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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Tempestade solar intensa ruma para a Terra


Uma tempestade solar de grandes proporções atingiu a Terra no início da tarde desta terça-feira. A nuvem de partículas carregadas é resultado de uma erupção registrada na superfície da estrela na noite do último domingo. A erupção solar de anteontem foi classificada como de intensidade M8,7, pouco abaixo das do tipo X, as mais fortes. Ela lançou um fluxo de prótons energizados em alta velocidade que rumou para Terra a até 2 mil quilômetros por segundo. De acordo com nova medição do clima espacial da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA (NOAA), a ejeção de massa coronal associada à erupção está provocando uma tempestade geomagnética de nível S3 em sua escala, a mais forte desde 2003, mas ainda assim considerada apenas moderada.

A tempestade se segue a um dos mais longos e fracos períodos de atividade do Sol dos últimos ciclos, dando uma prévia do que pode-se esperar no próximo ciclo de atividade máxima da estrela, entre 2012 e 2013. Embora seja uma preocupação principalmente para os satélites e astronautas em órbita da Terra, a tempestade também pode afetar as comunicações de aeronaves voando próximas dos polos e redes elétricas de alta tensão - um surto de energia já foi relatado na Suécia -, além de provocar belas auroras boreais e austrais, que poderão ser vistas ainda a latitudes menores que o comum. Seus efeitos deverão ser observados pelo menos até esta quarta-feira.

Apesar disso, os seis astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) não tiveram que tomar medidas adicionais para se protegerem do fluxo de partículas e estão bem, informou a Agência Espacial Europeia (ESA). Mesmo sendo a maior dos últimos anos, a tempestade ainda está longe das intensidades máximas frequentemente geradas nos picos de atividade dos ciclos do Sol.

"Vamos observar mais tempestades como essa ou até maiores a medida que nos aproximamos do máximo de atividade solar", comentou Michael Hesse, chefe do setor de heliofísica do Centro de Voo Espacial Goddard, da Nasa.


Nota: Segundo matéria publicada no site Folha.com, o Sol tem ciclos de atividade de 11 anos, com períodos mais intensos e outros de calmaria. O pico de atividade do ciclo atual está previsto para o ano que vem. As tempestades devem ficar mais fortes até lá. Em 1989, uma tempestade solar causou a queda na rede elétrica no Canadá.

domingo, 28 de agosto de 2011

Rio de 6 mil km corre debaixo do Amazonas

Cientistas brasileiros descobriram a existência de um rio subterrâneo de cerca de 6 mil quilômetros de extensão, que corre por baixo do rio Amazonas a uma profundidade de 4 mil metros, informou nesta quinta-feira o jornal O Estado de S. Paulo. A descoberta foi possível graças às pesquisas feitas em 241 poços que a Petrobras perfurou na região amazônica entre os anos 1970 e 1980 em busca de hidrocarbonetos, indica o estudo publicado pelo jornal, que foi realizado pelo departamento de Geofísica do Observatório Nacional. Essas águas subterrâneas correm cerca de 4 mil metros de profundidade em um curso similar ao do Amazonas e têm uma vazão média calculada em cerca de 3 mil metros cúbicos por segundo. Essa vazão representa apenas 3% do que se calcula para o rio Amazonas [embora seja maior que a do rio São Francisco], que tem suas nascentes na floresta peruana, desemboca no oceano Atlântico no extremo norte do Brasil e é considerado o rio mais longo do mundo, com uma extensão de 6,8 mil quilômetros. Os pesquisadores decidiram batizar o rio subterrâneo de Hamza, em homenagem ao cientista de origem indiana Valiya Mannathal Hamza, que estuda a região há mais de 40 anos.

(Exame)

Nota Criacionismo: Conforme publicação, tudo indica que exista muito mais água subterrânea do que se imagina. Portanto, levando-se em conta que as montanhas antediluvianas não eram tão altas e que provavelmente não deva ter existido fossas abissais nos mares de então, pode ter havido água suficiente para cobrir toda a Terra, conforme relata o Antigo Testamento e ratifica o Novo Testamento, na Bíblia.

Fonte: Criacionismo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Universo tem um eixo central de rotação?

Nova pesquisa sugere que o formato do Big Bang pode ser mais complicado do que se pensa. Como há mais galáxias espirais girando em um sentido do que em outro, pode ser que o Universo tenha um eixo central de rotação. Pesquisadores estão levantando dúvidas sobre a pressuposta simetria do Universo. Seus cálculos parecem sugerir que, no seu início, nosso Universo girava sobre um eixo central. E que esse movimento de rotação influenciou a formação das galáxias. Os físicos e astrônomos há muito tempo acreditam que o Universo tem uma simetria de espelho, como uma bola de basquete. A imagem espelhada de uma galáxia girando no sentido horário teria, obviamente, o sentido anti-horário de rotação. Mas se os astrônomos encontrarem um número maior de galáxias girando num sentido do que em outro, isto seria uma evidência de uma quebra de simetria, ou, no jargão da física, uma violação de paridade em escala cósmica.

Para aferir isso, Michael Longo e uma equipe da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, catalogaram o sentido de rotação de dezenas de milhares de galáxias espirais fotografadas pelo projeto Sloan Digital Sky Survey, que faz a catalogação de galáxias e que recentemente divulgou a maior imagem já feita do Universo. E o grupo do Dr. Longo descobriu exatamente isso, que as galáxias têm uma “preferência” para girar em uma direção.Eles descobriram um excesso de galáxias com rotação anti-horária na parte do céu em direção ao pólo norte da Via Láctea. O efeito se estende por mais de 600 milhões de anos-luz de distância. “O excesso é pequeno, cerca de 7 por cento, mas a chance de que ele possa ser um acidente cósmico é algo como 1 em um 1.000.000”, explica Longo. “Estes resultados são extremamente importantes porque parecem contradizer a noção quase universalmente aceita de que, em escalas suficientemente grandes, o universo é isotrópico, sem nenhuma direção especial.”O trabalho fornece novos insights sobre a forma do Big Bang. Um Universo simétrico e isotrópico teria começado com uma explosão esfericamente simétrica, em forma de uma bola. Se o Universo nasceu girando, por sua vez, afirma Longo, ele teria um eixo preferencial, e as galáxias teriam mantido esse movimento inicial. Então, será que o nosso Universo ainda está girando, em um movimento de rotação universal? “Pode ser”, diz Longo. “Eu acho que este resultado sugere que é.”Como o telescópio do projeto Sloan está nos Estados Unidos, os dados que os pesquisadores analisaram vieram na maior parte do hemisfério norte do céu. Um teste importante dos resultados será verificar se há um excesso de galáxias em espiral com sentido horário no hemisfério sul. Essa pesquisa já está em andamento.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Há um século, Ellen White escreveu no livro O Grande Conflito, páginas 677 e 678: “Com indizível deleite os filhos da Terra entram de posse da alegria e sabedoria dos seres não caídos. Participam dos tesouros do saber e entendimento adquiridos durante séculos e séculos, na contemplação da obra de Deus. Com visão desanuviada olham para a glória da criação,achando-se sóis, estrelas e sistemas planetários, todos na sua indicada ordem, a circular em redor do trono da Divindade. Em todas as coisas, desde a mínima até à maior, está escrito o nome do Criador, e em todas se manifestam as riquezas de Seu poder.” O Universo tem, sim, um centro gravitacional em torno do qual tudo o mais gira.

Criacionismo

domingo, 10 de julho de 2011

Israel cogita incluir domingo como dia de descanso

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou seja estudada a possibilidade de redução da jornada de trabalho para quatro dias e meio, prolongando o fim de semana em um dia e declarando feriado no domingo, que atualmente é dia de trabalho. Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel, para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O vice-primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido". Segundo o jornal Haaretz , o plano é para que sábado e domingo sejam feriados, e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.

Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo esse intervalo santo e de descanso. Shalom disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do diretor geral do gabinete do primeiro-ministro.Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin, apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a esse respeito.Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora a mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental. Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e os domingos como dias de descanso [evidentemente que a imensa maioria dessas pessoas não observa o sábado como orienta a Bíblia]. Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel. A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução de uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas. (IG News; via Diário da Profecia)Nota: Quem diria que um dia o Estado de Israel estaria flertando com o descanso dominical, cria do Império Romano e do papado! Pelo jeito, cada vez mais ficará por conta de praticamente um povo apenas a defesa do memorial da Criação, o sétimo dia da semana, o quarto mandamento da Lei de Deus (Êxodo 20). O decreto dominical, quando vier por iniciativa (e imposição) dos Estados Unidos, contará com o apoio e a justificativa de iniciativas "insuspeitas" como a manutenção dos direitos dos trabalhadores, a defesa da família ou a proteção do meio ambiente (ECOmenismo).

