quarta-feira, 4 de maio de 2011

Escolhas Certas

O que você quer? Peça e Eu lhe darei. 1 Reis 3:5, Bíblia Viva


Desde o momento em que nos levantamos até o fim do dia, milhares de escolhas são feitas. Muitas delas não estão relacionadas ao conceito de certo e errado. Exemplo: O que vou comer em meu desjejum? Que roupa vou usar hoje? Internato ou externato? Filipe ou Marcelo? Bia ou Mariana? Vou caminhar no parque ou vou ao shopping? Considere, na hora de comprar, a variedade de produtos à sua disposição: você tem 36 tipos de cremes dentais, 100 marcas de iogurtes, milhares de DVDs, 200 tipos de celulares...


Outras escolhas terão que ser feitas com mais calma. São aquelas que têm impacto e consequências em nosso futuro: Que curso vou fazer: fisioterapia, medicina ou comunicação? Que emprego vou aceitar? Com quem vou me casar? Onde vamos morar? Que impacto essa escolha terá em minha vida a curto prazo? E a longo prazo? E sobre aqueles que dependem de mim?


Ninguém ignora a importância de uma escolha, porque quando alguém está dizendo “sim” para uma coisa, está dizendo “não” para muitas outras. E as escolhas mais difíceis não são entre o bom e o ruim, mas entre o bom e o melhor.


Podemos fazer algumas escolhas erradas e sobreviver: escolher o trabalho errado, a cidade errada onde morar, o carro errado e até o cônjuge errado (o que seria um desastre).


Antes de escolher, procure levar em conta alguns itens:


1. Não adie a escolha. Há pessoas que costumam adiar ao máximo a tomada de decisões. Vão além do tempo regulamentar e da prorrogação. A indecisão crônica desgasta não somente o indeciso, mas também aqueles que o cercam ou dependem dele.


2. Veja as circunstâncias. Aceite que não há coincidências. Deus está no controle de sua vida e usa cada incidente para dirigir e orientar seus passos. Às vezes, um telefonema, um dinheiro que surge, uma breve conversa informal podem servir de indicação da escolha a ser tomada.


3. Busque conselho. Não despreze a sabedoria dos mais experientes. Pais, professores, líderes, amigos que torcem por você podem ajudar muito. Quem sabe já enfrentaram a mesma situação antes e podem dar uma palavra de conselho.


A atitude de entrega e submissão nos dará tranquilidade e confiança no Deus que diz: “Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; Eu o aconselharei e cuidarei de você” (Sl 32:8).

domingo, 1 de maio de 2011

O manto de Elias e Eliseu


Casa Publicadora Brasileira – Lição 622011

VERSO PARA MEMORIZAR: “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte” (2 Coríntios 7:10).

Leitura para o estudo desta semana: 1Rs 19:1-19; 2Sm 10:3, 4; Ez 16:15, 16; 1Rs 21:21-29; 2 Rs 2:1-18

Poucos personagens bíblicos tiveram uma existência mais agitada do que o profeta Elias. Que história incrível de fé, de provação e do irresistível poder de Deus neste mundo!


Hoje, pelo menos no judaísmo, ele ainda se destaca. De fato, na tradição judaica, ele tem sido mais exaltado do que, talvez, qualquer outra figura bíblica.


A cada Páscoa, por exemplo, um copo especial cheio de vinho é colocado sobre a mesa. Durante a Páscoa, a porta da casa é aberta, e todos se colocam em pé para permitir que o profeta Elias entre e beba. Nas circuncisões, uma cadeira, “a cadeira de Elias”, é reservada como parte da cerimônia. Além disso, no fim do sábado, os judeus cantam sobre Elias, esperando que ele venha “rapidamente, em nossos dias… juntamente com o Messias, filho de Davi, para nos redimir”.


No pensamento judaico, um exemplo da preeminência de Elias é encontrado no Evangelho de Mateus, quando Pedro disse que alguns pensavam que o próprio Jesus fosse Elias (Mt 16:14).


Nesta semana, vamos descobrir quais lições espirituais podemos tirar de Elias e do manto que ele usava.



“Uma voz tranquila e suave”

A vida de Elias, registrada em 1 Reis e 2 Reis, inclui exemplos em que ele enfrentou corajosamente as ameaças dos reis contra sua vida. Houve, contudo, uma notável exceção, o momento em que, assustado com as ameaças de uma sórdida rainha, ele fugiu para salvar a vida.


Em 1 Reis 18, ele pediu que descesse fogo do Céu sobre o Monte Carmelo, fez com que os profetas de Baal fossem mortos e advertiu Acabe sobre a chuva que se aproximava. O poder do Senhor veio sobre ele, e depois que ele prendeu seu manto no cinto, correu a distância de 32 quilômetros à frente de Acabe, até Jezreel.


No capítulo seguinte, todavia, esse mesmo homem de Deus aparece sob uma luz inteiramente nova.

1. Que lições podemos tirar de 1 Reis 19:1-4, sobre o efeito das dificuldades da vida nas emoções e ações dos servos de Deus?


O Senhor, porém, não havia rejeitado Elias, nem mesmo depois de sua oração bastante desesperada e triste. Ele ainda deu a Elias poderosa evidência de Seu amor por ele e de Seu interesse na vida do profeta.

2. Em 1 Reis 19:5-19, por que Elias envolveu seu rosto com o manto?


É fascinante que, embora Elias tenha visto o grande vento, o terremoto e o fogo, nenhuma dessas coisas fez com que ele envolvesse o rosto no manto. Somente a presença do Senhor em uma voz “tranquila e suave”, trouxe a ele essa resposta, uma resposta de temor, respeito e autoproteção.


Elias precisava aprender que, embora aquelas forças fossem poderosas e impressionantes, elas não retratavam em si mesmas a verdadeira imagem do Espírito de Deus. Elias ouviu a voz do Senhor de forma calma e delicada, lhe dizendo o que fazer, e foi a essa voz que ele obedeceu.

Como podemos aprender a reconhecer a voz do Senhor falando conosco? Mais importante, porém, é esta pergunta: Você obedece ao que ouve, ou você abafa essa “voz tranquila e suave” que fala ao seu coração? O que sua resposta diz sobre você?


