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terça-feira, 16 de abril de 2013

Como a coruja consegue girar a cabeça 270º?


Cientistas da Universidade de Medicina Johns Hopkins, nos Estados Unidos, afirmam ter descoberto os “segredos” por trás da capacidade das corujas de girar a cabeça quase totalmente no corpo - até 270º, segundo o estudo. Usando tomografia computadorizada, angiografia e outras técnicas clínicas, os pesquisadores analisaram a anatomia de 12 corujas. Foram descobertas grandes adaptações biológicas [sic] que permitem que o animal não se machuque ao girar a cabeça. As adaptações estão ligadas à estrutura óssea e à rede de vasos sanguíneos dos animais, segundo o estudo, publicado nesta sexta-feira (1º) na renomada revista Science. Vasos sanguíneos na base da cabeça das corujas, logo abaixo da mandíbula, possuem espessura considerável conforme avançam no sistema circulatório, alguns chegando a ser bem grossos, e mantêm essa estrutura mesmo quando o animal gira a cabeça, diz o estudo.

O fenômeno é diferente do que acontece com os seres humanos, em que as artérias tendem a se “capilarizar” quanto mais extensas são nessa região, segundo os cientistas. Isso torna a estrutura vascular dos humanos muito mais frágil que a das corujas nesse ponto - um giro de cabeça de 270º em humanos tem efeitos extremamente nocivos e pode até levar à morte.

Em outra adaptação [sic], algumas artérias abaixo da cabeça das corujas possuem “reservatórios” que permitem que o sangue seja armazenado. A “vantagem” biológica permite que o sangue chegue ao cérebro e aos olhos do animal mesmo quando ele gira a cabeça. Essas adaptações [sic] ajudam a minimizar interrupções da circulação sanguínea das corujas, de acordo com o estudo.

“Manipular a cabeça de seres humanos é realmente perigoso, porque nós não temos as estruturas de proteção aos vasos sanguíneos que as corujas possuem”, disse o cientista Philippe Gailloud, um dos autores do estudo.


Nota: Outro sistema de complexidade irredutível que precisava funcionar perfeitamente bem desde o início, caso contrário, na primeira girada de cabeça, a coruja morreria. Mas os pesquisadores insistem em chamar de “adaptação”. Criacionista.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Evolução se sobrepõe à arqueologia para explicar roupa

Como traçar a evolução dos piolhos poderia ajudar a entender a cultura humana? Bom, foi assim que pesquisadores da Universidade da Flórida descobriram [sic] que os seres humanos começaram a usar roupas aproximadamente 170 mil anos atrás [segundo a cronologia evolucionista], a fim de migrar para fora da África. Em 2003, um geneticista alemão conduziu um estudo sobre piolhos que concluiu que os seres humanos começaram [o correto seria “teriam começado”] a usar roupas aproximadamente 107 mil anos atrás. Agora, os pesquisadores americanos surgem com uma nova estimativa. Os piolhos foram utilizados nesse estudo porque “encalham” em linhagens de hospedeiros por longos períodos de tempo. Alterações no parasita permitem aos pesquisadores entender as mudanças no tempo evolutivo. O objetivo dos cientistas era encontrar um método para localizar quando os seres humanos poderiam ter começado a usar roupas. Como os piolhos são tão bem adaptados ao vestuário, os pesquisadores sabiam que eles certamente não existiam até que a roupa surgiu nos seres humanos. [Dá pra acreditar nisso?]

Os pesquisadores usaram conjuntos únicos de dados de evolução dos piolhos e dos humanos a fim de fazer a sua nova estimativa de 170 mil anos. Eles concluíram que os humanos modernos começaram a usar roupas 70.000 anos antes de migrar para latitudes mais altas e climas mais frios. Essa migração ocorreu há cerca de 100.000 anos atrás. Além disso, o estudo descobriu [sic] que os humanos só começaram a usar roupas muito tempo depois de perderem seus pelos corporais, o que ocorreu cerca de 1 milhão de anos atrás, de acordo com a investigação genética de coloração da pele.

Segundo os pesquisadores, é interessante pensar que os seres humanos foram capazes de sobreviver na África centenas de milhares de anos sem roupa e sem pelos no corpo, e que não foi até o momento em que os humanos modernos se deslocaram para fora da África que eles começaram a se vestir.

O novo estudo tem alguns pontos fracos, entretanto [alguns?]. Os hominídeos arcaicos não deixaram para trás piolhos. Assim, o estudo não leva em conta que os hominídeos arcaicos, que não moravam na África, poderiam ter se vestido em torno de 800 mil anos atrás.

Os pesquisadores notam que os fatores que ajudaram os seres humanos a sobreviver, anos mais tarde foram as tecnologias como o uso controlado do fogo, a habilidade de usar roupas, e estratégias de caça e ferramentas de pedra novas.

Especialistas concordam que o estudo é bem consistente [?!]. Os resultados mostram uma data inesperadamente antiga para o uso da roupa, muito mais velha do que as mais antigas evidências arqueológicas, mas faz sentido.

