domingo, 17 de agosto de 2008

Parábolas de Jesus: as dez virgens

O cenário da parábola das dez virgens (Mt 25:1-13) era típico de um casamento no Oriente Médio. Geralmente à noite, os convidados para a festa nupcial deveriam esperar pelo noivo junto à casa da noiva. Quando ele chegava, acompanhava a noiva e os convidados até sua casa, onde começava a festa. Se houvesse uma demora maior do que as expectativas, as lâmpadas poderiam ter ou não azeite suficiente para continuarem acesas. Imagine o caso de algumas moças tateando no escuro, com vestidos de festa, quando todos já estavam se afastando! Quando Cristo, sentado, contemplava o grupo que aguardava o esposo, contou aos discípulos a história das dez virgens, ilustrando, pela experiência delas, a da igreja que viveria justamente antes de Sua segunda vinda. Os dois grupos de vigias representam as duas classes que professam estar à espera de seu Senhor. São chamadas virgens porque professam fé pura.

Mateus 25:1: "Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo."

25:2: "Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes."

25:3 "As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo;"

25:4: "no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas."

25:5: "E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram."

25:6: "Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!"

25:7: "Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas."

25:8: "E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando."

25:9: "Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o."

25:10: "E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta."

25:11: "Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta!"

25:12: "Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço."

25:13: "Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora."

"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos" (Sl 119:105). A lâmpada é a Palavra de Deus. O óleo é o Espírito Santo (Zc 4:1-6). Como as amigas da noiva esperaram pelo noivo, também a Igreja aguarda a volta de Cristo. Quem não se sujeita ao Espírito Santo, se desanima e estará despreparado para o encontro com Cristo.

Existem aqueles que conhecem os mandamentos e promessas de Deus, mas não permitem que eles transformem sua vida. Da mesma forma que os ouvintes do solo rochoso da parábola do semeador, aceitaram a verdade com alegria, mas não fizeram dela a força motivadora de sua vida.

Na parábola, as dez virgens saíram ao encontro do esposo. Todas tinham lâmpadas e frascos. Por algum tempo não se notava diferença entre elas. Assim é com a igreja que vive justamente antes da segunda vinda de Cristo. Todos têm conhecimento das Escrituras. Todos ouviram a mensagem da proximidade da volta de Cristo e confiantemente O esperam. Como na parábola, porém, assim é agora. Existe um tempo de espera; a fé é provada; e quando se ouvir o clamor "Aí vem o Esposo! Saí-Lhe ao encontro!", muitos não estarão preparados. Não têm óleo em seus vasos nem nas lâmpadas. Estão destituídos do Espírito Santo.

A teoria da verdade, se não estiver acompanhada da presença do Espírito Santo, não é suficiente para santificar o coração. Pode-se estar familiarizado com os mandamentos e promessas da Bíblia, mas se o Espírito de Deus não introduzir a verdade no íntimo, o caráter não será transformado. Sem a iluminação do Espírito, os homens não estarão aptos para distinguir a verdade do erro.

Ouvindo o clamor das cinco moças insensatas, à porta da casa do banquete, aprendemos mais algumas coisas. A primeira é que certos itens não podem ser obtidos no último minuto. O relacionamento com Cristo é um deles. Não podemos esperar estar prontos para Ele sem um preparo feito com antecedência. Segundo, há coisas que não podemos tomar emprestadas. Assim como as insensatas não podiam tomar óleo emprestado das amigas prudentes, também não podemos tomar emprestado o relacionamento com Deus. Cada um tem que desenvolver o seu.

Preparados para a emergência

As dez virgens foram surpreendidas pela chegada do noivo. Mas apenas cinco estavam preparadas para a viagem até a casa dele. O que fez a diferença? (v. 7 e 8). O que isso simboliza na vida do cristão? A diferença é que as que estavam preparadas mantiveram-se vigilantes. Isso simboliza que o cristão deve se manter sempre fiel à Palavra de Deus e sensível à influência do Espírito Santo. Ambos os grupos foram tomados de surpresa; porém, um estava preparado para a emergência, e o outro, não.

Quando acontecerão essas coisas? Qual será o sinal da Tua vinda? E do fim do mundo? Jesus respondeu com o sermão registrado em Mateus 24 e 25. Para compreender plenamente a parábola das dez virgens, é preciso enquadrá-la no contexto desses dois capítulos. “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” (Mt 24:30); “mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt 24:36); “e não o perceberam” (Mt 24:39); “Portanto, vigiai, porque não sabeis” (Mt 24:42).

As dez virgens da parábola tinham a mesma aparência exterior, mas por dentro cinco estavam espiritualmente mortas. Estavam sonolentas, num quase estupor, enquanto as outras cinco estavam despertas. As dez começaram a noite com muita energia e grande expectativa, mas metade delas acabou dormindo. A pergunta é: Como podem os cristãos que aguardam a segunda vinda de Cristo permanecer despertos? Como manter e aumentar seu nível de energia? A resposta está sugerida na parábola: cinco virgens tinham o Espírito Santo enquanto as outras cinco não O tinham. As cinco que O tinham estavam envolvidas em um significativo testemunho e permaneciam alerta.

Testemunho

Um testemunho significativo é a própria regeneração da vida da pessoa. O termo significativo tem a ver com a aplicação dos dons espirituais ao serviço cristão. Os cristãos que tentam ministrar, sem os correspondentes dons do Espírito Santo, certamente fracassarão. Aqueles que exercitam seus dons no ministério serão bem-sucedidos e também revitalizados. Uma congregação sonolenta, quase letárgica, é aquela que se mantêm estagnada.

A hora da chegada do noivo simboliza o ponto da história humana em que Cristo volta. Como estará o mundo, por ocasião do retorno de Cristo? O mundo estará sob engano (Mt 24:5); estará sob guerras (Mt 24:6); sem amor ao próximo (Mt 24:12); ignorando a Deus (Mt 24:37, 38).

Apesar do testemunho diário da preparação da arca para o dilúvio, as pessoas continuaram a sua rotina diária, totalmente alheias ao evento que estava para ocorrer. Exatamente essa será a atitude de muitas pessoas pouco antes do retorno de Cristo. Os “cuidados do mundo” não devem distrair a atenção do cristão para o evento esperado.

O apóstolo Paulo assinala que essa será a característica especial dos que vivem justamente antes da segunda vinda de Cristo. Diz: "Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos... mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela" (2 Tm 3:1-5).

Essa é a classe de pessoas que em tempo de perigo é encontrada pregando paz e segurança. Acreditam estar tudo em ordem e não sonham com o perigo. Quando perceberem o grave erro de avaliação cometido, será tarde demais. De nada adiantará pedir socorro aos prevenidos e lhes tomar emprestado as reservas cuidadosamente preparadas. Em assuntos espirituais, ninguém pode remediar a deficiência de outros.

“Senhor, Senhor” – No dia final, muitos dirão: "Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? E, em Teu nome, não expulsamos demônios? E, em Teu nome, não fizemos muitas maravilhas?" (Mt 7:22). Mas a resposta será: "Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de Mim" (Lc 13:27).

Precisamos estar sempre prontos, se quisermos passar a eternidade ao lado de Jesus.

Fonte: Criacionista

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

McCain e Obama elogiam envio de ajuda à Geórgia

Os aspirantes à presidência dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, elogiaram nesta quarta-feira o envio de ajuda humanitária do país à Geórgia, e exigiram que a Rússia respeite a integridade territorial georgiana.

Os dois candidatos reagiram assim ao anúncio de hoje do presidente americano, George W. Bush, de enviar duas missões à Geórgia, uma política liderada pela secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, que também irá à França, e outra humanitária, para tentar combater a crise nessa região.

Em um ato de arrecadação de fundos em Birmingham (Michigan), McCain disse que o envio humanitário constitui um bom primeiro passo e que os Estados Unidos "devem apoiar da forma mais valente possível este pequeno país".

No encontro com doadores, McCain reiterou seu apelo para que os russos sejam expulsos do Grupo dos Oito (G8, sete nações mais ricas do mundo e a Rússia).

Em clara alusão a seu rival, McCain tentou se projetar como o candidato com mais experiência internacional, ao indicar que crises como o conflito na Geórgia precisam de "uma mão firme e experiente no governo".

Mais adiante, em entrevista coletiva, McCain respondeu às críticas sobre sua resposta inicial à agressão russa contra Geórgia. "Este não é o momento para o partidarismo ou para ataques entre as campanhas" perante uma situação "repleta de tragédia humana" na qual está em jogo a vida de "centenas de milhares de pessoas", afirmou.

