quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Alegrem-se sempre

Regozijai-vos sempre. … Em tudo dai graças. I Tess. 5:16-18.

Um coração agradecido gera emoções positivas. Essas emoções positivas produzem subprodutos químicos saudáveis, os quais prolongam a vida. Mesmo na prisão, o apóstolo Paulo irradiava um espírito agradecido. Ele sabia que Deus, que está sempre no controle, o fortaleceria para que pudesse lidar com aquela situação.


Aqui está uma verdade eterna que o apóstolo reparte conosco, lá daquela prisão romana: "Tudo posso nAquele que me fortalece." Filip. 4:13.


Como prisioneiro em Roma, Paulo perdeu sua reputação. Seus inimigos amaldiçoaram o seu caráter. Ele perdeu sua liberdade, ficou confinado em uma cela romana ou sob prisão domiciliar. Sua saúde estava debilitada. Durante o seu ministério, ele foi apedrejado; foi rudemente espancado. Caminhou muitos quilômetros sem comida. Ele passou por um naufrágio. Por três dias, lutou para sobreviver a uma forte tempestade. Freqüentemente, ele esteve perto de morrer. Mesmo assim, em todas as experiências da vida, a fé do apóstolo permaneceu forte. Sua fé continuava a crescer nas horas mais difíceis. O poder do Deus vivo o fortalecia.


O poder de Deus é mais do que adequado para todas as tragédias da vida. Eis aqui algo pelo que devemos ser muitíssimos agradecidos. Podemos enfrentar cada um dos assaltos de Satanás, cada um dos seus ataques, e cada uma das suas tentações mediante o poder do todo-poderoso Filho de Deus. É Ele quem nos fortalece, nos confere poder e nos liberta. Quando as pessoas são fortalecidas pelo Espírito de Deus, elas têm coração agradecido, mesmo nas horas mais difíceis.


A vida de Paulo estava baseada em três princípios fundamentais:


1. Deus está no controle.
2. Deus me fortalecerá para que eu possa lidar com todas as situações.
3. Deus suprirá todas as minhas necessidades.


O que o está perturbando hoje? Por que não trazer todas as suas necessidades perante o Criador do Universo ainda hoje? Você pode alegrar-se. Um amoroso Deus conhece suas necessidades. Ele dedicou todos os recursos do Universo para supri-las. Houve algo no ano que passou pelo que você é agradecido? Por que não decidir viver uma vida plena de ações de graça neste novo ano?


Que tal neste próximo ano entregar todos os seus planos nas mãos de Deus? Pois não sabemos se nossos planos são realmente bons, e também não temos controle do futuro. Entrege seus caminhos ao Senhor, confia nEle e tudo mais Ele fará. Um feliz 2009 repleto de muitas felicidades, amor, prosperidade, sabedoria e muita fé.


Mateus 6:33 buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.


Fiquem com Deus.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Profecias de Daniel - capítulo 01 - Parte 2/ 5 (Vídeo)

Continuando o estudo do livro de Daniel capítulo 1
Não perca este estudo tão importante!

domingo, 28 de dezembro de 2008

A Crise Global e Apocalipse 13:16-17









Numa palestra para investidores americanos, o presidente do Banco Central brasileiro, Henrique Meirelles, afirmou que é preciso parar com as “piadas” a respeito da crise global: “É uma situação muito, muito séria”. [1]

Sim, o economista brasileiro – vencedor do prêmio Bravo, da revista de economia Latin Trade, na categoria ‘financista do ano’ – está certo. Aquilo que surgiu como uma bolha imobiliária, uma onda de calotes no mercado imobiliário dos Estados Unidos, logo se transformou em uma crise nos mercados de ações, de crédito e de câmbio do planeta – e os efeitos já começam a chegar ao comércio, aos empregos e ao cotidiano de todos.

A crise ocupa o espaço principal e mais generoso em toda a mídia. Está estampada nas capas das principais revistas. É destaque nas manchetes dos jornais – o principal jornal do país, Folha de S. Paulo, já até criou uma espécie de “selo” que a dimensiona em seu caderno “dinheiro”: “Crise Global” – e já está incorporada às conversas e preocupações das pessoas em geral.