A troca de vestimentas

Após a magnífica demonstração do poder de Deus no Monte Carmelo, Elias reclamou que ele era o único que permanecia amando o Senhor. Parece que Deus ignorou a lamentação de Elias, mas quando ele terminou sua fala, o Senhor lhe deu instruções: ele deveria ungir dois reis e Eliseu.


Seguindo a orientação do Senhor, de encontrar um sucessor, Elias partiu para a fazenda de Safate, pai de Eliseu, e encontrou Eliseu lavrando com bois. Talvez Elias tivesse acenado para Eliseu, para obter sua atenção, e Eliseu tenha parado seu trabalho e esperado para ouvir a mensagem de Elias.

3. Como o chamado de Eliseu foi revelado ali no campo, em 1 Reis 19:19?


Não são reveladas as palavras exatas de Elias, nem a resposta de Eliseu ao chamado de Elias, mas sabemos que ele respondeu positivamente. Naquele momento, Elias lançou seu manto, símbolo de suas responsabilidades como servo de Deus, sobre os ombros de Eliseu (leia Nm 20:28). O simbolismo é muito óbvio. Eliseu recebeu, então, um chamado sagrado.


Em outros incidentes da Bíblia, um manto (ou capa ou alguma vestimenta semelhante), nem sempre foi usado como indicação do chamado de Deus para servi-Lo.

4. Leia Jó 1:20; Sl 109:29; Jd 22, 23; 2Sm 10:3, 4; Ez 16:15, 16. Como a ideia de “manto” é usada nos versos acima?


O manto de Elias significava devoção, comprometimento e dedicação. “Quando Elias, divinamente dirigido na busca de um sucessor, passou pelo campo que Eliseu estava arando, lançou sobre os ombros do jovem o manto da consagração. Durante a fome, a família de Safate se havia relacionado com a obra e missão de Elias; e então, o Espírito de Deus impressionou o coração de Eliseu quanto ao significado do ato do profeta. Isso foi para ele o sinal de que Deus o havia chamado para ser o sucessor de Elias” (Ellen G. White,Profetas e Reis, p. 219, 220).

Pense como um único objeto pode ter boas e más conotações, dependendo de como é usado. O que você está fazendo com as coisas na sua vida? Que tipo de significados você está lhes dando, por suas ações? O que elas têm simbolizado para você, e por quê?


O uso de pano de saco

Nas narrativas de Elias, o vestuário entra em cena também com outros personagens. Acabe, rei de Israel, queria comprar uma vinha que ficava ao lado do palácio. Ela pertencia a Nabote, o jezreelita. Quando Nabote se recusou a vendê-la, e Jezabel ouviu falar no assunto, ela se enfureceu e de forma astuta planejou uma conspiração para a morte de Nabote. Após esse crime, Acabe tomou posse da vinha. Mal sabia ele que Elias tinha sido instruído para encontrá-lo ali.


“Diga-lhe: Assim diz o Senhor: Você assassinou um homem e ainda se apossou de sua propriedade? E acrescentou: Assim diz o Senhor: No local onde os cães lamberam o sangue de Nabote, lamberão também o seu sangue; isso mesmo, o seu sangue!” (1Rs 21:19, NVI).


A missão de Elias, de enfrentar Acabe acerca de várias questões sérias deve ter produzido uma grande quantidade de estresse, mas, pelo menos nessa situação, ele parecia forte e disposto a seguir as instruções de seu Senhor, embora soubesse que sua vida poderia estar em perigo. Agora, ele deveria dizer a Acabe quais eram as denúncias que o Senhor havia pronunciado sobre ele, além daquela sobre os cães lambendo seu sangue.

5. Como devemos entender a resposta de Acabe em 1 Reis 21:21-29, especialmente tendo em conta o que esses versos dizem sobre o tipo de homem que ele era?

Quando Acabe ouviu essas palavras, ele se apresentou ao Senhor de uma forma extremamente humilde (1Rs 21:27), inclusive rasgando suas roupas, vestindo pano de saco, e até se recusando a comer. O restante do capítulo sugere que seu arrependimento e humildade devem ter sido verdadeiros. Rasgar o manto, um ato comum na época para representar horror e tristeza, revelou que ele realmente aceitou a verdade do que Elias lhe disse. O texto não diz qual foi a profundidade e a duração desse arrependimento; o que diz é que o ato de rasgar o manto revelou a sinceridade de seu coração naquele momento.

Qual é a mensagem de Paulo em 2 Coríntios 7:10 (leia também o contexto do verso). Como podemos aplicar essa advertência à nossa vida?


O arrebatamento de Elias

P odemos dizer muitas coisas sobre Elias, mas, de qualquer maneira, devemos reconhecer que sua experiência foi interessante e dramática (embora, sem dúvida, ele esteja mais alegre hoje, após o arrebatamento). Em 2 Reis, capítulo 1, é contada uma história fascinante que leva a outra ainda mais fascinante no capítulo seguinte. Se pudesse ser dito que alguém, para usar o clichê, “saiu de forma gloriosa”, esse foi Elias.

6. Leia 2 Reis 2:1-18 e responda às seguintes perguntas:


A. Que razões Eliseu pode ter tido para não querer se separar de Elias, apesar dos três pedidos do mestre para que ele fizesse exatamente isso?
B. Por que Eliseu rasgou suas vestes nessa ocasião? Foi uma expressão de lamentação, ou outra coisa?


Sem dúvida, a resposta de Eliseu foi de entusiasmo e gratidão extremos. Ele viu o carro e os cavalos. Sim, ele teria uma porção dobrada do poder de Elias. Embora geralmente rasgar as vestes significasse tristeza, naquele momento Eliseu pode ter sido tão dominado que rasgou as roupas em gratidão. Ele tinha nas mãos o manto de Elias. O ato de rasgar suas vestes também poderia ter sido um símbolo de se livrar de sua própria roupa e vestir a roupa de Elias.


Na primeira vez em que Elias lançou seu manto sobre o lavrador Eliseu, ambos sabiam que esse ato simbolizava um chamado a trabalhar para Deus (embora Eliseu provavelmente o tenha devolvido a Elias, em algum momento). Eliseu agora tinha essa veste especial em sua posse, significando que ele deveria exercer as responsabilidades de liderança como Elias havia feito.


Examine também o pedido de Eliseu ao seu mestre (o que esse pedido traz à sua lembrança?). As palavras de Eliseu revelam algo do seu caráter, mostrando que ele era um sucessor digno de usar o manto do grande profeta que estava para “ser levado” deste mundo.