McCain disse que "conhece bem" o presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, e que, sob seu mandato, os georgianos vivenciaram uma prosperidade e liberdade "sem precedentes".

O senador republicano do Arizona respondeu com um simples "não" quando questionado sobre se os EUA, além do anúncio de Bush, devem cogitar uma ação militar contra a Rússia.

"Acho que enviamos uma mensagem clara. O primeiro passo, obviamente, é uma cessação ao fogo real, seguido pela retirada das tropas russas do território georgiano", observou McCain.

Nessa mesma linha se expressou Obama, mediante um comunicado a partir do Havaí onde passa férias com sua família. "A situação ainda é instável e a Rússia deve demonstrar seu compromisso para frear a violência e violação da soberania da Geórgia com ações, não só palavras", destacou Obama.

Ele reiterou o apoio às gestões diplomáticas de alto nível da União Européia (UE) para conseguir a aplicação imediata de um cessar-fogo entre Geórgia e Rússia.

Obama considerou que a resolução do conflito passa pela presença de observadores independentes que verifiquem a aplicação da trégua. A Rússia "não deve utilizar este momento para consolidar uma posição que viola a integridade territorial da Geórgia ou que viola os direitos humanos do povo da Geórgia", destacou.

Sem dar detalhes, Obama recomendou que tanto os EUA quanto a UE revisem seus acordos bilaterais e multilaterais com a Rússia à luz de suas ações.

"A perda de vidas nos últimos dias foi trágica e não há vencedores neste conflito. Agora, temos que nos dedicar a conseguir uma paz duradoura na região", especificou.

Em declarações à agência Efe, Frederick Kagan, analista do American Enterprise Institute, considerou que o conflito armado no Cáucaso demonstra a importância que terá a política externa na disputa eleitoral americana.

"Estas eleições girarão em torno da segurança nacional, não tanto sobre a economia. Aqui se determinará quem será o melhor comandante-em-chefe dos EUA no que me parece que é um momento muito difícil para o mundo", afirmou Kagan.

Fonte - Terra

Nota Gabrielle Medeiros:
Os últimos acontecimentos mundiais nos alertam que as profecias do tempo do fim estão se cumprindo muito rapidamente. Certa profecia tem me despertado interesse, Daniel 11:40-45 'são os únicos em toda a profecia Bíblica sem uma explicação oficial', pelo motivo de não terem se cumprido ainda. O site Criacionistas, traz um estudo detalhado em uma linguagem muito interessante sobre o livro de Daniel e estas últimas profecias. Mas voltando..., em relação a Daniel 11: 40-45 o autor supõe 'que tratam das últimas intervenções americanas no Oriente Médio antes da segunda vinda'. Sendo que 'o verso 40 começou a ser cumprido parcialmente em 1991 com a Guerra do Golfo e em 2003 com a invasão do Iraque'. Já os versos 41-45, ele afirma que 'ainda não existe a situação política descrita que possa cumprir' ou talvez não houvesse na data em que ele escreveu. Pois esta guerra entre Georgia e Russia aponta para o surgimento das primeiras controvérsias entre essas nações. Vejamos o relato: 'Por fim, chegamos ao auge do drama na Terra. O Rei do Norte (EUA) perde a aprovação divina e as nações do oriente (China, India, Japão) e do norte (Rússia) o ameaçam. Então seus exércitos estacionam entre Jerusalem (monte santo = templo ) e o mar mediterrâneo'. Vemos claramente na reportagem acima que os EUA tem apoiado a Georgia e feito recomendação aos países da UE que revisem os acordos com a Rússia, também fez um apelo para expulsar a Russia do G8. Outro fato ainda é o fracasso da rodada de Doha no fim de julho em Genebra, principalmente devido a um desentendimento entre Estados Unidos e Índia. Fica cada vez mais claro o desentendimento entre EUA e as nações do Oriente. Pergunto: o que vem depois desta guerra? em que parte nos encontramos da história profética? Daniel 11:45 diz que esta nação (Rei do Norte -EUA): '...chegará ao seu fim, e não haverá quem o socorra' porque 'NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro'. (Daniel 12:1)

Nota Diário da Profecia(www.diariodaprofecia.blogspot.com):
O cerco à Rússia e a desestabilização da China são os grandes objectivos estratégicos do imperialismo na hora presente. É neste contexto que se deve situar a agressão militar no Cáucaso e ea ânsia de uma guerra contra o Irão. A doutrina oficial geoestratégica dos Estados Unidos e da própria Alemanha dá prioridade a tudo o que possa impedir a constituição de «estados influentes no Leste».
...
O imperialismo está a atear o fogo. Nunca como hoje a luta pela paz e contra o militarismo foi tão necessária à sobrevivência da humanidade.

Fonte - Avante!

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Príons Desvendados


Saiba mais sobre o mal da vaca louca

A doença da vaca louca, também conhecida como BSE - Bovine Spongiform Encephalopathy - (sigla em inglês para encefalopatia bovina espongiforme), surgiu no Reino Unido, em 1986 e se disseminou para outros países da Comunidade Européia , devido à reciclagem, sem controle, de carne, ossos, sangue e vísceras usados na fabricação de ração animal. Em 1995, um inglês de 19 anos foi a primeira vítima da doença de Creutzfeldt-Jakob cuja origem foi atribuída à ingestão de carne contaminada.


Vários casos de encefalopatias em pessoas foram constatados, devido ao consumo de carne de animais contaminados. De lá para cá, a doença, que dizimou rebanhos na Europa, já foi detectada em vários países, entre eles no Canadá e, recentemente, nos Estados Unidos. No Brasil, o uso da proteína animal na fabricação de ração para bovinos é proibido. Não existe casos registrados no Brasil.


O QUE É A DOENÇA?

É uma moléstia crônica degenerativa que afeta o sistema nervoso dos bovinos provocando o descontrole motor. As células morrem, e o cérebro fica com aparência de esponja. A vaca passa a agir como se estivesse enlouquecida. A doença também pode se manifestar em seres humanos, conhecida como: “doença de Creutzfeldt-Jakob” e em ovinos onde a doença é conhecida como "scrapie”.


O agente causador da doença não é um vírus, bactéria ou parasita. Trata-se de uma proteína anormal chamada príon.


COMO OCORRE A TRANSMISSÃO?

Em bovinos e ovinos a transmissão se dá devido à reciclagem, sem controle, de carne, ossos, sangue e vísceras na alimentação de animais.


Em seres humanos a transmissão ocorre pela ingestão de carne - mesmo frita ou cozida- de animais contaminados. A chance de desenvolver a doença por contaminação é de somente 5%. Nos outros 95% dos casos, a doença se desenvolve naturalmente.

Ovinos, bovinos e humanos podem adquirir a doença naturalmente _seja por uma alteração casual de suas proteínas, seja por determinação genética_ ou por contaminação.


QUAIS SÃO OS SINTOMAS?

- Em ovinos e bovinos, os principais sintomas são agressividade e falta de coordenação motora.


- Em humanos, os principais sintomas são mioclonia - contração muscular brusca e breve - e demência. A doença se desenvolve principalmente em pessoas com mais de 50 anos de idade


QUAL O TRATAMENTO?

- Não existe tratamento conhecido


O QUE FAZER PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO?

- Evitar comer carne de ovinos e bovinos provenientes de países onde exista contaminação.



Fonte: http://www.saudeanimal.com.br/mal_da_vaca_louca.htm



Príons Desvendados


O processo de invasão de proteínas príon infectadas em células foi identificado por um grupo pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Elas são responsáveis por doenças neurodegenerativas graves ainda sem tratamento, como a kuru, que infectou uma tribo da Papua-Nova Guiné, e o mal da vaca louca, que obrigou o extermínio de muitos rebanhos bovinos na Europa, além de contaminar cerca de 170 humanos na Inglaterra. A descoberta pode representar um passo rumo à cura dessas moléstias.

Neurônios com o príon celular não infectado (chamado proteína PrPc) depositado, destacado (em vermelho na imagem).

A proteína prion celular é encontrada normalmente em nosso organismo em uma forma não-infecciosa. A diferença entre a versão normal e a infectada está na distribuição de aminoácidos. Enquanto a estrutura da primeira apresenta-se em sua maioria na forma alfa-hélice, a estrutura da segunda tem a forma folha beta. Segundo Marco Antônio Prado, professor do Departamento de Farmacologia da UFMG, o grande problema ocorre quando as duas proteínas se encontram. “A infectada corrompe o príon celular e se propaga como um vírus.”

