais do que depressa, Balaque formou uma liga Moabe-Midiã para enfrentar aquele desafio (v.4). Depois de alguma burocracia, os representantes de ambos os lados chegaram a um consenso sobre o que fazer:

"Enviou ele [Balaque] mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio Eufrates, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito, cobre a face da terra e está morando defronte de mim. Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois é mais poderoso do que eu; para ver se o poderei ferir e lançar da terra, porque sei que a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado" (Nm 22:5, 6).

Para Balaque e seus aliados, a única forma de conter o avanço do povo santo era amaldiçoá-lo. Para o serviço, ele tinha o homem certo: Balaão. Esperando que o encantador de aluguel cumprisse com o esperado, o rei Balaque assinou um cheque para o "preço dos encantamentos" (Nm 22:7).

E é justamente aí nesse ponto que começamos! Neste exato momento, os emissários de Balaque estão entrando na escura caverna de uma personalidade curiosa; estamos falando de um homem que apesar de falar com Deus será pago para amaldiçoar o povo de Deus!

Ao receber a comissão de Balaque, Balaão exibe suas qualificações profissionais. Seus ouvidos escutam avidamente a proposta e seus olhos erguem-se diante do brilho das joias preciosas. Mas há um detalhe: Balaão não é um embusteiro - não, senhor! Ali estava alguém que, de fato, tinha conhecimento (ao menos parcial) sobre o Deus verdadeiro. Balaão sabe que terá de levar o assunto ao Senhor antes de assinar o contrato.

Esta é uma daquelas ocasiões solenes com as quais a Palavra de Deus nos brinda: um homem irá conversar com o Todo-Poderoso. Não tenho dúvidas de que Deus ainda continua falando a nós hoje - apenas as formas de Se comunicar conosco mudaram. Se é verdade que ganhamos toda vez em que paramos para ouvir a voz do Senhor, também é verdade que ganhamos igualmente ao considerar o que Deus comunicou a outras pessoas e está conservado nas Sagradas Escrituras.

Acompanhe comigo esse diálogo. Tenho certeza de que as frases divinas continuam capazes de inspirar muitas reflexões, como fizeram com Balaão.

Três recados importantes

Embora a oferta fosse muito atraente, Balaão não estava disposto a aceitá-la antes de consultar a Deus. Por isso, os mensageiros de Balaque foram obrigados a passar aquela noite com o profeta. Somente pela manhã, Balaão lhes daria uma reposta. Naquela mesma noite, a Bíblia afirma que "veio Deus a Balaão e disse: Quem são estes homens contigo?" (Nm 22:9).

Você não acha isso curioso? Por que um Deus que sabe de todas as coisas teria necessidade de pedir informação a respeito de alguém? O Senhor realmente precisava que Balaão lhe explicasse quem eram seus hóspedes? Penso que não. Aquilo era apenas uma antiga estratégia divina.

Tome como exemplo a queda do homem. Ao pecar, Adão corre para detrás de um arbusto. Passeando pelo jardim do Éden, na "viração do dia", Deus Se dirige à Sua criatura: "Ei, Adão! Pode parar de se esconder, seu rebelde! Já o achei, e agora vamos conversar sobre o que você fez." É assim que está escrito na sua Bíblia? Ah, é claro que não!

Quando o homem pecou, a primeira coisa que Deus lhe disse foi "Onde estás?" (Gn 3:9). Desde então, parece que Deus tem usado de perguntas, mesmo quando conhece as respostas. Por meio de perguntas, o Criador dá a oportunidade para que a criatura reflita em suas ações.

Num outro diálogo famoso, Deus pergunta a Caim a razão para o semblante dele estar alterado (Gn 4:6), ainda que conhecesse o ódio que ele nutria pelo irmão Abel.

Para o profeta desanimado, Deus dirige uma pergunta incisiva: "Que fazes aqui, Elias?" (1Rs 19:13). Perguntar sempre fez parte da estratégia divina para alcançar o homem.

"Quem são estes homens contigo, Balaão? Com que tipo de gente você está andando? A que influências você está se expondo?" Deus nos ama tanto que, ainda hoje, tem Se preocupado quando damos a algo que nos afasta dEle permissão para entrar em nossa mente.

É comum que em nosso meio social estejamos em contato com pessoas que não respeitam a Deus e aos Seus mandamentos. Isso não pode ser desconsiderado. "As más conversações corrompem os bons costumes", dizia o apóstolo.

Os ambientes que frequentamos, a literatura que escolhemos, os programas televisivos a que assistimos, os sites nos quais navegamos - todas essas coisas exercem influência sobre nós, seja em maior ou menor grau.

Você não pode decidir como determinado hábito irá afetar a sua vida - mas pode decidir se quer ou não manter tal hábito. Se, por exemplo, certo tipo de música não vem contribuindo para o seu crescimento espiritual, você não poderá lutar contra os efeitos dela sobre a mente enquanto persistir em escutá-la. Parar de ouvi-la é bem mais fácil!

Você pode até pensar: "Mas o que posso fazer quando aquilo que me rodeia me sugere pensamentos impróprios e eu não vejo um jeito para evitá-los?"; "Como escapar da influência mundana, quando sou o único cristão no meu ambiente de trabalho?"; "É possível resistir à sensualidade em meio a um campus universitário?"

A Bíblia nos ensina a não fazer nenhuma associação deliberada com algo ou alguém que possa nos afastar de Deus. Mas, ao mesmo tempo, Deus nos assegura graça especial para resistirmos à tentação. O que Deus não faz é conceder auxílio para aquele que por sua própria conta e risco se expõe ao mal, conhecendo o risco de se afastar dEle. Justamente esse era o caso de Balaão.

Balaão tinha um discurso preparado. Sabia o que dizer para o Todo-Poderoso. Ele tentou ao máximo enrolar e desconversar. "Homens aqui na minha casa? Ah, sim, como eu pude me esquecer! Esse pessoal só está de passagem - vieram pedir para que eu amaldiçoe o Seu povo, nada demais..." Deus não "caiu na conversa".

"...não irás com eles, nem amaldiçoarás o povo; porque é povo abençoado" (Nm 22:12).

Era uma ordem: "Não, Balaão, por mais que você queira, Eu não o deixo partir." Reconhecer a Cristo como nosso Senhor engloba aceitar Seu plano específico para nós como melhor do que a nossa vontade. Deus é sempre Soberano. Quando Ele nos diz: "Ponha os pés na estrada", devemos nos apressar. Mas quando a ordem for ficar e esperar, isso é o melhor a ser feito.

Numa ocasião, eu caminhava pelas ruas de São Luís, em direção ao endereço de um pequeno grupo, quando o Senhor me falou: "Vá e ore com aquele homem." Fiquei assustado; não conhecia o homem, nem achei que poderia simplesmente dizer: "Deus me mandou aqui para orar com você." Passei reto, mas a mesma voz continuava: "Volte e ore com aquele homem." Eu voltei - perguntei as horas e fui embora sem-graça.

Mas a mesma voz persistia: "Não mandei você perguntar as horas; volte e ore com aquele homem." Pela segunda vez, voltei e tornei a conversar com aquele homem. Descobri que ele era segurança de um prédio, e evangélico. Ali mesmo, no seu lugar de trabalho, nós dois oramos. Nunca mais me encontrei com ele, mas Deus tinha os Seus motivos quando me fez parar e orar com o rapaz.

Muito a contragosto, Balaão acordou cedo e teve de despedir os porta-vozes de Balaque. Por mais que em seu coração quisesse ser um "amaldiçoador temporário", Balaão não o pôde - Deus lhe proibira. Quando sua delegação retornou sozinha, Balaque julgou que a recusa de Balaão fosse uma forma de barganhar seus préstimos.