Criacionismo

sábado, 5 de março de 2011

Torre de Babel: mito ou verdade?

Um dos primeiros arranha-céus da história da humanidade é uma torre construída na Idade da Pedra Polida (9000 a.C. a 4500 a.C.), descoberta em 1952, em Jericó, na Palestina. Até janeiro deste ano era praticamente unanimidade no mundo arqueológico que aquela construção de 8,5 metros teria sido erguida para servir ao povo de proteção contra invasões e espaço de observação de astros e estrelas. Um artigo publicado pela dupla de pesquisadores Roy Liran e Ran Barkai, da Universidade de Tel Aviv, no mês passado, porém, acena para a possibilidade de que a edificação teria sido utilizada para prever catástrofes naturais – inundações, no caso – e abrigar os sacerdotes, na época os reis, contra elas. Essa nova luz lançada sobre a Torre de Jericó abriu uma discussão sobre a veracidade de uma passagem bíblica: a existência ou não da Torre de Babel. É consenso entre pesquisadores que a civilização começou na Mesopotâmia, hoje Iraque, na região conhecida como Crescente Fértil. Ali, teriam sido inventadas a roda, a escrita e a agricultura. Autor da teoria da revolução neolítica (a Idade da Pedra também é conhecida como Período Neolítico), o filólogo australiano especializado em arqueologia Vere Gordon Childe (1892-1957) afirma que essas transformações ocorreram por conta de profundas mudanças climáticas na Era Glacial que obrigaram o povo a migrar, vindo do Oriente, para aquela região entre os rios Tigre e Eufrates. Jericó seria uma espécie de neta da Mesopotâmia, para onde algumas pessoas migraram, fundando um dos assentamentos urbanos mais antigos da Terra fora do Crescente Fértil. Elas teriam chegado lá trazendo na memória um trauma de seus ascendentes, a catástrofe diluviana. [A teoria chega perto da realidade.]

Naquela época, seca, terremotos ou meteoros não amedrontavam a população, de acordo com o especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém Rodrigo Pereira da Silva. Uma grande inundação, um dilúvio, era a catástrofe que se temia. “Quando um povoado fundava novas civilizações, erguer uma torre era um procedimento-padrão. Além de funções religiosas, a construção servia para que se escapasse de novas inundações”, diz Silva. Atualmente, já foram encontradas 31 ruínas de torres na Mesopotâmia. A de Jericó é a única naquela cidade. E o muro em torno dela está estruturado como uma espécie de dique. “A fundação das cidades está diretamente ligada à construção de torres e ao medo de um dilúvio. Isso é claro na arqueologia”, reforça o especialista.

A literatura bíblica relata que um grupo de pessoas vindo do Oriente habitou um vale em Sinar, hoje Iraque, e ergueu uma torre. Está em Gênesis capítulo 11. Para punir a ousadia desses humanos que queriam tocar os céus, Deus fez com que eles falassem idiomas diferentes, tornando impossível a comunicação entre eles e os obrigando a migrar para outros lugares da Terra. Babel, em hebraico, significa confundir. A Torre de Babel, portanto, seria uma representação do episódio da confusão das línguas patrocinado por Deus. Um tablete de argila com escrita cuneiforme – um dos primeiros textos da humanidade, datado de 2500 a. C., encontrado no Iraque e traduzido em 1872 – traz um relato controvertido que parece ser um paralelo à história bíblica da Torre de Babel: “...seu coração se tornou mal... Babilônia submeteu os pequenos e os grandes. Ele (uma divindade) confundiu seus idiomas... o seu lugar forte, que por muitos dias eles edificaram, numa só noite ele trouxe abaixo.”

Outro texto cuneiforme, produzido em cerca de 2200 a.C. e publicado em 1968, faz menção de uma época em que havia “harmonia de idiomas em toda Suméria” e os cidadãos “adoravam ao deus Enlil numa só língua... o deus Enki, senhor da abundância... e o líder dos deuses... mudou a linguagem na sua boca e trouxe confusão a eles. Até então, a linguagem dos homens era apenas uma”. A Bíblia, portanto, seria um elo entre a história da Torre de Jericó e as construções anteriores na Mesopotâmia. “Há elementos históricos para supor que algum tipo de dilúvio de proporções catastróficas ocorreu de fato, assim como uma Torre Babel”, diz o arqueólogo Silva, que leciona no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A história da Bíblia tem plausividade arqueológica e histórica.”

Professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), André Chevitarese argumenta que a veracidade bíblica não se sustenta pela ciência, mas pela fé. Para ele, um especialista em história das religiões, o autor de Gênesis, diante da multiplicidade de línguas e com os olhos repletos de religiosidade, lançou mão de uma narrativa que passa pela realidade para entender o mundo que o cercava. “Não estou invalidando o discurso bíblico, mas prefiro seguir a linha de pensamento dos teólogos alemães da primeira metade do século XIX. Influenciados pelo racionalismo, eles acreditam que o dilúvio, a Torre de Babel, Caim e Abel, Adão e Eva são formas de exprimir um Deus agindo do ponto de vista literário.” [Chevitarese prefere ficar com a escola teológica alemã de dois séculos atrás a se render aos fatos da arqueologia.]

O novo propósito atribuído à construção da Torre de Jericó pela dupla Liran e Barkai, da Universidade de Tel-Aviv, publicado na conceituada revista inglesa de arqueologia Antiquity, aproxima o contexto cultural com a Torre de Babel bíblica e abre espaço, se não para a certeza, para a possibilidade histórica de uma passagem das Sagradas Escrituras.

(IstoÉ)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Quanto cabe de informação no mundo?

Dezenas de jornais e revistas, centenas de canais de TV, milhares de sites com milhões de páginas na web e bilhões de mensagens em redes sociais transitando por PCs, celulares e outros dispositivos. Informação demais? Longe disso, por mais incrível que pareça. Segundo artigo publicado nesta sexta-feira (11/2) no site da revista Science, o mundo não está nem perto de um eventual limite, pelo menos do ponto de vista tecnológico, para lidar com dados digitais. Os autores do estudo, Martin Hilbert e Priscila López, da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, calcularam a capacidade mundial para armazenamento, processamento e comunicação de informações a partir da análise de tecnologias analógicas e digitais disponíveis de 1986 a 2007. Os resultados incluem números grandiosos. Em 2007, a humanidade era capaz de lidar com 295 exabytes de dados (ou 2,95 vezes 10 elevado a 20). Para se ter uma ideia da dimensão, se cada estrela no Universo fosse um único bit de dado, haveria uma galáxia de informações para cada pessoa no mundo.

Parece muito, mas depende de onde está a comparação, pois se trata de menos de 1% da informação armazenada em todas as moléculas de DNA de um ser humano.

O estudo observou que 2002 pode ser considerado o início da era digital, pois foi o primeiro ano em que a capacidade de armazenamento digital de dados superou a capacidade analógica. Em 2007, quase 94% da informação produzida pelo homem estava em formato digital.

Em 2007, a humanidade transmitiu 1,9 zetabytes de dados por meio de tecnologias de transmissão de sistemas como televisão e GPS, o que equivale a 174 jornais por dia para cada habitante do planeta. No mesmo ano, a comunicação bidirecional, como telefones, foi responsável pela troca de 65 exabytes de dados, o equivalente a seis jornais por pessoa por dia.

Todos os computadores existentes no mundo em 2007 foram responsáveis pelo processamento de 6,4 vezes 10 elevado a 18 instruções por segundo. Para processar tal ordem de magnitude à mão seriam precisos 2,2 mil vezes o período desde o Big Bang.

Os autores estimaram que, de 1986 a 2007, a capacidade de computação mundial cresceu 58% ao ano, enquanto as telecomunicações cresceram 28% e a capacidade de armazenamento, 23%.