A tese de doutorado de Ana Cristina Magalhães, orientada por Prado, buscou determinar algumas características dos príons. O trabalho foi feito a partir de observações em um microscópio confocal, no qual se pode ter planos específicos de uma célula. Os resultados revelaram que os príons infectados formam aglomerados que se ligam à superfície celular. Durante o processo de endocitose, no qual a célula absorve nutrientes através de sua membrana celular, um pedaço desse aglomerado é quebrado e ultrapassa a membrana. “Como os príons infectados não são digeridos facilmente, eles ficam vagando no interior da célula até encontrarem as proteínas príon não-infectadas”, explica Prado.

Segundo os pesquisadores, o local onde os príons infectados devem ser combatidos é na membrana celular, do lado de fora da célula. “Se conseguirmos impedir que este aglomerado de príons interaja com a superfície celular, impossibilitaremos sua penetração na célula, o que impediria seu contato com as proteínas do nosso organismo e, conseqüentemente, a infecção”, explica Prado.
O estudo, que envolveu pesquisadores do Instituto Nacional de Doenças Alérgicas e Infecciosas (EUA), foi publicado no Journal of Neuroscience. A continuação do trabalho tem a colaboração de cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Instituto Ludwig de Pesquisa Sobre o Câncer.

Para o professor, um grande risco oferecido por essas doenças se deve à falta de conhecimento sobre príons. “Há um enorme campo a ser explorado por pesquisadores, mesmo em relação à proteína não-infectante, presente em nosso corpo, da qual ainda não se conhece todas as funções.”

A doença priônica mais comum entre humanos é a Creutzfeldt-Jakob. Segundo Prado, ela pode ser transmitida em procedimentos cirúrgicos, como neurocirurgias, devido a utilização de instrumentos sem a devida higienização. “Houve também casos de infecção por uso de hormônios de crescimento obtidos de de cadáveres”, diz. Ele explica ainda que doenças priônicas também podem ser transmitidas heriamente.

No caso da kuru, uma variação da Creutzfeldt-Jakob, a proliferação ocorreu devido à prática tradicional de canibalismo da tribo papuásia. “A contaminação só teve fim quando os indivíduos foram convencidos a parar de comer os cérebros dos mortos”, explica Prado. Contaminação também foi a forma de proliferação do mal da vaca louca. Isso ocorreu porque, ao contrário do Brasil, na Europa o gado foi alimentado com ração animal. Verificou-se que esta era feita a partir do sistema nervoso de ovelhas, que poderiam estar contaminadas.


Fonte: http://www.jornallivre.com.br/122124/prions-desvendados.html

...e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares (Mateus 24:7)


quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Revista Princípios

Leia esta ótima revista on-line.
Para visualização basta clicar sobre a revista e aguardar uma nova págiana, utilize o mouse para aproximar.



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sábado, 9 de agosto de 2008

Profecias das Nações


Imperdível, profecias das nações.
Um estudo das profecias do livro de Daniel, veja o quanto estamos perto da volta de Cristo.

Tenham um ótimo estudo.









Índice

  • O Ataque a Lei de Deus
  • A profecia das nações
  • A Profecia das Nações - Daniel capítulo 2
  • Daniel Capítulo 7
  • O Primeiro Império
  • O Segundo Império
  • O Terceiro Império
  • O Quarto Império
  • O desenvolvimento do quarto Reino:
  • A besta que sobe do mar: Apocalipse 13
  • A Contagem de tempo em Profecia
  • A Profecia das Nações
  • A besta que sobe da terra
  • O Selo de Deus e a Marca da Besta
  • Dez maneiras de identificar a igreja de Deus
  • Introdução
  • Conclusão
  • A Esposa Virgem
  • A mortalidade versus a imortalidade
  • Como foi criado o homem? Mortal ou imortal?
  • Quem é o único ser imortal?
  • A alma é imortal?
  • Como morre a alma? O que é a morte?
  • A que estado a morte é comparada?
  • Os mortos tem consciência? Os mortos sabem o que acontece no mundo dos vivos? Podem eles interferir nos assuntos deste mundo? Podem os mortos prever o futuro?
  • Onde estão os mortos?
  • A Mulher Prostituta
  • Apocalipse 17
  • O Significado da Palavra Vaticano
  • De onde vem a palavra Vaticano e o que ela significa?
  • A Igreja Apóstata
  • Clique [aqui] para baixar o pdf

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    sexta-feira, 8 de agosto de 2008

    DOMINGO: Bíblico ou pagão?

    “Guardamos o domingo... porque o mundo em geral guarda esse dia”. – Citação do livro: “Sabatismo à Luz da Palavra de Deus.”

    “Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol (domingo).” – (Codex Justinianus, lib. 13, tit. 12, par. 2/3).

    “Aqui no Brasil ocorreu, há 40 anos, um fato interessante. Os Batistas, movidos por espírito polêmico, atacavam, pela imprensa, o aspersionismo e o pedobatismo, pelo fato de um órgão presbiteriano defender essas práticas. Num desses ataques, O Jornal Batista aventou a idéia de que não há na Bíblia prova taxativa para justificar o batismo de crianças, e isso era uma razão para não o aceitar. Em réplica, O Puritano, órgão então oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil, editado no Rio de Janeiro, em edição de 7 de Maio de 1925, afirmava:

    “Se pelo fato de não termos na Bíblia uma prova absoluta e taxativa para o batismo infantil, isto tira o valor da doutrina, diga-nos aqui à puridade o bom do Jornal (órgão Batista): Em que fica o colega com a guarda do domingo e não do Sábado?
    “Pode o colega mostrar no Novo Testamento, de modo positivo, um mandamento para a guarda do domingo? Damos dois mil contos, ao colega, se no-lo apresentar...” – Subtilezas do Erro, pág. 171, A.B. Christianini.

    Diante de tal argumento, o órgão batista calou-se, e “perdeu ótima oportunidade de ‘ganhar’ dois milhões de cruzeiros, naqueles tempos... por quê? Porque a guarda do domingo, bem como o aspersionismo e o pedobatismo são práticas pagãs que se infiltraram na Igreja Cristã.” – Idem.

    Dizem que o Sábado é do Antigo Testamento e o domingo do Novo Testamento, razão porque pregam os evangélicos ser o domingo o dia de guarda hoje. Só existem oito textos nas Escrituras que falam do primeiro dia da semana; porém, não o chamam de domingo. Tal nome é estranho à Bíblia. Se as Escrituras Sagradas mandam ou autorizam a troca do sétimo dia para o primeiro dia da semana, tem que estar nestes oito textos.

    O dia como Deus o criou é composto de duas partes. Escura e clara (Gên. 1:1-5). Contado de uma tarde (pôr-do-Sol) a outra tarde (pôr-do-Sol). Esta é a maneira de Deus definir o período de 24 horas que é um dia. – Eis a prova:


    ESCURA E CLARA


    Gênesis 1:5 – “E foi a tarde e a manhã, o primeiro dia.”

    Neemias 13:19 – “Sucedeu pois que, dando às portas de Jerusalém já sombra antes do Sábado...”

    Marcos 15:42 – “E tendo chegado a tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, véspera do Sábado.”


    Pois bem, estudemos então os textos do Novo Testamento que mencionam o primeiro dia da semana.


    1)

    “E, no fim do Sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.” Mateus 28:1.
    Este texto foi escrito no ano 62 d.C., ou seja, 31 anos depois da ressurreição de Jesus, e nele nada há indicativo da mudança do Sábado para o domingo. Apenas define que duas Marias, discípulas do Senhor, guardavam o Sábado, e ao findá-lo, no pôr-do-Sol, correram ao sepulcro, esperançosas de rever o corpo do Mestre. Prova que, após a morte de Jesus, o dia que se guardava, era o Sábado.


    2)

    “E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do Sol.” Marcos 16:2.
    No verso 1, as mulheres esperaram passar o Sábado, o santo dia do Senhor; chegado o primeiro dia, elas foram ao sepulcro. Consequentemente o domingo era estranho a todos os discípulos; porém, o Sábado continuava como dia santificado. Também esta Escritura data de 31 anos após a morte de Jesus, e Marcos menciona que o Sábado é o Dia do Senhor (Mar. 2:28), ao passo que desconhece completamente o domingo.