Uma nova comitiva foi enviada - ainda mais imponente do que a primeira. O rei moabita rasgou o cheque anterior e preencheu uma nova folha, contendo algarismos bem mais atraentes. E a cena se repetiu: uma nova comissão bateu à porta do lar do profeta. Novamente Balaão, que conhecia qual era a vontade de Jeová, persistiu em seu pretexto de consultá-Lo - porém, o que o vidente queria era a Sua permissão para ir.

"Veio, pois, o Senhor a Balaão, de noite e disse-lhe: Se aqueles homens vieram chamar-te, vai com eles; todavia, farás somente o que Eu te disser" (Nm 22:20).

Da primeira vez, a voz divina emitira uma ordem direta: "Não irás!" Agora, o Senhor nem ao menos Se esforçou para convencer Balaão a não ir. Afinal, Sua vontade era bem sabida; a questão não estava no campo do conhecimento e, sim, das decisões.

Você e eu fomos feitos livres para decidir por qualquer coisa que queiramos. Algumas escolhas são mera "questão de gosto": Camisa branca ou vermelha? Férias na praia ou no campo? Pêssego ou morango? Qualquer reposta para esse tipo de pergunta afetará sua vida com menor ou maior impacto. Mas existem outras decisões que podem definir nosso relacionamento com Deus e, consequentemente, nosso destino eterno.

Nosso Senhor respeita as escolhas que fazemos, até quando são equivocadas. Nosso Pai de Amor não interfere ao ver o momento em que, a despeito da luz que temos, você e eu preferimos o prazer ao correto, o fácil ao lícito ou o popular ao justo.

Naquele instante, Balaão não estava buscando uma direção da parte de Deus, porque isso ele tinha. Seu esforço foi no sentido de convencer Deus a mudar de ideia. Seria tão bom se Deus nos ouvisse mais, não é? Como gostaríamos de ver o sinal verde para todos os nossos desejos!

Gosto de como o Senhor lida com esse impulso humano. Balaão argumentou e Deus nada Lhe acrescentou. Não se fazia necessário. Deus estava dizendo o seguinte: "Balaão, você sabe o que penso a respeito. Mas se você quer tanto ir, vá, seu teimoso! Eu não Me responsabilizo pelo que pode acontecer, porque Eu avisei você."

Deus não nos impede de pecar. Se clamamos quando tentados, temos todo auxílio celestial. O cristão jamais tem razão para se sentir desamparado. Mas, se desconsideramos a verdade conhecida e seguimos os neons do pecado, nenhum anjo segura nossos pés.

A campanhia está tocando...

Você e eu não estamos num reality show, cercados por câmeras transmitindo nossa vida em tempo real a telespectadores curiosos. Nem por isso estamos sozinhos. Há um Deus que do alto em que habita toma tempo para nos acompanhar em cada lance da jornada.

Deus não nos vigia para nos punir no primeiro erro cometido. Ele quer mesmo é oferecer Seus largos ombros para chorarmos a perda de um ente querido. Quer nos abraçar e sorrir conosco ao alcançarmos uma promoção ou passarmos no vestibular. Quer participar de nossa vida e auxiliar na tomada de decisões positivas.

Talvez você queira um pouco mais de tempo para pensar, antes de assumir um compromisso que parece - e de fato é - tão sério; mas como você suportaria mais um minuto sequer completamente perdido numa estrada sem placas, quando o melhor Guia lhe oferece os Seus serviços?

A demora pode custar mais sofrimentos. Compensa se apegar à âncora do orgulho se o barco está afundando?

O maior privilégio de que alguém pode desfrutar é conhecer a vontade de Deus e corresponder a ela. Aliás, quem afirma isso é o próprio Todo-Poderoso:

"Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o Senhor e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas Me agrado, diz o Senhor" (Jr 9:23, 24).

Agora mesmo você está ouvindo? É a campanhia. As mãos eternas estão batendo palmas. Você escuta Alguém chamando o seu nome de forma amável. Deus quer entrar em sua vida. Seria você capaz de abafar a voz de Quem enfrentou a tortura, o desprezo, a afronta, os maus-tratos e a cruz em seu lugar?

Por que não se render ao Salvador Jesus sem esperar mais?

Outra Leitura - Douglas Reis.


terça-feira, 29 de dezembro de 2009

“Por seus frutos...” - Frutos do Espírito Santo

Lição 112010


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Ap 12–14


VERSO PARA MEMORIZAR: Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis (Mateus 7:20).

Leituras para esta semana: Lc 13:7-9; Jo 11:4; 12:28; 15:1-10; 2Tm 3:5

Uma das promessas mais sensacionais do Senhor é que, se estivermos nEle e Lhe permitirmos produzir fruto em nós por intermédio de Seu Espírito, seremos realmente diferentes. Nossa vida será radicalmente transformada.

“Assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5:17).

Neste trimestre, vamos estudar diversas facetas do fruto do Espírito. O plano maravilhoso da salvação nos assegura que “todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co 3:18).

Aqueles que permanecem em Jesus sempre produzirão o fruto do Espírito. Você já imaginou que essa promessa pode realmente ser para você? A resposta é um sonoro Sim! Podemos confiar nisso mesmo: “aquele que começou boa obra em vós há de completá-la (Fp 1:6).

Lembre-se de Suas palavras: “Vocês não Me escolheram, mas Eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que permaneça, a fim de que o Pai lhes conceda o que pedirem em Meu nome” (Jo 15:16, NVI). E a melhor notícia ainda é que o bom trabalho que o Espírito Santo está fazendo em nossa vida não é só para agora, mas para a eternidade.


Domingo

Ano Bíblico: Ap 15–17

“Cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto” (Lc 6:44)

Alguém já lhe perguntou se você recebeu o Espírito Santo? Normalmente, essa é a maneira de descobrir se você fala em “línguas”. Para muitos, falar em línguas é o fator determinante para saber se você demonstra ou não a habitação do Espírito. No entanto, Jesus nos adverte a não procurar certos sinais e milagres exteriores para provar qualquer coisa. Leia Sua clara advertência em Mateus 7:21-23 (veja também Ap 16:14). diz claramente que milagres inegáveis serão operados em nome de Jesus, mas isso não prova que esses são Seus seguidores fiéis.

De fato, é-nos dito que, nos últimos dias, professos seguidores de Jesus teriam uma forma de piedade mas negariam seu poder (2Tm 3:5).

1. Que trágica realidade de hoje cumpre a predição de Paulo? 2Tm 3:5

“Não há árvore boa que dê mau fruto; nem tampouco árvore má que dê bom fruto. Porquanto cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Porque não se colhem figos de espinheiros, nem dos abrolhos se vindimam uvas” (Lc 6:43, 44).

Jesus disse que podemos conhecer uma árvore pelos frutos que produz. As pessoas se revelam não tanto pelo que professam mas pelo que são. Os dons do Espírito são dados à igreja para o ministério. O fruto do Espírito é dado aos filhos de Deus a fim de que sua vida seja transformada.

Ser um verdadeiro cristão e produzir bons frutos coloca a ênfase no ser. Um bom ator pode fazer o papel de Mahatma Gandhi, mas nunca poderá ser Mahatma Gandhi. Podemos parecer bons e até parecer fazer o bem. Mas, a menos que o Espírito Santo nos dê um novo coração, nunca poderemos ser bons.

Pense mais nessa distinção entre fazer o bem e ser bom. Primeiro, o que queremos dizer por “bom”? Segundo, uma pessoa pode fazer o bem e não ser boa? Ou pode ser boa e não fazer o bem? Pense em suas respostas e leve-as para a classe no sábado.


Segunda

Ano Bíblico: Ap 18, 19

“Sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15:5)

Dois garotos estavam descendo por uma árvore frutífera para escapar da janela de seu quarto no segundo andar e ir nadar sem a permissão dos pais. Um dia, eles ouviram o pai dizer que ia cortar a árvore porque estava morta. Com medo de perder seu caminho de fuga, eles foram à loja e compraram maçãs artificiais, que amarraram nos galhos da árvore morta. Na manhã seguinte, o pai expressou seu assombro por ver maçãs que pareciam ter crescido durante a noite, especialmente porque a árvore era uma pereira!

