terça-feira, 30 de setembro de 2008

Colapso financeiro: prenúncio da Nova Ordem Mundial


A crise financeira nos EUA está se intensificando cada vez mais e muitos países ao redor do mundo já começam a temer por uma repetição da recessão de 1929. Dois pontos desta crise podem torná-la ainda mais fatal. Primeiro, a repetição dos desdobramentos da crise de 1929 que acabaram por contribuir para a ascensão do nazismo na Alemanha na década seguinte. Explicando: se a crise atual for igual ou maior que a de 1929, o contexto sócio-político poderá ser propício para a ascensão da Nova Ordem Mundial. Bingo!

O segundo ponto é que a atual falta de líderes (estadistas) à altura para enfrentar essa crise (como destacou VEJA esta semana) pode contribuir para o fortalecimento da ala religiosa na política (Vaticano e a Direita Cristã nos EUA) e para o futuro aparecimento do anticristo no cenário mundial como grande "salvador da pátria"!

Saiba mais:
"FBI criará o maior banco de dados do mundo" (Leia aqui).
"A conspiração final" (Leia aqui).
"Juros, poder e a Nova Ordem Mundial" (Leia aqui).
"A crise final do apocalipse anunciada nos quadrinhos" (Leia aqui).

Fonte - Minuto Profético

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Bento XVI quer que política e religião andem juntas

Seria a Igreja Católica uma perdedora problemática, lutando por uma voz na Europa secular, ou uma força ainda poderosa, exercendo sua influência na lei européia através de governos de centro-direita? Essa questão, que vem se construindo ao longo do papado de três anos de Bento XVI, veio à tona em sua recente viagem à França.

Ainda assim, mesmo enquanto o Papa pedia discussões mais animadas sobre Igreja e Estado e mais diálogos inter-religiosos, ninguém, provavelmente nem mesmo no Vaticano, espera que a Europa renove sua devoção em breve. A presença nas igrejas é cada vez menor, assim como o número de padres.

E ninguém espera que a França subverta sua tão adotada doutrina de "laïecité”, a separação estrita entre igreja e estado, apesar da advertência do Papa de que o secularismo leva ao niilismo, e dos pedidos do presidente Nicolas Sarkozy por uma “laïecité mais positiva”.

Mas a insistência de Bento para que religião e política se “abram” uma à outra – juntamente a sua forte renovação, em Lourdes, da oposição da igreja a casais do mesmo sexo, comunhão a divorciados e eutanásia – envia uma mensagem clara: a Igreja não quer que a lei européia entre em divergências com seus ensinamentos, e ele quer que os católicos façam algum barulho em relação a isso. O Papa está buscando reconquistar a Europa, se não em números, pelo menos na mesa política.

“Vamos deixar claro, há leis na Europa que o Vaticano gostaria de alterar”, diz John L. Allen Jr., colunista do “National Catholic Reporter”. As advertências de Bento na França “não foram uma reflexão apolítica”, diz ele.

O Vaticano, Allen acrescenta, está preocupado com “uma progressiva secularização de instituições européias” que é “fortemente influenciada pelo modelo francês”.

Para começar, a legislação da União Européia proíbe a discriminação com base em orientação sexual. Num confronto em andamento na Inglaterra, orfanatos católicos disseram que terão de fechar as portas ou se desligar da Igreja caso sejam obrigados a entregar crianças a casais do mesmo sexo. A Espanha legalizou o casamento homossexual em 2005, seguindo os passos da Holanda e da Bélgica.

Alguns dizem que a visita do Papa pode encorajar os católicos a levantar a voz em oposição. A recepção ao Papa na França foi “encorajadora”, disse numa entrevista o reverendo Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano. O clima na França, segundo ele, indicou que “a Igreja tem uma contribuição a fazer, e é aceita e respeitada como uma força cultural e de compromisso moral”.

Bento viajou a França supostamente para o 150º aniversário de quando uma camponesa de 14 anos, Bernadette Soubirous, disse ter tido visões da Virgem Maria numa gruta de Lourdes – que neste ano deve atrair um recorde de 8 milhões de peregrinos.