    3)

    “E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual, tinha expulsado sete demônios.” Marcos 16:9.
    Também este texto foi escrito 31 anos após a ressurreição de Jesus e nada há aqui que abone a santidade do domingo. Simplesmente vemos que a profecia de que o Senhor ia ressuscitar ao terceiro dia cumpriu-se. E Jesus assim demonstrou fidelidade à Sua santa lei, pois descansou no Sábado, da obra de criação, e agora dá provas que descansou da obra de redenção, permanecendo no sepulcro no Sábado. Por conseguinte, Seus trabalhos de criação e redenção foram realizados sem a transgressão do Sábado.


    4)

    “E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado.” Lucas 24:1.
    Lucas escreveu isso no ano 64 d.C., 33 anos depois da ressurreição do Senhor, e, como os outros evangelistas, nada abona em favor da santidade do domingo. Porém, uma coisa Lucas deixa claro, no verso 56 do capítulo 23, isto é: que o Sábado era e é o dia do Senhor. Lemos:

    “E voltando elas, prepararam especiarias e unguentos, e no Sábado repousaram, conforme o mandamento.”
    5 )

    “E no primeiro dia da semana Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.” João 20:1.

    Este texto foi escrito no ano 97 d.C., 66 anos depois de Jesus ressuscitar, e também nada acrescenta a favor do domingo. Nada mesmo!


    6)

    “Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus... e disse-lhes: Paz seja convosco.” João 20:19.

    Crêem os cristãos que discordam do Sábado, que este texto lhes assegura ser uma reunião religiosa dominical, e por isso o Sábado cedeu seu lugar ao domingo. Será mesmo assim? Não! Por que sei? Eis as razões:

    • Os discípulos se ajuntaram com medo dos judeus e não para uma reunião religiosa regular. A intenção era esconder-se.
    • Os discípulos não criam que Jesus havia ressuscitado. Leia: Mar. 16:11; 13-14; Luc. 24:37; João 20:24-27. Se não criam, evidentemente não era esta uma reunião religiosa, nem dominical.
    • Jesus também não transformou esta reunião em cerimônia religiosa, muito menos em Santa Ceia. Comeu, sim, peixe assado e mel (Luc. 24:38-43), para provar aos discípulos que era Ele mesmo, e não um fantasma.

    OBSERVAÇÃO: Não foi ótima ocasião para Jesus dizer aos discípulos que o domingo era agora o dia santificado? Por que não disse? Ora, porque o Sábado é eterno e santo, como Ele próprio. (Esta “reunião” se deu na habitação dos discípulos – Atos 1:13).


    Observe que já estudamos seis dos oito versos onde é mencionado o primeiro dia da semana. E nada de concreto, definido, claro com relação à mudança do Sábado para o domingo.


    7 )

    “E, no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e alargou a prática até à meia noite.” Atos 20:7.
    Este texto, depois de “esmiuçado” e comparado com outros, estribado na lógica e bom senso, dará uma mensagem diferente daquela que hoje se crê, que tal acontecimento foi uma reunião de Santa Ceia.


    CONSIDEREMOS:


    • Não se pode assegurar que esta foi uma Santa Ceia, porque “partir o pão” era um costume, uma ceia-refeição, um jantar entre os irmãos para alargar o sentimento cristão e o desenvolvimento do amor mútuo (Atos 2:42, 46).

    Atos 2:42 e 46 "E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração,"
    Era uma prática ótima, tão boa que motivou a unidade que o Espírito Santo precisava no Pentecostes. Este costume também imprimiu neles um profundo sentimento humanitário, pois não havia necessitados entre eles (Atos 2:45), e os pobres de Jerusalém por eles foram socorridos (Rom. 15:25 e 26). Finalmente, não podia ser Santa Ceia, pois não usaram o suco da vide, não procederam ao lava-pés (João 13:1-15; I Tim. 5:10); e muito menos há indícios sequer da Santa Ceia celebrada pelo mesmo Paulo (I Cor. 11:23-29). Ademais, o costume era partir o pão em casa (de casa em casa – Atos 2:46), o que prova ser uma refeição amigável, apenas.


    • Nesta descrição – “E no primeiro dia da semana ajuntaram-se os discípulos...” entende-se com clareza tratar-se da noite do Sábado; pois que o dia é contado de pôr-do-Sol à pôr-do-Sol. Se assim é, o que ocorreu então? Paulo passou com os discípulos o Sábado, como era seu costume (Atos 17:2); e, ao terminar o dia, no pôr-do-Sol, e começar o primeiro dia (início da noite de Sábado), Paulo que teria de partir no dia seguinte (parte clara do primeiro dia da semana), desejou usufruir da presença dos discípulos, e isso foi até à meia noite (lógicamente do Sábado). Entretanto, foi uma reunião acidental, cujo motivo principal era o fato de ter Paulo que se ausentar dos irmãos, em cuja presença estivera durante uma semana (Atos 20:6). Se esta partida se desse numa terça, quarta ou quinta-feira, Paulo, como desejava, alargaria a prática até à meia noite anterior à sua viagem.


    QUANTO AO MAIS, OBSERVEMOS:


    • Paulo, como bom judeu, não poderia iniciar uma viagem no Sábado. De sorte que o aproveitou em assuntos espirituais, estendendo a prática por toda a tarde (conforme seu costume: Atos 16:13), e iniciando uma vigília até domingo de manhã, quando o navio havia de partir (Atos 20: 11).

    Atos 20:11 Subindo de novo, partiu o pão, e comeu, e ainda lhes falou largamente até ao romper da alva. E, assim, partiu.

    • Caso admitamos que a reunião se deu no domingo, e como a noite de domingo já é o início da segunda-feira (segundo a contagem de tempo de Deus), por conseguinte a “Santa Ceia” se deu na segunda-feira, e não no domingo.
    • Mesmo que esta reunião tenha se dado no domingo, mesmo que fosse uma Santa Ceia, ainda não há autorização expressa, específica, comprobatória da mudança do Sábado para o domingo. Pelo contrário, no tocante ao Sábado, Paulo o menciona diversas vezes, numa proporção de 10x1, em comparação ao primeiro dia da semana (Atos 18:1-3, 4, 11; 19: 8,10).


    SANTA CEIA E VIAGEM DE PAULO

    8)

    “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá ajuntando para que se não façam coletas quando eu for.” I Coríntios 16:2.
    Submetamos também este texto ao crivo das Escrituras, para que os irmãos se sirvam dele para o bem. A tradução Almeida Revista e Corrigida omite a palavra EM CASA. Porém, a própria tradução Almeida, Revista e Atualizada, acrescentou tal expressão porque, de fato, ela consta do original. Nota-se por isso a sinceridade do tradutor que, sendo adepto do domingo, incluiu a expressão em casa, pois, se não fizesse isso, porporcionaria forte argumento a favor da crença de que a coleta era na igreja. Daí, há que se deduzir:


    • Paulo soube que os crentes de Jerusalém (Atos 11:28 e 29) estavam em grandes necessidades, e os discípulos decidiram socorrê-los.
    • O apóstolo então pediu aos irmãos que sistematicamente, em casa, no primeiro dia da semana, fossem ajuntando alguma coisa; dinheiro, alimento, roupa, sandálias, etc. E por que, no primeiro dia da semana? Ora, é o primeiro dia não somente de atividades e trabalhos, como marca o início de um novo ciclo semanal, logo após passado o Sábado do Senhor. (Leia estes versos e comprove como Paulo se envolveu nesta coleta filantrópica: Rom. 15:25 e 26; compare com Atos 19:21; 20:3; 24:17; I Cor. 16:1-5; II Cor. 8:1-4; 9:1 e 2). Deviam, portanto, ir ajuntando conforme sua prosperidade para que, quando Paulo fosse ter com eles, no Sábado, apanhasse a oferta. Agora, por que sei que Paulo iria à igreja no Sábado?

    RAZÕES


    • Era o dia que Paulo tinha por costume ir à igreja (Atos 17:2), portanto era nele que os irmãos, judeus e gentios, levariam suas dádivas à casa de Deus.
    • Paulo trabalhava durante a semana e no Sábado ia à igreja. Atos 18:1-4.

    Bem, acabaram-se os textos (8 apenas), em que os cristãos hoje se baseiam para advogar a tese da santidade do domingo. Neles não encontramos nada que dê, pelo menos, alguma pista para a aceitação do domingo tomando o lugar do Sábado. Por outro lado, acompanhe Paulo e veja como ele tratava o Sábado.


    Atos 18:1-3 – Aqui prova que Paulo trabalhava fazendo tendas, durante a semana.

    "Depois disto, deixando Paulo Atenas, partiu para Corinto. Lá, encontrou certo judeu chamado Áqüila, natural do Ponto, recentemente chegado da Itália, com Priscila, sua mulher, em vista de ter Cláudio decretado que todos os judeus se retirassem de Roma. Paulo aproximou-se deles. E, posto que eram do mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas."