Leia João 15:1-5 e responda às perguntas seguintes:

2. Por que Jesus enfatizou ser Ele mesmo a Videira verdadeira? (Veja também Mt 24:24.)

3. De acordo com João 15:5, que parte da videira Jesus disse que somos? O que significa isso em nível prático; isto é, o que nos diz sobre como devemos viver?

O verso 4 explica que um ramo não pode produzir fruto a menos que esteja conectado à videira. Este é um ponto crucial, que não devemos perder.

Imagine um galho que acabasse de cair de uma macieira. Suponha que o ramo tivesse várias maçãs quase maduras. O que logo aconteceria ao galho? E às maçãs? Faria alguma diferença se pintássemos as maçãs de um vermelho vivo? Suponha que regássemos o galho ou puséssemos fertilizante no solo ao redor? O galho continuaria a produzir mais maçãs se puséssemos o talo no chão? Então, por que estar ligado ao tronco (a videira) é tão essencial para o ramo?

Como você produz bons frutos em Jesus? O que significa isso? O que teria que mudar em sua vida para tornar essa uma experiência diária? Que práticas e hábitos você está cultivando, que tornam mais difícil permanecer nEle?


Terça

Ano Bíblico: Ap 20–22

“Nisto é glorificado Meu Pai” (Jo 15:8)

4. “Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão Meus discípulos” (Jo 15:8, NVI). Qual é o objetivo de produzirmos frutos?

Você já ouviu a declaração: “É possível fazer a coisa certa pelo motivo errado”? Se for verdade, é possível tentar permanecer em Jesus pelo motivo errado? Permanecer em Jesus não é um meio para se atingir um fim; ao contrário, é o fim em si. O resultado de permanecer nEle será que produzimos frutos, não para glorificar a nós mesmos mas para glorificar a Deus. Em outras palavras, o fruto do Espírito não é para fazer-nos parecer bons, mas para fazer o Pai parecer bom.

5. Qual era a principal motivação para os milagres no ministério de Cristo? Jo 11:4; 12:28

Talvez sua igreja esteja procurando meios de fazer na comunidade que as coisas melhorem a imagem da igreja. E isso é bom. Ao mesmo tempo, precisamos ser cuidadosos com os motivos e propósitos que nos movem. Qual é nosso maior objetivo nesses esforços? É para glorificar a nós mesmos ou para glorificar a Deus? Como podemos aprender a fazer distinção entre as duas coisas? De muitas formas, pode ser fácil misturá-las, encobrindo até as ações mais propensas à exaltação própria sob o falso manto de “glorificar” a Deus.


Quarta

Ano Bíblico: Repassar o Novo Testamento

“Para que produza mais fruto ainda” (Jo 15:2)

6. “Todo ramo que, estando em Mim, não der fruto, Ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda” (Jo 15:2). De que trata esse processo de poda? Você já o experimentou em si mesmo? Quando esse processo específico terminou, que diferenças você experimentou em sua vida?

No fim de cada colheita, o agricultor volta ao vinhedo e poda a maior parte da videira. O agricultor deve ser cuidadoso, porém, porque a colheita do ano seguinte depende diretamente das partes que permanecem. A chave para a poda é o equilíbrio entre a colheita e videira. Uma cresce às custas da outra. Se você quiser uma colheita muito abundante, não podando o suficiente, o crescimento do ano seguinte será fraco, e o fruto, inferior. A arte da poda é encontrar o equilíbrio correto.

“Deus leva os homens a situações difíceis, para ver se confiam em um poder fora e acima deles. Ele não vê como vê o homem. Muitas vezes, tem de romper ligações humanas e mudar a ordem que o homem delineou, e que, segundo seu modo de pensar é perfeita. O que o homem julga ser de seu interesse temporal pode divergir completamente da experiência que ele precisa ter, para ser seguidor de Cristo. Sua ideia acerca de seu valor pode estar muito longe da verdade.

“Encontram-se provas ao longo de todo o caminho da Terra ao Céu. É por causa disso que a estrada para o Céu é chamada de ‘caminho estreito’. O caráter tem de ser provado, do contrário, haveria muito cristão falso, que conservaria certa semelhança de religião, até que suas inclinações, seu desejo de fazer prevalecer a vontade própria, seu orgulho e ambição, fossem contrariados. Quando, pela permissão do Senhor, lhes sobrevêm provas agudas, a falta de religião genuína, da mansidão e humildade de Cristo, mostra que necessitam da atuação do Espírito Santo” (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 266).

Você já teve uma provação que testou severamente sua fé, a ponto de você duvidar que tivesse fé? Reconsiderando, que lições você aprendeu dessa experiência? Mais importante ainda, você as aprendeu?


Quinta

Ano Bíblico: Vista geral de toda a Bíblia

“Se vier a dar fruto, bem está; se não...” (Lc 13:9)

Entre 1730 e 1745, as colônias americanas desde o Maine até a Geórgia experimentaram um reavivamento religioso conhecido como o Grande Despertamento. Jonathan Edwards era um líder desse movimento de renovação espiritual. Em julho de 1741, ele pregou um sermão intitulado “Pecadores nas mãos de um Deus irado”, que, para alguns, se tornou símbolo da perspectiva gélida, cruel e voltada para o inferno de muitos cristãos. Por mais polêmico que tenha sido esse sermão, ele expressava a verdade sobre o peso terrível do pecado, a atitude de um Deus infinitamente santo para com o pecado e a segurança de um dia de juízo.

7. Que equilíbrio Jesus apresenta a respeito de produzir frutos? Jo 15:1-10

Note como, por um lado, Ele disse que, se permanecermos nEle, produziremos muito fruto, que é produto dos seres salvos por Ele. Isto é, se permanecermos nEle, pela fé, estaremos seguros da salvação por causa de Sua justiça atribuída a nós. Ao mesmo tempo, Ele nos adverte que, se não permanecermos nEle, não produziremos fruto, e aqueles que não produzem frutos secam e, afinal, serão lançados ao fogo para ser queimados (veja 2Pe 3:9).

8. Que lição existe na parábola que Jesus contou em Lucas 13:7-9?

A lição destes versos não é a salvação mediante a produção de frutos, o que seria outra manifestação da salvação pelas obras. Não somos salvos pela produção de frutos; nosso fruto revela a realidade da salvação que já temos em Jesus, mediante a fé nEle. A produção de frutos é a expressão da salvação; não o meio para alcançá-la. É importante entendermos essa distinção. Do contrário, mais cedo ou mais tarde, passaremos a nos orgulhar do que julgamos ser nosso maravilhoso fruto, ou vamos desistir desesperados pelo que parece ser uma colheita muito irrisória.


Sexta

Ano Bíblico: Gn 1–3

Estudo adicional

Pelos seus frutos os conhecereis" (Mt 7:20), declarou o Salvador. Todos os verdadeiros seguidores de Cristo darão frutos para Sua glória. Sua vida atesta que uma boa obra foi neles operada pelo Espírito de Deus, e seus frutos são para santidade. Sua vida é elevada e pura. Retas ações, eis os frutos inequívocos da verdadeira piedade, e os que não os dão dessa espécie revelam não possuir experiência nas coisas de Deus. Não se acham na Videira. Disse Jesus: "Estai em Mim, e Eu, em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em Mim. Eu sou a Videira, e vós as varas; quem está em Mim, e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15:4, 5; Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 329).

“Aqueles que se unem à igreja mas não se unem ao Senhor, a tempo revelarão seu verdadeiro caráter. ‘Pelos seus frutos os conhecereis’ (Mt 7:20). O precioso fruto da piedade, temperança, paciência, bondade, amor e caridade não aparece em sua vida. Produzem somente espinhos e abrolhos. Deus é desonrado perante o mundo por tais professadores” (Ellen G. White, A Fé Pela Qual eu Vivo [MM 1959], p. 92).