“São números impressionantes, mas ainda minúsculos quando comparados com a ordem de magnitude na qual a natureza lida com informações. Entretanto, enquanto o mundo natural é fascinante em sua dimensão, ele permanece relativamente constante. Por outro lado, as capacidades tecnológicas de processamento da informação no mundo crescem em valores exponenciais”, disse Hilbert.

(Info Exame)

Nota do leitor Valter Baiecijo: “Para tratar do volume de informação mencionado, são utilizados métodos e ferramentas extremamente complexas (ex.: sistemas operacionais, banco de dados relacionais, linguagens de programação, sistemas de armazenamento, redes de comunicação), que são desenvolvidos para essa finalidade, de maneira lógica e racional (sei disso, pois trabalho na área de Tecnologia da Informação). Essa informação tem uma finalidade, um propósito, não apareceu do nada, de maneira aleatória. Então vem a pergunta: Se toda a informação mencionada não representa 1% do que está armazenado nas moléculas de DNA do ser humano, como é possível afirmar que os outros 99% têm uma origem aleatória, não planejada? Agradeço cada dia o fato de ter o maior Administrador de Sistemas cuidando do meu sistema de informações!”

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Inundação em São José do Vale do Rio Preto - RJ (Ilair Pereira resgatada)


“Eu pensei que ia morrer, mas pedi, pelo amor de Deus, que meus vizinhos não me deixassem morrer ali”. Foi dessa maneira e com os olhos mareados que a dona de casa Ilair Pereira de Souza, 53 anos, resumiu, nesta quinta-feira (13), os momentos de pavor que passou pendurada em uma corda ao ser socorrida por vizinhos na enxurrada da noite desta quarta-feira (12), em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana do Rio de Janeiro.



“Nunca tinha feito um nó em corda na minha vida. Quando jogaram a corda, me amarrei rapidinho que nem sei como fiz aquele nó. Estava com tanto medo que o nó fosse fraco que me agarrei como nunca na corda”, disse Ilair, que é conhecida na região como Pelinha.


O momento do salvamento foi gravado pela Intertv, afiliada da Rede Globo. (Veja o vídeo ao lado).
A cena registrada pela Intertv mostra o momento em que dona Pelinha solta o cachorro, Beethoven, que ela tentava socorrer junto com ela.

“Ele mordeu meu braço para tentar escapar, mas não consegui segurá-lo. Se eu tentasse ajudá-lo, eu iria morrer. Coitadinho, ele ficou me olhando com aquele olhinho triste e se foi naquela água. Não tinha o que fazer”, disse ela, mostrando a marca da mordida no braço esquerdo.


“Foi como papelão, um pedaço daquela laje ainda caiu em cima de mim. Meu irmão queria me socorrer, mas não podia, pois se ele fizesse isso nós dois iríamos morrer”, lembrou Ilair, aos prantos.

“Foi um momento muito difícil ver minha irmã naquela situação e ter de escolher entre ajudá-la e morrer, ou se salvar e deixar que ela conseguisse sair com a corda. Felizmente deu tudo certo”, disse o pedreiro Carlos Alberto Pereira de Souza, 46 anos.

“Agora, estou na casa de meu irmão, mas devo me mudar para a casa do pai dos meus filhos e ficar lá até arrumar onde morar. Ainda não sei para onde vou”, disse dona Pelinha. A casa do irmão fica na frente do local onde ela foi salva.


Fonte: G1

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

"O apocalipse de pássaros e peixes"

Alguns dizem que foram os fogos de artifício. Outros acreditam que o mau tempo pode ser o culpado. Surgem especulações a todo momento. O único fato é que a morte de cerca de cinco mil pássaros melros na cidade de Beebe, no Arkansas (EUA), na sexta-feira 31, continua sem uma explicação. Moradores contam que as aves caíram como se fosse uma verdadeira chuva sobre a cidade. A lenda urbana aumenta a cada dia porque há pouco tempo cerca de 83 mil peixes apareceram boiando no rio Arkansas. Há os que aumentam o alarme: seria o início do apocalipse.

Fonte - Isto É

Nota Cristo Voltará: Mortes em massa de insetos, aves e outros animais se sucedem pelo mundo. O que isso está querendo dizer? Será a natureza não suportando mais as atividades do ser humano? Normais, tais coisas é que não são. O mundo está se tornando hostil à vida?

Nos Estados Unidos, desde alguns anos abelhas desaparecem em grandes proporções. Há temor de ameaçar a produção de alimentos, que necessitam da polinização. Nos últimos dias, desde a virada do ano de 2010 para 2011, os pássaros caem do céu, mortos, em grande quantidade, e ao mesmo tempo e uns próximos dos outros. Se fossem seres humanos, se suporia suicídio coletivo. Mas são animais, irracionais, não planejam essas coisas. Portanto, um fenômeno pior está ocorrendo. Alguma explicação científica certamente deverá aparecer, pois tudo o que acontece, só é misterioso se não for encontrada a explicação. Tudo tem causa, e toda causa gera efeitos. Estão fazendo autópsias para saber o que se passa com esses pássaros negros que morrem, ao que parece, durante o vôo.

Primeiro, foram uns 3.000 pássaros negros que caíram do céu na cidade de Bibi, no Arkansas, na virada do ano. O motivo ainda é desconhecido. Todos os pássaros apresentavam hemorragia. Também morreram uns 100.000 (estimativa) peixes no Arkansas. Testes estão sendo feitos para saber a causa. Na Lousianna, outros 500 pássaros caíram do céu, alguns com asas e espinhas quebradas. No Brasil, na costa do estado do Paraná, ocorreu a morte por enquanto ainda misteriosa de 100 toneladas de peixes, principalmente sardinhas, mas também bagre e corvina. Aliás, a morte de peixes vem ocorrendo em vários lugares do mundo, com certa freqüência, e se tornou bem comum no Brasil. O fenômeno das mortes coletivas de animais também ocorre na Europa. Foi na Suécia, onde foram encontrados entre 50 a 100 pássaros mortos, perto de Gotemburgo. As aves, uma espécie da família dos corvos, estavam caídas sobre uma estrada junto a Falköping (sudoeste da Suécia) ao longo de dezenas de metros. Esse fenômeno não é inédito, pois já ocorreu nos Estados Unidos durante o ano de 2010.

O que isso significa? Precisamos de mais informações sobre as causas. Mas uma coisa já é certa, o mundo está rapidamente se tornando um lugar difícil para se viver. Basta se atentar para o aumento das doenças. Apesar dos avanços da pesquisa científica para a cura, as doenças desafiam a ciência e consegue, por meio de mortes, desafiá-la com crescente sucesso.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones) estão ligadas a 2012?


As Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones) é um monumento em granito localizado num cume no condado de Elbert, estado norte-americano da Geórgia. O monumento fica a 72 quilômetros de Atlanta e são visíveis da Rodovia 77 (Highway 77). O granito da região é um dos melhores de todo o mundo, clima moderado e a posição geográfica (ponto mais elevado do condado) foram essenciais para a sua construção.

Veja a localização exata no Google Maps.

As Pedras Guia da Geórgia, também conhecidas como Stonehenge Americano, medem 19 pés e 3 polegadas (5,88 metros), utilizam 951 pés cúbicos (26,93 m3) de granito e todas as seis pedras juntas pesam mais de 119 toneladas.

Nas pedras estão gravadas dez frases em oito idiomas: árabe, chinês, espanhol, hebraico, hindi, inglês, russo e suaíli. No topo estão gravadas pequenas mensagens em línguas antigas: babilônio, grego clássico, sânscrito e em hieróglifos egípcios.

Entre os idiomas escolhidos para as mensagens foram ignoradas línguas faladas por milhões de pessoas como alemão, francês, grego, japonês, italiano e português. A escolha dos idiomas mostra a preocupação em balancear regiões e religiões para o entendimento das mensagens. Por isso, estão incluídos o hebraico, com apenas 11 milhões de falantes, e o suaíli, principal idioma banto com 50 milhões de falantes na África oriental, mas que não chega nem perto do total de falantes do português - sexta língua mais falada no mundo (240 milhões de falantes), excluída das inscrições possivelmente pela proximidade lingüística ao idioma espanhol, uma das oito escolhidas.

O que está escrito nas Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)?
As dez frases escritas em cada um das oito línguas modernas são:
1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em um balanço constante com a natureza.