Os seres humanos modernos, provavelmente [depois de usar tantos verbos afirmativos, agora vem o clássico “provavelmente”], começaram a fazer roupas depois de experimentarem as condições da Era do Gelo, 180 mil anos atrás. Somente se vestindo em base regular, os seres humanos se manteriam aquecidos enquanto expostos a tais condições.

(Hypescience)

Nota: Quando criacionistas apresentam alguma evidência, a comunidade evolucionista “cai de pau”. Mas o que dizer de pesquisas como essa acima, baseada em suposições e evidências mínimas? Noventa por cento é pura especulação. E o pior é que preferem aceitar a hipótese evolucionista em detrimento de evidências materiais providas pela arqueologia, uma ciência estabelecida. É como diz o especialista em arqueologia Dr. Rodrigo Silva: “Mesmo que fosse encontrada uma foto de Adão e Eva, alguns céticos diriam: ‘Mas a serpente não existiu, pois não está na foto.’” Seres humanos começaram a usar roupas depois de cometer o pecado do afastamento de Deus, do orgulho de querer ser mais do que eram (“sereis como Deus”, propôs-lhes o inimigo). O clima na Terra, antes do pecado e especialmente antes do dilúvio, era agradável e sem grandes variações climáticas. Com a queda da temperatura, roupas foram necessárias. Além disso, antes do pecado, a nudez não constrangia. Era natural. Finalmente, é bom lembrar que as primeiras vestes de Adão e Eva foram confeccionadas com pele de ovelha, símbolo evidente da justiça de Cristo que, a partir da queda, iria cobrir os pecadores arrependidos.

Criacionismo

terça-feira, 29 de março de 2011

Dinossauro é encontrado em campo petrolífero

Os campos petrolíferos do Canadá forneceram mais do que óleo cru neste mês. O fóssil de um anquilossauro, herbívoro que se distingue pela carapaça nas costas, foi achado em Alberta. Um trabalhador da empresa de exploração Suncor Energy viu o dinossauro na última quarta-feira e avisou os responsáveis. Por uma sorte do acaso, o homem havia visitado a ala sobre os animais pré-históricos do museu Royal Tyrrell algumas semanas antes. A descoberta surpreendeu porque se estima que a região era coberta totalmente pela água milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista]. “Nunca vimos um dinossauro nessa localidade”, conta o curador do Museu Royal Tyrrell, Donald Henderson. “A área era um oceano, e a maior parte dos achados são de invertebrados como moluscos e ammonites.” O anquilossauro deveria ter cerca de cinco metros de comprimento e outros dois de largura.Ao contrário de outros fósseis, não estava incrustado em sedimentos rochosos e apresenta boas condições. O último fóssil de grandes proporções já registrado em Alberta foi de um peixe-réptil gigante, o ichthyossauro, localizado dez anos atrás perto de Fort McMurray.


Nota: Um anquilossauro herbívoro sepultado em petróleo juntamente com moluscos como amonitas e em boas condições. Vamos esperar para ver qual será a explicação darwinista para esse “fóssil anômalo”.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Um dinossauro na contramão

Um dinossauro do tamanho e peso de um papagaio deixou os paleontólogos intrigados na semana passada. Desenterrados na China, perto da fronteira com a Mongólia, os ossos fossilizados revelaram que o animal de mais de 75 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista], um parente próximo do tiranossauro e do velociraptor, tinha apenas um dedo em cada pata dianteira. Esse grupo, dos terópodes, é conhecido por ter dado origem às aves modernas [na opinião dos darwinistas]. Daí o estranhamento com a nova espécie, batizada de Linhenykus monodactylus. “O número de dedos desse grupo diminuiu durante sua história evolucionária”, disse à IstoÉ Jonah Choiniere, do Museu de História Natural de Nova York, responsável pelo achado. “Os mais primitivos tinham cinco e o número foi sendo gradualmente reduzido para três na maioria deles, inclusive nas aves.” Desses três dedos, geralmente um era maior que os outros dois. Especialistas acreditavam que esses animais usavam o grande para cavar e, por isso, ele foi ficando mais forte ao longo do tempo. Os outros, por falta de uso, ficaram menores e eventualmente sumiram.

O dedo que restou ao Linhenykus, porém, não é esse mais vigoroso. É mais uma questão sobre a qual os paleontólogos terão de se debruçar. “Pesquisas recentes, porém, já haviam mostrado que parentes desse espécime são menos próximos das aves do que outros, como o velociraptor”, diz Choiniere, que publicou a descoberta na revista especializada PNAS.

O chefe do estudo, Xung Xi, da Academia Chinesa de Ciências, diz que o animal provavelmente se alimentava de formigas e cupins. Sua grande velocidade era o artifício que tinha para se livrar de predadores. Para o paleontólogo Alexander Kellner, do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a descoberta é mais uma demonstração de que a evolução não segue uma rota determinada. “O que se esperava é que uma forma intermediária como essa tivesse três dedos, nunca um único”, diz. “A questão é bem mais complexa do que se supunha.” Choiniere concorda. “É um dinossauro extremamente estranho, ele não necessariamente nos ajuda a entender a relação entre esses animais e as aves.” Tudo leva a crer que assim é a evolução: quando parece que o elo perdido foi encontrado, um toque do acaso muda toda a história.