Lourdes sempre foi exemplo de “um tipo de contracultura católica” e “do poder da fé sobre a ciência”, diz Ruth Harris, professora em Oxford e autora de “Lourdes: Corpo e Espírito na Era Secular” (Lourdes: Body and Spirit in the Secular Age). Ao longo dos anos, diz ela, a popularidade da cidade “se fortalece nesses períodos onde a república é vista como perseguidora da Igreja”.

Esse pode ser o caso hoje, quando alguns católicos devotos europeus se enxergam como uma minoria perseguida enfrentando uma hegemonia secular.

Sociologicamente, “acho que as viagens papais desempenham a mesma função das paradas de orgulho gay”, diz Allen. “Trata-se de um grupo que se vê como uma minoria que esteve, em sua visão, fechada por muito tempo, e quer levar isso às ruas e proclamar ‘Estamos aqui.’”

Em Paris, estima-se que 250 mil pessoas tenham aparecido para ver o Papa celebrar a missa na Esplanada dos Inválidos. E milhares de jovens esperaram durante horas para ouvir o papa falar na Catedral de Notre-Dame.

Na Europa atual, muitos católicos “sentem a necessidade de manifestações públicas de quem eles são, pois não podem confiar nas instituições da cultura para transmitir isso”, diz Allen.

Mas essa estratégia não convenceu os críticos. Reivindicar o status de vítima “é uma jogada clássica, uma hábil jogada retórica”, diz Paolo Flores d'Arcais, editor do jornal italiano de esquerda “MicroMega”, que argumentou em favor do ateísmo num debate público contra Bento, então Cardeal Joseph Ratzinger, em 2000.

Alguns consideram a Igreja similar à direita americana, que continua a pintar a si mesma como intrusa lutando contra uma cultura liberal dominante mesmo depois de oito anos de governo republicano.

França, Alemanha e Itália são governadas por coalizões de centro-direita amigas da Igreja. Na última primavera, a direita italiana realizou desafios sem precedentes à lei que legaliza os abortos – uma lei de 30 anos. Em 2005, a Itália passou uma lei restringindo a inseminação artificial.

“Então como você pode dizer que é a minoria oprimida?”, pergunta Flores. “Isso é loucura.”

Hoje, a Europa é amplamente definida em termos econômicos, e não culturais. É incerta a respeito de sua identidade, seus valores compartilhados, seu futuro. A visita do Papa mudará a conversa?

“Não acho que isso irá mudar porque o papa falou”, diz Mario Marazziti, porta-voz da Comunidade de Sant'Egidio, um grupo católico. Mas Bento claramente está de olho na Europa. “É interessante”, diz Marazziti. “Os dois não se entendem, mas falam um com o outro.”

Fonte: Portal G1

Fonte: Minuto Profético NOTA: Segundo o Dr. Marco Huaco (um dos principais defensores das liberdades laicas no Peru), a Igreja Católica sempre defendeu o conceito de Estado Confessional, onde o Estado "confessa determinadas crenças religiosas como únicas verdadeiras, responsabilizando-se por sua propagação e defesa oficial". Nos tempos modernos, porém, passou a defender uma "fórmula suavizada de confessionalidade", chamada de "confessionalidade histórico-sociológica" (para combater sutilmente o conceito moderno de Estado Laico), onde o Estado "privilegia uma [religião] em relação às outras por razões históricas (contribuição à identidade nacional) e sociológicas (ser maioria social)". Na verdade, desde o Concílio Vaticano II, a Igreja Católica passou a defender a coexistência de "um regime confessional ao lado do reconhecimento das liberdades religiosas". Por isso, tem orientado "seus bispos nacionais a reconhecerem e se pronunciarem claramente a favor da - antes injuriada - liberdade de culto, mas ao mesmo tempo não renuncia a que o Estado siga conservando sua confessionalidade", que pode ser "formal e substancial". "Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal" (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58).

domingo, 28 de setembro de 2008

Papel ecumênico de Maria

LOURDES, quinta-feira, 25 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A devoção à Virgem Maria tem um papel fundamental no diálogo ecumênico, no caminho rumo à unidade plena e visível entre os cristãos, afirmou o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos.
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De fato, admitiu o cardeal Kasper, «Lourdes é conhecida por seus milagres. Quem poderia imaginar, há 20 ou 30 anos, que católicos e anglicanos peregrinariam e rezariam juntos?».