“O Brasil é parte do mundo. Tivemos o bônus, agora vamos pagar o ônus por estar no mundo”, afirma o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto. A grande questão nesta tisunami gerada a partir desta que é a maior crise global desde 1929, arrasando economias de vários países, quebrando alguns dos maiores bancos e instituições dos Estados Unidos e do mundo e pondo em polvorosa os mercados financeiras, é onde ela vai desaguar.

Nesse quesito, embora os economistas e líderes mundiais divirjam um pouco tanto sobre o alcance da crise quanto sobre as medidas a serem adotadas, são unânimes ao afirmar que nada será como antes. As palavras ou expressões correntes são: “nova arquitetura financeira”, “nova (mais forte) regulação dos mercados”, “redesenhar a estrutura internacional da economia”, “novos mecanismos mundiais de controle ou regulação dos mercados financeiros”.

O que dizem os gurus da Economia

O problema é antigo e desde a quebra da Bolsa de Nova York, 1929, as crises se sucedem. “Há mais de 20 anos uma onda de crises financeiras acompanha a globalização”, afirma Robert Kurz. “Todas as medidas aparentemente bem-sucedidas para evitar uma ‘fusão nuclear’ do sistema financeiro internacional só lograram reformular o problema, em vez de solucioná-lo”. [2]

“Chegamos a um ponto crítico”, escreveu John Maynard Keynes em março de 1933. “Podemos divisar claramente o abismo ao qual nosso caminho atual nos conduz. Sem a ação dos governos, devemos esperar a progressiva dissolução da estrutura existente de contratos e instrumentos de dívida, acompanhada pelo completo descrédito da liderança ortodoxa nas finanças e no governo, cujo desfecho final não podemos prever”. [3]

Com a maior crise planetária desde 1929, as idéias de Keynes do máximo intervencionismo do Estado voltaram à moda – com toda força. “Não há mercado sem o Estado. O mercado resolveu os seus problemas – dentro das leis e regras do Estado. Só no Brasil encontrei liberais tão radicais”, sentencia o economista francês Guy Sorman.

O historiador inglês Paul Kennedy, autor de “Ascensão e Queda das Grandes Potências” (Editora Campus) assinala a nova distribuição mundial do poder: “ … o equilíbrio mundial está realmente mudando. Não em termos militares, porque os EUA respondem por metade do orçamento bélico mundial. A transformação fica evidente na composição das reservas internacionais estratégicas dos países”. [4]

Quando o jornalista pergunta se “É possível tirar alguma lição dessa crise”, Kennedy faz aquilo que nove em cada dez autoridades da área fazem – recomenda novos mecanismos mundiais de controle ou regulação financeira:

“O efeito dominó, de país a país e de banco a banco, fez os líderes perceberem que eles precisam trabalhar mais juntos. O Banco da Inglaterra e o Banco da Suíça entenderam que devem atuar conjuntamente com o Fed e o Banco do Japão e do Canadá, e assim por diante. O Banco Mundial e o FMI são instituições ótimas, mas até então, por causa da liberalização do fluxo de capitais, não havia nada relevante em matéria de concertação sobre sistemas bancários. Acho que poderá surgir uma espécie de cartel de bancos centrais das 12 maiores economias, comprometidas em atuar juntas para evitar que seus maiores bancos não quebrem. Esse grupo se reuniria com freqüência, possivelmente substituindo o G7 e o G8”. [5]

Muitos têm escrito e falado sobre a crise, dando suas receitas e apresentando o seu pacote de medidas para debelá-la; no entanto, ninguém foi tão direto ao ponto e didático como Jeffrey Garten, professor de Comércio Internacional e Finanças na Escola de Administração de Empresas da Universidade Yale. Num artigo de página inteira do caderno “Crise Global”, do principal jornal do país, Jeffrey chama a atenção com o título da sua matéria: “Mundo precisa de autoridade monetária”. [6]

Sem prejuízo para o leitor, reproduzo abaixo os principais trechos do referido artigo:

“Mesmo que a imensa operação de resgate financeiro dos Estados Unidos obtenha sucesso, ela deveria ser seguida por algo de muito mais abrangente – o estabelecimento de uma autoridade monetária mundial para fiscalizar mercados que não respeitam mais fronteiras. [...] Os bancos centrais também vêm sincronizando suas injeções de fundos nos mercados. Essas medidas devem ser passos em direção de uma resposta internacional mais abrangente concebida não apenas para apagar o atual incêndio, mas para reconstruir e manter os mercados de capitais em longo prazo”.