2. Controlar a reprodução de maneira sábia - aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade.

3. Unir a humanidade com um novo idioma vigente.

4. Controlar a paixão - fé - tradição - e todas as coisas com razão moderada.

5. Proteger povos e nações com leis e cortes justas.

6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em uma corte mundial.

7. Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários.

8. Balancear direitos pessoais com deveres sociais.

9. Valorizar a verdade - beleza - amor - procurando a harmonia com o infinito.

10. Não ser um câncer na terra - Deixar espaço para a natureza - Deixar espaço para a natureza.

História nas Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)
A lenda sobre a construção do local começou em junho de 1979, quando um bem-vestido e articulado chamado Sr. Christian (Cristão) procurou pelos escritórios de Elberton o custo de se construir um grande monumento. A empresa Elberton Granite Finishing foi contrata para realizar a obra por essa pessoa misteriosa, sob o pseudônimo de R.C. Christian. Especula-se que as iniciais R e C significam a ordem Rosa-Cruz, fraternidade que teria suas origens no personagem mítico do século XIV Christian Rosenkreuz, chamado também de Irmão C.R.C.

O Sr. Cristão disse que representava um pequeno grupo de americanos leais que vivem fora de Geórgia e que desejavam permanecer no anonimato para sempre. Ele contou aos construtores que os patrocinadores tinham planejado o monumento por anos e que os dez pontos das Pedras Guiam eram um uma apelo a todos os povos para preservar a humanidade e o planeta.

O local escolhido deveria ser remoto e longe dos turistas das cidades locais. Além da fartura de excelente granito (um dos materiais mais usados para lápides), clima e localização, o Sr. Christian disse que a escolha era também pessoal. Sua bisavó tinha nascido na Geórgia.
As Pedras Guia da Geórgia foram inauguradas em março de 1980, com a presença de 100 pessoas. A propriedade do terreno onde se encontram os monumentos é obscura. No registro de imóveis do condado de Elbert indica que o próprio condado teria comprado o terreno de cerca de 2 hectares onde está localizado o monumento em 1º de outubro de 1979 por US$ 5 mil.

Nos últimos anos rituais de diversos tipos de grupos foram feitos no local, incluindo casamentos e reuniões de nativos, cristãos, pagãos, entre outros. Pessoas chegam ao monumento para meditar, visitar, fazer turismo, tentar decifrá-lo e até depreciá-lo. Em 2008, as pedras foram pichadas com a frase "Morte a Nova Ordem Mundial", "A elite quer matar 80% da humanidade", "Não ao Governo Mundial" e "Jesus prevalecerá".

Características astronômicas das Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)
As quatro pedras exteriores são orientadas pela migração anual do Sol. Na coluna do centro há um furo onde Polaris pode sempre ser vista, se as condições de tempo permitirem. Polaris é a estrela mais brilhante da constelação Ursa Menor e popularmente conhecida como Estrela Polar - chamada assim por estar muito próxima ao Pólo Celeste. A estrela foi escolhida para simbolizar constância e a orientação com as forças da natureza. Há também nas pedras da Geórgia um entalhe que faz uma janela que alinha com os solstícios e equinócios (eventos que marcam os inícios das estações). Esta janela faz que o sol brilhe para indicar o meio-dia em uma linha curvada.

Tábua de instruções das Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)
Além das inscrições existe uma tábua de instruções cravada no chão próxima ao monumento. A tábua identifica a estrutura, características astronômicas, patrocinadores (identificados na tábua apenas como "Um pequeno grupo de americanos que procuram a idade de razão") e as línguas usadas nas Pedras Guia da Geórgia. O mais intrigante são os dados de uma cápsula de tempo enterrada sob a tábua com espaço para preenchimento de quando a data foi/será enterrada e quando deve ser reaberta. A cápsula foi ou será enterrada conforme a instrução da tábua "a seis pés abaixo deste ponto". Cápsula do tempo é um recipiente completamente fechado para guardar mensagens e objetos para ser encontrados por gerações futuras.

Qual objetivo das Pedras Guia da Geórgia (Georgia Guidestones)?
Os críticos do monumento afirmam que as Pedras são "Os Dez mandamentos do Anticristo". Segundo eles, as pedras foram construídas por sociedades secretas satânicas com o objetivo de implementar a Nova Ordem Mundial. O ativista político John Conner conclamou a destruição das Pedras da Geórgia, e que o entulho deveria ser usado em outras obras. Já entre os que defendem as Pedras Guia da Geórgia está a viúva do ex-Beatle John Lennon. Yoko Ono disse que as mensagens inscritas são "Um importante chamada ao pensamento racional".


Nota: Qual o propósito deste monumento? Devemos esperar algo para o futuro? O que o misticismo diz sobre os acontecimentos e uma nova era para 2012? Fiquem atentos! Fiquem de olho.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedras_guia_da_Ge%C3%B3rgia

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

EUA: lei para fazer escutas no Facebook e Skype


Os EUA pretendem fazer nos serviços de comunicação através da Internet, como o Facebook e o Skype, o mesmo que já conseguem fazer com telefones ou correios electrónicos: filtrar as mensagens para detectar ameaças de terrorismo e à segurança do país. A lei está a ser preparada pela Administração de Barack Obama e será apresentada em breve ao Congresso, agora dominado pelo Partido Conservador, mas que deverá dar o aval à legislação.

"Estamos a falar de interceptações autorizadas por lei. Não queremos expandir a autoridade, mas preservar a nossa capacitar de executar a autoridade já existente para proteger o público e a segurança nacional", afirmou Valerie Caproni, conselheira-geral do FBI (Federal Bureau of Investigation), um dos organismos de segurança que está a preparar a lei para a Casa Branca.

A Presidência dos Estados Unidos ainda não aprovou qualquer ante-projecto de lei, mas os grupos de defesa das liberdades civis já estão alarmados, que não querem tecnologia com "uma porta das traseiras para a espionagem". É que, além das ameaças à privacidade, uma legislação deste tipo iria obrigar a mudanças na tecnologia usada nos chats de comunidades online, como o Facebook, de programas de comunicação via Internet, como o messenger, ou de software que permite chamadas telefónicas através da 'web', como o Skype.

Estas alterações vão aumentar os riscos de os cibernautas serem alvo de escutas ilegais ou de outros cibercrimes, devido às vulnerabilidades causadas pelas alterações impostas pela lei e pelas limitações que esta irá determinar no desenho e programação do 'software'. "Basicamente querem voltar no tempo e fazer serviços de Internet funcionar como um telefone", explicou à correspondente da Folha de São Paulo o director do programa para liberdade, segurança e tecnologia do Centro para Democracia e Tecnologia, Gregory Nojeim.

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Se bem percebi, trata-se de estender e validar a espionagem a tudo quanto é pessoa. Todas as comunicações devem ser analisadas a fim de, supostamente, garantir a segurança dos cidadãos.

Quer queriam quer não, um efeito colateral existirá sempre: o controle sobre os movimentos, também daqueles que não representam ameaça alguma. Pelo menos, para já; assim que mude o paradigma e a definição do que é ameaça à sociedade e ao tão propalado 'bem comum', logo esta medida se entenderá como justificável de alargar até outros públicos-alvo...

E, será mais do que evidente que, no caso de se achar por bem, os movimentos e ações de eventuais suspeitos serão de imediato condicionados. Com certeza, até ao ponto de restringir o que podem comprar e vender...

Relacionar esta notícia com Apocalipse 13:16 será apenas uma forçada teoria da conspiração? Não, é apenas mais um pequeno passo. Ou um aviso.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Chuva de pássaros mortos volta a cair nos EUA

WASHINGTON (AFP) - Uma nova e inexplicável morte em massa de pássaros ocorreu nesta semana no sul dos Estados Unidos, desta vez no estado da Louisiana, anunciaram funcionários nesta terça-feira.

O último incidente afetou cerca de 500 pássaros que foram encontrados mortos no distrito de Pointe Coupee, disse Olivia Watkins, do Departamento de Vida Silvestre de Louisiana.

Watkins disse que há uma investigação em curso sobre a causa destas mortes, que ocorrem poucos dias após milhares de pássaros morrerem no estado vizinho de Arkansas.

"Enviamos amostras para um laboratório em Missouri (centro) e estamos esperando os resultados", disse.