«Para quem conhece os debates e as polêmicas do passado sobre Maria entre os católicos e os cristãos das igrejas não-católicas, para todos que conhecem as reservas do mundo não-católico com relação aos lugares marianos de peregrinação, para todas essas pessoas, o acontecimento de hoje, sem precedentes, é um milagre», sublinhou.

Segundo o cardeal Kasper, Maria é uma peça fundamental do movimento ecumênico, ainda que este tema «não é nem comum nem óbvio entre os ecumenistas».

A devoção a Maria é, recordou o purpurado, uma questão plenamente compartilhada com os ortodoxos, «mas também existia devoção mariana no tempo da Reforma».

«Lutero venerou Maria com fervor durante toda sua vida e a professava, com os Credos antigos e os concílios da Igreja do primeiro milênio, como Virgem e Mãe de Deus. Era crítico só com relação a algumas práticas, que considerava abusos e exageros – acrescentou. O mesmo aconteceu com os reformistas ingleses.»

A rejeição da doutrina sobre a Virgem Maria se produziu durante o Iluminismo, «em um espírito conhecido como ‘minimalismo mariológico’», explicou o cardeal Kasper.

Contudo, graças a «uma leitura e uma meditação renovada da Sagrada Escritura, observamos uma mudança lenta, mas decisiva», declarou, e citou várias declarações conjuntas entre católicos e luteranos, que tratam deste assunto.

«Maria não está ausente, mas presente no diálogo ecumênico. As Igrejas progrediram na aproximação sobre a doutrina de Nossa Senhora. Nossa Senhora já não nos divide, mas nos reconcilia e nos une em Cristo, seu Filho», acrescentou.
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Fonte - Zenit

Fonte: Diário da Profecia.

Nota Diário da Profecia: Como já afirmado aqui, o Prof. Azenilto Brito possui interessantes estudos sobre esta "ponte", uma de tantas, que a igreja romana tem estabelecido entre os mais diversos grupos. Chama a atenção apenas, que após o Papa BXVI ter afirmado que a ICAR é a única igreja verdadeira, ter afirmado que para união é necessário o reconhecimento do primado de Pedro e, nenhuma oposição visível tenha sido tomada, tudo leva a acreditar que também neste caso observaremos a mesma postura. E de tema em tema, apesar de não participar oficialmente de nenhum grupo ecumênico, embora todos incentive, o processo de retorno às origens continua.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A crise longe do fim

"O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça 'na caderneta' aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.


Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).


O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de 'emibiêi', decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.


Uns seis 'zécutivos' de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.


Esses adicionais instrumentos financeiros alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).


Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.


Até que alguém descobre que os bebuns da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia desmorona.''


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O pacote de US$ 700 bilhões lançado pelo governo dos EUA no final de semana é uma atitude desesperada para tentar estancar a atual crise financeira.


Na prática, o governo Bush pediu autorização ao Congresso para aumentar o endividamento federal de US$ 10,6 trilhões para US$ 11,3 trilhões. A diferença (US$ 700 bilhões) será usada para garantir os papéis podres (lastreados nas tais "cadernetas do seu Biu") criados na ciranda financeira.


O plano enviado aos congressistas não chega a ter três páginas. É de propósito, a fim de dar ampla liberdade ao secretário do Tesouro, o ex-chefe do banco Goldman Sachs Henry Paulson, para tomar outras medidas que julgar necessárias no decorrer do processo.


Um dos pontos que deve gerar muita polêmica é o fato de o projeto prever que o Tesouro não possa ser responsabilizado judicialmente (nem que a Justiça reveja decisões tomadas) caso algo de errado ocorra em algumas das operações que venham a ser realizadas.


É bem ao estilo que marcou a gestão George W. Bush desde seu início: muito poder e pouca imputabilidade.