“O vácuo que existe no centro do sistema é perigoso para todos. [...] Por muitos anos, Wall Street e Washington não serão capazes de se manter sem forte cooperação de outros mercados. Além disso, as dimensões internacionais do mundo financeiro se tornaram estonteantes. Os ativos mundiais cresceram de US$ 12 trilhões em 1980 para US$ 200 trilhões em 2007, superando de longe o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em qualquer nação ou o ritmo de expansão do comércio. Montante crescente desse capital hoje reside na Ásia e no Golfo Pérsico, e não mais nos Estados Unidos e na Europa”.

Pegando emprestada uma expressão usada pelo escritor Max Lucado, diria que Jeffrey “vai direto na jugular”, sem tergiversações ou indiretas: “Todas essas considerações apontam para a necessidade futura de uma nova autoridade monetária mundial (AMM). Ela ditaria o tom para os mercados de capital de uma maneira que não seria visceralmente oposta a uma forte função de fiscalização pública, com regras de intervenção, e devolveria à formação de capital a condição de objetivo do crescimento econômico e do desenvolvimento, com o abandono da idéia de que é suficiente operar por operar”.

“O conselho da AMM seria formado por dirigentes de bancos centrais não apenas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da zona do Euro e do Japão, mas também da China, da Arábia Saudita e do Brasil. A instituição será financiada por contribuições compulsórias de todos os países capazes de pagar e por prêmios à maneira de seguros pagos pelas empresas financeiras do planeta – as de capital aberto, as estatais e as de capital fechado igualmente. Em termos de política norte-americana e internacional, a autoridade monetária mundial provavelmente representa uma idéia cujo momento ainda não chegou. Mas isso pode mudar, à medida que evolui a crise atual”.

A Nova Bretton Woods

O momento propício, de que fala o renomado professor da Universidade Yale, já chegou. Recentemente, quando a França apresentou proposta semelhante abrangendo a União Européia, o ministro das Finanças sueco, Andrés Berg, foi taxativo: “O mais importante agora é criar um bom corpo de bombeiros. Depois talvez possamos discutir normas de segurança”. [7]

Com a ação acanhada do FMI e do próprio Banco Mundial, em meio ao turbilhão da crise global, além de “ressuscitar” Keynes os economistas também trouxeram de volta um nome pouco conhecido “Bretton Woods”. O professor emérito da Fundação Getúlio Vargas e ex-ministro da Fazenda (governo Sarney), Luiz Carlos Bresser Pereira foi um desses; num artigo intitulado “Nova Bretton Woods”, Bresser afirma:

“Nos próximos dias, os líderes políticos e econômicos dos grandes países reunir-se-ão para discutir uma Bretton Woods, ou seja, uma nova arquitetura e um sistema de regulação mais rigoroso para o sistema financeiro mundial”. [8]

Embora esteja claro o que Bresser e outros economistas querem dizer quando afirmam que o mundo precisa de uma “Nova Bretton Woods”, para o leitor poder assimilar em profundidade o que isso significa, lembramos que o termo é uma referência ao encontro histórico que, em 1944, redesenhou o sistema financeiro mundial.

Na reta final da Segunda Guerra Mundial, com a Europa destruída, 44 países se reuniram na cidade americana de Bretton Woods, sob a batuta dos EUA, criando instituições tais como o FMI e o Banco Mundial.

Para o economista Luís Gonzaga Belluzo, da Unicamp, a conjuntura mundial exige uma “supervisão financeira global”. “Talvez um novo organismo”, diz, “para evitar bolhas como a do subprime”. Quando indagado se seria o tal organismo um super Banco Central Internacional, Belluzo responde: “Essa era a proposta do [economista inglês John] Keynes [em 1944]. Ele defendia uma espécie de moeda internacional, com gestão multilateral, para servir como referência às reservas nacionais”. [9]

A proposta de Keynes não vingou e o dólar se estabeleceu definitivamente como a moeda internacional. Foi o chamado “padrão ouro”, que estabelecia um lastro do metal para cada dólar americano. Os demais países tinham então suas reservas referenciadas em dólar e poderiam trocar no Federal Reserve seus dólares por ouro. Em 1971, no governo Richard Nixon, os EUA abandonaram unilateralmente o sistema. Nascia o câmbio flutuante e começava a grande farra que veio desembocar na maior crise financeira de todos os tempos.