Perguntas para consideração

1. Examine cuidadosamente com a classe sua resposta à pergunta de domingo. Qual é a diferença entre “ser bom” e “fazer o bem”?

2. Imagine duas pessoas: Uma é adventista do sétimo dia que conhece e crê em todas as doutrinas: o estado dos mortos, a segunda vinda, 1844, e assim por diante. Mas é má, severa, crítica e sem amor. A outra pessoa, apesar de professar fé em Cristo, rejeitou todos esses ensinos, aceita o que consideraríamos erro teológico. Mas essa pessoa é bondosa, perdoadora, amorosa e não dada às críticas, tudo que o “adventista ortodoxo” não é. Embora, é claro, não possamos conhecer os corações, se você tivesse que adivinhar qual estaria mais próxima ao reino de Deus, quem você escolheria? Por quê? O que sua resposta lhe diz sobre o que você considera importante no cristianismo?

Respostas sugestivas:

Pergunta 1: A existência de muitos cristãos “de fachada”.
Pergunta 2: Porque precisamos estar em íntima comunhão com Ele para podermos frutificar.
Pergunta 3: Somos os ramos. Nossa nutrição depende dEle. Portanto, precisamos nos manter em contato permanente com Jesus.
Pergunta 4. Glorificar a Deus.
Pergunta 5: Trazer glória a Deus.
Pergunta 6: A poda é feita para orientar o crescimento da planta e estimular sua frutificação.
Pergunta 7: Se dermos fruto, permaneceremos já videira verdadeira. Caso contrário, seremos podados.
Pergunta 8: Deus tem paciência e esperança em nós, mas, se não dermos frutos, seremos cortados da vida eterna.


sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Feliz Natal

Um feliz Natal.
Qual o verdadeiro significado do Natal.


Clique aqui e baixe o power-point

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Natal

“O VERBO SE FEZ CARNE, E HABITOU ENTRE NÓS” (João 1: 14)

Natal - Palavra originária do latim "natalis" que significa nascimento ou dia de aniversário, do nascimento. Para o mundo cristão, é o dia do nascimento de Cristo. É o feriado mais importante da cristandade.
Mas nasceu Jesus de fato no dia 25 de dezembro?
Não existe nenhuma informação na Bíblia sobre a data do nascimento de Jesus. Mesmo em fontes históricas insuspeitas, não há elementos suficientes para que se possa fixar o dia e o mês do nascimento de Cristo.
John Davis declarou que a data de 25 de dezembro para o nascimento de Cristo começou no Séc. IV, sem autoridade que a justificasse.
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O manual bíblico de Halley confirma o que John Davis afirmou, e diz ainda mais: 'No oriente, era o dia 06 de janeiro. O fato de se agasalharem os pastores com o seu rebanho ao ar livre da primavera ao outono, e não no inverno, sugere que Jesus não podia nascer nesta estação fria".
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A Enciclopédia Britânica diz ser inviável a data de 25 de dezembro para o nascimento de Jesus, e também afirma: "As igrejas orientais fixaram-se no dia 6 de janeiro e acusaram os ocidentais por celebrarem o natal no dia 25 de dezembro, mas no fim do 4º século, o dia 25 de dezembro também foi adotado no Oriente."
Alguns estudiosos da Palestina são unânimes em afirmar que o nascimento de Cristo não podia ter sido em 25 de dezembro, pelo fato dos pastores estarem pernoitando no campo com seus rebanhos. Para eles, o nascimento de Cristo foi no mês de abril ou em outubro.

Ainda que o dia exato seja por nós ignorado, a realidade do Seu nascimento é um fato histórico de profunda significação para nós. Não importa a data, importa apenas que Ele se fez carne e habitou entre nós.
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Por quê, então, esta data foi escolhida para a comemoração do natal?
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A Enciclopédia Britânica, ao falar do nascimento de Jesus, declara: "em 354, nas igrejas Ocidentais, incluindo a de Roma, celebrava-se o natal em 25 de dezembro, era uma data erroneamente dada como o solstício do inverno, em que os dias começam a aumentar, data da festa central do mitraísmo, o 'natalis invieti solis' ou "aniversário do sol invencível".
Ao se afastar de Deus, o homem cria os seus próprios cultos, e destes, o que mais se destacou entre os pagãos, foi o culto ao deus do sol, por ser a fonte suprema de energia e o causador da fecundidade. Os nomes históricos revelam esta idolatria ao sol. Por exemplo: Faraó significa "Sol", Belsazar = Príncipe de Bel. Sol; Nabucodonosor = o sol protege minha coroa.

A história confirma que o imperador Constantino, o ano 313 d.C. adotou o cristianismo como sua religião, esse fato levou os dirigentes da igreja a racionalizarem; tornou-se uma boa política que se transformasse as festas mais populares dos pagãos em festas cristãs.
Entre os romanos, o Carnaval era de 17 a 24 de dezembro, e o dia religioso para eles, era o culto ao deus Sol. Por isto, os cristãos da época associaram Cristo como o "Sol da Justiça", a "Luz do mundo", para que fosse lembrado o Seu nascimento no dia do culto pagão ao Deus Sol. Por tudo isso posto, foi escolhido a data de 25 de dezembro para o Natal.

É pecado então comemorar o Natal?

Quanto a celebrar ou não o Natal, as opiniões se dividem. Algumas pessoas cristãs acham que pode, outras acham que não pode.

Não é pecado - ou mesmo um erro - utilizar a data de 25 de Dezembro para comemorar o nascimento de Cristo. A palavra de Deus dá-me respaldo para dizer isto, pois nunca foi contra o celebrar algo. Explico: Como vimos acima Jesus não nasceu no dia 25 de Dezembro, isto é um fato inegável. Mas supormos que seja errado utilizar esta data para comemorar o nascimento do Mestre, para falar do seu amor e salvação (este deve ser o motivo principal de usarmos a data) talvez seja um pouco de extremismo de nossa parte. Digo isto porque no dia 25 de Dez. É o momento em que os corações se tornam mais sensíveis a ouvir acerca de Jesus, pois o espírito de natal contagia a todos; por isto, temos de aproveitar esta oportunidade.
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A fim de aproveitar as oportunidades, o apóstolo Paulo adaptava-se ao modo de pensar das pessoas a fim de ganha-los para Cristo (não a um modo de pensar pecaminoso). (Leia atentamente 1 Co 9:19-23); podemos fazer o mesmo.
Se usarmos corretamente este dia, se não nos afastarmos da essência da celebração do mesmo (falar de Jesus e Sua salvação), não estaremos errando.

Não celebrar o natal apenas pelo fato de ter-se originado com os povos pagãos não é um argumento muito convincente. Veja bem, os pagãos contribuíram grandemente para que surgisse a escrita. Se avaliarmos por este prisma, então teríamos de admitir que não deveríamos também escrever.

O utilizar uma data não é uma questão moral, que afete nossa espiritualidade e relacionamento com Deus. Se o fosse, o caso seria diferente.

Que mal existe em presentear os nossos queridos, demonstrando a eles o quanto são especiais para nós? Podemos fazer isto sem esquecer dos pobres que necessitam de nós.

Jamais devemos nos esquecer que a essência da religião é servir. Comemorar o natal é uma grande oportunidade de colocarmos em prática um pouco mais a essência da religião de Cristo: AJUDAR AOS NECESSITADOS E LEVAR-LHES O EVANGELHO.