Se aprovado como proposto, o pacote criará uma situação totalmente anacrônica. Paulson terá superpoderes para gerir um caos que pode levar meses, sendo que em 20 de janeiro de 2009 os EUA empossarão um novo presidente --que poderá trocá-lo imediatamente.


No domingo, Paulson foi rápido ao declarar que o plano vale também para bancos estrangeiros cujas subsidiárias estão presas no emaranhado do mercado norte-americano (fato que não estava previsto inicialmente). A declaração teve como alvo estimular os europeus a criar pacotes semelhantes em seus quintais, ampliando as chances de uma rápida recuperação do sistema de crédito. Mas Alemanha e Reino Unido já descartaram onerar seus contribuintes com endividamentos maiores.


A montanha russa dos mercados na semana passada, com desvalorizações seguidas de valorizações na casa dos dois dígitos (algo totalmente estapafúrdio), dá uma boa noção de quão perdidos todos continuam nesta crise, que está ainda muito longe do seu fim.


O pacote emergencial e a montanha de US$ 700 bilhões impressionam e devem ter um efeito tranqüilizador, pelo menos.


Mas também sinalizam o que vem por aí nos EUA: mais rombos em uma dívida trilionária a serem pagos por uma economia mais endividada, descapitalizada e totalmente viciada, para se movimentar, em créditos e financiamentos --que agora estão em falta.



Fonte: Folha Online


Nota: Mais profético impossível. Quer conferir? Leia os últimos capítulos do livro O Grande Conflito, de Ellen White.

O que acontece quando se bebe refrigerante


Primeiros 10 minutos: 10 colheres-de-chá de açúcar batem no seu corpo, o que significa: 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo porque o ácido fosfórico corta o gosto.

Passados 20 minutos: o nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura. (É muito para esse momento em particular.)

Passados 40 minutos: a absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sanguínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

Passados 45 minutos: o corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como a heroína.)

Passados 50 minutos: o ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.

Passados 60 minutos: as propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, dos quais seus ossos precisariam. Conforme a onda abaixa, você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas que farão falta ao seu organismo.

Pense nisso antes de beber refrigerantes. Prefira sucos naturais. Seu corpo agradece!

Fonte: Criacionista
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

O Vaticano e o Sábado

CIDADE DO VATICANO, - O papa Bento XVI chamou à ordem o Caminho neo-catecumenal, movimento da igreja católica fundado pelo espanhol Kiko Argüello, e pediu que abandone suas práticas "inovadoras".

O Papa considera que estas práticas, como celebrar missa no sábado, comungar à mesa e permitir a pregação por leigos não estão de acordo com as regras litúrgias da Igreja, e que este movimento deve cumpri-las se quiser ser plenamente reconhecido pelo Vaticano.
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O Papa lembra que "o dia do Senhor é o domingo", e não o sábado, e que "pelo menos um domingo por mês" eles devem participar da missa de sua paróquia junto com os demais fiéis.
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Fonte - UOL

Nota DDP: Chegará o tempo que, para ser plenamente reonhecido pelo Vaticano, os joelhos deverão ser dobrados a Baal e reconhecer-se que "o dia do Senhor é o domingo".

Fonte: Diário da Profecia.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O que a Bíblia diz sobre a oração?

Orar é conversar com Deus. A Bíblia diz em

Salmos 4:3 “Sabei que o Senhor separou para si aquele que é piedoso; o Senhor me ouve quando eu clamo a ele.”


A oração é um grande privilégio. A Bíblia diz em

Hebreus 4:16 “Cheguemo-nos, pois, confiadamente ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.”


Deus é acessível. A Bíblia diz em

Salmos 65:2 “Ó tu que ouves a oração! a ti virá toda a carne.”


Está Deus disposto a escutar e responder às nossas orações? A Bíblia diz em

Mateus 7:11 “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhas pedirem?”


Sob que condições nos prometeu Deus dar as bênçãos que necessitamos? A Bíblia diz em

Mateus 7:7-8 “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede, recebe; e quem busca, acha; e ao que bate, abrir-se-lhe-á.”