Remédio amargo

Os Estados Unidos precisam regular, e rápido, o seu sistema financeiro sob pena de não conseguirem controlar a atual crise e perderem sua hegemonia no setor, advertiu a economista Maria da Conceição Tavares em entrevista à Agência Reuters. “Ou os EUA resolvem quais são as regras agora, enquanto são donos do cassino, ou daqui a pouco não adianta nada porque não serão mais os donos. É mais fácil fazer acordo quando eu, que sou a banca, faço as regras e convido os demais a seguirem ou se adaptarem”, completa a professora da UFRJ e da Unicamp e uma das principais vozes da economia brasileira desde a década de 1970.

Como vimos no início deste artigo, a crise é “muito séria”; não existe esse negócio de “marolinha”, como haviam rotulado o Presidente Lula e a sua “favorita” ministra Dilma Rousseff. “Nunca chegamos tão perto de um colapso completo do sistema, desde os anos 30”, afirma o megainvestidor George Soros.

Para situações drásticas, atitudes drásticas. É isso que espera o novo presidente americano, Barack Obama. Não é à toa que a jornalista Kathleen Parker, colunista do “Washington Post” e comentarista da NBC, escreveu um artigo publicado nesta quarta-feira com o título “Parabéns e pêsames”. “Os dois maiores desafios do novo presidente são a economia e a política externa, dois pedaços do mesmo rolo de tecido. Quem for presidente [ela escreveu antes de saber o resultado] terá que aceitar uma velha máxima conservadora segundo a qual é preciso fazer o que é necessário, mesmo que doa”. [10]

O apocalipse, como já foi tratado aqui em outros artigos, nos mostra que no final da história, pouco antes da volta de Jesus, haverá uma conjugação dos poderes terrestres contra o fiel povo de Deus (Apocalipse 12:17 e 14:12). Neste conluio, estarão unidos a Igreja e o Estado e será promulgado um decreto religioso com aplicação no campo econômico:

“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte; para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome” (Apocalipse 13:16-17).

Faz alguns anos, um jornalista da revista Veja, numa entrevista publicada nas páginas amarelas da revista, fez a seguinte pergunta para a senhora Alice Rivlin, citada na época como a mais poderosa economista americana:

“Veja – O banco central americano, o Fed, já mexe com a economia de todo o mundo, quando toma suas decisões. Vai existir algum dia um banco central mundial?

Rivlin – Os bancos centrais hoje se relacionam de modo muito intenso e, eventualmente, vai existir um mecanismo mundial de controle de moeda”. [11]

Sim. Há muito tempo inúmeras forças – principalmente nos campos político e religioso – vêm trabalhando em prol desta união. O mundo está maduro e com o palco preparado para os eventos finais da História. Todos os atores e protagonistas mundiais estão assumindo os seus papéis e, de forma consciente ou não, seguindo o “script” das profecias.

Olhando para o quadro que se forma no cenário mundial, pergunto: Como negar que estamos, de fato, vivendo os dias finais da História? Como duvidar que o Senhor Jesus está voltando?

Elizeu C. Lira, Editor do site IASD em Foco
Fonte: http://iasdemfoco.net/mat/temalivre/abrejanela.asp?Id=181.

Referências:

1. Folha de S. Paulo, 25 de outubro de 2008.

2. Idem, 28 de setembro de 2008.

3. Idem, 19 de outubro de 2008.

4. Idem, 25 de outubro de 2008.

5. Ibidem.

6. Idem, 26 de setembro de 2008.

7. Idem, 5 de novembro de 2008.

8. Idem, 3 de novembro de 2008.

9. Idem, 23 de outubro de 2008.

10. Idem, 5 de novembro de 2008.

11. Veja, 26 de agosto de 1998.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Profecias de Daniel - capítulo 01 - Parte 1/ 5 (Vídeo)

Acompanhe este maravilhoso estudo(completo) sobre as profecias de Daniel, e veja o quanto é importante estudarmos este livro. Jesus Cristo nos advertiu a ler e entender estas profecias (Mateus 24:15); A cada semana será postada uma parte deste estudo. Nada melhor que começar o ano de 2009 estudando a Bíblia. Acompanhe...


sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Obama e a profecia












Barack Hussein Obama II, de 47 anos, foi eleito presidente dos Estados Unidos no dia 4 de novembro. Obama é filho de um economista queniano e de uma antropóloga americana. Após o divórcio dos pais, a mãe de Obama casou-se com um indonésio. Em 1967, Obama mudou-se com a família para Jacarta, onde estudou até os 10 anos de idade.