Que quadro mais amplo da existência essa história nos apresenta? Isto é, quantas vezes temos a tendência de manter uma estreita visão materialista do mundo, esquecendo a realidade sempre presente do reino sobrenatural, que existe também neste mundo e que interage conosco?


O manto de Eliseu

Então, [Eliseu] levantou o manto que Elias lhe deixara cair e, voltando-se, pôs-se à borda do Jordão. Tomou o manto que Elias lhe deixara cair, feriu as águas e disse: Onde está o Senhor, Deus de Elias? Quando feriu ele as águas, elas se dividiram para um e outro lado, e Eliseu passou” (2Rs 2:13, 14).

7. Sobre qual história o texto acima nos faz pensar? Que importante simbolismo é visto ali?


8. Leia 2 Reis 2:15-18. Tente se colocar no lugar desses profetas de Jericó. Por que eles tentaram encontrar Elias, mesmo sabendo que ele havia sido levado?


A partir dos versos anteriores, é evidente que os profetas sabiam que Elias seria arrebatado. O texto não diz se eles próprios viram o evento. Em certo sentido, isso não importa muito, porque eles sabiam que o “Espírito do Senhor” o havia levado. Para onde, entretanto, era outra questão. Por alguma razão eles acreditaram que Elias ainda podia ser encontrado “em algum monte ou em algum vale” (v. 16, NVI). Talvez, despreparados para a ideia de alguém ser levado para o Céu dessa forma, eles imaginaram que o Senhor tivesse feito algo diferente com Elias. E apesar das palavras de Eliseu para que não se preocupassem tentando encontrá-lo, eles insistiram nisso, de todas as formas. Só então, possivelmente, depois que o procuraram e não encontraram, eles tenham percebido o que aconteceu. No entanto, mesmo assim, houve espaço para dúvidas. Será que o Senhor o colocou em algum monte ou vale que eles ainda não tinham verificado?


No fim, não importam as experiências nem os milagres que temos visto, ainda precisamos exercer fé, ou então, mais cedo ou mais tarde, a dúvida irá se insinuar e desafiar seriamente nossa experiência cristã.

Pense sobre alguma experiência poderosa que você teve com o Senhor. Sem dúvida, no momento e logo após, sua fé estava forte. Com o tempo, no entanto, o que aconteceu, especialmente à medida que a própria experiência começou a desaparecer no fluxo do tempo? Assim, por que é importante que você, diariamente, faça as coisas que podem ajudá-lo a a fortalecer sua fé?


Estudo adicional

Leia de Ellen G. White, Patriarcas e Profetas , p. 88, “Sete e Enoque”; Profetas e Reis, p. 155-189, “De Jezreel a Horebe”, “Que Fazes Aqui?” e “No Espírito e Virtude de Elias”.

Elias, que fora trasladado ao Céu sem ver a morte, representa os que estarão vivos na Terra por ocasião da segunda vinda de Cristo, e que serão “transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta”; quando “isto que é mortal se revestir da imortalidade” e “isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade” (1Co 15:51-54, RC). Jesus estava revestido da luz do Céu, como há de aparecer quando vier a “segunda vez, sem pecado,... para salvação”; pois virá “na glória de Seu Pai, com os santos anjos” (Hb 9:28; Mc 8:38; Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 422).

Perguntas para reflexão:
1. Na prática, quais são as coisas que podemos fazer para ouvir a “voz tranquila e suave”? Entre as coisas que fazemos, quais tornam isso difícil, se não impossível? Como o pecado intencional, em grande medida, nos torna “surdos”, por assim dizer?
2. Quando você sente que o desespero e o desânimo são quase maiores do que sua capacidade de suportar, como você sabe que o Senhor está cuidando de você?
3. O manto de Elias simbolizava a sucessão de seu ministério por meio de Eliseu. Como podemos ter certeza de que “entregaram o manto” para as pessoas certas na igreja? Podemos saber?
4. Leia 2 Coríntios 7:10. O que é o verdadeiro arrependimento? Em contraste com isso, será que precisamos nos arrepender do nosso tipo de arrependimento?

Respostas sugestivas:
1: Elias derrotou os profetas de Baal, mas temeu Jezabel; os servos de Deus têm momentos de decepção.
2: Porque reconheceu na brisa suave a voz do Deus que lhe havia provido alimento, água e força, e que acalmou seu coração.
3: Elias passou por Eliseu e lançou seu manto sobre ele. O manto simbolizava o ministério ao qual Deus o chamava.
4: Sinal de lamentação; confusão e vergonha; contaminação e pecado; hostilidade: Hanum; idolatria e prostituição.
5: Acabe se humilhou, “rasgou as vestes, se cobriu de pano de saco, jejuou e andava cabisbaixo”.
6: Aquele era um momento crucial em seu preparo para a obra; tristeza pela separação e alegria pelo poder de Deus.
7: Travessia do Jordão e do Mar Vermelho. Na volta de Jesus, atravessaremos o “Jordão”.
8: Talvez por não terem visto a ascensão de Elias, e porque o milagre fosse grande demais; e até por falta de fé.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Pecado é sempre pecado

A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos. Sal. 19:7 e 8.

A Professora Christina Sommers escreveu um artigo intitulado "Ética sem virtude", no qual critica o modo como ética e valores são ensinados em faculdades americanas. Sugere que há muito debate sobre questões sociais complicadas, onde uma opinião parece tão boa como a outra, mas quase não há instruções sobre decência pessoal, responsabilidade e honra.

Uma das colegas de Sommer, que também é professora de ética, não gostou dessa interpretação. E insistiu que o que realmente importava era o combate à injustiça social. No fim do semestre, porém, essa professora entrou no escritório de Sommers com uma pilha de exames.

"O que aconteceu?" perguntou Sommers.

A colega respondeu com um lamento: "Eles foram desonestos na prova final de justiça social, um exame para ser feito em casa. Plagiaram todo o material!" Os estudantes copiaram material de outras fontes para obter aprovação em ética! E a colega de Sommers, agora, queria subsídios sobre decência pessoal, para ajudar os alunos a colocar a lei no coração.

Não somos nós quem definimos o certo e o errado. A lei de Deus é o padrão objetivo e absoluto de moralidade. Ela define o que é pecado. Como declara o apóstolo João, "todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei." I João 3:4.