    Atos 18:4 – Neste, prova-se que Paulo não trabalhava no Sábado, mas ia à igreja, pregar para gregos, prosélitos e judeus.

    "E todos os sábados discorria na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos."


    Atos 18:11 – Lucas diz que Paulo assim procedeu em Corinto, trabalhando durante a semana, descansando aos Sábados, durante um ano e seis meses (18 meses). Ou seja, 78 Sábados guardados e, em nenhum deles, Paulo mencionou tivesse o Sábado sido abolido ou cedido seu lugar ao domingo.

    "E ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de Deus."


    • Atos 19:8-10 – Paulo, em Éfeso, pregou o evangelho durante dois anos e três meses (27 meses), ininterruptamente. Isto é, 116 Sábados guardados. Nada de domingo.
    • A Epístola aos Romanos, que é a carta de exaltação à Lei de Deus, foi escrita de Corinto, durante a terceira viagem missionária de Paulo (Atos 20:1-3), no inverno de 57-58 d.C. (Rom. 16:23; I Cor. 1:14; II Tim. 4:20). Nesta cidade, onde Paulo implantou o cristianismo puro e genuíno, confirmando por exemplo a santidade do Sábado, escreveu sua epístola aos cristãos de além-mar, e nada falou sobre a pseudo-santidade dominical.
    • A Epístola aos Gálatas também foi escrita de Corinto, pela mesma época, e é um severo rebate aos professores judaizantes que tentaram injetar lá a perniciosa doutrina da justificação pelas obras da Lei Cerimonial; porém, nada promulgou Paulo em favor do primeiro dia da semana.
    • A Epístola aos Tessalonicenses também foi escrita de Corinto (I Tess. 3:1,6 – comparar com Atos 17:15) pelo ano de 51-52 d.C. Era este grupo uma igreja exclusivamente de gentios (I Tess. 1:1,9), e, no entanto, Paulo nada informou da santidade do domingo.
    • A Epístola aos Coríntios foi escrita de Éfeso (I Cor. 16:8), na primavera de 57 d.C. onde Paulo trabalhou durante três anos (Atos 20:31). A Igreja de Corinto foi estabelecida em sua segunda viagem missionária, onde Paulo fez 18 meses de evangelismo, e nunca falou sobre a guarda do domingo.
    • Nas igrejas de Corinto e Éfeso (esta era, principalmente, de formação gentílica – Efé. 1:1; 2:11; 4:17), onde passou grande parte de sua vida ministerial, Paulo estabeleceu entre outras doutrinas os dons espirituais, mas nunca situou o domingo como tomando o lugar do Sábado. É inconcebível que, ao estabelecer-se uma igreja, o corpo doutrinário não fique definido! – Por que então Paulo nunca falou, sequer uma vez, da santidade do domingo?


    CONCLUSÃO

    Paulo, o missionário que implantou o cristianismo entre os gentios, estabeleceu várias igrejas (Atos 16:5; 18:22; Gál. 1:22; I. Cor. 16:19; II Cor. 8:1, etc). Ungiu diversos presbíteros e diáconos (Atos 14:23; 20:17). Empossou líderes na igreja (I Cor. 12), mas nunca mencionou nada que abonasse o domingo entre os cristãos judeus ou gentios convertidos. Pelo contrário, em Éfeso e Corinto guardou e pregou em 194 Sábados, durante três anos e nove meses, estando semanalmente com os irmãos. Ora, convenhamos, se não falou em nenhuma oportunidade que o domingo ocupou o lugar do Sábado, é porque não aceitava assim.


    O escritor de Atos foi o gentio Lucas. Escreveu tudo sobre os Atos dos Apóstolos, especialmente os de Paulo, e nada falou da mudança do Sábado para o domingo. Irmão, não resista mais. Nada há de concreto, palpável, claro a respeito do domingo no Novo Testamento, o que não se dá com o Sábado, que é uma realidade em toda a Bíblia. Só no Novo Testamento há 59 referências ao Sábado (ver pág. 133). Paulo cumpriu em sua vida a Lei Moral dos Dez Mandamentos, trabalhava seis dias da semana, e descansava um dia; e a Bíblia assegura que era o Sábado.


    PARA VOCÊ PENSAR

    – Depois da ressurreição, Cristo passou 40 dias instruindo Seus discípulos sobre o estabelecimento de Sua igreja e, no entanto, não disse que o Sábado foi transferido para o domingo por causa de Sua ressurreição. Seria desumano, bem como grande crueldade e desamor, deixar Sua mãe, o apóstolo amado, Pedro e tantos outros enganados! Se realmente o Sábado tivesse sido abolido, Jesus diria abertamente. Creia!


    Entretanto, o ensino claro de Cristo foi este, preste atenção: Olhando o Mestre a iminente destruição de Jerusalém cerca de 40 anos depois de Sua ascenção, Ele deu este conselho aos discípulos:

    Mateus 24: 20
    “...Orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no Sábado.”
    Ora, irmão, Jesus deixa claro como a luz solar que, muito tempo depois de Sua ressurreição, o Seu povo deveria guardar o Sábado e não o domingo. A preocupação divina salta aos olhos. “Orai”, lembrou o Mestre. Esta expressão denota a sacrossantidade do Sábado. Estava Jesus preocupado em que Seus amados discípulos pudessem violar o santo Sábado depois que subisse ao Céu.


    O que Jesus desejava é que os discípulos tivessem o Sábado em mente todas as vezes que orassem, já que se avizinhava a grande destruição de sua cidade. (A fuga se deu numa quarta-feira do ano 70, quando Jerusalém foi destruída, e assim evitou-se a transgressão do Sábado, com cargas, barulho, nervosismo, etc.).


    Consequentemente, nem a morte, nem a ressurreição de Cristo, exerceram qualquer efeito quanto à mudança que hoje se propaga nos meios evangélicos. Portanto, fica patente: domingo não é, nunca foi, e nunca será símbolo da ressurreição. O batismo sim, o é!


    Jesus foi o maior defensor do Sábado. Criou, santificou, abençoou, guardou e ensinou que ele estaria eternamente em vigor (Mat. 5:17 e 18), mesmo porque o Sábado é o memorial, o Selo de Sua Criação.


    Nos dias de Jesus, o mandamento do Sábado era oficial, reverenciado, observado e definido. Eis o testemunho do evangelista a respeito da morte de Jesus:


    Lucas 23: 53-56
    “E havendo-O tirado, envolveu-O num lençol, e pô-Lo num sepulcro cravado numa penha, onde ninguém havia sido posto. E era o dia da preparação, e amanhecia o Sábado. E as mulheres, que tinham vindo com Ele da Galiléia, seguiram também e viram o sepulcro, e como foi posto o Seu corpo e, voltando elas, prepararam especiarias e unguentos: E no Sábado repousaram, conforme o mandamento.”

    O Sábado era amado por Jesus, daí Sua suprema preocupação em que não fosse transgredido por Seus amigos. O Senhor nunca foi contra este mandamento, nem jamais o tencionou mudar; pelo contrário, ordenava que os discípulos dessem ouvidos aos ensinos dos sacerdotes, e estes eram zelosos do Sábado. Sua preocupação, porém, era para observá-lo diferente dos tais ensinadores (Mat. 23:3), e por quê? – Porque coavam um mosquito e engoliam um camelo (Mat. 23:24). O Sábado deveria ser um dia deleitoso, digno de honra (Isaías 58:13), um dia aprazível, agradabilíssimo, mas os legalistas dele fizeram um dia da maior tristeza, um fardo mais pesado que um elefante.


    Destaco do comentário de Taylor, Evangelho de João, Vol. 1 – págs. 126, 127 e 129, algumas tradições impostas sobre o Sábado:


    “Os rabis fizeram uma lista de quarenta formas de trabalho menos uma. Se um homem praticasse no Sábado qualquer uma, devia ser apedrejado. Essas 39 categorias de trabalho eram chamadas ‘pais’ e cada ‘pai’ tinha ‘filhos’ de tradição sabática. Por exemplo, lavrar era um dos trinta e nove pais. Um filho de lavrar era cavar. E cavar abrangia muita coisa. Era proibido puxar uma cadeira de um lugar para outro no Sábado, pois podia cavar uma linha no assoalho.

    “Permitia-se que um homem cuspisse na calçada no Sábado e que procurasse espalhar o cuspe com o pé, pois na calçada o pé não fazia sulco; mas o mesmo ato no chão era pecado, pois o pé, apagando o sinal do cuspe no chão, faria um sulco na terra, cavava.