O senador democrata pelo Estado de Illinois é casado desde 1992 com Michelle Obama, com que tem duas filhas, Malia Ann e Natasha “Sasha”. Obama é graduado em Ciências Públicas pela Universidade de Columbia e em Direito pela Universidade de Harvard. Fato interessante é que Obama estudou em colégio católico, é filho de pai muçulmano e professa a fé evangélica. A tônica da campanha do 44º presidente dos Estados Unidos, que deve assumir no dia 20 de janeiro, foi a palavra “mudança”.


Em 1963, o pastor batista Martin Luther King profetizou: “Tenho um sonho que meus quatro filhos viverão, um dia, em um país onde não sejam julgados pela cor de sua pele, e sim por seu caráter”. Este dia chegou. “Sei que meu pai estaria orgulhoso dos Estados Unidos”, declarou a filha do ativista, morto no dia 4 de abril de 1968, Bernice, em entrevista à TV, segundo a agência France Press.


Após um breve e necessário histórico da vida do novo presidente dos Estados Unidos, vamos falar sobre o papel de Obama na profecia bíblica. Apocalipse (Revelação de Jesus Cristo) 13 fala de duas bestas que, em profecia, significam poderes.


Nos primeiros 10 versículos, a Bíblia faz menção à Igreja Católica. O texto: “e deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses” (Apocalipse 13: 5) significa o domínio da Igreja Romana por 1260 dias (42 meses X 30 dias) proféticos ou 1260 anos. Em profecia, um dia equivale a um ano (ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6).


Os 1260 anos se referem ao período de 538 a 1798 de nossa era, quando o papado “dominou” o mundo. No livro O Grande Conflito, Ellen White relata que em 1798 “um exército francês entrou em Roma e tomou prisioneiro o papa, que morreu no exílio. Posto que logo depois fosse eleito novo papa, a hierarquia papal nunca pôde, desde então, exercer o poder que antes possuíra”.


O poder do Vaticano era superior ao de reis e reinados e se colocava no lugar de Deus quando trazia para si adoração, intercessão e perdão de pecados, atributos que só pertencem a Deus. Venda da salvação por meio de indulgências e mistura da pura religião de Jesus com os ritos pagãos do Império Romano (observância do domingo, adoração a imagens, conceder caráter divino ao papa – antes era ao imperador vigente) foram outros erros cometidos pelo poder mencionado em Apocalipse 13.


A outra besta ou poder são os Estados Unidos. Apocalipse 13:12 diz que os Estados Unidos exercem “todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada”. A chaga mortal de 1798 foi curada quando, em 1929, Benito Mussolini assinou um tratado devolvendo as terras ao Estado do Vaticano.


Com relação aos Estados Unidos como besta, cabe o texto explicativo da escritora norte-americana Ellen White: “E tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro” (Apocalipse 13:1). Os chifres semelhantes aos do cordeiro indicam juventude, inocência e brandura, o que apropriadamente representa o caráter dos Estados Unidos, quando apresentados ao profeta como estando a “subir” em 1798. Entre os exilados cristãos que primeiro fugiram para a América do Norte e buscaram asilo contra a opressão real e a intolerância dos sacerdotes, muitos havia que se decidiram a estabelecer um governo sobre o amplo fundamento da liberdade civil e religiosa. Suas idéias tiveram guarida na Declaração da Independência, que estabeleceu a grande verdade de que “todos os homens são criados iguais”, e dotados de inalienável direito à “vida, liberdade, e procura de felicidade”.


Os textos utilizados até agora serviram como base para abordar o papel de Barack Obama na profecia. O novo presidente dos Estados Unidos é a esperança de um mundo melhor, esperança de paz, de mudanças.


Obama venceu porque todos esperam que ele realize câmbios radicais na política e na economia local e mundial. Um leitor da Folha On-line comentou assim a vitória do democrata: “A esperança nasce em todo planeta… A esperança de um mundo suficiente, sem racismo, sem violência e sem a guerra do Iraque que envergonhou os Estados Unidos e consternou o mundo.” Esquecemos que a única esperança é Jesus, “o Caminho, a Verdade e a Vida”!