No Arkansas também são esperados os resultados para descobrir a causa das mortes de 5 mil melros que caíram sobre o pequeno povoado de Beebe pouco depois da meia-noite do Ano Novo, assim como das mortes de cerca de 80 mil a 100 mil peixes que apareceram flutuando no rio Arkansas a 160 km.

"Não acreditamos que (as mortes dos peixes e dos pássaros) estejam relacionadas", disse Nancy Ledbetter, da Comissão de Caça e pesca do Arkansas. Funcionários destacaram que algum tipo de distúrbio - possivelmente os fogos de artifício do Ano Novo - pode ter levado os pássaros a voar durante a noite. Os melros têm pouca visão noturna e provavelmente morreram ao se chocarem contra casas ou árvores por causa do medo.

Os testes preliminares não mostram sinais de doenças nos pássaros e que suas mortes foram por "trauma físico agudo", segundo os funcionários do Arkansas.















Fonte:
Yahoo Notícias

Nota: O que virá? O que poderemos esperar com isso?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Por que seu horóscopo está errado?

Já faz algum tempo que nossos horóscopos estão errados, o problema não é apenas com as previsões para 2011. Por quê? Basicamente, porque as estrelas não estão alinhadas da forma que os astrólogos acham. Nossos signos zodiacais – Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes – são determinados pela constelação alinhada com o Sol no dia em que nascemos. Só que a Terra balança, algo que é conhecido pelos cientistas como precessão. Isso quer dizer que durante os últimos 2.500 anos, desde que os signos foram “estabelecidos”, seu signo se moveu, aproximadamente, um mês em relação ao Sol e as estrelas. Ou seja, você não é do signo que acha que é. E há um novo signo no céu desde então – Ophiuchus (ou Serpente) – que vem depois de escorpião. Então se você nasceu entre 29 de novembro e 17 de dezembro, seu signo é “novinho” em folha. [...]

(Hypescience)

Leia também: “Escrito nas estrelas?”

Fonte: Criacionismo

sábado, 20 de novembro de 2010

Cérebro tem mais conexões que todos os computadores

O cérebro humano é verdadeiramente impressionante. Um típico, saudável abriga cerca de 200 bilhões de células nervosas, que são conectados uma a outro por meio de centenas de trilhões de sinapses. Cada sinapse funciona como um microprocessador, e dezenas de milhares delas podem conectar um único neurônio a outras células nervosas. Somente no córtex cerebral, há aproximadamente 125 trilhões de sinapses ¬ se fossem estrelas, daria para preencher 1.500 galáxias como a Via Láctea. Essas sinapses são, naturalmente, tão pequenas (menos de um milésimo de milímetro de diâmetro) que os seres humanos não foram capazes de ver com muita clareza o que exatamente eles fazem e como, além de saber que os números variam ao longo do tempo. Pesquisadores da Universidade Stanford School of Medicine passaram os últimos anos desenvolvendo um novo modelo de imagem, que eles chamam de tomografia da matriz, em conjunto com software computacional, para juntar as fatias de imagem em uma imagem tridimensional que pode ser rotacionada, penetrada e navegada. O trabalho foi publicado na revista Neuron desta semana. [...]

Leia mais aqui.

Nota: "Graças Te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem" (Salmo 139:14).

Criacionismo

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Busca por ETs: que ciência é essa?

Um astrônomo que trabalha em um centro de pesquisa voltado para achar vida fora da Terra disse que a comunidade que procura por extraterrestres deveria voltar suas atenções para “máquinas pensantes”. Para o astrônomo Seth Shostak, que trabalha no Search for Extraterrestrial Intelligence Institute (Seti, em inglês), na Califórnia, em vez de procurar por sinais biológicos de vida alienígena, os cientistas deveriam buscar indícios de inteligência artificial. Alguns cientistas do Seti argumentam que, em outros planetas, a vida pode ter-se desenvolvido seguindo padrões químicos e biológicos completamente distintos dos encontrados na Terra. No entanto, para outros pesquisadores, algumas leis de bioquímica seriam universais, e os extraterrestres teriam um ciclo de vida semelhante ao humano, com nascimento, procriação e morte. Para esta corrente, também haveria evolução de espécies entre os extraterrestres, exatamente como acontece com a vida na Terra.

No entanto, para o astrônomo Seth Shostak, em vez de procurar rastros biológicos de vida extraterrestre - o trabalho do campo conhecido como astrobiologia, os cientistas deveriam concentrar seus esforços na busca por tecnologias alienígenas. Shostak defendeu a ideia em um artigo publicado na revista Acta Astronautica. “Se você examinar as escalas de tempo no desenvolvimento de tecnologias, em um determinado ponto se inventa o rádio e logo em seguida já se está transmitindo. A partir disso, há uma chance de você ser encontrado por alguém”, disse Shostak à BBC. “Mas cerca de cem anos depois de inventar o rádio - pelo menos se nós formos nos usar como exemplo - você inventa máquinas pensantes. Nós provavelmente faremos isso neste século.”

Para John Elliott, pesquisador da universidade britânica Leeds Metropolitan University, o artigo de Shostak segue uma linha de pensamento que é cada vez mais comum entre os pesquisadores do Seti. “Depois de procurar por sinais por 50 anos, o Seti está percebendo que a forma como a nossa tecnologia evoluiu é provavelmente um bom indicador de como outras civilizações - se elas existem lá fora - estariam progredindo”, disse Elliott.

Tanto Shostak como Elliott concordam que encontrar sinais de “máquinas pensantes” pode ser mais difícil do que rastros biológicos extraterrestres, mas eles indicam que há novos caminhos a serem buscados.

Shostak afirma que a inteligência artificial teria uma tendência a se voltar para lugares com muita matéria e energia, as únicas coisas de potencial interesse aos extraterrestres no universo. Com isso, o Seti deveria voltar seus esforços para estudar o centro das galáxias ou as proximidades de estrelas novas e muito quentes.

“Eu acho que nós poderíamos gastar pelo menos uma porcentagem do nosso tempo buscando em novas direções, que talvez não sejam as mais atraentes em termos biológicos, mas onde talvez algumas máquinas pensantes estejam presentes”, escreve Shostak.

(Inovação Tecnológica)

Nota: Não existem evidências concretas de que se possam detectar indícios de seres inteligentes fora da Terra (ou mesmo de que esses seres existam). No entanto, gastam-se consideráveis somas de dinheiro e tempo nessa linha de pesquisa. Ironicamente, quando alguns cientistas propõem que basta observar a complexidade da vida “debaixo de nosso nariz” para perceber que há, de fato, evidências de inteligência planejadora na criação, os naturalistas fazem careta e dizem que isso não é ciência, é “religião”. Vai entender essa parcialidade toda... Leia o trecho destacado no primeiro parágrafo da matéria acima e note até onde podem ir as suposições darwinistas dos cientistas: além de os ETs imaginários terem ciclo de vida semelhante ao nosso, “também haveria evolução de espécies entre os extraterrestres, exatamente como acontece com a vida na Terra”. É muita fé!

Em tempo: para alguns cientistas, reencarnação também é ciência (confira).

Criacionismo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Má conduta científica triplica em 16 anos nos EUA

Há cada vez mais sujeira por baixo dos jalecos brancos: nunca antes os Estados Unidos, grande potência científica mundial e pioneiro na tentativa de coibir fraudes nos laboratórios, teve tantos problemas com desvios de conduta de pesquisadores. Casos como o de Marc Hauser, biólogo afastado de Harvard há uma semana acusado de distorcer dados em uma pesquisa sobre aprendizado em pequenos macacos, quase triplicaram nos últimos 16 anos. Em 1993, quando o governo federal dos EUA criou uma agência para o assunto, a ORI (Agência para a Integridade em Pesquisa, na sigla em inglês), foram relatadas 86 denúncias de desvios. Em 2009, foram 217, número recorde. O país gastou cerca de US$ 110 milhões investigando esses casos. Historicamente, um terço das investigações resulta em punição - em geral, afastamento de cargos e verbas públicas.

O número foi apresentado pela equipe de Arthur Michalek, biólogo do Instituto Roswell Park (de Nova York), na edição de ontem da revista científica PLoS Medicine. “Humanos são humanos, alguns vão se deixar seduzir e usar certos atalhos em busca do sucesso, por mais antiéticos que eles sejam”, disse à Folha. “A esmagadora maioria dos cientistas são éticos. Infelizmente, trapaças de poucos mancham o trabalho duro do resto de nós.”