    “Outro pai era carregar peso e que numerosa descendência tinha! Não se permitia a um homem que levasse na boca a dentadura postiça no Sábado, pois era filho desse pai proibido.

    “Um alfaiate não podia sair com sua agulha nem o escriba com sua pena, na sexta-feira de tarde, para não arriscar a possibilidade de voltar depois do pôr-do-Sol, e estar carregando esses pesos no Sábado.

    “Outro pai proibido era colher, ceifar. Temos a narrativa da ofensa dos discípulos comendo grãos de trigo. Uma senhora não devia olhar-se no espelho no Sábado; podia ver um cabelo branco e ser tentada a arrancá-lo.

    “Era proibido andar mais de 2.000 cúbitos (1.320 metros) no Sábado. Mas um fariseu que quisesse ir além poderia na sexta-feira pôr sua comida nesse ponto. Chegando ao fim dos dois mil cúbitos e achando a comida, diria: ‘Ah! eu estou em casa!’

    “Não se podia comer um ovo que a galinha pusesse no Sábado. Mas se se dissesse: ‘Esta galinha se destina à mesa mais tarde’ – então poderia comer o ovo. Era apenas um pedaço da galinha que caíra, e se comia na intenção de equipará-la ao banquete de galinha assada que se teria, em outro dia.

    “Havia um regulamento comprido sobre o nó que se poderia amarrar no Sábado, sendo proibido o nó de marinheiro e do condutor de camelos. Não se podia escrever juntas duas letras do alfabeto.

    “Sapatos em que havia pregos não se podia calçar, pois isso seria carregar peso. Só se poderia calçar sapato costurado (o que somente os ricos e os fariseus poderiam adquirir). Também era lícito usar os dois sapatos, mas não um só, caso um homem estivesse com um calo ou ferida no pé. Um pão não se constituiria peso se carregado por dois homens, mas, um homem só carregando, então seria peso. Um judeu não podia tomar vinagre na boca, no Sábado, para aliviar a dor de dentes com bochecho, sem o engolir. Mas podia molhar a escova no vinagre.”


    PENSE NISTO:

    Dois fariseus saindo da padaria carregando uma bisnaga. Cada um segurando um lado do pão. Não é para sorrir? É “sinceridade” demais!


    Assim, a letra matou o deleite do Sábado. Felizmente Jesus libertou a alegria do Sábado destas tradições odiosas e inconsequentes e realçou o Sábado ao seu devido lugar. Sim, o Sábado, o memorial da criação de Deus é um dia deleitoso, agradável, espiritual. Deve ele servir ao homem e não o homem escravizar-se por ele, com infindas tradições tolas (Mat. 23:4; Luc. 11:46). Este Sábado feliz, Jesus aprova.


    Por isso disse o Mestre: “...o Sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do Sábado.” (Mar. 2:27). Sim, o Sábado não necessita do homem. O homem é que necessita do Sábado, porém, livre dos disparates mencionados. Por isso Deus criou o homem primeiro, depois o Sábado, para atender suas necessidades: repouso, meditação, devoção espiritual, etc.


    “O Sábado foi feito por causa do homem...” – Sim, para sua felicidade, para seu benefício, para o bem-estar de seu corpo. Logicamente, o homem deve guardá-lo, haja vista Deus tê-lo feito por sua causa; seria portanto falta de respeito e ingratidão para com o Criador o homem recusar aceitar algo criado para ele mesmo. Deus não faria nada para o homem que não fosse bom. E, se é bom, porque cancelar ou mudar? O caráter de Deus não muda. Sal. 89:34; Deut. 4:2.


    Trata-se de causa e efeito: A causa, o homem. O efeito, o Sábado. Enquanto a causa (homem) existir, o efeito (Sábado) existirá como repouso de Deus para ele. Devemos ser coerentes com a palavra do Mestre. O Sábado foi feito por causa do homem e não do judeu. E Sua palavra proclama a universalidade do Sábado, porque o homem habita todo o nosso Planeta. “Deus ordenou que o Sábado fosse uma bênção, não uma carga, e é do interesse do homem, e não em seu prejuízo, o observá-lo. Foi designado para aumentar sua felicidade, não para causar-lhe dificuldade.” – The Sevent-Day Adventist Bible Commentary – Vol. 5, pág. 588.


    Esta verdade não se prende ao domingo (primeiro dia da semana) que já existia quando o homem foi criado, cinco dias depois. Por conseguinte Jesus não somente é Senhor do Céu, da Terra, do mar, mas até do Sábado (Mar. 2:27; Mat. 12:8). Então, qual é o Dia do Senhor?
    – Resposta: O Sábado, reconhecido por João em Apocalipse 1:10. Deus o chama: “Meu santo dia”. Isaías 58:13.


    Efetivamente, nenhum dos apóstolos, muito menos o apóstolo amado, João, deu título sagrado ao domingo. Simplesmente denominaram-no de “o primeiro dia da semana”. Evidente que não podia dar. Nem o próprio Criador deu.


    Se os apóstolos não deram santidade ao domingo, se Jesus não deu, quem então o fez? Que pena! Quem deu santidade ao domingo, quem o fez símbolo da ressurreição de Jesus, quem o estabeleceu como dia santificado e de guarda, foi justamente aquela que os protestantes hoje desdenham: a Igreja Romana. Aqui as provas transcritas do livro Estudos Bíblicos, páginas 405-407, editado pela CPB:


    “Nós, católicos romanos, guardamos o domingo, em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe de nossa igreja, que preceituou tal ordem de o Sábado ser do Antigo Testamento, e não obrigar mais no Novo Testamento.” – Pe. Júlio Maria, em Ataques Protestantes, p. 81.


    “Foi a Igreja Católica que, por autoridade de Jesus Cristo, transferiu esse descanso para o domingo, em memória da ressurreição de nosso Senhor: de modo que a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, independentemente de sua vontade, à autoridade da Igreja.” – Monitor Paroquial de 26 de Agosto de 1926, Socorro, SP. Grifos meus.


    “Pelo próprio ato da mudança do dia de descanso para o domingo, o qual todos os protestantes aceitam; e portanto, contradizem-se positivamente, observando estritamente o domingo, e violando a maioria dos outros dias de festa ordenados pela mesma igreja.” – Abridgment of Christian Doctrine, Rev. Henry Tuberville, D.D. do Douay College, França, 1649, pág. 58, grifos meus.


    “A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o Sábado, da velha lei.” – Kansas City Catholic, 9 de Fevereiro de 1893.


    “A Igreja Católica... em virtude de sua divina missão, mudou o dia de Sábado para o domingo.” Catholic Mirror (espelho católico), órgão oficial do Cardeal Gibbons, de 23 de Setembro de 1893, grifos meus.


    “O domingo é uma instituição católica, e sua observância só pode ser definida por princípios católicos. Do princípio ao fim das Escrituras não é possível encontrar uma única passagem que autorize a mudança do culto público semanal, do último para o primeiro dia da semana.” – Catholic Press – Sidney, Austrália. 25 de Agosto de 1900 – grifos meus.


    “A Igreja de Deus porém, as achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do Sábado... em virtude da ressurreição de nosso Salvador.” – Catecismo Romano, edição 1566, pág. 440, parág. 5:18.


    “Observamos o domingo em vez do Sábado, porque a Igreja Católica no Concílio de Laodicéia (364 a.D.) transferiu a solenidade do Sábado para o domingo.” – The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine, Rev. Peter Geierman, C.S.S.R.) pág. 50 – terceira edição, 1913, obra que recebeu a bênção apostólica do Papa Pio X, em 25 de Janeiro de 1910, grifos meus.


    “Podereis ler a Bíblia de Gênesis ao Apocalipse e não encontrareis uma única linha que autorize a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do Sábado, dia que nós nunca santificamos.” – Cardeal Gibbons em the Faith of Ours Fathers, edição de 1892.


    “A Bíblia manda santificar o Sábado, não o domingo; Jesus e os apóstolos guardaram o Sábado. Foi a tradição católica que, honrando a ressurreição do Redentor, ocorrida no domingo, aboliu a observância do Sábado.” – O Biblismo, pág. 106, Padre Dubois – Belém.


    “Não tivesse ela (Igreja Católica) esse poder, e não poderia haver feito aquilo em que concordam todos os religionistas modernos – não poderia haver substituído a observância do Sábado do sétimo dia, pela do domingo, o primeiro dia, mudança para a qual não há autoridade escriturística.” – Um Catecismo Doutrinal, Rev. Stephan, pág. 174, grifos meus.