[O que não passa pela cabeça de nenhum darwinista é questionar o dogma evolutivo. O que farão é gastar muito fosfato para encaixar a evidência discrepante no modelo, ou seja, salvar o modelo dos fatos – como sempre.]

(IstoÉ)

Leia também: "Dúvidas sobre a evolução dinossauros-aves", "Aves e dinossauros foram contemporâneos" e "Dinossauros tiveram penas desde a sua origem"

Criacionismo

sábado, 5 de março de 2011

Torre de Babel: mito ou verdade?

Um dos primeiros arranha-céus da história da humanidade é uma torre construída na Idade da Pedra Polida (9000 a.C. a 4500 a.C.), descoberta em 1952, em Jericó, na Palestina. Até janeiro deste ano era praticamente unanimidade no mundo arqueológico que aquela construção de 8,5 metros teria sido erguida para servir ao povo de proteção contra invasões e espaço de observação de astros e estrelas. Um artigo publicado pela dupla de pesquisadores Roy Liran e Ran Barkai, da Universidade de Tel Aviv, no mês passado, porém, acena para a possibilidade de que a edificação teria sido utilizada para prever catástrofes naturais – inundações, no caso – e abrigar os sacerdotes, na época os reis, contra elas. Essa nova luz lançada sobre a Torre de Jericó abriu uma discussão sobre a veracidade de uma passagem bíblica: a existência ou não da Torre de Babel. É consenso entre pesquisadores que a civilização começou na Mesopotâmia, hoje Iraque, na região conhecida como Crescente Fértil. Ali, teriam sido inventadas a roda, a escrita e a agricultura. Autor da teoria da revolução neolítica (a Idade da Pedra também é conhecida como Período Neolítico), o filólogo australiano especializado em arqueologia Vere Gordon Childe (1892-1957) afirma que essas transformações ocorreram por conta de profundas mudanças climáticas na Era Glacial que obrigaram o povo a migrar, vindo do Oriente, para aquela região entre os rios Tigre e Eufrates. Jericó seria uma espécie de neta da Mesopotâmia, para onde algumas pessoas migraram, fundando um dos assentamentos urbanos mais antigos da Terra fora do Crescente Fértil. Elas teriam chegado lá trazendo na memória um trauma de seus ascendentes, a catástrofe diluviana. [A teoria chega perto da realidade.]

Naquela época, seca, terremotos ou meteoros não amedrontavam a população, de acordo com o especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém Rodrigo Pereira da Silva. Uma grande inundação, um dilúvio, era a catástrofe que se temia. “Quando um povoado fundava novas civilizações, erguer uma torre era um procedimento-padrão. Além de funções religiosas, a construção servia para que se escapasse de novas inundações”, diz Silva. Atualmente, já foram encontradas 31 ruínas de torres na Mesopotâmia. A de Jericó é a única naquela cidade. E o muro em torno dela está estruturado como uma espécie de dique. “A fundação das cidades está diretamente ligada à construção de torres e ao medo de um dilúvio. Isso é claro na arqueologia”, reforça o especialista.

A literatura bíblica relata que um grupo de pessoas vindo do Oriente habitou um vale em Sinar, hoje Iraque, e ergueu uma torre. Está em Gênesis capítulo 11. Para punir a ousadia desses humanos que queriam tocar os céus, Deus fez com que eles falassem idiomas diferentes, tornando impossível a comunicação entre eles e os obrigando a migrar para outros lugares da Terra. Babel, em hebraico, significa confundir. A Torre de Babel, portanto, seria uma representação do episódio da confusão das línguas patrocinado por Deus. Um tablete de argila com escrita cuneiforme – um dos primeiros textos da humanidade, datado de 2500 a. C., encontrado no Iraque e traduzido em 1872 – traz um relato controvertido que parece ser um paralelo à história bíblica da Torre de Babel: “...seu coração se tornou mal... Babilônia submeteu os pequenos e os grandes. Ele (uma divindade) confundiu seus idiomas... o seu lugar forte, que por muitos dias eles edificaram, numa só noite ele trouxe abaixo.”

Outro texto cuneiforme, produzido em cerca de 2200 a.C. e publicado em 1968, faz menção de uma época em que havia “harmonia de idiomas em toda Suméria” e os cidadãos “adoravam ao deus Enlil numa só língua... o deus Enki, senhor da abundância... e o líder dos deuses... mudou a linguagem na sua boca e trouxe confusão a eles. Até então, a linguagem dos homens era apenas uma”. A Bíblia, portanto, seria um elo entre a história da Torre de Jericó e as construções anteriores na Mesopotâmia. “Há elementos históricos para supor que algum tipo de dilúvio de proporções catastróficas ocorreu de fato, assim como uma Torre Babel”, diz o arqueólogo Silva, que leciona no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp). “A história da Bíblia tem plausividade arqueológica e histórica.”

Professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), André Chevitarese argumenta que a veracidade bíblica não se sustenta pela ciência, mas pela fé. Para ele, um especialista em história das religiões, o autor de Gênesis, diante da multiplicidade de línguas e com os olhos repletos de religiosidade, lançou mão de uma narrativa que passa pela realidade para entender o mundo que o cercava. “Não estou invalidando o discurso bíblico, mas prefiro seguir a linha de pensamento dos teólogos alemães da primeira metade do século XIX. Influenciados pelo racionalismo, eles acreditam que o dilúvio, a Torre de Babel, Caim e Abel, Adão e Eva são formas de exprimir um Deus agindo do ponto de vista literário.” [Chevitarese prefere ficar com a escola teológica alemã de dois séculos atrás a se render aos fatos da arqueologia.]

O novo propósito atribuído à construção da Torre de Jericó pela dupla Liran e Barkai, da Universidade de Tel-Aviv, publicado na conceituada revista inglesa de arqueologia Antiquity, aproxima o contexto cultural com a Torre de Babel bíblica e abre espaço, se não para a certeza, para a possibilidade histórica de uma passagem das Sagradas Escrituras.

(IstoÉ)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Astrônomos descobrem galáxia mais distante já detectada

Um grupo de astrônomos descobriu uma galáxia que pode ser a mais distante detectada até o momento. Ela está situada a cerca de 13,2 bilhões de anos-luz, segundo estudo publicado pela revista científica Nature. Uma equipe de astrônomos que analisava imagens cósmicas registradas pelo telescópio espacial Hubble aumentou seu alcance até 480 milhões de anos após o Big Bang, quando o Universo tinha 4% de sua idade atual. “Estamos nos aproximando das primeiras galáxias, que achamos que foram formadas entre 200 milhões e 300 milhões de anos depois do Big Bang”, ressaltou Garth Illingworth, professor de astronomia e astrofísica da Universidade da Califórnia (EUA) e um dos autores do estudo. Em sua pesquisa, Illingworth e Rychard Bouwens, da Universidade de Leiden (Holanda), utilizaram dados do Hubble reunidos pela câmara Wide Field Camera 3 (WFC3).

Os astrônomos observaram as mudanças que se produziram nas galáxias de 480 milhões a 650 milhões de anos depois do Big Bang e detectaram que a taxa de nascimento das estrelas no Universo aumentou cerca de dez vezes durante esse período de 170 milhões de anos. Para Illingworth, isso é um “aumento assombroso em um período de tempo tão curto, somente 1% da idade atual do Universo”.

Os astrônomos também registraram mudanças significantes no número de galáxias detectadas. “Nossas buscas anteriores tinham encontrado 47 galáxias quando o Universo possuía cerca de 650 milhões de anos”, disse Illingworth. Ele acrescentou que “o Universo está mudando muito rapidamente em um período de tempo muito curto”.

Já Bouwens afirmou que os resultados dos estudos são consistentes com a imagem hierárquica da formação das galáxias, segundo a qual estas cresceram e se uniram sob a influência gravitacional da matéria escura.

Para chegar à nova descoberta, os astrônomos calcularam a distância de um objeto no espaço com base em seu “deslocamento rumo ao vermelho”, fenômeno que ocorre quando a radiação eletromagnética - normalmente a luz visível - que se emite de um objeto tende ao vermelho no final do espectro.

Sua medida é considerada pela comunidade astronômica internacional como o procedimento mais confiável para calcular distâncias espaciais - a galáxia recém-descoberta alcançou um nível provável de “redshift” (desvio rumo ao vermelho) de 10,3 pontos.

Os especialistas acrescentaram que a galáxia em questão é pequena se for comparada às enormes já vistas no Universo, como a Via Láctea, pelo menos cem vezes maior.

(Folha.com)

Nota: Continuam no ar as perguntas: Como pode haver número tão grande de estrelas num Universo tão “jovem”? Como é possível explicar, segundo a teoria da “evolução” das galáxias, a existência de galáxias perfeitamente formadas, “adultas”, em tão pouco tempo, segundo a escala de tempo adotada para o Universo? Não duvido de que o Universo possa ter os alegados bilhões de anos, mas imagino que, assim como Adão e Eva pouco depois de serem criados aparentavam idade adulta, Deus possa ter criado no início do Universo estrelas e galáxias perfeitamente formadas, projetadas para conter sistemas solares e planetas habitáveis.

Leia também: "Galáxias velhas num universo jovem"

Criacionismo

domingo, 9 de janeiro de 2011

Por que nossa temperatura é de 37 graus?