REFLEXÃO: "Para Deus, o Pai, a religião pura e verdadeira é esta: ajudar os órfãos e as viúvas nas suas aflições e não se manchar com as coisas más deste mundo" (Tiago 1:27)

Meditando em Jesus

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Estudo Bíblico - Futuro com Esperança. Pr. Mark Finley

Pr. Mark Finley no Futuro com Esperança. Baixe aqui este estudo

  • Descobertas Assombrosas nas Ruínas das Cidades Perdidas: O Livro da Esperança
  • O Estrondo de um Mundo que se Desintegra: A Mensagem de Esperança
  • Deus é Bom! O Mundo é Mau! Por quê? O Significado da Esperança
  • Ecos da Eternidade - O Homem da Esperança
  • A Atração Fatal das Seitas - A Certeza da Esperança
  • Quando Deus Disse: "Lembra-te": O Dia da Esperança
  • As Prâmides, a Bíblia e o Segredo dos Mortos: A Certeza da Esperança
  • Como Experimentar o Melhor da Vida: O Símbolo da Esperança
  • Quando a Verdade Triunfa: O Povo da Esperança
  • Jornada para a Eternidade: A Terra de Esperança

sábado, 19 de dezembro de 2009

Meninos estupradores

Dois meninos de 10 anos de idade estão sendo julgados na Grã-Bretanha sob acusação de terem estuprado uma menina de 8 anos. A polícia começou a investigação depois que a menina contou à mãe que havia sido atacada quando foi deixada brincando com os meninos em um parque perto de casa, no oeste de Londres, sem a supervisão de um adulto, em outubro. A menina então prestou depoimento a investigadores especializados em casos de violência sexual, que recomendaram o julgamento. A primeira audiência [estava] marcada para esta quinta-feira. Pela lei britânica, crianças com menos de 10 anos não são consideradas em uma idade em que possam ser responsabilizados por seus crimes.

Segundo a polícia, acusações de estupro contra crianças desta idade são raras, mas já houve casos semelhantes nos últimos anos.

Em março, um menino de 8 anos se tornou a pessoa mais jovem do país a ser interrogada por suspeita de estupro. Mesmo contando com a acusação da vítima, uma menina de menos de 10 anos, o garoto não pode ser preso ou indiciado por causa da sua idade.

Em 2004, um menino de 12 anos se tornou o mais jovem estuprador conhecido na Grã-Bretanha após ter sido condenado por atacar uma garota de 9 anos, durante uma brincadeira de esconde-esconde na casa dele.

No ano passado, outro garoto da mesma idade também foi condenado após ter confessado o estupro de uma menina de 7 anos.

(BBC Brasil)

Nota: ... O despertar para a sexualidade se dava mais tarde e não era tão alimentado pela mídia, com novelas cujas cenas poderiam ser consideradas pornográficas, campanhas publicitárias centralizadas no nudismo e até mesmo videogames com simulação de estupro(!). Possivelmente seja esse o resultado de tanta exposição de erotismo na mídia, o que revela a hiprocrisia de uma sociedade que mostra a isca e depois se assusta quando o peixe a abocanha. Ademais, por que se espantar com o comportamento desses meninos, se a moralidade é apenas fruto de uma evolução casual e afinalista?

Fonte: Criacionismo

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Jamais sinta vergonha de Jesus


"Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos (Lucas 9:26)"

A vergonha é uma sensação infeliz que quase sempre embaraça. É comparada a um sentimento de timidez, de acanhamento. Mas neste sentido, analisando as palavras do Mestre no verso acima, notamos que se trata de uma situação onde o cristão se constrange, não se sente bem ao falar de Cristo ou de sua mensagem aos demais. É como se tal situação lhe trouxesse transtorno ao invés de alegria. Justamente a contra-ação do mandamento explícito de Jesus: "Ide e fazei discípulos..." (Mateus 28:19). É impossível fazer discípulos, dar testemunhos de alguém ou de um mestre que se tem vergonha.

Neste contexto, quero compartilhar com os leitores a magnífica história que ouvi num sermão* certa vez. Ela que sempre me faz pensar o quão difícil é para muitos ao redor do mundo falar de Cristo, mas mesmo assim, não poupam palavras e muito menos demonstram VERGONHA ao falar do Seu amor; em carregar sua cruz!

A história tem como personagem principal o Sr Yong. Ele se converteu na China quando o comunismo ainda estava no auge da sua total inflexibilidade. Naquele tempo idéias ocidentais, em especial religiosas, não eram aceitas de maneira nenhuma, inclusive a possibilidade de ser um cristão, algo ilegal naquele momento. Hoje é um páis mais aberto, e o cristianismo se desenvolveu muito, mas continua não sendo aceito com liberdade; não é a toa que neste ano (2009) uma mulher foi executada em praça pública por distribuir bíblias aos seus.

Hoje, às escondidas, existe uma igreja vitoriosa e crescente apesar da dificuldade do desenvolvimento da pregação do evangelho em comparação com países que ainda há liberdade, como o Brasil... isso mesmo, AINDA há! Mas o ponto é que num determinado momento alguém falou do amor de Deus ao Sr Yong e ele prontamente aceitou de todo o seu coração e não conseguia ficar sem falar de Cristo para as pessoas.

Ele tinha o costume de se aproximar das pessoas e dizer assim: "Você conhece o meu amigo Jesus"? E as pessoas de lá então diziam: "Quem é este teu amigo"? Por que afinal de contas o mundo oriental chinês quase não conhece a beleza do evangelho, muito menos naqueles tempos. Por isso, ele aproveitava este "deixa" e demonstrava às pessoas o que este "amigo" havia feito em sua vida e compartilhava do Seu amor, da esperança, da alegria em Cristo com todos os possíveis. E as pessoas perguntavam: "Mas onde é que ele está"? E ele dizia: "No meu coração".

E desta forma o Sr Yong continuava falando, pregando e discursando com lindos versos bíblicos que ele já sabia decór. Claro, com muito cuidado porque ele sabia bem o que poderia lhe acontecer a qualquer momento. Pessoas que eram encontradas falando do evangelho eram presas e neste período, sob o governo de Mao Tse Tung como governante do partido comunista, centenas e centenas de cristãos, além de serem presos, também eram executados com um tiro na testa. Mesmo assim, por onde quer que fosse, sua pergunta valorosa sempre era: "Você conhece meu amigo Jesus"?

Um dia, guardas do exército vermelho chegaram na casa do Sr Yong e bateram na porta. E quando o Sr Yong atendeu um dos guardas já entrou sem pedir licença e disse: "Você que é Yong"? Ele disse: "Sim, sou eu mesmo"! Então o guarda perguntou novamente: "Você que anda falando de um tal de Jesus"? Ele disse novamente: "Sim, sou eu mesmo. Aliás, você ainda não conhece meu amigo Jesus"? E o guarda respondeu furioso: "Eu não conheço, não quero conhecer e você fique quieto e pegue suas malas porque irá conosco"! Neste interim, ele não hesitou em exclamar mais uma vez: "Se você não conhece meu amigo Jesus, deveria conhecê-Lo. Porque Ele mudou a minha vida e pode mudar a sua também!" Assim, os guardas não acreditando no que ouviam, tratando tudo aquilo como uma tremenda ousadia por parte do fiel cristão, disseram que ele poderia ser preso, quando, para a surpresa de todos, o Sr Yong já havia deixado uma malinha preparada com algumas peças de roupas caso aquilo acontecesse.

Desta forma, levaram-no a caminho da prisão. A todo momento iam xingando-o e mostrando aos demais que se encontravam pelas ruas, o que aconteceria com qualquer um deles caso fosse encontrados falando de Cristo.

Sr Yong chegou na primeira prisão. E o diretor do presídio, logo lhe disse: "O senhor sabe porque está aqui?" Ele disse: "Eu acredito que seja por causa do meu amigo Jesus, estou correto?" Aproveitando mais uma vez a brecha, perguntou ao diretor: "Você conhece o meu amigo Jesus?" O diretor respondeu: "Não, eu não O conheço e o senhor está preso por causa dEle". Então ele solenemente disse: "Eu entendo que valha a pena ficar preso por causa dEle. Por que Ele sofreu tanto por minha causa e aliás por causa sua também. Se o senhor soubesse o quanto que Ele lhe ama, o senhor certamente o amaria como eu O amo!"