Humanos sempre foram humanos, claro, e fraudes existem desde sempre. O homem de Piltdown é citado com frequência como a maior mentira da história da ciência, e o caso é de 1908. Na época, foram apresentados fósseis de um suposto elo perdido entre humanos e primatas. Só em 1953 a fraude foi comprovada: tratava-se, na verdade, de uma mistura deliberada de ossos humanos e de orangotango.

Os números americanos, porém, mostram a má conduta ganhando espaço. Para Sílvio Salinas, 67, físico da USP, a tentação é maior entre as gerações mais novas. “Hoje em dia, há uma enorme pressão, uma grande disputa por posições”, diz. “Mas os bárbaros não tomaram conta da ciência ainda.”

(Folha.com)

Nota: É bom lembrar, também, de casos mais recentes do que o do clássico homem de Piltdown: Microraptor gui, Tiktaalik, o Ardi, etc., etc.

Comentário do jornalista e professor Ruben Dargã Holdorf: “No Brasil não é diferente. Não é preciso sair dois anos para voltar com novas ideias. Basta uma quinzena num país decente, como os Estados Unidos. Melhor ainda se forem dois anos. Há 25 anos, o mestrado tinha a duração mínima de três e a máxima de seis anos. Hoje você é obrigado a defender sua dissertação em apenas dois anos, além de publicar artigos e participar de eventos. No doutorado o ‘clima’ é mais ameno em relação ao tempo. Contudo, você é obrigado, em algumas instituições, a participar de um evento internacional como expositor, publicar três artigos científicos, dois capítulos de livro ou um livro a respeito da temática pesquisada. Não se trata da tese. A tese é outra história. Se o professor-orientador achar que você usa autores com os quais ele não simpatiza pessoalmente, esqueça, porque nenhum deles fará parte de seus artigos, sequer de sua tese, muito menos da banca. O doutorando tem de se embasar em uma teoria já estruturada e formular acréscimos ao já conhecido. Cadê a originalidade do trabalho? Não existe! Aquela camarilha de pensadores do século 19 e alguns do 20 continuam ditando as regras. É absurdo que tenhamos de nos pautar em pensadores "medievais", de um mundo linear, de quem jamais sonhou em viver tempos de sequencialidade paralela. Mas no Brasil não se pode cogitar críticas a ninguém, nem à Capes, à ABNT, às bancas, à arrogância doutoral, à perda de tempo nas aulas dos programas, cujos conteúdos não conduzem ninguém a lugar algum (com raríssimas e boas exceções) e, quando se discutem propostas - outra raridade -, tudo é esquecido no dia seguinte. Então para que serve a ciência e a tal da dialética? Concluo que ela se encontra em nosso meio para alimentar e engordar o ego de quem não teve competência para ter outra atividade na vida. São poucos os que realmente pensam, propõem e realizam, seja na prática, em artigos ou em livros. A maior parte é pura perda de tempo - e que tempo perdido - e afagar de vaidades, discussão de um besteirol sem fim. Poucos professores ousam desafiar os poderes e regras constituídos para fazer ciência. Destaco os doutores Franklin Valverde, Álvaro Cardoso Gomes e José Luiz Aidar Prado. Não há dúvida de que o ensino superior faz toda a diferença na vida do homem contemporâneo (pós-moderno), melhorando o padrão de vida, salários, senso crítico, visão de mundo, expectativa de vida, etc., mas é necessário saber para que servem as ferramentas intelectuais de cada indivíduo e como servir a sociedade do melhor modo possível.”

Criacionismo

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Humanos esgotarão a 21 de Agosto recursos naturais do planeta para 2010

Os habitantes da Terra esgotarão a 21 de Agosto os recursos naturais que o planeta lhes proporciona anualmente, pelo que a partir daquela data passaremos a consumir e a viver dos créditos respeitantes ao próximo ano.

O alerta foi deixado hoje, segunda-feira, pela organização não-governamental Global Footprint Network (GFN), que anualmente calcula o dia em que o consumo da humanidade esgota os recursos naturais que o planeta é capaz de fornecer cada ano.

O limite em 2010 ou "Dia do Excesso" ("Earth Overshoot Day", em inglês) será atingido no sábado 21 de Agosto, refere a organização que trabalha para promover a sustentabilidade através do uso do conceito de Pegada Ecológica, uma ferramenta de contabilidade dos recursos naturais.

"Isso significa que demoramos menos de nove meses para esgotar o nosso orçamento ecológico para este ano", salientou o presidente da GFN, Mathis Wackernagel.

Em 2009, o limite dos recursos naturais foi alcançado em 25 de Setembro, mas, segundo o responsável do GFN, o desempenho deste ano não significa que o consumo em 2010 tenha aumentado.

"Este ano analisamos todos os nossos dados e percebemos que, até agora, tínhamos sobreavaliado a produtividade das florestas e das pastagens: em outras palavras, exageramos a capacidade que a Terra" tem para regenerar e absorver o nosso excesso.

A GFN também calculou os serviços e recursos que são fornecidos pela natureza e comparou-os ao consumo do seres humanos e as emissões poluentes que estes emitem.

"Na década de 1980, a nossa Pegada Ecológica era mais ou menos equivalente à dimensão da terra. Actualmente é 50% superior", alertou.

"Se você gastar o seu orçamento anual em nove meses provavelmente ficaria muito preocupado com a situação: a situação não é menos grave quando falamos das nossas reservas naturais", sustentou Mathis Wackernagel.

De acordo com o responsável da GFN, as alterações climáticas, a perda de biodiversidade, a desflorestação, a escassez de água e de alimentos "são todos sinais de que não podemos continuar a consumir [este tipo de recursos] a crédito".

Apesar de "dados preliminares" mostrarem que a crise económica e financeira mundial - que se intensificou em 2008 - teve um "impacto significativo no consumo", esses dados ainda não são claros, adiantou o responsável.

A título de exemplo, Wackernagel referiu o "consumo de energia que tem vindo a diminuir na Europa e nos EUA, mas não na China".

Para inverter esta tendência, sustenta, é preciso que "a população mundial comece a declinar", uma necessidade que já está a ser percebida entre os demógrafos e ambientalistas, também no seio das Nações Unidas.

"As pessoas pensam que isso seria terrível para a humanidade, que [o aumento da população] é de facto uma vantagem económica. Mas é uma escolha", afirmou Mathis Wackernagel.

Fonte - Jornal de Notícias

Nota : Em Setembro de 2008 foi veiculado o artigo que informava naquela ocasião os parâmetros paralelos ao presente post, transcrevemos:

Em 1961 metade da Terra era suficiente para satisfazer as nossas necessidades. O primeiro ano em que a humanidade utilizou mais recursos do que os oferecidos pela biocapacidade do planeta foi 1986, mas, daquela vez o cartãozinho vermelho se ergueu no dia 31 de dezembro: o dano ainda era moderado. Em 1995 a fase do superconsumo já devorara mais de um mês de calendário: a partir de 21 de novembro a quantidade de madeira, fibras, animais e verduras devoradas ia além da capacidade dos ecossistemas de se regenerarem; a retirada começava a devorar o capital à disposição, num círculo vicioso que reduz os úteis à disposição e constringe a antecipar sempre mais o momento do débito.

Em 2005, o Earth Overshoot Day caiu no dia 2 de outubro. Neste ano já o adiantamos para o dia 23 de setembro: já consumimos quase 40 por cento a mais do que aquilo que a natureza pode oferecer sem se empobrecer. Segundo as projeções das Nações Unidas, o ano no qual – se não se tomarem providências – o vermelho vai disparar no dia primeiro de julho será 2050.

Dois anos depois, um mês a menos, sem contar que para a maioria dos habitantes deste planeta, os recursos sequer são observáveis em qualquer parte do ano. Outro aspecto interessante é sobre o controle populacional.