Os cientistas encontraram a razão (ou uma delas) para o corpo humano ter a temperatura de 37 graus Celsius (98,6° Fahrenheit). Aparentemente essa é a temperatura perfeita, uma vez que é suficientemente quente para prevenir infecções por fungos, mas não tão quente que nos force a comer o tempo todo como forma de manter nosso metabolismo. Os cientistas sempre se questionaram sobre o porquê de os mamíferos superiores serem tão quentes quando comparados com outros animais. E agora já se tem uma ideia. Os fungos que podem ser bem sucedidos em contaminar um animal geralmente diminuem em 6% por cada aumento de grau Celsius. Portanto, precisamos de um corpo mais quente como forma de repelir as infecções fungosas. A pergunta é: Quão quente?

“[Os cientistas] desenvolveram um modelo matemático que analisou os benefícios adquiridos pela temperatura corporal que se protege dos fungos em oposição aos custos (em termos de consumo extra de comida) necessários para manter a temperatura entre os 30 °C e os 40 °C. A temperatura ideal para se maximizar os benefícios ao mesmo tempo que se minimizavam os custos era 36,7 °C, que está bem próximo da temperatura do corpo humano.”

Conclusão: parece que Quem nos criou não só nos fez de um modo “terrível e maravilhoso”, como deixou vasta gama de evidências de Seu poder, amor e preocupação com Sua criação. Que pena que os militantes ateus não aceitem os dados da ciência quando esta contradiz os seus mitos (ou seja, sempre).

“Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139:14).

(Darwinismo)
Criacionismo.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Bursas: outra evidência de design inteligente

Sempre fiquei impressionado com as maravilhas da criação; sempre gostei de ciência, e o estudo das criações de Deus me aproxima cada vez mais do Criador. Nunca me preocupei em observar algo que necessariamente teria que ter sido planejado, pois para mim chega a ser óbvio que tudo foi cuidadosamente projetado. Porém, como todo estudante, logo me encontrei entre intelectuais que “tinham certeza” de que tudo o que conhecemos evoluiu. Cheguei à faculdade, e achei que essas “certezas” só aumentariam, mas, na verdade, não foi o que aconteceu. Curso Medicina, e nessa área o corpo humano é estudado a fundo, em seus mínimos detalhes. Se, para mim, já era impossível que tivéssemos evoluído, agora, quanto mais avanço nos estudos, mais tenho certeza de que fomos criados. É tudo tão perfeito, harmonioso, complexo, e o mais intrigante: muitas vezes incompreensível! Apenas se sabe que há algo ali, e funcionando, como? Tenho certeza de que o Arquiteto sabe! Porque nossas mentes inteligentes ainda não encontraram a resposta. Entretanto, não sou apenas eu que encontro cada vez mais evidências de planejamento estudando o corpo humano. Muitos mestres e doutores também não conseguem negar que o que veem foi planejado. Alguns ainda relutam em admitir, outros, talvez com medo de se posicionar, durante suas aulas não param de repetir que “a natureza foi muito inteligente em criar esse mecanismo”, ou que “a natureza escolheu assim porque seria melhor”. O terceiro grupo, por meio de seus estudos, concluiu que foi necessário um projeto inteligente.

Cito, como exemplo, uma ocasião em que, durante a aula de reumatologia, o professor perguntou o que eram as bursas. Nenhum aluno se manifestou e então ele iniciou sua explicação com as seguintes palavras: “Bursas são pequenas estruturas em nosso corpo que deveriam ser consideradas como o ápice da criação! Pois elas não têm nenhuma função no corpo, só existem para dar conforto aos nossos movimentos.”

Bursas são pequenas bolsas que ficam estrategicamente situadas em áreas de tensão do corpo. Localizam-se entre a pele e os ossos, ligamentos e ossos, tendões e ossos, e músculos e ossos. Essas bolsas estão cheias de líquido e amortecem os movimentos de uma estrutura sobre a outra. Apesar de serem parecidas com a cápsula articular (que também possui o líquido sinovial lubrificando os ossos), bursa e cápsula articular não são a mesma coisa; as bursas nem sequer fazem parte do arcabouço articular – poderíamos dizer que são itens adicionais. Viveríamos perfeitamente sem as bursas, mas elas estão ali para nos dar conforto! Se supusermos que a evolução realmente fosse capaz de fabricar nosso maravilhoso, complexo, perfeito e incompreensível organismo, a façanha acabaria antes da formação de estruturas como as bursas, pois somente a teoria criacionista pode explicar o surgimento delas.

É maravilhoso saber que temos um Deus poderoso e que Se preocupa conosco! E que nos ama a tal ponto de não apenas prover tudo o que necessitamos para viver, mas também nos dar conforto para viver. As bursas poderiam ser comparadas a móveis em uma casa. Para habitar na casa, o chão já seria suficiente para sentarmos. No máximo, haveria uma cadeira, o que, se fosse possível, a evolução nos “ofertaria”. Mas as bursas são como as almofadas; são dispensáveis, mas estão ali para dar mais conforto. Só um Deus de muito amor faria algo assim. Enquanto a evolução nos oferece a cadeira, Deus nos dá cadeiras com almofadas; enquanto a evolução nos oferece um chinelo, Deus nos dá tênis com amortecedores; enfim, sem mais comparações simbólicas, a evolução nos oferece a luta desesperadora pela sobrevivência; Deus nos oferece paz, segurança e alegria para viver (mesmo em meio as turbulências deste mundo de pecado que logo terá fim). Enquanto a evolução nos oferece a morte cruel, Deus nos dá a vida eterna!