Sem mais, o diretor lhe enviou para a cela e chegando lá não economizou palavras para falar do "seu Amigo" a todos àqueles novos amigos. Como sempre, desde que o mundo é mundo, muitas pessoas rejeitaram a mensagem do evangelho, mas outras aceitaram e se posicionaram ao lado do amigo Jesus e várias pessoas foram convertidas. Um dia, o diretor não mais aguentando dos rumores e queixas de alguns que só ouviam falar daquele "amigo Jesus", resolveu mandá-lo para outra prisão. E quando chegou lá, aconteceu a mesma coisa. Jamais se envergonhou de Cristo e a todos perguntava com um sorriso no rosto: "Você conhece o meu amigo Jesus"?

O Sr Yong foi evangelizando todos os que estavam ao seu alcance; e pelo Poder do Espírito, muitos outros foram levados aos braços do Mestre.

Um dia, nesta segunda prisão, chamaram o Sr Yong e lhe disseram: "Você é incorrigível. Por isso nós tomamos uma decisão - você será transferido para o campo de King Shai!" Quando o Sr Yong ouviu este nome, ele tremeu nas bases, pois este era o campo mais conhecido e temido em toda a China; lugar onde as pessoas eram exterminadas e muito poucos saíam dali com vida.

No dia em que chegou naquele campo, ele foi levado a uma sala que parecia ser de tortura e então amarraram as mãos dele na parte de trás do corpo e, com um gancho, lhe suspenderam e ele ficou ali levantado com as articulações dos ombros inertes para trás. Além disso, colocaram em seu pescoço um peso para que seu corpo fosse cedendo ainda mais para baixo e lhe causasse mais dor. Neste momento, alguns guardas perguntaram: "Você ainda vai continuar com esta história de Jesus?" E ele dizia: "Eu não posso negá-Lo, porque Ele é maravilhoso. Mesmo neste lugar, eu posso sentí-Lo e assim sinto paz em meu coração. No entanto, vejo que vocês não estão pendurados, amarrados, mas vocês não estão felizes, muito menos em paz, e se acaso vocês O conhecessem, vocês teriam suas vidas transformadas da mesma forma que Ele transformou a minha!"

Naquela posição, o Sr Yong ficou pendurado durante uma semana. Sem comer. Sem beber. Depois de todos aqueles dias, alguém pegou o seu corpo, levou para um lugar fora do campo onde ficavam vários cadáveres de outras pessoas que haviam sido assassinadas, e o jogou em cima dos tantos.

Apesar de tudo, ele não estava morto, mas apenas inconsciente. Deus havia conservado a vida do seu servo! Ele pediu forças a Deus, se levantou e lentamente foi recuperando suas forças até conseguir chegar ao alojamento que estava. Muitos não acreditaram. Perguntavam: "Mas o senhor não estava morto?" E ele respondia: "Não, meu amigo Jesus sustentou a minha vida"! E assim, muitos daqueles que eram mais resistentes, também se renderam ao Poder do Salvador diante do testemunho maravilhoso deste servo de Deus.

Depois de algum tempo, ele foi levado para um interrogatório e como insistia em dizer que não pararia de falar do Mestre, o interrogador mandou que ele esticasse os dois braços e com um pedaço de madeira quebrou-os num golpe violento e, como se não bastasse, ainda com esta mesma madeira, acertou nas suas pernas mais alguns golpes e também as quebrou. Já caído no chão, foi surrado, chutado inúmeras vezes e mais uma vez inconsciente, foi jogado naquela montanha de mortos. Para a surpresa de muitos, senão todos, desta vez com a ajuda de uma pessoa, foi levado novamente para o alojamento e perguntavam: "Mas não é possível, o senhor continua vivo, como pode?" E ele mesmo em tais circunstâncias, dizia: "Eu não falei para vocês, este é meu amigo Jesus... Ele tem poder"!

Depois de algum tempo, já recuperado, alguns dos guardas lhe disseram: "Ok, já que nós ainda não conseguimos te matar, quem irá acabar com a sua vida será o seu próprio Deus!"

Chegando a noite, ele foi retirado do seu alojamento e foi levado para fora do campo. Lá retiraram todas as suas roupas em meio a um inverno extremamente rigoroso que pode chegar a até 40 graus negativos. Foi pendurado em uma estaca e percebendo que daquela circunstância não poderia escapar, já que seria apenas uma questão de minutos para congelá-lo, ele decidiu em seu coração: "Eu sei que vou morrer, mas morrerei orando e cantando"!

De repente, em meio a louvores e orações, ele começou a sentir que "alguém" estava mexendo em suas amarras, tentou olhar para trás, mas não enxergou ninguém, e então entendeu que pela misericórdia de Deus, ali estava um anjo do Senhor pronto a atendê-lo na sua aflição. Ficou extremamente feliz com tudo o que estava lhe acontecendo, e já desamarrado, mas pensativo, lembrou que se o vissem daquela forma, pensariam que algum dos seus amigos já convertidos do alojamento o teria ajudado e assim, surpreendentemente, fez a oração mais estranha da sua vida e pediu novamente a Deus que lhe amarrasse para que seus amigos não sofressem perseguições. E assim foi atendido.

No dia seguinte, o guarda que veio recolher o corpo do Sr Yong, quando o viu de longe ainda corado, disse: "Eu não acredito nisto" e nisto chamou a outros e vários testemunharam aquele acontecimento e não acreditavam no que viam. Fato é que ele foi solto, foi levado novamente ao alojamento e no momento em que chegava, a história diz que todas as pessoas, em especial aquelas que já estavam convencidas do poder de Cristo, levantavam suas mãos para o céu e diziam: "Deus existe, Deus existe".

Em 1979 o governo na China foi mudado e com a saída de Mao Tse Tung, o novo governante estabeleceu que quase todos os presos enclausurados por razões políticas e religiosas deveriam ser soltos. Assim, daquele campo de extermínio, somente 100 de 1500 pessoas saíram com vida. Sr Yong foi uma delas, e foi o primeiro a sair. Em 1995, o Sr Yong disse que ainda recebia cartas de toda a China de pessoas que haviam lhe conhecido na prisão ou onde morava, e que pelo seu exemplo, eram felizes e muito agradecidas por terem ouvido falar do "amigo Jesus" em algum momento de suas vidas.

E o prezado leitor, tem falado do "amigo Jesus" ou "não tem se sentido a vontade" em clamar em alta voz do seu amor? Lembre-se: Há 2000 anos ele veio a esta terra, morreu no meu e no seu lugar e, "semelhante" ao Sr Yong, foi levantado num madeiro, recebeu o peso de todos os pecados do mundo, foi açoitado, pregado, furado, humilhado, e mesmo estando completamente nú, não hesitou em sentir vergonha por você!

REFLEXÃO: "Foi a cruz, esse instrumento de vergonha e tortura, que trouxe esperança e salvação ao mundo. Os discípulos não passavam de homens humildes, sem dinheiro e com nenhuma outra arma que não a Palavra de Deus; entretanto, na força de Cristo eles saíram para contar a maravilhosa história da manjedoura e da cruz e para triunfar sobre toda a oposição. Sem honra ou reconhecimento terrestres, foram heróis da fé. De seus lábios saíam palavras de divina eloqüência que abalaram o mundo" (Atos dos Apóstolos, p.77)

Meditando em Jesus

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Vaticano pede acordo em Copenhagen

O Vaticano deixou votos de que as nações desenvolvidas e os países emergentes se “encontrem” na Cimeira de Copenhaga sobre alterações climáticas, em vez de se “confrontarem”.

Apresentando a mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2010, centrada na actual crise ecológica, o Cardeal Renato Martino, prefeito emérito do Conselho Pontifício Justiça e Paz (CPJP), pediu uma “maior generosidade por parte dos países ricos, para que ajudem os outros a ser mais ecológicos”.

Na sua mensagem, o Papa afirma que é “importante reconhecer, entre as causas da crise ecológica actual, a responsabilidade histórica dos países industrializados” e que “os países menos desenvolvidos e, de modo particular, os países emergentes, não estão dispensados da sua própria responsabilidade para com a criação”.