Voltando a Apocalipse 13, o versículo 12 diz que os Estados Unidos farão com que “a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta”, que segundo já vimos é o papado. Mais adiante, a Bíblia diz que ninguém poderá comprar ou vender senão os que tiverem a marca da besta.


Ellen White profetiza: “Os Estados Unidos são o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós. A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio está ainda longe de ser destruída.”


A escritora cristã tinha razão. De acordo com a embaixadora do Brasil no Vaticano, Vera Machado, o Vaticano tem acordos assinados para a regulamentação da Igreja Católica em mais de 100 países. Regulamentar significa tornar a Igreja como religião oficial do Estado. O governo Lula não aceitou o pedido de Bento XVI e optou “preservar e consolidar o país como Estado laico”, ou seja, sem religião oficial.


Os Estados Unidos cumprirão os propósitos de Roma, e esta, daquele. A nação mais poderosa do mundo tem poder cultural, exercido através de filmes e seriados que “impõem” seu estilo de vida e ideologia, poder armamentista e financeiro. O Vaticano tem poder religioso e financeiro, pois defraudou o mundo por 1260 anos.


Os Estados Unidos precisam de dinheiro para tapar os buracos de uma economia que viveu anos à mercê de especuladores e do consumismo de seus cidadãos. O papado necessita de poder, se necessário bélico, para impor a adoração a um falso dia de descanso.


O jesuíta Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, expressou o desejo do Vaticano de que Barack Obama sirva “eficazmente à justiça por meio das vias adequadas para promover a paz no mundo”.


Em sua visita aos Estados Unidos, em abril deste ano, o papa Bento XVI foi tratado com status de estrela de rock. Milhares de jovens utilizavam camisetas com a frase: “I belong to Pope” (Eu pertenço ao Papa). Os americanos batizaram o avião do Papa de “Shepherd One” (Pastor Um ou Pastor Principal).


Nem no Brasil, considerado o país com o maior número de católicos no mundo, Bento XVI teve tanto sucesso. Na missa feita na cidade de Aparecida, interior de São Paulo, no dia 13 de maio de 2007, participaram 150 mil pessoas das 500 mil esperadas.


Em junho deste ano, George W. Bush foi recebido no Vaticano. Bento XVI quebrou o protocolo e o levou a passear pelos Jardins Vaticanos.


Em setembro, ao inaugurar a 63º seção da ONU, em Nova Iorque, o secretario geral do organismo, Ban Ki-Moon, advertiu que o mundo enfrenta um “desafio de liderança” para lidar com a tormenta financeira, que se soma a uma crise energética e alimentícia.


Na ocasião, o presidente paraguaio, Fernando Lugo, ex-padre, manifestou apoio ao fortalecimento da ONU e à recuperação das funções da Assembléia como órgão de maior representatividade e fez um chamado a que essa se converta em parlamento mundial. Parlamento é onde se fazem leis.


Biblicamente, os Estados Unidos e o Vaticano se unem nestes últimos dias para impor uma lei dominical mundial. Os que adorarem a imagem da besta (domingo) estarão em clara oposição ao quarto mandamento de Deus (ler Êxodo 20:8-11), que O exalta como Criador.


A eleição presidencial norte-americana evidencia que a nação tem tradições que favorecem a observância do domingo. A data da votação, a primeira terça-feira de novembr0, é um exemplo disto. Como antigamente os Estados Unidos era uma nação agrícola, o início de novembro era uma data que intermediava entre o fim da colheita e o início do inverno, e era escolhida para que os votantes camponeses pudessem participar com tranqüilidade. A terça-feira era designada em virtude de que, no domingo, os agricultores assistiam aos cultos em suas igrejas e viajavam na segunda.


O mundo quer mudanças e necessita de um líder para efetuá-las. A Bíblia não apresenta um período de paz para os nossos dias, em que a depravação moral e o amor de muitos se esfria mais e mais.


Barack Obama é carismático, inteligente, perito em leis. O mundo espera muito dele, assim como do papa Bento XVI. As palavras de ambos poderão ressoar doces aos ouvidos. Contudo, analise se as mesmas não estarão em desacordo com a Palavra de Deus. Não apenas as palavras de Obama e do líder da Igreja Católica, mas as de qualquer pessoa.