    Agora observe o respaldo dos citados “religionistas modernos”:

    CONGREGACIONALISTAS: “Não existe na Bíblia mandamento que requeira de nós a observância do primeiro dia da semana como sendo o Sábado cristão.” – Mode and Subjects of Baptism, por Fowler.

    METODISTAS: “É certo não haver mandamento positivo para o batismo infantil... Tampouco o há para santificar o primeiro dia da semana.” – Theological Compend (1902), Rev. Amós Binneyas, 180 e 181.

    LUTERANOS: “A observância do domingo não se baseia em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da igreja.” – Augsburg Confession of Faith citado em Cox’s Sabbath Manual, pág. 287.

    PRESBITERIANOS: “Deus instituiu o Sábado na criação do mundo separando para este fim o sétimo dia, e impôs sua observância como obrigação universal, moral e perpétua.” – Dr. Archibaldo A. Hodge, da Comissão Presbiteriana de Publicidade.

    PENTECOSTAIS: “A Bíblia nos mostra a sagrada Lei de Deus: ‘faça isto’, ‘não farás!’. Êxo. cap. 20. E essa Lei deveria ser observada, cumprida rigorosamente – e até aos nossos filhos a deveríamos fazer conhecer. Deut. 6: 1-13. A Palavra de Deus é, sob certos aspectos, autoritária! Ela nos fala de modo imperativo.” – Lições Bíblicas, 7-12/1966, Dir. Respons. Pastor Emílio Conde, pág. 12.

    BATISTAS: “Cremos que a Lei de Deus é a base eterna e imutável do Seu governo moral (Rom. 3: 31. Mat. 5: 17. Luc. 16:17. Rom. 3:20); que essa Lei é santa, justa e boa (Rom. 7: 12. Sal. 119); que a incapacidade dos homens decaídos, da qual falam as Escrituras, para cumprirem os seus preceitos, provém unicamente do seu amor ao pecado (Rom. 8: 7-8. Jos. 24: 19. Jer. 13:23. João 6:44); que um dos principais objetivos do evangelho é o de libertar os homens do pecado e restaurá-los em Cristo a uma obediência sincera dessa santa lei, concorrendo para isso os meios da Graça proporcionados em conexão com a igreja visível (Rom. 8:2-4. Heb. 8: 10. Heb. 12.22-25).” – Manual das Igrejas Batista, por Willian Carey Taylor, 4a. Edição, 1949, pág. 178, Artigo XII – Casa Publicadora Batista.

    MÓRMONS – “Há aqueles que gostariam de destruir o Decálogo, ou os Dez Mandamentos... Tais mandamentos não foram ab-rogados, nem anulados e estão em vigor hoje da mesma forma como estiveram quando pronunciados em meio aos trovões no Monte Sinai, embora não sejam observados.” – Joseph Fielding Smith, The Heed to Yourselves, pág. 133.


    Eis aí, declarações sinceras. O Sábado é inegável. É bíblico. É eterno. É divino. Infelizmente só não é colocado em prática. Leia, irmão, Atos 5:29.


    Assim, amado, grande número de escritores protestantes e autoridades evangélicas em geral admitem que foi por autoridade da Igreja Romana e não por ordem divina ou apostólica que o domingo tomou o lugar do Sábado, e passou a ser santificado pela cristandade. Destaco por fim, o Dr. Edward T. Hiscox, autor do Manual Batista, que fez perante um grupo de ministros, a seguinte honesta afirmação:


    “Havia e há um mandamento para santificar-se o Sábado, mas aquele Sábado não era o domingo. Será dito, talvez, e com ostentação de triunfo, que o Sábado foi transferido do sétimo para o primeiro dia da semana, com todos os seus deveres, privilégios e sanções. Desejando ardentemente informações sobre este assunto, que tenho estudado por muitos anos, pergunto: Onde se pode achar o relato de tal transferência? Não no Novo Testamento, absolutamente não! Não há na Escritura evidência de mudança da instituição do Sábado, do sétimo dia da semana.


    “É para mim incompreensível que Jesus, vivendo durante três anos com Seus discípulos, conversando com eles muitas vezes sobre a questão do Sábado, tratando-o nos seus vários aspectos, ressalvando-o das falsas interpretações, nunca Se referisse a uma transferência desse dia; mesmo durante os quarenta dias de vida após Sua ressurreição, tal coisa não foi indicada. Nem tampouco, quanto ao que sabemos, o Espírito Santo, que fora enviado para lhes fazer lembrar tudo quanto haviam aprendido, tratou desta questão. Nem ainda os apóstolos inspirados, pregando o evangelho, fundando igrejas, aconselhando e instruindo, discutiram ou abordaram o assunto.


    “...estou bem certo de que o domingo foi posto em uso como dia religioso, bem no princípio da história cristã, pois assim aprendemos dos pais da igreja e de outras fontes. Mas que pena ter vindo ele estigmatizado com a marca do paganismo e crismado com o nome do Deus Sol, quando adotado e sancionado pela apostasia papal, e dado ao protestantismo como um legado sagrado.” – De um discurso feito em 13 de Novembro de 1893, – (citado em Sub. do Erro, A.B. Christianini, págs. 169/170 – CPB, grifos meus). Este discurso foi reproduzido parcialmente no The Watchman Examiner, Órgão Batista editado em Nova York, edição de 16 de Novembro de 1893.
    Vire a página, para a conclusão!


    Assim, meu irmão, se nada há de concreto que abone o domingo como substituindo o Sábado, e o próprio Senhor sequer o menciona, para onde ir?


    Verdade é que Jesus:

    • Não transgrediu o Sábado (Mat. 24:20);
    • Não o alterou (Mat. 5:17 e 18);
    • E ao morrer disse: “Está consumado” (João 19:30).
    • Portanto, ninguém se atreva a anular ou acrescentar (Apoc. 22:18-19).
    • O Sábado é o dia do Senhor: (Mat. 12:8; Mar. 2:28; Apoc. 1:10).
    • Deus confirma: “Não Mudarei” (Deut. 4:2; Sal. 89:34).
    • Não mente (Tito 1:2). A palavra do Mestre tem que prevalecer (I Tim. 6:3).


    O domingo não é bíblico. Que fará Deus?


    • A “planta” domingo será arrancada.
    “...toda planta que Meu Pai Celestial não plantou, será arrancada.” Mateus 15:13.

    Pense bem:
    Se Jesus surgisse hoje ensinando publicamente, não repetiria as palavras de 2.000 anos atrás? Estas:
    “Por que transgredis vós também os Mandamentos de Deus pela vossa tradição?” (Mateus 15:3).
    “Mas em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.” (Mateus 15:9).
    “Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.” (Heb. 10:31).


    Fonte: Livro Assim diz o Senhor

    terça-feira, 5 de agosto de 2008

    Avanços da Nova Ordem Mundial - Jogo Final

    O pesquisador Alex Jones produziu um documentário a respeito dos avanços da Nova Ordem Mundial orquestrada pelos poderosos (ligados a sociedades secretas) da elite mundial: Endgame - Blueprint for Global Enslavement. O vídeo está disponível no YouTube (14 partes). As duas primeiras partes você pode assistir abaixo:











    Fonte: Minuto Profético

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    segunda-feira, 4 de agosto de 2008

    Jesus Aboliu as Leis de Saúde do AT?

    Desde a Criação, Deus demonstra o interesse de que o homem tenha uma alimentação saudável e eficaz, visando suprir as necessidades calóricas diárias. Vemos que o alimento destinado ao homem era o mais natural possível, constituído apenas de produtos de origem vegetal – sementes, frutas, castanhas (cf. Gên. 1:29; 2:8-9).


    Gênesis 1:29 E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento.


    Gênesis 2:8-9 E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, na direção do Oriente, e pôs nele o homem que havia formado. Do solo fez o SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim e a árvore do conhecimento do bem e do mal.

    Era propósito de Deus que o ser humano tivesse uma alimentação natural, por ser de melhor qualidade – como a Ciência já comprova amplamente em nossos dias; basta ver a grande incidência de doenças entre as comunidades consumidores de grande quantidade de produtos de origem animal.



    Após o dilúvio, devido à escassez de alimentos vegetais, o Senhor permitiu que o homem comesse carne, que deveria durar apenas um período curto de tempo, mas que se transformou no principal alimento da humanidade.