O novo secretário do CPJP, D. Mario Toso propôs uma “autoridade mundial” que esteja acima de cada uma das partes presentes na Cimeira de Copenhaga e que, “com o envolvimento da sociedade civil, possa fazer valer as decisões tomadas durante a Cimeira e controlar se os fundos colocados à disposição são bem utilizados e não desviados para outros fins”.

Em conferência de imprensa, o Cardeal Martino lembrou os cidadãos do Norte do Brasil que foram obrigados a emigrar por causa da seca, sublinhando que “a água é um bem inegociável”.

Este responsável repetiu ainda a posição da Santa Sé em relação ao uso da energia nuclear para fins pacíficos, considerando-a um “recurso maravilhoso”, apesar das dificuldades que ainda coloca.

Na apresentação da mensagem papal, o presidente cessante do CPJP evocou a figura de São Francisco de Assis, do qual se celebrará, em 2010, o 30.º aniversário da proclamação como padroeiro dos ecologistas.

Fonte - Ecclesia

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

“Não existe aquecimento global”

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “Perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica [só faltou dizer religiosa], e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O Sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o Sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o Sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas – algumas das que falavam da nova era glacial – que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias da Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Depende de como se mede.

Mede-se errado hoje?

Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

O senhor está afirmando que há direcionamento?

Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

Então o senhor garante existir uma manipulação?

Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os países fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Os fluxos naturais dos oceanos, pólos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto as emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões? Não vai mudar absolutamente nada no clima.

O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem das queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, início de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

E quanto ao derretimento das geleiras?

Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

Mas o mar não está avançando?

Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, com menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa. [Interessante: quando há consenso científico numa direção, ainda que a opinião não seja consensual e os fatos mostrem outra coisa, os discordantes sempre são hostilizados. Ocorre o mesmo com os teóricos do design inteligente e os criacionistas. – MB]

(UOL)

Nota: Pode ser realmente que não exista aquecimento global (ou pode ser que o papel antropogênico esteja sendo bem exagerado), mas uma coisa é certa: existe interesse global político/religioso nessa bandeira. Clique no marcador “ECOmenismo”, abaixo, e saiba mais sobre isso.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Nosso lar eterno

Você já imaginou como seria o mundo se não houvesse guerras, fome, desastres, injustiças e morte? Consegue imaginar um lugar onde todas as nações vivem em harmonia, num relacionamento de perfeito amor? Agora pense nesse lugar e imagine o próprio Deus conversando com você, face a face. A boa notícia é que esse Lar existe e será nosso após o período de mil anos, em que os salvos estarão no céu.

1. O que Jesus prometeu preparar para Seus seguidores? João 14:1-3

2. Quem é o arquiteto e construtor da Santa Cidade? Hebreus 11:10

Para uma descrição detalhada da Nova Jerusalém, leia Apocalipse 21:9-27.

3. No fim do Milênio, onde estará a Nova Jerusalém? Apocalipse 21:2

4. Que acontecerá com a Terra quando os ímpios receberem o castigo da segunda morte? II Pedro 3:10

5. Que esperamos para depois disso? II Pedro 3:13; Apocalipse 21:1

6. Para quem é a Nova Terra? I Coríntios 2:9

7. Na Nova Terra haverá lembrança das coisas ruins pelas quais aqui passamos? Isaías 65:17

8. Quem habitará a Nova Terra, junto com os salvos? Apocalipse 22:3

9. O que não haverá mais na Nova Terra? Apocalipse 21:4

10. O que é essencial fazer para ter a vida eterna? João 3:16

11. Somente quem entrará no Reino dos Céus? Mateus 7:21

Minha Decisão:

Creio que este mundo será destruído e a Terra será renovada, após o Milênio. Por isso resolvo manter comunhão com Jesus e fazer a vontade de Deus a fim de estar preparado para viver na Nova Terra.

Conceitos que devem ficar bem claros:

1. Nossa passagem pelo céu, a bordo da Nova Jerusalém, levará mil anos.
2. Ao final do Milênio, nosso Lar eterno será finalmente estabelecido neste planeta, porém renovado.
3. A Nova Jerusalém, que descerá sobre o Monte das Oliveiras (Zacarias 14:3 e 4), será a capital da Nova Terra.
4. Deus morará com os remidos para sempre.
5. A vida dos salvos na Nova Terra será repleta de atividades prazerosas. Não haverá mais injustiças, egoísmo, doença, separação ou morte.

Criacionismo

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Ela estava em busca de Deus

A família da atriz Leila Lopes, encontrada morta no dia 2, tornou pública a carta encontrada com o corpo. Leia aqui alguns trechos da carta reproduzida no site da Veja: "Não chorem, não sofram, eu estou ABSOLUTAMENTE FELIZ!!! Era tudo o que eu queria: ter paz eterna com meu Deus e, se possível, com minha mãe. Eu não me suicidei, eu parti para junto de Deus. Fiquem cientes que não bebo e não uso drogas, eu decidi que já fiz tudo que podia fazer nessa vida. Tive uma vida linda, conheci o mundo, vivi em cidades maravilhosas, tive uma família digna e conceituada em Esteio, brilhei na minha carreira, ganhei muito dinheiro e ajudei muita gente com ele. Realmente não soube administrá-lo e fui iludibriada por pessoas de má fé várias vezes, mas sempre renasci como uma fênix que sou e sempre fiquei bem de novo. Aliás, eu nunca me importei com o ter. Bom, tem muito mais sobre a minha vida, isso é só para verem como não sou covarde não, fui uma guerreira, mas cansei. É preciso coragem para deixar esta vida.

"Saibam todos que tiverem conhecimento desse documento que não estou desistindo da vida, estou em busca de Deus. Não é por falta de dinheiro, pois com o que tenho posso morar aqui, em Floripa ou no Sul. Mas acontece que eu não quero mais morar em lugar nenhum. Eu não quero envelhecer e sofrer. Eu vi minha mãe sofrer até a morte e não quero isso para mim. Eu quero paz!

"Estou cansada, cansada de cabeça! Não aguento mais pensar, pagar contas, resolver problemas... Vocês dirão: Todos vivem!!! Mas eu decidi que posso parar com isso, ser feliz, porque sei que Deus me perdoará e me aceitará como uma filha bondosa e generosa que sempre fui."

Nota: É o tipo de despedida que faz pensar. É difícil imaginar o que Deus leva em conta em situações como essa, como lida com suicidas (se foi esse mesmo o caso de Leila). Mas o que podemos saber com certeza é que nosso Deus é justo e misericordioso, e julga as pessoas pelo resultado de uma vida - olhando para os méritos de Cristo atribuídos ao pecador arrependido -, e não julga pontualmente, por atos cometidos em momentos de insanidade mental. Ao que parece, o vazio de Leila se devia ao fato de ela estar em busca de Deus. Pena que ela pode ter pensado que somente O encontraria na morte, quando a verdade é que o Criador deseja ser buscado e encontrado agora: "Buscar-Me-eis, e Me achareis, quando Me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor” (Jeremias 29:13, 14). Não teria ela fugido de Deus enquanto viva? Não teria tentado preencher o vazio da alma com outras coisas? Essas respostas, agora, pertencem a Deus. A carta de Leila também (re)coloca diante dos cristãos a responsabilidade de levar a mensagem de esperança às pessoas que andam pela vida sem rumo, carentes de algo que talvez nem saibam o que é. Trabalhemos e oremos para que outras Leilas não venham a morrer sem saber que o Senhor "não é Deus de mortos, mas de vivos" (Marcos 12:27), e que Ele está perto daqueles que O buscam (Salmo 145:18).

Criacionismo.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

“A CARNE DE PORCO NÃO IMPLICA NA MINHA SALVAÇÃO”

Deus quer que tenhamos boa saúde (III S. João 2), porque nos comprou com Seu sangue (I Cor. 6:20), e espera que sejamos puros (Rom. 12:1), para nos constituirmos realmente na morada do Espírito Santo. I Cor. 3:16.