Atenção, muita atenção, pois a Bíblia diz que “quando disserem: Há paz e segurança; então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão” (I Tessalonicenses 5:3).


O mundo caminha para as suas cenas finais. Alegremo-nos, regozijemo-nos, alcemos nossos olhos e, principalmente, preparemo-nos, pois nossa geração verá Jesus voltar! A Bíblia caracteriza o povo que estará preparado para encontrar com Cristo nos ares. Eles são “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12).


Fonte: Advir

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

O verdadeiro sentido do Natal

O verdadeiro sentido do Natal é permitir que Cristo nasça hoje em seu coração.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Série Eventos Finais

Trata-se de uma série promovida no Unasp II - Engenheiro Coelho/SP, onde se está tratando, em síntese, de conceitos importantes das doutrinas bíblicas pertinentes ao tempo do fim. Pela sua relevância, a necessidade de termos estes conceitos muito claros e, a possibilidade de ser mais uma ferramenta para identificação do tempo em que vivemos.

Os arquivos estão em mp3 e podem ser baixados ou ouvidos diretamente em um site de armazenamento.

080815 - Pr. José Miranda Rocha - Sinais da volta de Jesus
080829 - Pr. Rodrigo Silva - O juízo investigativo
080905 - Pr. Berndt Wolter - A sacudidura
080912 - Pr. Emilson dos Reis - O selamento
080919 - Pr. Roberto Pereyra - A chuva serôdia
081017 - Pr. Reinaldo Siqueira - O fechamento da porta da graça
081107 - Pr. Ruben Aguilar - A angústia de Jacó
081024 - Pr. Amim Rodor - As 7 pragas e os 4 ventos

Oséias 4:6
O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.

Fonte: Diário da Profecia.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A importância da participação da Missa na paróquia

Domingo é o dia do Senhor. São João Maria Vianey dizia: "Um Domingo sem Missa é uma semana sem Deus". A nossa fé nos agrega numa grande família que é a Igreja, de maneira mais particular a Paróquia, onde eu coloco em prática a minha fé. Lá é onde eu recebo o suporte necessário para crescer na formação humana, na espiritualidade e em todos os tesouros sacramentais para minha salvação. A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida.
...
D.40.1 Celebração dominical, centro da vida da Igreja:

§2177 A celebração dominical do Dia do Senhor e da Eucaristia está no coração da vida da Igreja. "O domingo, dia em que por tradição apostólica se celebra o Mistério Pascal, deve ser guardado em toda a Igreja como a festa de preceito por excelência."
...
Domingo primeiro dia da semana

§1166 "Devido à tradição apostólica que tem origem no próprio dia da ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal a cada oitavo dia, chamado, com razão, o Dia do Senhor ou domingo". O dia da ressurreição de Cristo é, ao mesmo tempo, "o primeiro dia da semana", memorial do primeiro dia da criação, e o "oitavo dia" em que Cristo, depois de seu "repouso" do grande sábado, inaugura o dia "que O Senhor fez", o "dia que não conhece ocaso". A Ceia do Senhor é seu centro, pois é aqui que toda a comunidade dos fiéis se encontra com o Ressuscitado, que Os convida a seu banquete: O dia do Senhor, o dia da ressurreição, o dia dos cristãos, é o nosso dia, pois foi, nesse dia, que o Senhor subiu vitorioso para junto do Pai. Se os pagãos o denominam dia do sol, também nós o confessamos de bom grado, pois, hoje, levantou-se a luz do mundo; hoje, apareceu o sol de justiça, cujos raios trazem a salvação.

§1167 O domingo é o dia, por excelência, da assembléia litúrgica em que os fiéis se reúnem para, ouvindo a Palavra de Deus e participando da Eucaristia, lembrarem-se da Paixão, Ressurreição e Glória do Senhor Jesus e darem graças a Deus que os 'regenerou para a viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos.

Domingo dia principal da celebração eucarística:

§1193 O domingo é o dia principal da celebração da Eucaristia por ser o dia da ressurreição. É o dia da assembléia litúrgica por excelência, da família cristã, da alegria e do descanso do trabalho. O domingo é o fundamento e o núcleo do ano litúrgico.