Uma das coisas que deveríamos pedir a Deus é sabedoria. A Bíblia diz em

Tiago 1:5-8 “Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, não duvidando; pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa, homem vacilante que é, e inconstante em todos os seus caminhos.”


Que diz o salmista sobre as ocasiões quando o Senhor não ouve uma oração? A Bíblia diz em

Salmos 66:18-19 “Se eu tivesse guardado iniqüidade no meu coração, o Senhor não me teria ouvido; mas, na verdade, Deus me ouviu; tem atendido à voz da minha oração.”


Alguma vez Deus recusa-se a responder uma oração? A Bíblia diz em

Provérbios 28:9 “O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração é abominável.”


Em que nome devemos orar? A Bíblia diz em

João 14:13-14 “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.”


Não se esqueça de agradecer a Deus por responder às nossas orações. A Bíblia diz em

Filipenses 4:6 “Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças.”


Quão freqüentemente devemos orar? A Bíblia diz em

Efésios 6:18 “Com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, por todos os santos.”

A Bíblia diz em

1 Tessalonicenses 5:17 “Orai sem cessar.”


Às vezes Deus responde às nossas orações antes de orarmos. A Bíblia diz em

Isaías 65:24 “E acontecerá que, antes de clamarem eles, eu responderei; e estando eles ainda falando, eu os ouvirei.”


Às vezes Deus diz ‘não’ aos nossos pedidos de oração. A Bíblia diz em

2 Coríntios 12:8-9 “Acerca do qual três vezes roguei ao Senhor que o afastasse de mim; e ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo.”


Às vezes Deus responde às nossas orações dizendo, ‘Espera’. A Bíblia diz em

Salmos 37:7 “Descansa no Senhor, e espera nele.”


A habilidade de Deus em ajudar-nos não tem limite. A Bíblia diz em

Efésios 3:20 “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera.”


Quão completamente prometeu Deus suprir as nossas necessidades? A Bíblia diz em

Filipenses 4:19 “Meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus.”



Sob que condições diz Jesus que Ele responderá aos nossos pedidos de oração? A Bíblia diz em

Marcos 11:24 “Por isso vos digo que tudo o que pedirdes em oração, crede que o recebereis, e tê-lo-eis.”


Que pedidos podemos confiar que Deus ouvirá? A Bíblia diz em

1 João 5:14-15 “E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. e, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido.”


Como sei sobre que orar? A Bíblia diz em

Romanos 8:26-27 “Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do Espírito: que ele, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos.”

A Bíblia dá-nos um modelo de oração. A Bíblia diz em

Mateus 6:9-13 “Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém.]”

Devemos direcionar nossas orações a quem?

João 14:13-14 E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.

Não devemos orar em repetições, Deus não é surdo. A Bíblia diz em:

Mateus 6:7-8 “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.”


Devemos direcionar nossas orações(pedidos, agradecimentos) ao Pai e no final da oração pedir me nome de Jesus. Ou seja, você estará orando como se fosse o próprio Cristo, em Seu nome. Somente através de seu sangue fomos comprados novamente para Deus. Temos uma porta berta direta com o céu, só nos basta em oração entrar em contato direto ao trono de Deus.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

É o fim do capitalismo nos Estados Unidos?


O pacote de resgate que o governo dos Estados Unidos está preparando, o qual deve disponibilizar entre US$ 750 bilhões e US$ 1 trilhão, já gera dúvidas quanto ao curto prazo, bem como inquietações de cunho mais filosófico. O dinheiro que será injetado no mercado pelo Tesouro americano estará comprometido não apenas com a salvação de entidades financeiras, mas também com a compra de pequenos créditos hipotecários não pagos ou de alto risco - os ditos "papéis podres".

Uma das primeiras e mais importantes teses sobre esta crise foi formulada na semana passada pelo prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz ao assinalar que a intervenção do estado em semelhante escala viola todas as regras do capitalismo.