Se alguém, pela ingestão de carnes imundas (Lev. 11; Deut. 14), se torna impuro, Deus nele não pode morar, e pior, será destruído no último dia. I Cor. 3:17.

Por exemplo, Deus Se “irrita” com os comedores de porco (Isaías 65:3-4). Também os consumirá (Isaías 66:17 – compare com os versos 22-23). Veja, Deus está falando que os comedores de carne de porco ficarão fora da Nova Terra. Isso merece, portanto, sua reflexão plena. Implica ou não na salvação?

Por que a carne de porco não é consumida nos hospitais? Deut. 14:8.
Uma vez ouvi: “A diferença do urubu para o porco é que um voa e o outro anda sobre patas.” – De fato, a função de ambos é a limpeza da terra.

“EU COMO TUDO PORQUE O QUE DEUS FEZ É BOM”
Sim, realmente é bom o que Deus fez, mas, para o fim que Deus criou. Exemplo: minhoca é boa, mas não para se comer e sim fertilizar a terra. Urubu é tão bom e útil que é proibido por lei matá-lo. Por conseguinte, ao afirmar o Senhor que “tudo é bom” não foi para que nós hoje nos valhamos disto para satisfazer nossa vontade. Esta deve ser submetida à vontade do Senhor.


Leia sobre carnes imundas aqui:
http://iasdluz.blogspot.com/2009/05/especial-carnes-imundas.html

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O Papa serve à unidade na verdade e na caridade

Justificar

VATICANO, 30 Nov. 09 / 11:51 am (ACI).- Em sua mensagem pela festa de Santo André ao Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, Bento XVI ressaltou que o Papa, como Sucessor do Apóstolo Pedro, serve "à unidade na verdade e a caridade" e que seu serviço não deve entender-se "em uma perspectiva de poder mas dentro de uma eclesiologia de comunhão".

Na mensagem entregue ao Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, durante sua visita à Istambul, o Santo Padre recordou o mártir irmão de São Pedro e explicou que "a memória dos Santos mártires move a todos os cristãos a darem testemunho de sua fé ante o mundo. É uma chamada urgente, sobre tudo em nossos dias, quando a Cristandade se enfrenta com provocações cada vez mais complexas".

"Nossas Igrejas se comprometeram sinceramente nas últimas décadas em prosseguir o caminho que leva a restabelecimento da plena comunhão e, apesar de que não tenhamos alcançado ainda esse objetivo, demos muitos passos que têm feito possível aprofundar os laços comuns".

Seguidamente Bento XVI indicou que essa abertura guiou os trabalhos da Comissão Internacional Mista para o Diálogo Inter-religioso que celebrou sua 11° sessão plenária no mês passado no Chipre e cujo tema foi: "O papel do Bispo de Roma na comunhão da Igreja no primeiro milênio".

"Um tema complexo e que requer um estudo exaustivo e um diálogo paciente se aspiramos à integração compartilhada das tradições orientais e ocidentais", destacou o Papa.

"A Igreja Católica entende o ministério petrino como um dom do Senhor para sua Igreja. Este ministério não deve interpretar-se segundo uma perspectiva de poder, mas dentro de uma eclesiologia de comunhão, como serviço à unidade na verdade e a caridade", afirmou.

"O Bispo da Igreja de Roma que preside na caridade é o Servus Servorum Dei (o Servo dos Servos de Deus). Trata-se de procurar juntos, inspirados no modelo do primeiro milênio, as formas em que o ministério do Bispo de Roma possa cumprir um serviço de amor reconhecido por um e por todos", disse logo o Santo Padre.

Finalmente o Papa ressaltou que no caminho à plena comunhão "podemos oferecer já um testemunho comum trabalhando juntos ao serviço da humanidade, sobre tudo defendendo a dignidade da pessoa e afirmando os valores éticos fundamentais, promovendo ao mesmo tempo a justiça e a paz" e que ambas as Igrejas "podem cooperar em sensibilizar as pessoas à respeito da responsabilidade da humanidade na proteção da criação".

Fonte - ACI Digital

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

História da adoração 8 – A imoralidade dos gigantes


"Naqueles dias havia nefilins na terra [...]. Eles foram os heróis do passado, homens famosos" (Gên 6:4) - NVI

Os antediluvianos eram homens e mulheres de um impressionante vigor físico. Eles viviam até mais de 900 anos. A sua vida era muito saudável. Embora mortais e pecadores, eram pessoas de tremendas faculdades mentais e impressionante poder físico. Eles eram capazes de realizar grandes obras, e o fizeram. Estas obras foram todas destruídas pelo dilúvio.

Pecadores como eram, com seu tremendo potencial, desenvolveram uma sociedade em extremo maldosa. Como viviam ao longo de muito séculos, e como a sua mente nada esquecia, um só ser humano era capaz de desenvolver maldade equivalente ao que hoje é capaz de se fazer por meio de uma multidão. Ao longo de suas vidas acumulavam maldade e mais maldade, a ponto deles colocarem em perigo a existência da raça humana. Esse nível de maldade só em nossos dias está outra vez sendo atingido, conforme diz em Lucas 17:26 e 27.

Aqueles homens tornaram-se sobremaneira violentos, corruptos, a tal ponto que encheram a Terra dessas características. Diz a Bíblia que “era continuamente mau todo o desígnio do seu coração” (Gên. 6:5). Eles eram maus o tempo todo. Algumas exceções havia, como a família de Noé, mas eram poucas pessoas. Mais algum tempo, e, sem exceção, todas as pessoas seriam de má índole.

A tal ponto chegou a maldade da raça humana que DEUS não teve mais escolha, senão afogar todos por meio de um grande dilúvio global. Mas para não eliminar todas as pessoas, pois ainda havia algumas de caráter decente, DEUS usou a água, pois por meio dela, poderia manter vivas algumas delas, e uma seleção de animais, dentro de um barco. Noé e sua família, ao todo oito pessoas, foram salvas do dilúvio em toda a Terra. Hoje podemos ver vestígios desse dilúvio em todas as partes do mundo. Aliás, talvez a maior prova do dilúvio sejam as placas tectônicas que permitem os terremotos. Foi por causa do dilúvio, dado que saiu água do interior da Terra, que a camada de rochas que formava a estrutura estável da Terra antes do dilúvio se rompeu, e desde então elas se movimentam, e geram tensão entre elas, provocando os abalos sísmicos.

A corrupção da raça humana, depois do dilúvio retornou aos poucos, Mas como agora as pessoas só viviam pouco mais de 100 anos (durante a Idade Média as pessoas viviam pouco mais de 40 anos), a maldade não se desenvolvia com tanta rapidez. Outro motivo que freou a velocidade do desenvolvimento da maldade foi que DEUS separou a humanidade através da linguagem. Na construção da Torre de Babel DEUS os confundiu por meio de línguas diferentes para cada família. Desde então ficou muito complicado para os homens colaborarem todos juntos para serem maus. Essas condições só mais recentemente se formaram, por meio da comunicação facilitada por uma língua que é quase universal, o inglês, e por meio da tecnologia de comunicação, a internet e a tecnologia da destruição para a guerra. Agora novamente a humanidade tem as condições de serem maus a ponto de desenvolverem a capacidade de exterminar a raça humana por meio dessa maldade. Porém, dessa vez, não vai haver destruição por meio de algum dilúvio. Antes da raça humana realmente estar liberada para destruir tudo por aqui, JESUS vai voltar e levar para a Sua morada todos aqueles que ao longo das eras da humanidade, em vida, decidiram ser obedientes aos mandamentos de DEUS, isto é, que foram pessoas de bem e humildes de coração, pessoas que jamais ameaçam o seu próximo nem a natureza.

REFLEXÃO: "O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal" (Gên 6:5) - NVI
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