Diário da Profecia

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Pesquisadores chineses e turcos encontram a Arca de Noé


A importância deste achado é porque, pela primeira vez na história, a descoberta da Arca de Noé foi bem documentada e revisada para a comunidade mundial. Houve várias ocasiões no passado em que pessoas encontraram a Arca e ainda entraram na arca, mas nenhuma evidência substancial foi apresentada para o mundo. Por exemplo, em 1883, pelo menos oito jornais ao redor do mundo informaram que uma equipe de vistoria dos comissários da Turquia subiu o Monte Ararate e encontrou por acaso uma gigantesca estrutura de madeira muito escura que acreditaram ser nada menos que a Arca de Noé. No entanto, a descoberta não foi mais investigada. Em diversas ocasiões, a Arca foi vista de fora de um avião. E em alguns casos fotos foram tiradas. Mas as fotos desapareceram inexplicavelmente.

O relato das testemunhas montou o quebra-cabeça completo da Arca, porque todos eles mencionaram os mesmos importantes detalhes que combinam exatamente com este surpreendente achado na montanha. Apenas alguns dos muitos detalhes que são mencionados deste achado são os seguintes:

1. A altura na qual foi encontrada, que é cerca de 4.000 metros de altitude.

2. Outro detalhe é a forma como a Arca está localizada na montanha - ligeiramente inclinada - e que tem aparência de madeira marrom avermelhada; a ponta da Arca está apodrecida e quebrada; e há buraco através do qual se pode entrar.

3. Que a sua maior parte está enterrada no gelo e que a Arca é muito sólida e de alta qualidade; e muito escura e longa em retângulo.

Alguém subiu na Arca em 1948 e tentou quebrar um pedaço da Arca com sua adaga, mas a madeira era tão dura e não se quebrou. Isso nos deixa com as seguintes perguntas:

1. Se esta não é a Arca, porque é que alguém construiria algo com enormes e pesadas vigas acima dos 4000 metros de altitude, onde não se pode respirar e viver com facilidade?

2. Por que alguém iria construir uma espécie enorme de estrutura com mais de um andar no alto da montanha, quando há mais espaço suficiente para construir?

Portanto, a minha conclusão é: há quantidade enorme de sólidas evidências de que a estrutura encontrada no Monte Ararate, na Turquia oriental, é a lendária Arca de Noé.

Gerrit Aalten
Pesquisador holandês que há 35 anos se dedica a estudos sobre a Arca de Noé. Viajou seis vezes para a Armênia, entrevistou diversas pessoas e procurou vestígios da Arca em diferentes culturas e na história. Considera a Arca como patrimônio da humanidade.

Fonte: Noah's Ark Ministries International

Repercussão na mídia mundial sobre a descoberta da Arca de Noé conforme divulgação em 25 de abril deste ano.










Noah's Ark' found in Turkey**-araratsunrises.com

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Quando a internet vira vício

A edição de segunda-feira, 5, do Link [do jornal Estadão] traz uma pergunta com o tema: A internet está atrapalhando a capacidade de concentração dos jovens ou está deixando essa geração digital mais inteligente que a anterior? Independentemente da resposta, o fato é que todos - crianças, jovens e adultos - passam cada vez mais tempo de seu dia na internet. Como saber quando essa intensa relação com a web deixa de ser saudável e passa a atrapalhar nossa vida, virando dependência? O psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, criador do Centro de Dependência em Internet do Hospital das Clínicas, fala sobre a diferença entre aqueles que usam de forma intensa a internet e aqueles que já viraram dependentes.

Há alguma quantidade de tempo que determina se uma pessoa é uma dependente da internet?

Não, não há. As pessoas me falam “eu passo oito horas por dia navegando, estou viciada?”. Isso não é um critério. As pessoas trabalham, pesquisam e estudam pela internet e por isso precisam passar essa carga de horário conectadas. O que determina se uma pessoa é dependente é quando ela acaba preferindo desenvolver atividades na vida virtual em vez de atividades na vida real.

Como a internet age no cérebro de uma pessoa, de modo que ela se torna dependente?

Não posso falar com muita profundidade desse tema. Sou psicólogo e no Centro nós abordamos os aspectos psicológicos da doença, não os biológicos. Mas claro que me informo sobre o tema. O que se sabe é que do ponto de vista de alteração da neuroquímica existem apenas um ou dois artigos que vão explicar que após nove minutos que uma pessoa está jogando na web, o corpo libera dopamina, um neurotransmissor que faz com que você tenha uma renovada vontade de jogar.

E o que a dependência pode acarretar na vida dessas pessoas?

Além de todos os problemas pessoais que um vício traz, como piora no desempenho escolar e no trabalho, brigas com pais, amigos e namorados, um problema é que a pessoa acaba perdendo a noção do que é real e do que é virtual. Estudando neurociência a gente descobre que as vias neurais que são ativadas quando a gente vivencia algo e quando a gente pensa sobre isso, são muito semelhantes. Então o cérebro não tem como diferenciar o que é imaginado do que é vivido. Por isso ocorre essa confusão entre o que acontece na web e o que acontece na vida real.

Os jovens estão mais suscetíveis à dependência em internet?

Sim. A dependência acontece na população mais adolescente, pois a maturação cerebral, ou seja, um cérebro totalmente desenvolvido, se daria só após os 21 anos. Então essa região onde a nossa testa está localizada, que é chamada de córtex pré frontal, é a sede do pensamento, a sede dos controles dos impulsos. Os jovens ainda não têm essa região plenamente amadurecida, por isso essa população está mais suscetível a essa dependência.

Já tem como dimensionar o problema do vício na internet na sociedade?

Não há um consenso internacional, pois os critérios de cada instituição para verificar isso mudam, mas a estimativa é que 10% dos usuários de internet são dependentes.

(Link)

Nota: "Quer comais, quer bebais ou [navegueis na internet], fazei tudo para a glória de Deus" (1 Coríntios 10:31).

Fonte: Criacionismo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

"Lei da Palmada" ???

Tento me mover pela vida a partir das dúvidas. Mesmo quando acho que tenho uma razoável certeza sobre algum tema, me pergunto várias vezes: “será?”. E guardo uma parte de mim sempre aberta para mudar de ideia diante de algum fato novo ou argumento bem fundamentado. É o caso da lei da palmada, que me parece desde sempre um total disparate. Ao constatar que o projeto de lei enviado pelo presidente Lula ao Congresso em 14 de julho é apoiado e defendido em entrevistas e artigos por pessoas cuja inteligência e atuação pública tenho grande respeito, me forcei a um questionamento ainda maior. Será que palmada é crime e eu não estou percebendo algo importante?

O projeto, que ficou conhecido como “lei da palmada”, se propõe a alterar o artigo 18 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nele, fica proibido o uso de castigos corporais de qualquer tipo na educação dos filhos. O castigo corporal é definido como “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso de força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente”. Li, pesquisei, estudei e continuo achando um total disparate. Não encontro um único argumento que me convença de uma lei proibindo palmadas.

Antes de seguir, quero deixar muito claro que, obviamente, espancamento é crime. Seja dos pais ou de quem for. Palmada não. E nada me convence de que precisamos de mais uma lei, já que a legislação existente pune o espancamento e demais agressões físicas. Nada tampouco me convence de que o Estado deve interferir neste nível na vida privada, na maneira como cada um educa seus filhos. Não por uma postura liberal, mas por algo bem mais sério que vou abordar mais adiante.

Um dos argumentos em defesa da nova lei é de que as pessoas não saberiam a diferença entre uma palmada e um espancamento. Acredito que a maioria das pessoas sabe muito bem a diferença entre dar um tapa na bunda de uma criança e espancar uma criança. Não vale como estatística, mas nunca conheci ninguém que não soubesse, exceto pessoas com distúrbios muito graves, que também não sabiam a diferença entre quase tudo. Quem espanca não acha que está dando uma palmada. Tem certeza de que espanca e quer espancar.

Outro argumento é de que a suposta violência começaria com uma palmada e evoluiria para um espancamento. Não me parece que temos provas de que isso seja um fato verídico. [...]

Me parece muito perigoso tachar de criminosos pais que dão palmadas. Por vários motivos. O primeiro deles é a injustiça da afirmação. Crime é algo muito sério e algo com que o Estado e todos nós precisamos nos preocupar porque rompe e ameaça o tecido social, portanto a sobrevivência de todos. Não pode e não deve ser banalizado. Chamar de criminoso um pai ou uma mãe que dá uma palmada na criança na tentativa de educar é, além de um equívoco, um flagrante abuso.