(Roberto Lenz Betz, 7ª fase de Medicina, Universidade Regional de Blumenau)


Leia também: "O 'pesadelo' do mapa metabólico"

Para saber mais: TORTORA, Gerard J; GRABOWSKI, Sandra Reynolds. Princípios de anatomia e fisiologia. 9ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. xxxviii, 1047p, il; SKARE, Thelma Larocca. Reumatologia: princípios e prática. 2ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. xii, 335p, il.

Fonte: Criacionismo.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mãe mata filhos na França

A francesa [Dominique Cottrez] que admitiu ter sufocado oito filhos recém-nascidos e escondido seus corpos no jardim e na garagem de sua casa foi acusada de homicídio, informou hoje o promotor Eric Vaillant. Dominique Cottrez disse que nunca mais quis ver um médico após uma experiência ruim com sua primeira gravidez. A auxiliar de enfermagem, de 46 anos, disse que fez sozinha os partos. Segundo o promotor, ela colocou os corpos em sacos plásticos, enterrou dois dos recém-nascidos no jardim e escondeu os demais na garagem. “Ela explicou que não queria mais filhos e que não queria ir ao médico para tomar anticoncepcionais”, disse Vaillant, em encontro com jornalistas. “Ela estava perfeitamente consciente do fato de estar grávida”, acrescentou. [...]

Nos últimos anos, a França tem registrado uma série de casos de mães que matam seus recém-nascidos e mantém e escondem os corpos. Em um dos casos, Celine Lesage foi condenada a 15 anos de prisão em março após reconhecer no tribunal que matara seis de seus recém-nascidos, cujos corpos foram encontrados em sacos plásticos no porão de sua casa, no noroeste da França.

Já Veronique Courjault foi condenada no ano passado pelo assassinado de seus recém-nascidos. Seu marido descobriu dois dos corpos num freezer enquanto os dois viviam na Coreia do Sul. Durante o julgamento, psiquiatras afirmaram que ela sofre de uma doença psicológica conhecida como “negação da maternidade”.

Na Alemanha também foram registrados casos semelhantes. Em um deles, uma mulher foi condenada em 2006 pelo assassinato de oito de seus recém-nascidos e por enterrá-los em vasos de flores e num tanque de peixes no jardim da casa de seus pais, perto da fronteira entre a Alemanha e a Polônia.

(Paraná Online)

Nota: Os psicólogos se esforçam para entender esse fenômeno aterrador manifestado em países desenvolvidos e extremamente secularizados. Seria realmente um fenômeno psicológico ou seria o resultado de uma chaga social chamada desumanização, causada pelo afastamento do Único que pode resolver o maior problema humano, o pecado? A conclusão é simples: se Deus não existe e a Bíblia é uma invenção humana, aquela “história” de termos sido feitos à imagem do Criador é pura ficção. Se somos apenas “macacos pelados” e “animais racionais”, nossa vida não é lá tão importante. Surgidos por acaso e destinados ao nada, que somos aqui e agora? A verdade é que o aumento do pecado e o esfriamento do amor são, também, sinais do fim deste mundo (cf. Mt 24:12).

Onde está a evolução?

Fonte: Criacionismo

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Homem moderno é um “molenga”?

Muitos aborígines pré-históricos australianos bateriam fácil o recordista mundial dos 100 e 200 metros, Usain Bolt, nas condições atuais. Os tutsi, de Ruanda, conseguiam superar o recorde de salto em distância, de 2,45 metros, em suas cerimônias de iniciação, nas quais tinham que pular pelo menos a sua própria altura para provar sua masculinidade. E qualquer mulher neandertal venceria o ex-fisiculturista, ator e atual governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, numa queda de braço. Essas e outras surpreendentes revelações - que dão a entender que o homem moderno é um fracote, um tremendo molenga - estão num livro lançado pelo antropólogo australiano Peter McAllister, intitulado Manthropology, e cujo provocativo subtítulo pode ser traduzido como “A ciência do macho moderno inadequado”. Já na abertura do livro, McAllister demonstra o que está por vir. “Se você está lendo isso, então você, ou o macho que comprou esse livro para você, é o pior homem da História. Sem ‘talvez’, sem ‘porém’. Isso mesmo: o pior homem da História. Como classe, somos, na verdade, o mais patético dos Homo sapiens a andar pelo planeta”, diz o autor.

Usando um vasto material de pesquisa, McAllister garante ter encontrado evidências mostrando que o homem moderno é inferior aos seus antepassados, entre outras modalidades olímpicas, nas áreas de corrida e de salto. Suas conclusões sobre a velocidade dos aborígines australianos de 20 mil anos atrás são baseadas em pegadas, preservadas em um lago fossilizado, de seis homens perseguindo uma presa.