    Para evitar uma maior contaminação por doenças, o Senhor determinou algumas diferenças entre os animais limpos e imundos, evitando que Seu povo padecesse de toda a sorte de enfermidades que afligiam as outras nações. Esta diferenciação entre os animais pode ser vista em detalhes em Levítico 11 (porém, muito antes de Moisés, já se conhecia esta diferença, evidenciado no relato da arca de Noé e, até mesmo, no sacrifício oferecido no Éden após o pecado).



    O resumo desta "lei" é o seguinte:

    1. Não deve ser ingerida carne de animais terrestres que não sejam ruminantes e que não tenham a unha fendida e o casco dividido em dois (v. 3). Aqui se enquadram o porco, o cavalo, o cachorro, o gato, etc.
    2. Não deve ser ingerida a carne de animais aquáticos que não tenham barbatanas nem escamas (v. 9). Por exemplo: camarão, lagosta, caranguejo (e demais crustáceos), bagre, tubarão, baleia, etc.


    Esta não era uma lei “cerimonial”, mas sim alimentar. Por isso, sua validade independe do sacrifício de Cristo. Afinal, não podemos crer que Jesus derramou Seu precioso sangue na cruz para que o porco se tornasse um animal limpo... Pena que alguns crêm nesse absurdo!



    Aqueles em nossos dias que não conseguem se libertar dos “vícios” alimentares, tentam acalentar a consciência com textos bíblicos isolados de seus respectivos contextos. Vejamos alguns destes textos que tais pessoas gostam de citar:



    a) “não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem” – Mat. 15:11.



    O que Jesus estava condenando era a hipocrisia dos fariseus em buscar, nos detalhes das tradições (por eles inventadas), os motivos para O acusarem de alguma coisa (cf. vv. 1-2).
    Não estava em jogo o assunto de alimentos imundos, mas o ato de lavar ou não as mãos todas as vezes que fossem comer, e isto era realizado com um verdadeiro ritual pelos fariseus mais “tradicionais”.


    b) “Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência... Se algum dentre os incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que for posto diante de vós, sem nada perguntardes por motivo de consciência” – 1Co 10:25-27.



    Paulo não está tratando aqui de animais limpos ou imundos, pois os imundos ele sabia que não deveria comer (Atos 22:3; Filip. 3:4-6). O que o apóstolo dos gentios está orientando aos discípulos é com relação aos animais sacrificados aos ídolos (v. 28).


    Atos 22:3 Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade e aqui fui instruído aos pés de Gamaliel, segundo a exatidão da lei de nossos antepassados, sendo zeloso para com Deus, assim como todos vós o sois no dia de hoje.


    Filipenses 3:4-6 Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu, quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível.

    Quando se ofereciam sacrifícios nos templos dos ídolos, com freqüência se vendiam partes desses animais no mercado, e como essa carne não se separava das outras carnes que ali também se vendiam, um cristão podia comprar, sem sabê-lo, carne que se ofereceu a ídolos. O conselho do apóstolo é: esta carne (oferecida a ídolos falsos) poderia ser comprada sem inconvenientes pelos cristãos, a não ser que a carne não fosse de acordo com os ensinos bíblicos de distinção de animais.


    c) “que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade, pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado” – 1Tm 4:3-5.


    Aqui se refere às influências e tendências ascéticas que se difundiam na igreja. Os partidários disso consideravam por razões cerimoniosas e rituais que era espiritualmente desejável a proibição completa de certos alimentos. A admoestação possivelmente inclua a proibição de certos mantimentos em determinados dias religiosos.


    Não se deve achar que Paulo está abolindo com estas palavras a distinção que se faz no AT entre comidas “limpas” e “imundas” (ver Lev. 11). Deve notar-se, acima de tudo, que Paulo especificamente limita suas observações àquelas coisas criadas por Deus para serem usadas como “mantimentos” (cf. v. 3). Deus explicou na criação o que devia usar o homem como alimento. Esta prescrição não incluía carne de nenhuma classe, nem mesmo todo tipo de vegetais (cf. Gên. 1:29, 31). Todas as coisas foram criadas para um diferente propósito, e eram “boas” para o fim dado pelo Senhor, isto é, eram perfeitamente adaptadas para cumprir o plano de Deus para elas. Depois do dilúvio, Deus permitiu o consumo de carnes “limpas”, mas proibiu de forma específica o comer carnes “imundas”. Em nenhuma parte da Bíblia se diz que Deus tirou esta proibição, pelo contrário, ela afima que Ele NÃO MUDOU (cf Malaq. 3:6; Tiago 1:17) .


    Um dos textos mais mal compreendidos é Atos 10.



    Alguns querem insistir de que nesta passagem há uma “revelação” do Senhor sobre a liberação para se comer qualquer tipo de carne. Analisemos o texto...


    Atos 10
    vv. 9-16 – o apóstolo Pedro recebe uma visão celestial, na qual lhe é apresentado um objeto semelhante a um lençol, repleto de toda forma animal. Como estava em um momento de fome (v. 10), Pedro é orientado a matar e comer (v. 13). Tal ordem causa espanto ao apóstolo, pois ele sabia das proibições bíblicas acerca dos alimentos imundos (v. 14). Na visão, Pedro recebe a advertência de que “o que Deus purificou” ele não deveria considerar imundo (v. 15). Isso se repetiu por três vezes (v. 16).


    Qual o significado desta visão?



    A maioria esmagadora dos cristãos crê que se trata de uma clara desconsideração divina para a questão dos alimentos imundos. Baseados nesta passagem, muitos acreditam que podem comer porco (como o da feijoada da foto acima, que ilustra esta postagem), crustáceos, etc., sem estarem infligindo qualquer ordem do Senhor. Mas será esta a interpretação correta? O texto está REALMENTE falando de alimento? Vejamos...


    Logo em seguida à visão, Pedro recebe a visita dos mensageiros enviados pelo gentio Cornélio (vv.17-22). Pedro fica relutante em ir com eles, pois ele não estava muito acostumado a tratar com gentios, sendo um dos que mais acreditavam na validade do tradicionalismo judaico para os novos convertidos (cf. Gál. 2:11-21). Pedro leva alguns discípulos consigo, e vai ao encontro de Cornélio. Lá o apóstolo percebe o sentido REAL da visão que Deus lhe havia dado:


    v. 28 – “a quem se dirigiu, dizendo: Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo”.


    Pedro entendeu claramente que a visão do lençol de animais nada tinha que ver com alimentação. O propósito de Deus era preparar a mente do apóstolo para a realidade da conversão de gentios ao Evangelho.



    Nos vv. 34-35 Pedro define a beleza do princípio que o Senhor o ensinou através da visão: “Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável”.


    Vemos que a Bíblia não está tratando do tema da alimentação em Atos 10, mas da distinção preconceituosa de seres humanos, que também eram separados em “justos” e “imundos”, do mesmo modo que os animais.



    Usar Atos 10, ou qualquer outro texto distorcido, para defender o hábito antinatural e doentio de comer todo tipo de carne, em rebeldia aos claros ensinos bíblicos, é uma profunda desconsideração para o trabalho do Espírito Santo, outorgado para levar o homem a convencer-se de sua condição rebelde e pecadora, e voltar-se para a direção de Deus (cf. João 16:8).


    A questão da alimentação não é uma “tábua de salvação”, ou seja, não é a abstenção de alimentos imundos que nos torna mais justos diante de Deus. Porém, uma vez que nosso corpo é o “templo” ou “santuário” do Espírito Santo, é necessário tomar todo o cuidado para não contaminar tal templo, e esta preocupação se dá através de reconhecer, aceitar e viver as orientações que o Senhor zelosamente revelou em Sua Palavra acerca desse tema (cf. 1Cor. 6:19-20).


    Os Adventistas têm sido abençoados grandemente por viverem uma vida em conformidade com a Palavra de Deus (e a Imprensa está constantemente mostrando isso ultimamente), mesmo em questões impopulares e ridicularizadas, como o é o assunto da alimentação em nossos dias, principalmente no meio “evangélico”. Pena que até mesmo pessoas envolvidas com a “Nova Era” e outras correntes filosóficas orientais (sem ligação com a revelação bíblica), preocupam-se mais com sua saúde física do que os professos cristãos de nossos dias, que dizem ser “batizados” com o Espírito Santo mas que não querem se colocar sob Sua orientação e guia.



    Que pena!



    "Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço"
    Salmo 119:165


    Texto extraído do livro "101 Razões Porque sou Adventista do 7º Dia"


    *** Aproveite e veja algumas matérias da Imprensa, que confirmam que nossa mensagem de saúde é coerente:


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