Algumas pessoas justificam ter um caso fora do casamento, dizendo: "Isso é assunto meu." Outros defendem o roubo no local de trabalho alegando estar "pegando o que lhes é devido". Outros, ainda, não vêm nada de mais em difamar pessoas, ou "fofocar". Mas quebrar a lei de Deus sempre será pecado. Deus ainda tem um padrão, e não adapta Sua lei aos nossos padrões pessoais. Por Sua graça, Ele nos convida a adaptar-nos aos Seus.

domingo, 24 de abril de 2011

O significado do Batismo


Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e ressurreição de Jesus Cristo, e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida. Assim reconhecemos a Cristo como Senhor e Salvador, tornamo-nos Seu povo e somos aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo é um símbolo de nossa união com Cristo, do perdão de nossos pecados e de nosso recebimento do Espírito Santo. É por imersão na água e depende de uma afirmação da fé em Jesus e da evidência de arrependimento do pecado. Segue-se à instrução na Escrituras Sagradas e à aceitação de seus ensinos.

Razões Bíblicas
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Mat. 3:13-16; Então Jesus veio da Galiléia ao Jordão para ser batizado por João.
João, porém, tentou impedi-lo, dizendo: “Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?” Respondeu Jesus: “Deixe assim por enquanto; convém que assim façamos, para cumprir toda a justiça”. E João concordou. Assim que Jesus foi batizado, saiu da água. Naquele momento o céu se abriu, e ele viu o Espírito de Deus descendo como pomba e pousando sobre ele.


Mateus 28:19 e 20; Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.

Atos 2:38; Pedro respondeu: Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo.

Atos 16:30-33; Então levou-os para fora e perguntou: “Senhores, que devo fazer para ser salvo?” Eles responderam: “Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa”. E pregaram a palavra de Deus, a ele e a todos os de sua casa. Naquela mesma hora da noite o carcereiro lavou as feridas deles; em seguida, ele e todos os seus foram batizados.

Atos 22:16; E agora, que está esperando? Levante-se, seja batizado e lave os seus pecados, invocando o nome dele”.

Romanos 6:1-6; Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele? Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não mais sejamos escravos do pecado;

Gálatas 3:27; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes.

I Coríntios 12:13; Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.

I Pedro 3:21; a qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo;


Evangelho segundo o Twitter

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Evolução se sobrepõe à arqueologia para explicar roupa

Como traçar a evolução dos piolhos poderia ajudar a entender a cultura humana? Bom, foi assim que pesquisadores da Universidade da Flórida descobriram [sic] que os seres humanos começaram a usar roupas aproximadamente 170 mil anos atrás [segundo a cronologia evolucionista], a fim de migrar para fora da África. Em 2003, um geneticista alemão conduziu um estudo sobre piolhos que concluiu que os seres humanos começaram [o correto seria “teriam começado”] a usar roupas aproximadamente 107 mil anos atrás. Agora, os pesquisadores americanos surgem com uma nova estimativa. Os piolhos foram utilizados nesse estudo porque “encalham” em linhagens de hospedeiros por longos períodos de tempo. Alterações no parasita permitem aos pesquisadores entender as mudanças no tempo evolutivo. O objetivo dos cientistas era encontrar um método para localizar quando os seres humanos poderiam ter começado a usar roupas. Como os piolhos são tão bem adaptados ao vestuário, os pesquisadores sabiam que eles certamente não existiam até que a roupa surgiu nos seres humanos. [Dá pra acreditar nisso?]

Os pesquisadores usaram conjuntos únicos de dados de evolução dos piolhos e dos humanos a fim de fazer a sua nova estimativa de 170 mil anos. Eles concluíram que os humanos modernos começaram a usar roupas 70.000 anos antes de migrar para latitudes mais altas e climas mais frios. Essa migração ocorreu há cerca de 100.000 anos atrás. Além disso, o estudo descobriu [sic] que os humanos só começaram a usar roupas muito tempo depois de perderem seus pelos corporais, o que ocorreu cerca de 1 milhão de anos atrás, de acordo com a investigação genética de coloração da pele.

Segundo os pesquisadores, é interessante pensar que os seres humanos foram capazes de sobreviver na África centenas de milhares de anos sem roupa e sem pelos no corpo, e que não foi até o momento em que os humanos modernos se deslocaram para fora da África que eles começaram a se vestir.

O novo estudo tem alguns pontos fracos, entretanto [alguns?]. Os hominídeos arcaicos não deixaram para trás piolhos. Assim, o estudo não leva em conta que os hominídeos arcaicos, que não moravam na África, poderiam ter se vestido em torno de 800 mil anos atrás.

Os pesquisadores notam que os fatores que ajudaram os seres humanos a sobreviver, anos mais tarde foram as tecnologias como o uso controlado do fogo, a habilidade de usar roupas, e estratégias de caça e ferramentas de pedra novas.

Especialistas concordam que o estudo é bem consistente [?!]. Os resultados mostram uma data inesperadamente antiga para o uso da roupa, muito mais velha do que as mais antigas evidências arqueológicas, mas faz sentido.

Os seres humanos modernos, provavelmente [depois de usar tantos verbos afirmativos, agora vem o clássico “provavelmente”], começaram a fazer roupas depois de experimentarem as condições da Era do Gelo, 180 mil anos atrás. Somente se vestindo em base regular, os seres humanos se manteriam aquecidos enquanto expostos a tais condições.

(Hypescience)

Nota: Quando criacionistas apresentam alguma evidência, a comunidade evolucionista “cai de pau”. Mas o que dizer de pesquisas como essa acima, baseada em suposições e evidências mínimas? Noventa por cento é pura especulação. E o pior é que preferem aceitar a hipótese evolucionista em detrimento de evidências materiais providas pela arqueologia, uma ciência estabelecida. É como diz o especialista em arqueologia Dr. Rodrigo Silva: “Mesmo que fosse encontrada uma foto de Adão e Eva, alguns céticos diriam: ‘Mas a serpente não existiu, pois não está na foto.’” Seres humanos começaram a usar roupas depois de cometer o pecado do afastamento de Deus, do orgulho de querer ser mais do que eram (“sereis como Deus”, propôs-lhes o inimigo). O clima na Terra, antes do pecado e especialmente antes do dilúvio, era agradável e sem grandes variações climáticas. Com a queda da temperatura, roupas foram necessárias. Além disso, antes do pecado, a nudez não constrangia. Era natural. Finalmente, é bom lembrar que as primeiras vestes de Adão e Eva foram confeccionadas com pele de ovelha, símbolo evidente da justiça de Cristo que, a partir da queda, iria cobrir os pecadores arrependidos.