A análise das pegadas de um dos homens mostra que ela alcançava velocidades próximas dos 37 km/h, em uma superfície lamacenta, perto de um rio. Bolt, em comparação, atingiu a velocidade de 42 km/h durante seu recorde olímpico de 9,69 segundos durante os Jogos Olímpicos de Pequim (substituído este ano por outra marca, de 9,58 segundos, no Campeonato Mundial de Atletismo, em Berlim).

Entrevistado na Universidade de Cambridge, onde reside temporariamente, McAllister afirma que, com treinamentos modernos, calçados adequados e pistas com solo emborrachado, os caçadores aborígines teriam alcançado velocidades de 45 km/h.

“Acreditamos que eles estavam correndo no seu limite quando perseguiam uma presa. Mas se conseguiam atingir 37 km/h em um solo bastante macio e flexível, seriam grandes as chances de que eles pudessem superar Usain Bolt se tivessem as mesmas facilidades que ele tem. Podemos ver isso pela forma como o homem analisado corria, acelerando, até o final.”

Segundo ele, qualquer um dos outros companheiros do homem pré-histórico estudado também poderiam correr tão rápido.

(O Globo)

Nota: Quando vão se dar conta de que o homem moderno perde para os antigos em todos os quesitos? Basta pensar nas pirâmides e outras obras monumentais de pé até hoje (sem entender isso, alguns afirmam que essas construções só podem ter sido realizadas com tecnologia alienígena). Na verdade, temos a nosso favor apenas a tecnologia, mas perdemos em força, memória, longevidade, inteligência, etc. Vivemos o processo de involução a partir de uma origem superior, decadência essa ocasionada pelo pecado.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Mercúrio pode colidir com a Terra em 1 bi de anos

Uma recente simulação de computador projetou um fim catastrófico para o nosso Sistema Solar em um futuro muito distante. A Terra poderá entrar em rota de colisão com os planetas Mercúrio, Vênus ou Marte daqui há pelo menos 1 bilhão de anos, segundo estudo publicado na revista britânica Nature e citado pelo canal de TV Fox. Cálculos astronômicos realizados durante o experimento indicam que a possibilidade é remota, mas pode acontecer. "É possível, mas improvável", afirma Gregory Laughlin, professor da Universidade da Califórnia e investigador convidado pela Nature para comprovar a natureza dos resultados apresentados pela simulação.

Conforme a investigação, transtornos ocorridos na órbita de Mercúrio poderiam fazer com que ele se chocasse contra outros planetas, provocando uma desestabilização nos demais corpos que giram ao redor do Sol. Os argumentos foram dados depois que os responsáveis pelo estudo, Jacques Laskar e Mickael Gastineau, do Observatório de Paris, analisaram 2.501 cenários possíveis no computador. No entanto, em outra projeção, os cientistas concluíram que há 99% de chances de a Terra e seus vizinhos viverem em paz durante 3,5 bilhões de anos.

A maioria dos resultados obtidos nas simulações não incluíram colisão entre planetas, mas 25 deles mostraram uma forte instabilidade na órbita de Mercúrio. A perturbação poderia provocar uma reação em cadeia com proporções fatais ao passar pela Terra, seguindo por Vênus, Marte e o resto do Sistema Solar.

Os astrônomos já sabem calcular o movimento dos planetas com bastante precisão há muito tempo, com centenas e até milhares de anos de antecedência - é assim que são calculadas as datas dos eclipses, por exemplo.

Mas olhar tão adiante no futuro da mecânica celestial com exatidão ainda está além de nosso alcance, afirmou Laskar. "As mais precisas soluções de longo prazo para o movimento orbital do Sistema Solar não valem para muito além de algumas dezenas de milhões de anos", estimou.

(Terra)

Nota: Na verdade, todos os cenários naturalistas para o futuro (ainda que distante) da Terra e da espécie humana são sombrios. Se nosso planeta não se chocar com um vizinho no sistema solar, nem for atingido por um asteroide, segundo os astrônomos, nosso Sol terá esgotado boa parte do seu combustível em cinco bilhões de anos. Num último "suspiro", antes de colapsar e se tornar uma estrela anã, o Sol, numa espécie de espasmo, alcançaria a Terra, torrando-a. Outros dois cenários: (1) se houver massa suficiente para conter a expansão do Universo, toda a matéria do cosmo poderá se encontrar, contrair e formar um super buraco negro; (2) mas, caso não haja matéria suficiente para conter a expansão, o Universo se expandirá indefinidamente; as estrelas se afastarão umas das outras e, por fim, terão consumido todo o seu combustível. De qualquer forma, de acordo com o cenário pintado pelos cientistas, não temos muitas esperanças de sobreviver além de alguns bilhões de anos neste universo (isso se o ser humano não der um jeito de se destruir muito antes disso, pois capacidade para isso não falta). Será que é por isso que a máxima de muita gente é: "comamos e bebamos porque amanhã morreremos"? O fato é que a única alternativa que traz esperança trata-se da volta de Jesus (Jo 14:1-3) e da posterior transformação deste planeta na Nova Terra (Ap 21). Portanto, há solução para o mundo e seus habitantes, e ela vem do Alto.