Me preocupa muito, por exemplo, o fato de demorarmos a agir no caso das denúncias de espancamentos e de agressão sexual. Assim como me preocupa a falta de instrumentos de proteção efetivos para amparar as crianças violadas de todas as formas. Quem trabalha com a prevenção da violência contra crianças sabe que há escassez de assistência. Isso resulta em traumas físicos e psicológicos para as vítimas e impunidade para os agressores. Quando o Estado coloca a palmada e o espancamento no mesmo nível, como se fosse a mesma coisa, todas as lacunas de prevenção, assistência e repressão podem se tornar ainda mais largas.

Se o Estado se propõe a entrar na casa das pessoas e fiscalizar se todos os pais do Brasil estão dando ou não palmadas em seus filhos, em vez de concentrar seus recursos e esforços naquilo que é importante – a prevenção do espancamento e a punição dos espancadores, assim como dos abusadores de todo tipo – temo que o tiro possa sair pela culatra, com o perdão do clichê. Acho que na vida, seja para um governante, um legislador ou um cidadão comum, é importante ter foco.

Este tipo de debate é rico porque todos têm suas próprias experiências. E eu acredito muito na experiência. Vivemos numa época em que a tradição foi desmoralizada e a maioria corre para especialistas de todo o tipo para saber como deve agir ou pensar. Não confia nem na soma de experiências próprias e dos que acertaram e erraram antes – nem em seus próprios instintos. Uma pena, porque perdemos muito. Todos nós perdemos muito. E, talvez, mais que todos, nossas crianças. [...]

Mas o aspecto que mais me preocupa se este projeto de lei for aprovado é o de reforçar aquele que me parece ser – este sim – um dos grandes problemas atuais: a dificuldade dos pais de educar seus filhos. Não me parece que o problema da maioria das crianças hoje seja a palmada que eventualmente recebe dos pais. Mas o fato de não receber limites de seus pais, de não ser efetivamente educada.

Boa parte dos pais me parece completamente perdida. As crianças gritam, as crianças querem porque querem, as crianças interrompem às vezes aos berros quando o pai conversa com outra pessoa, as crianças não cumprimentam ninguém nem na chegada nem na saída, fazem exigências como se o mundo e todos os adultos dentro dele existissem para servi-las, testam e testam para ver se alguém vai fazê-las parar, botar algum limite, e nada. Basta sair na rua para testemunhar cenas lamentáveis em restaurantes, shoppings, cinemas e lugares públicos protagonizadas por pequenos déspotas diante de pais infantilizados. Pais esvaziados, inseguros sobre sua capacidade de educar o filho que botaram no mundo e que parecem duvidar que têm algo a ensinar àquelas crianças. Pais sem nenhuma autoridade.

O que uma parte destes pais faz quando se torna insuportável viver com estes filhos? Leva para um especialista que diagnostica a criança como a mais nova portadora da epidemia da moda: a tal da TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. E dá-lhe medicamento cada vez mais cedo. Como boa parte das crianças ao redor já foi diagnosticada com a “doença” esta, ninguém acha suspeito. Imagino que, quando parte desta geração crescer, o rito de passagem vai ser apenas mudar o medicamento: aos 18 anos ganha um carro e sua primeira caixa de antidepressivos.

Pobres pais? Não! Pobres crianças que visivelmente estão cada vez mais infelizes porque ninguém nasce sabendo sobre seus limites e todo o resto. Um filho precisa que os pais sejam pais. Diante deste quadro, o que o Estado faz? Infantiliza e esvazia de autoridade ainda mais estes pais ao se meter na vida privada e dizer como eles devem educar. Ou que eles não podem tocar nos seus filhos para educar sob pena de serem tratados como criminosos ou párias. Ou, talvez o pior: tratados como maus pais.

Na escola, os professores já choram diante de crianças e adolescentes que desafiam sua combalida autoridade dizendo: “Você não pode me mandar fazer nada porque quem paga o seu salário é o meu pai”. A tradução é: portanto, eu mando em você e, portanto, não há educação possível a partir desta premissa. Se a lei da palmada for aprovada, é possível imaginar as variações dentro de casa: “Se me bater eu te denuncio para o conselho tutelar.” [...]

Ao exercer sua autoridade de forma abusiva, o Estado esvazia de autoridade e infantiliza seus cidadãos. Isto é grave. Embora eu tenha poucos motivos para confiar neste Congresso que aí está, espero que vozes com bom senso se ergam para impedir este projeto de virar lei. Se virar, como todas as leis sem lastro na realidade, não será cumprida. E isto desmoraliza a democracia.

(Época)

Nota: O artigo de Elaine Brum é irretocável. Como ela falou na importância das boas tradições, quero acrescentar apenas uma passagem bíblica: “O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo o disciplina” (Pv 13:24); note que o motivo da disciplina é o amor e o filho deve saber disso. Na verdade, a palmada, para os pais que sabem impor limites aos filhos, é praticamente o último recurso disciplinar. Se aprovada, a “lei da palmada” revela uma tendência perigosa: a da intromissão cada vez maior do Estado em assuntos familiares, comportamentais (que não afetam a ordem pública) e mesmo sexuais e religiosos. Como disse na postagem sobre liberdade religiosa, dias piores virão.



Criacionismo

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Cristãos ou evangélicos?

Recentemente, a esposa do jogador Kaká, Caroline Celico, disse à imprensa que não gosta de dizer que é evangélica, mas cristã. Não sei se ela conhece exatamente as nuances entre uma e outra palavra. Mas, quando li isso, me lembrei de uma palestra apresentada anos atrás pelo pastor e escritor George Knight, durante a qual ele respondeu à pergunta: Os adventistas são evangélicos? Ele respondeu: “Não me preocupo se somos evangélicos. Devemos, sim, é ser bíblicos.” Atualmente, o nome “evangélico” está muito desgastado. Geralmente, ele evoca a imagem de pessoas alienadas, fanáticas, adeptas da teologia da prosperidade ou de uma religiosidade meramente emocional e divorciada da realidade cultural que as rodeia; religião que prega o reino de Deus aqui e agora e a Parousia para o futuro distante; a graça barata da qual falou Bonhoeffer; a salvação sem cruz e nem juízo; o povo do “Cara” lá de cima e não do Deus Criador que, a despeito de ser Pai amoroso, também inspira reverência e profundo respeito. Muitos evangélicos sinceros têm se mostrado preocupados com o dogmatismo antibíblico que contamina o viver religioso de multidões que dizem amar a Bíblia quando paradoxalmente quase não a abrem para ler e muito menos a estudam.

Ser cristão é amar a Palavra de Deus e incorporá-la ao dia-a-dia; é fazer dela o padrão, a norma de fé e conduta; e para isso é preciso conhecê-la profundamente. Mas tem mais: Jesus é a Palavra de Deus feita carne e ossos. É o Verbo justamente pelo fato de ser o Ser da Trindade que veio ao mundo falar do Deus de amor que ama tanto que deixou instruções claras em Sua Palavra; instruções essas que, se vividas, nos dão paz, esperança e vida em abundância – mesmo deste lado da eternidade. A Bíblia fala de Jesus; devemos lê-la para encontrá-Lo. Jesus é uma pessoa e com pessoas a gente se relaciona. Estudo bíblico sem relacionamento com Jesus é conhecimento vazio que não transforma. Relacionamento sem o estudo bíblico é perigoso, afinal, como saber com quem estamos nos relacionando?

Ser cristão é amar e obedecer a Cristo; é seguir Seus passos, guardar Seus mandamentos. É pregar o evangelho e, se necessário, como disse Francisco de Assis, usar palavras. Ser cristão adventista do sétimo dia é amar tanto a Jesus que a saudade dEle aperta o peito e nos impele a pregar Sua vinda para abreviar esse encontro – mas também por amar as pessoas e querer ajudá-las a encontrar o sentido da vida e a esperança das esperanças. O sentido da vida consiste em saber que sou criatura e Deus é Criador; que somente no encontro entre ambos o vazio é preenchido, pois foi o Senhor quem colocou no coração do ser humano o anseio pela eternidade (Ec 3:11).

Se ser evangélico é seguir e anunciar a mensagem do evangelho (e o evangelho é Jesus), eu sou. Se ser Cristão é amar a Jesus de todo o coração e falar dEle como o primeiro e o último em minha vida, sou cristão. Menos que isso seria fraude, anomalia, incoerência.

Fonte: Criacionismo