Criacionismo

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Novo tremor atinge o Japão; área de isolamento nuclear é ampliada

Um forte terremoto de 7,1 graus foi registrado nesta segunda-feira no nordeste do Japão, perto da central nuclear de Fukushima, exatamente um mês depois da catástrofe que provocou milhares de mortes. As autoridades emitiram um alerta de tsunami, que pouco depois foi suspenso.


Como precaução, os funcionários da central de Fuskushima foram retirados da usina e a energia elétrica do local foi cortada, anunciou a Tepco (Tokyo Electric Power Co.), proprietária da central.

"A empresa ordenou aos trabalhadores que saíssem e se refugiassem em um edifício resistente a terremotos", afirmou um porta-voz da Tepco. "A injeção de água para resfriar os três reatores foi suspensa quando a energia elétrica foi cortada", completou.

Momentos depois, a Agência de Segurança Nuclear japonesa anunciou que o fornecimento de energia elétrica foi restabelecido.

O tremor aconteceu às 17h16 (5h16 de Brasília) e o epicentro foi localizado a 10 km de profundidade, informou o Centro de Geofísica dos Estados Unidos (USGS).

O terremoto ocorreu ao sul do município de Fukushima, afetado há exatamente um mês por tremor de 9,0 graus, seguido de um devastador tsunami. Apesar das precauções, a agência de notícias Kyodo informou que não foi registrado nenhum dano na central.

O terremoto foi sentido em Tóquio, a 170 km do epicentro.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Profeta tenta emplacar “um apocalipse” pela 2ª vez


Um novo alerta apocalíptico chegou ao País com um aviso: o fim pode estar mais próximo do que se imagina. Um grupo cristão dos Estados Unidos e com representantes em Belo Horizonte está rodando o Brasil para divulgar a tese de que o juízo final está marcado para 21 de maio de 2011 - e não para 2012, segundo a popular profecia feita pelos Maias. Com propagandas até nas traseiras de ônibus, os evangélicos da Family Radio fazem malabarismo com números e datas da Bíblia para garantir que há provas de que o mundo vai acabar nos próximos meses. No Rio de Janeiro, um grupo vestido de branco circulou pelas ruas do centro com placas que alertavam para o fim do mundo. Há semanas, ônibus regulares circulam com os enigmáticos dizeres “21/05/2011: Deus vai trazer o dia do julgamento”.

A previsão bíblica [sic] foi interpretada pelo americano Harold Camping, responsável pela Family Radio, que tenta emplacar um apocalipse pela segunda vez em sua carreira de profeta. Nos anos 1990, ele publicou um livro em que dizia haver “alta probabilidade” de Cristo voltar à Terra no dia 6 de setembro de 1994 para julgar os homens. Um grupo se reuniu em uma cidade da Califórnia para esperar o evento, mas nada aconteceu.

A sede brasileira da Family Radio fica no bairro de Nova Gameleira, na capital mineira, sustentando como atividade principal a divulgação da tese do fim do mundo. Um site em português explica passo a passo a matemática feita por Camping: o juízo final começaria 7 mil anos depois do grande dilúvio, que teria acontecido em 4.990 a.C.

Criticado por cristãos americanos, o grupo já foi classificado como um “culto” e Camping foi chamado de “falso profeta”. A reportagem tentou contato com a sede brasileira da Family Radio, mas ninguém respondeu os e-mails.


Nota: Se esse pessoal estudasse mesmo a Bíblia com atenção, notaria que Jesus nos preveniu a não dar atenção a “profetas” marcadores de data. “Daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt 24:36). Harold Camping não é o primeiro e certamente não será o último falso profeta a criar alarmismo em torno de uma data. Basta ler as parábolas do capítulo 25 do Evangelho de Mateus para perceber que Jesus quer direcionar nosso foco para o preparo e não para o tempo. Temos que estar sempre preparados para dois eventos inevitáveis e definitivos: a morte e a segunda vinda de Cristo. E ambos podem ocorrer mais rápido do que pensamos. Infelizmente, o que gente como Harold faz é assustar alguns incautos que, depois do não cumprimento da “profecia”, afundam na descrença e no desânimo. Além disso, esse tipo de alarmismo serve de combustível para os escarnecedores. Quando a verdadeira volta de Jesus é anunciada, muita gente pensa que é mais uma daquelas bobagens de crentes fanáticos. Quem ganha com isso é justamente aquele que não deseja que as pessoas se preparem para o encontro com Jesus – embora ele mesmo saiba que esse dia vem.

Criacionismo.

quinta-feira, 31 de março de 2011

TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por 1 mês e vivi como um ser invisível'


Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo. O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz. No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço.

Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:

'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.

Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?

Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente à lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?

Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?

Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.

*Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida! O ignorado, excluido, não tem auto-estima.

terça-feira, 29 de março de 2011

Dinossauro é encontrado em campo petrolífero

Os campos petrolíferos do Canadá forneceram mais do que óleo cru neste mês. O fóssil de um anquilossauro, herbívoro que se distingue pela carapaça nas costas, foi achado em Alberta. Um trabalhador da empresa de exploração Suncor Energy viu o dinossauro na última quarta-feira e avisou os responsáveis. Por uma sorte do acaso, o homem havia visitado a ala sobre os animais pré-históricos do museu Royal Tyrrell algumas semanas antes. A descoberta surpreendeu porque se estima que a região era coberta totalmente pela água milhões de anos atrás [segundo a cronologia evolucionista]. “Nunca vimos um dinossauro nessa localidade”, conta o curador do Museu Royal Tyrrell, Donald Henderson. “A área era um oceano, e a maior parte dos achados são de invertebrados como moluscos e ammonites.” O anquilossauro deveria ter cerca de cinco metros de comprimento e outros dois de largura.Ao contrário de outros fósseis, não estava incrustado em sedimentos rochosos e apresenta boas condições. O último fóssil de grandes proporções já registrado em Alberta foi de um peixe-réptil gigante, o ichthyossauro, localizado dez anos atrás perto de Fort McMurray.