Criacionismo

terça-feira, 16 de junho de 2009

Beija-flor acelera mais do que caças militares

Pesquisadores descobriram que o voo do beija-flor da espécie Calypte anna durante o acasalamento é comparativamente mais rápido que um jato em potência máxima ou até um ônibus espacial voltando à atmosfera. Foi descoberto que o pássaro, nativo da América do Norte, faz uma volta durante o voo que chega a suportar 10 vezes a força da gravidade – um piloto de jato, por exemplo, não aguentaria essa força G sem desmaiar. A incrível aceleração do pássaro foi medida com o uso de câmeras de alta velocidade, que calcularam que o beija-flor macho, que tem apenas sete centímetros de comprimento, chegava a quase 93 km/h fazendo um “mergulho” no ar para impressionar as fêmeas.

A equipe da Universidade da Califórnia, que fez o estudo, afirma que o pássaro voa a 385 vezes o próprio tamanho por segundo, o que é mais rápido que um jato militar – que voa a 150 vezes o próprio tamanho, e um ônibus espacial, que voa a 207 vezes o próprio tamanho por segundo.

O fenômeno acontece quando o beija-flor está em época de acasalamento e uma fêmea chega em seu território. O macho então voa alto e faz um “mergulho” no ar. Quando chega ao fim do voo, quando tem sua maior velocidade, o pássaro produz um barulho alto com as asas do rabo, descrito como um “chio explosivo”.

(Hypescience)

sexta-feira, 6 de março de 2009

Encontrado tecido cerebral em peixe fóssil

Cientistas dos Estados Unidos e da França anunciaram a descoberta de um tecido cerebral de 300 milhões de anos [sic] – o mais antigo exemplar do tipo já encontrado. O tecido foi recuperado de uma bolha dentro da caixa craniana do fóssil de um precursor extinto das quimeras, conhecido como iniopterygian, e foi achado no Estado americano do Kansas. Em artigo na revista Proceedings of the National Academy of Science, os pesquisadores afirmaram que a descoberta abre um novo caminho para o estudo da evolução dos peixes e do desenvolvimento do cérebro em animais vertebrados.

“Até agora, os paleontologistas estudavam os formatos da cavidade craniana de fósseis para pesquisar a morfologia cerebral, pois nunca haviam encontrado ‘tecido mole’”, explicou Alan Pradel, do Museu Nacional de História Natural de Paris, e um dos autores do artigo.

Com a ajuda de técnicas de tomografia, cientistas do European Synchrotron Radiation Facility, em Grenoble, na França, criaram um modelo em 3D do que seria o cérebro do iniopterygian encontrado.

Segundo os cientistas, o órgão era simétrico e tinha dimensões milimétricas. Como ocorre em muitos vertebrados pouco desenvolvidos, o cérebro desse peixe parava de crescer, enquanto a caixa craniana continuava se expandindo.

Além disso, o cérebro também apresentava um grande lóbulo relacionado à visão e uma pequena secção destinada à audição. A presença de canais de audição em um plano horizontal também permitiu aos cientistas entender que o animal podia detectar movimentos laterais, mas não verticais.

O iniopterygian é um precursor das atuais quimeras, que por sua vez, são “parentes” [sic] dos tubarões e das arraias.

No início da era paleozoica, o peixe já apresentava características bastante peculiares, como o crânio gigante, dentes dispostos em fileiras, uma cauda “armada” com uma clava, e enormes nadadeiras peitorais dotadas de espinhos ou ganchos em suas pontas. A maioria tinha em média 15 cm de comprimento.

“Até hoje, não conhecíamos nada disso, e se trata de um animal realmente bizarro”, afirmou John Maisey, curador de paleontologia do Museu Americano de História Natural, em Nova York, e também autor do artigo.

“Mas agora sabemos que podemos procurar por mais cérebros em fósseis muito antigos e começar a entender melhor sobre eles”, disse Maisey. “A evolução cerebral é crucial na história dos vertebrados.”

(BBC Brasil)

Nota: O próprio fato de existir um cérebro com todas as suas complexidades (sinapses, neurônios, glândulas, etc.) há 300 milhões de anos (segundo a cronologia darwinista), já é algo impressionante. Note o que diz a reportagem: “No início da era paleozoica, o peixe já apresentava características bastante peculiares.” O início da era paleozoica compreende os períodos cambriano, ordoviciano, siluriano, etc., ou seja, é o “princípio” da vida multicelular. Como pode ter havido tempo para evolução de algo tão complexo quanto o cérebro, mesmo que de um animal como iniopterygian? Além disso, causa estranheza a preservação de tecido mole por tantos milhões de anos (a mesma estranheza causada pela descoberta de tecido mole de T-rex).[MB]

Fonte: Criacionista