Segundo explica o professor da Universidade de Columbia, Wall Street, entre a euforia e o otimismo, entrou desde quinta-feira passada num estado de tremenda confusão. Para o intelectual, a "nacionalização" da seguradora AIG - por US$ 85 bilhões - não apenas desrespeita todos os princípios da economia de livre mercado, como altera as mais básicas regras do jogo de Wall Street. Além disso, a intervenção começou a enviar sinais confusos a um mercado em crise, pois o dinheiro do Tesouro foi parar justamente nas mãos daqueles que tomaram as piores decisões econômicas. Basta pensar, por exemplo, numa corrida em que os premiados não são os que primeiros que cruzam a linha de chegada, mas aqueles que ficaram pelo caminho.
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A pergunta é: quão distante do capitalismo ortodoxo nos deixará o novo pacote econômico? Ou, imaginando as palavras de um investidor aterrorizado: terminou para sempre a era do capitalismo selvagem dos Estados Unidos?

Fonte - Terra Magazine

Nota DDP:
Em alinhamento às considerações alinhavadas no post anterior neste tema, estamos diante da virada de uma enorme página da história. Muito provavelmente, a última.

É ao tempo da apostasia nacional, quando, agindo segundo os métodos de Satanás, os governantes da Terra se enfileirarem ao lado do homem do pecado - é então que a medida da culpa se encherá; a apostasia nacional é o sinal para a ruína da nação. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 373. (Eventos Finais - Pág. 134)

Antes de cairem definitivamente, os EUA se alinharão com preceitos que contradizem as premissas estabelecidas por seus fundadores, esta apostasia nacional é que deverá ser a pá de cal para a ruína profetisada. Ao que tudo indica, estamos caminhando a passos largos para esta realidade.

Fonte: Diário da Profecia

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

domingo, 21 de setembro de 2008

Encontro de bispos e candidatos nos EUA


Nova York, 20 set (RV) - Num gesto inédito, a Conferência Episcopal dos Estados Unidos convidou os dois principais candidatos às eleições presidenciais americanas, John McCain e Barak Obama, a encontrar-se com um grupo de bispos para expor suas idéias e discutir sobre os temas principais desta campanha eleitoral.

O anúncio foi feito ao “Wall Street Journal” por dom William F. Murphy, presidente da Comissão episcopal nacional para a justiça e o desenvolvimento humano. Ele sugere que participem dos encontros cinco bispos presidentes de Comissões Episcopais. Até agora, nenhum dos dois candidatos respondeu ao convite, apresentado no mês de agosto.

Caso se realizem, os encontros (a portas fechadas) devem abranger temas 'quentes' do debate político dos últimos meses, como aborto, imigração, política exterior, educação e mídia. Os bispos têm afirmado publicamente a posição da Igreja, por exemplo, no caso do aborto.

Entretanto, ao aproximar-se do voto, as dioceses de todo o país estão fazendo grandes esforços para explicar corretamente aos eleitores a doutrina social da Igreja, com o objetivo de preparar os fiéis católicos a um voto consciente. (CM)

Fonte: Rádio Vaticano

Nota: Encontramos no cenário atual, uma grande vontade de se juntar novamente o poder político e religioso, mas sabemos muito bem no que esta combinação dá. O tempo está próximo...

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Abertura do comércio aos domingos

A Assembléia Legislativa do Espírito Santo aprovou no último dia 9 a Lei que proíbe a abertura do comércio aos domingos. "Para entrar em vigor, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Paulo Hartung (PMDB), mas antes será analisado pela Procuradoria Geral do Estado", publicou o site da Força Sindical. Já na cidade de Teresina e de Manaus, foram sancionadas, recentemente, leis que favorecem a abertura do comércio aos domingos.