Nota: Um anquilossauro herbívoro sepultado em petróleo juntamente com moluscos como amonitas e em boas condições. Vamos esperar para ver qual será a explicação darwinista para esse “fóssil anômalo”.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Quando Ele vier, encontrará fé na Terra?

Uma pesquisa baseada em dados do censo e projeções de nove países ricos constatou que a religião poderá ser extinta nessas nações. Analisando censos colhidos desde o século 19, o estudo identificou uma tendência de aumento no número de pessoas que afirma não ter religião na Austrália, Áustria, Canadá, República Checa, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia e Suíça. Através de um modelo de progressão matemática, o estudo, divulgado em um encontro da American Physical Society, na cidade americana de Dallas, indica que o número de pessoas com religião vai praticamente deixar de existir nesses países. “Em muitas democracias seculares modernas, há uma crescente tendência de pessoas que se identificam como não tendo uma religião; na Holanda, o índice foi de 40%, e o mais elevado foi o registrado na República Checa, que chegou a 60%”, afirmou Richard Wiener, da Research Corporation for Science Advancement, do departamento de física da Universidade do Arizona.

O estudo projetou que na Holanda, por exemplo, até 2050, 70% dos holandeses não estarão seguindo religião alguma.

A pesquisa seguiu um modelo de dinâmica não linear que tenta levar em conta fatores sociais que influenciam uma pessoa a fazer parte de um grupo não religioso. A equipe constatou que esses parâmetros eram semelhantes nos vários países pesquisados, resultando na indicação de que a religião neles está a caminho da extinção.

“É um resultado bastante sugestivo”, disse Wiener. “É interessante que um modelo tão simples analise esses dados... e possa sugerir uma tendência.” “É óbvio que cada indivíduo é bem mais complicado, mas talvez isso se ajuste naturalmente”, disse ele.


Nota: Até na descrença os seres humanos cumprem a profecia bíblica: “Quando vier o Filho do homem, porventura achará fé na Terra?” (Lc18:8).[MB]

terça-feira, 22 de março de 2011

Sociedade com Jesus

Casa Publicadora Brasileira – Lição da Escola Sabatina 1312011

Sábado à tarde

Ano Bíblico: Jz 13–16

Verso para Memorizar: “Permanecei em Mim, e Eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em Mim” (Jo 15:4).


Em anos recentes, pesquisas apontaram os efeitos positivos que religiosidade, fé, espiritualidade, oração, perdão, esperança e frequência à igreja podem ter sobre a saúde, inclusive a saúde mental. Numerosas publicações científicas preeminentes relataram uma conexão entre fé religiosa e bem-estar mental e emocional. Surpresa das surpresas!


Mas isso não é magia; o fator fé se aplica só aos que estão profundamente dedicados a seus princípios religiosos. O psiquiatra Montagu Barker, perito na relação entre religião e saúde mental, afirma que a religião é uma proteção poderosa contra a doença mental, mas só quando os crentes têm forte compromisso com suas convicções. Se não, a religião pode se tornar fonte de culpa e causa de perturbações emocionais, mentais e comportamentais.


Nesta semana, vamos estudar nosso melhor exemplo, Jesus, a fim de aprender como podemos ser fortes na fé. Estudando Sua vida e mantendo íntima relação com Ele, podemos construir mecanismos sólidos para o crescimento espiritual, que, por si sós, podem levar à melhor saúde mental.


Oração e estudo da Bíblia, adoração, prática do perdão, serviço aos outros, esperança e confiança em Deus são caminhos seguros para o desenvolvimento espiritual e a saúde mental. Com Jesus como nosso exemplo, seguramente não podemos errar.



Domingo

Ano Bíblico: Jz 17–19


Jesus – Homem de oração

1. Descreva os hábitos de oração de Jesus. Mc 1:21-35; Lc 4:31-42. Que lições você pode aprender desses hábitos?


Jesus foi para a sinagoga naquele sábado em Cafarnaum e ensinou as Escrituras a um grupo grandemente admirado que reconheceu Sua autoridade, e curou um homem endemoninhado. Depois da reunião, Jesus e Seus discípulos foram para a casa de Pedro e André, e lá, Ele curou a sogra de Pedro. Ao pôr do sol, muitos (“toda a cidade” [Mc 1:33]) se reuniram ao redor de Jesus e Lhe levaram todos os tipos de doentes e endemoninhados para ser curados.


“Nunca antes testemunhara Cafarnaum um dia semelhante a esse. O ar estava cheio de vozes de triunfo e de exclamações de livramento. Enquanto o último sofredor não foi socorrido, Jesus não cessou Seu trabalho. Era tarde da noite quando a multidão partiu e se fez silêncio na casa de Simão (Ellen G. White, Exaltai-O [MM 1992], p. 86).


Esse deve ter sido um dia exaustivo para Jesus. Porém, Ele não dormiu até tarde na manhã seguinte. Precisava estar em comunhão com o Pai; então, ergueu-Se antes do amanhecer, foi a um lugar solitário e passou tempo em oração. Jesus, o Filho de Deus, aquele que tinha estado com o Pai antes que fosse criado o mundo (Jo 17:5), aquele que criou o Universo inteiro (Jo 1:3), ainda assim sentia necessidade de oração. O conceito é notável.


Depois de um dia cansativo, tendemos a adiar a oração e comunhão com Deus. Mas é justamente nesses momentos de esgotamento psicológico que a maioria de nós precisa do bálsamo calmante da oração e de tempo com a Palavra de Deus. Jesus sabia disso e costumava manter constante proximidade com o Pai. Se isso era necessário para Jesus, quanto mais deve ser para nós?


A oração é um fator positivo para o bem-estar e a saúde mental. Embora não entendamos como a oração atua nem por que atua, somos aconselhados a orar (Lc 18:1; 21:36; Rm 12:12). Quem, havendo passado tempo em comunhão com o Senhor pela oração e leitura da Palavra, não sentiu o impacto positivo que isso pode ter sobre o espírito e a mente? Não precisamos entender todos os mistérios da oração a fim de saber como é importante ter um relacionamento íntimo com Deus.

Que tipo de vida de oração você tem? Quanto tempo você passa com a Palavra de Deus? Como você pode tornar mais significativo e transformador da vida seu tempo de devoção? Por mais importante que seja o tempo que passamos em oração e leitura da Palavra, só o tempo não é o único elemento. Que outros fatores são necessários?



Segunda

Ano Bíblico: Jz 20, 21


Comunidade de adoração e igreja


Jesus ia regularmente à sinagoga aos sábados (Lc 4:16). Seu exemplo deve nos mostrar a importância da comunidade. O conceito de “um cristão solitário” independente do corpo, não é bíblico. Embora existam alguns exemplos ocasionais desse fato na Bíblia, isso não prova que esse é o plano de Deus. Ao longo de todas as Escrituras, vemos o modelo de povo de Deus como uma comunidade, um grupo que trabalha junto para o benefício mútuo e para a igreja como um todo.

2. Qual é nosso papel e lugar na comunidade mais ampla da igreja? 1Co 12:12-31; Ef 4:15, 16

O interessante é também que, recentemente, respeitáveis estudos estão mostrando que aqueles que frequentam a igreja e participam dos cultos (comparados com os que não fazem isso) em base regular:


• têm menor probabilidade de sofrer de abuso de drogas.
• têm maior probabilidade de ser sexualmente responsáveis.
• estão menos envolvidos em comportamentos arriscados.
• têm maior probabilidade de praticar ética relacionada aos negócios e ao trabalho.
• têm maior probabilidade de desfrutar de uma comunidade social mais rica e de grupos de apoio.
• têm maior probabilidade de revelar níveis mais elevados de autoestima e eficácia pessoal.
• têm maior probabilidade de aceitar melhor as perdas (morte de familiares, calamidades, complicações da saúde, etc.).
• têm maior probabilidade de abrigar emoções positivas (amor, perdão, satisfação, etc.).
• têm menor probabilidade de abrigar emoções negativas, como medo, culpa, hostilidade, raiva, etc.).


O envolvimento com uma igreja pode ser grande fonte de bênção. Esse ambiente pode ser terapêutico para as emoções e para o corpo. É verdade que, às vezes, surgem problemas na comunidade, e alguns deles demonstram ira e amargura; mas, frequentemente, os que trabalham seus problemas podem encontrar o apoio da igreja e companheirismo e encorajamento que não poderiam ter em nenhum outro lugar. Pense no que a igreja poderia ser se cada membro levasse ao coração estas palavras de Paulo: “Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo” (Gl 6:2, NVI).

Qual é seu relacionamento com o corpo de sua igreja local? Você é alguém que mais contribui ou mais recebe? Por que, às vezes, você pode precisar receber? Ao mesmo tempo, se todos fôssemos à igreja com a atitude de doar de nós mesmos quando e onde pudéssemos, que tipo de comunidade teríamos?



Terça

Ano Bíblico: Rute


Perdão

“Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34).

3. Que mensagem poderosa Jesus nos dá em Mateus 6:14, 15? Que consequências eternas para nós estão nas palavras de Jesus?

Jesus ensinou Seus discípulos a orar: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (v. 12). Então, Ele insistiu (v. 14, 15) que se não estivermos dispostos a perdoar, Deus não nos perdoará.


O pensamento é apavorante. Afinal, todos somos pecadores e, assim, todos precisamos do perdão divino. Dessa forma, todos devemos aprender a perdoar, se quisermos nós mesmos ser perdoados!


O perdão é tão importante porque é fundamental para reparar e manter boas relações. O Senhor sabe como é doloroso o fardo do pecado e como esse fardo deve ser deixado por meio do perdão – o perdão que obtemos de Deus e o perdão que concedemos aos outros.


A experiência do perdão é útil, não só para os que o recebem, mas também para os que o concedem. O sentimento de graça e generosidade experimentado pelos que concedem o perdão os leva para mais perto Deus e contribui para a edificação do caráter.


Um estudo administrado no meio de indivíduos recentemente divorciados mostrou a diferença entre os que estão dispostos e os que estão pouco dispostos a perdoar. Mark Rye, da Universidade de Iowa, recrutou 199 pessoas divorciadas em grupos de recuperação de organizações de solteiros da comunidade e grupos de recuperação de divórcio com base nas igrejas. Não foi surpresa quando os pesquisadores constataram que os que concederam perdão a seus antigos cônjuges desfrutavam níveis mais elevados de saúde mental. Os perdoadores experimentavam níveis mais elevados de bem-estar e satisfação religiosa e níveis mais baixos de ira e depressão.


Essa não é uma experiência isolada. Durante a última década, os estudos são claros. O perdão reduz a depressão e a ansiedade, aumenta a autoestima e o bem-estar emocional geral. Em resumo, o perdão serve para muitas coisas; enquanto isso, alimentar rancores é perigoso para o corpo e para a mente.


Isso é surpreendente? Quem entre nós não experimentou a cura e alívio provenientes de oferecer perdão aos que nos ofenderam?

Como você pode praticar o conselho de Paulo: “Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou” (Cl 3:13, NVI)? Que escolhas você deve fazer a fim de perdoar aqueles que o ofenderam?


Quarta

Ano Bíblico: 1Sm 1–3


Serviço

O esforço missionário ao mundo oferecido pelos adventistas do sétimo dia segurou historicamente dois ramos básicos de ministério: ensino/pregação e cura/ajuda. Eles representam as duas tarefas importantes do ministério de Jesus (veja Mt 9:35 e At 10:38). Além disso, para muitos, ao longo do mundo, os adventistas do sétimo dia são conhecidos por sua obra de saúde e humanitária.


Ao mesmo tempo, em muitos lugares, esses ramos poderosos se tornaram bastante institucionalizados. Como resultado, o membro comum pode não se empenhar diretamente nesses ministérios. Alguns proveem apoio financeiro; outros deixam esses ministérios para os profissionais; e alguns, infelizmente, até os consideram com indiferença. No fim, muitos não se envolvem diretamente na tarefa de ir “por toda parte, fazendo o bem” e, assim, perdem uma tremenda bênção. Por quê? Porque existe uma grande bênção pessoal em ministrar às necessidades de outros. A simples prática de partilhar diretamente com o necessitado ou de ajudar um doente ou simplesmente ouvir atentamente os problemas dos outros resultará em grande bênção para aquele que participa do ato de ministrar. Existe um impulso em nós, não totalmente erradicado por seis mil anos de pecado, que nos faz sentir bem quando servimos aos outros.