NOTA: De um lado, a avidez da Igreja Católica (e suas diversas filhas protestantes) em promover o domingo como "dia da família" (ela é capaz de buscar parceiros ainda que estejam imbuídos de outras motivações, como é o caso dos sindicatos que se preocupam apenas com as causas trabalhistas, mas fecham com a Igreja Católica quando o assunto é descanso aos domingos). Por outro lado, os comerciantes (sempre buscando mais lucros) e a sociedade, que já se acostumou a consumir também aos domingos. Do ponto de vista religioso, o sábado é o verdadeiro dia da família e do repouso. E do ponto de vista comercial, essa guerra de interesses poderia ter um final feliz para todos, inclusive para a Liberdade Religiosa. Explico: os guardadores do sábado geralmente são penalizados em não poder trabalhar no comércio justamente porque os proprietários não tem opção (ou, às vezes, não querem mesmo abrir mão) de escalas facultativas (leia-se: aos domingos). Outro exemplo: no Brasil os donos de postos de combustível são obrigados a abrir aos sábados. Como, então, um empresário guardador do sábado poderia entrar nesse ramo? Acho isso uma franca violação da Liberdade Religiosa...

Saiba mais:

* "Defendemos um dia comum de descanso" (Leia aqui).
* "Igreja Católica, Liberdade e Estado Laico" (Leia aqui).
* "O grande debate final da história humana" (Leia aqui).
* "O sábado do sétimo dia" (Assista aqui).

Fonte: Minuto Profético

Aposentada é agredida por pastor

A dona de casa Ana Jorge Siqueira, 68, moradora de Piracanjuba, a 85 km de Goiânia, acusa um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus de agredi-la durante “sessão de descarrego”. Segundo ela, o crime aconteceu domingo (14), durante culto. Inconformada com os hematomas no rosto, ela procurou ontem a delegacia de polícia da cidade. Inquérito foi aberto para apurar o caso. O pastor, identificado apenas por Rone, teria intencionalmente jogado a idosa no chão. O pastor deve ser ouvido hoje pela polícia.

fonte: Diário da Manhã

Nota: Está não é a primeira vez que isso acontece em Goiânia, infelizmente uma jovem morreu durante uma sessão de descarrego, vítima de traumatismo craniano ao cair do altar. Não estou lembrado que na Bíblia encontramos os apóstolos agredindo pessoas para expulsar demônios, pelo que sei, não era necessário nem se tocar na pessoa, somente pela sombra ou por palavras eram expulsos os demônios, que diferença pra hoje, ou será que os demônios ficaram teimosos e só saem agora na base da agressão?

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Profecia Assustadora....

Esta profecia de Apocalipse se aplica ao tempo do fim, muitas coisas serão reveladas no tempo do fim, podemos observar uma das hipóteses neste vídeo abaixo. Mas uma coisa é certa, isso irá acontecer e será revelada no tempo certo.

O mandamento esquecido

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Crise nos EUA derruba bolsas em todo o mundo

A intensificação dos problemas bancários nos Estados Unidos com pedido de concordata feito nesta segunda-feira pelo Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos americano, provocou quedas generalizadas nas principais bolsas de valores de todo o mundo nesta segunda-feira. Também nesta segunda-feira, o Bank of America anunciou ter acertado a fusão com o banco de investimentos Merrill Lynch, em um negócio de cerca de US$ 50 bilhões que reforçou o tom pessimista a respeito da crise nos Estados Unidos. O Lehman Brothers e o Merrill Lynch, duas instituições-símbolo de Wall Street, vinham sofrendo prejuízos bilionários desde o ano passado com o aumento da inadimplência das pessoas que contraíram dívidas imobiliárias.

Além disso, de acordo com o jornal The New York Times, uma das maiores seguradoras do mundo, a americana AIG, está tentando obter uma ajuda de cerca de US$ 40 bilhões do Fed, o Banco Central americano, para manter suas operações.

Na Europa, o índice FTSE da bolsa de Londres encerrou o dia em -3,92%; em Paris, o Cac fechou em -3,78% e, em Frankfurt, o Dax terminou a segunda-feira em -2,74%.

Na Ásia, à exceção de China, Japão, Hong Kong e Coréia do Sul - onde o mercado não funcionou por conta de um feriado - as bolsas fecharam com fortes quedas. ...

(BBC Brasil)

Nota: Isso mostra que a locomotiva norte-americana começa a apresentar sinais de fraqueza. Com a globalização e a interligação dos mercados, uma crise global sem precedentes não é assunto de ficção. É, na verdade, profético. Confira no livro Eventos Finais, p. 134.

fonte: Criacionismo