4. Qual será o critério com que os filhos de Deus serão julgados? Mt 25:34-46. Que significa isso à luz de Efésios 2:8, 9?


A salvação não pode ser pelas obras. Se fosse, ninguém seria salvo. A graça de Deus manifesta pelo sacrifício de Jesus em nosso favor é o único meio de salvação. Ao mesmo tempo, a aceitação pessoal da graça de Deus produz boas obras, e essas obras revelam a realidade de nossa experiência com Deus. As boas obras que praticamos devem ser resultado direto de saber que já temos a salvação em Jesus, como resultado de Suas obras por nós. As obras são o resultado natural de sermos salvos, não um meio de ser salvos. O importante é que tenhamos sempre em vista essa distinção.


Enquanto isso, existe uma grande bênção emocional e espiritual para os que, por gratidão a Deus pela salvação que têm em Jesus, se doam aos outros. Muitos que enfrentam problemas emocionais se sentiriam muito melhor caso tão-somente dirigissem os pensamentos para fora de si mesmos e para os outros.

Você se sente infeliz, insatisfeito? O mais provável é que você seja muito absorvido em si mesmo. Participe da ajuda aos outros e veja o que acontece.



Quinta

Ano Bíblico: 1Sm 4–6


Esperança e confiança em Deus

5. “Sejam fortes e corajosos, todos vocês que esperam no Senhor!” (Sl 31:24, NVI). Que motivos temos para esperar no Senhor?


Estudos mostram que a esperança é um fator crítico para a saúde mental. Os reféns que mantêm a atitude de esperança apresentam maior probabilidade de sobrevivência. A esperança é um grande motivador e fonte de resistência mental e física. A maior parte dos tratamentos de depressão têm bons resultados em pacientes convencidos de que sua disposição pode melhorar significativamente e que podem ser ajudados. Realmente, a depressão e a ansiedade afligem frequentemente os que mantêm uma perspectiva pessimista, catastrófica e desesperada sobre a vida. Uma atitude esperançosa pode fazer enorme diferença em toda a nossa perspectiva mental.


Mas existe mais do que a esperança geral, a esperança de que, quaisquer que sejam suas provas no presente, tudo terminará bem. A esperança religiosa transcende o finito e se fixa no eterno. Aponta-nos realidades, verdades e promessas que o mundo, de si mesmo, nunca pode oferecer. É uma esperança encontrada no Deus Criador, o único que pode nos dar aquilo que o mundo jamais poderá nos oferecer.

6. Que lição podemos aprender da confiança de Jesus no Pai, mesmo em ocasiões terríveis? Mt 26:36-44


A passagem nos fala sobre o estado abatido do Salvador. Palavras cuidadosamente escolhidas foram usadas para descrever as emoções angustiosas de Jesus: entristecer-Se, angustiar-Se (triste até à morte). De coração partido e tratado com desatenção por Seus amigos, Ele caiu não só sobre os joelhos, mas sobre o rosto e pediu socorro a Seu Pai. Quando não veio o socorro, Ele pediu novamente. E outra vez. Note que, cada vez que Ele apresentou Seu pedido, Ele pediu que fosse feita a vontade de Deus. Por fim, Jesus pôs toda a confiança no Pai. Não importava o que acontecesse, Ele buscou ser submisso ao Pai. Era assim que Ele agia, e é assim que devemos agir, também.

Uma coisa é confiar no Senhor quando tudo vai bem. Mas como podemos aprender a confiar nEle em circunstâncias adversas? Como podemos aprender a confiar quando as orações não são respondidas como desejamos?



Sexta

Ano Bíblico: 1Sm 7–10


Estudo adicional

Precisamos ouvir individualmente Sua voz a nos falar ao coração. Quando todas as outras vozes silenciam e em sossego esperamos perante Ele, o silêncio interior torna mais distinta a voz de Deus. Ele nos manda: ‘Aquietai-vos, e sabei que Eu Sou Deus’ (Sl 46:10). Somente assim se pode encontrar o verdadeiro descanso. E é essa a preparação eficaz para todo trabalho que se faz para Deus. Por entre a turba apressada e a tensão das febris atividades da vida, aquele que assim se refrigera será circundado por uma atmosfera de luz e paz. A vida exalará fragrância, e há de revelar um divino poder que atinge o coração dos homens” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 363).


“Cada raio de luz lançado sobre outros será refletido sobre nosso próprio coração. Cada palavra de bondade e simpatia proferida aos tristes, cada ação que vise aliviar os oprimidos, e cada doação para suprir as necessidades de nossos semelhantes, dados ou feitos para glorificar a Deus, resultarão em bênçãos para o doador. Os que assim trabalham estão obedecendo a uma lei do Céu e receberão a aprovação de Deus. O prazer de fazer o bem aos outros comunica aos sentimentos calor que atravessa os nervos, aviva a circulação do sangue e promove saúde mental e física” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 4, p. 56).

Perguntas para reflexão
1. Qual tem sido sua experiência com a comunidade da igreja local? Como você pode melhorar essa experiência? Como você pode trabalhar com sua igreja para torná-la um lugar em que todos se sintam bem, onde todos se sintam bem-vindos, onde todos aprendam sobre a salvação e a mensagem da verdade presente que temos para o mundo? Em que áreas sua igreja é forte, e em que áreas deve melhorar?
2. Qual foi sua experiência com respeito a dar e obter perdão? O que você aprendeu pode ajudar aqueles que ainda não conseguiram aprender a perdoar?
3. Suponha que alguém chegasse até você e dissesse: “Sim, eu creio em Deus, em Jesus, na salvação, mas só não sei como andar em fé. Só não sei como confiar em Deus.” Que conselho prático você daria?

Respostas sugestivas:
Pergunta 1: Jesus costumava orar em público e em particular, tratando de assuntos específicos de Sua realidade.
Pergunta 2: Temos um papel, ainda que pequeno, a desempenhar na adoração e em conduzir nossos semelhantes à salvação.
Pergunta 3: Temos que desenvolver em nós as qualidades do caráter divino. Sem elas, não estaremos aptos para o reino de Deus.
Pergunta 4: Embora sejamos salvos pela graça, a salvação se evidencia em nossas obras.
Pergunta 5: Deus cuida de nós a cada dia e, por fim, nos dará a vida eterna.
Pergunta 6: A esperança O susteve nas horas mais difíceis.