D.40.9 Obrigação de participar da liturgia dominical:

§1389 A Igreja obriga os fiéis "a participar da divina liturgia aos domingos e nos dias festivos" e a receber a Eucaristia pelo menos uma vez ao ano, se possível no tempo pascal, preparados pelo sacramento da reconciliação. Mas comenda, vivamente, aos fiéis que recebam a santa Eucaristia nos domingos e dias festivos ou ainda com maior freqüência, e até todos os dias.

§2042 O primeiro mandamento da Igreja ("Participar da Missa inteira aos domingos, de outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho") ordena aos fiéis que santifiquem o dia em que se comemora a ressurreição do Senhor e as festas litúrgicas em honra dos mistérios do Senhor, da santíssima Virgem Maria e dos santos. Em primeiro lugar, participando da celebração eucarística, em que se reúne a comunidade cristã, e abstendo-se de trabalhos e negócios que possam impedir tal santificação desses dias.

Antes de qualquer obrigação, o meu relacionamento com Deus deve ser por amor e o meu compromisso concreto exige tempo e espaço para se atualizar, por isso, a minha paróquia é lugar de encontro com Ele e com os meus irmãos na fé, onde eu alimento a minha experiência e vida com o meu Senhor. Não existe uma experiência autêntica de Jesus Cristo fora da comunidade, nela sou formado na Palavra, no Altar, no testemunho e na doação de minha vida.

Sabendo de todas essas maravilhas e chamados a renovar o nosso compromisso com Jesus Cristo e com a Igreja Paroquial, como tem sido a sua participação na sua paróquia? Qual tem sido a sua experiência paroquial? Você vai à Missa todos os Domingos?

Fonte - Canção Nova,Diário da Profecia

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Feliz Natal (Power Point)


“ Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. “Isaías 9:6


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Mas tenha sempre em mente a origem do Natal

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

BXVI e a volta de Cristo

As catástrofes em nível mundial junto com guerras e confitos armados podem ser entendidos como sinais da volta de Jesus? Para o papa Bento XVI, não! O site Zenit trouxe a afirmação do pontífice, feita no último domingo (14 de Dezembro), de que devemos nos alegrar no Senhor, uma vez que Ele "está próximo [...] Esta é a razão da nossa alegria [...] ‘o Senhor está próximo’? Em que sentido devemos entender esta ‘proximidade’ de Deus [...] a Igreja, iluminada pelo Espírito Santo, compreendia cada vez melhor que a ‘proximidade’ de Deus não é uma questão de espaço e tempo, mas uma questão de amor: o amor aproxima!"

Em nome de um amor subjetivo, Bento XVI lança por terra toda a preocupação de nosso Salvador em apresentar os sinais de Sua vinda (Mt 24), pelos quais nos é possível vigiar a respeito da proximidade da Segunda vinda. A volta de Cristo não é apenas a união mística do crente com Deus, expressa pela comunhão diária; o evento será visível mesmo aos que não têm fé na Pessoa de Jesus (Ap 1:7). Jesus virá em glória nas nuvens do céu (Mt 24:30) e Seus anjos recolherão os escolhidos (Mt 24:31). As mudanças climáticas, geológicas e físicas transtornarão a ordem natural que conhecemos (2Pe 3:10). Os próprios injustos sofrerão da penalidade que consiste em estar diante de um Juiz Santo (Ap 6:15-17).

Em suma, o "dia do Senhor" é muito real, não uma metáfora espiritual! Pensar o contrário é não "amar a Sua vinda" (2Tm 4:8). Pena que o papa reduza a responsabilidade pessoal de se preparar diante da iminência da volta de Jesus por causa de um suposto amor, tão vago e despreocupado com "espaço e tempo".

(Blog Questão de Confiança)

NOTA Minuto Profético: A descrença do Vaticano nos sinais que precedem a Volta literal de Cristo à Terra deve-se ao seu apego a outra heresia: os mil anos de paz na Terra (e não no céu como revela a Biblia) liderados pela Santa Sé. O Vaticano está agindo como os muitos falsos profetas da época do profeta Jeremias (exatamente antes de Jerusalém ser derrotada pelos Babilônios), contra os quais Deus advertiu: "Falam as visões do seu coração, não o que vem da boca do Senhor" (Jr 23:16); "Que pregam a sua própria palavra e afirmam: Ele disse" (Jr 23:31); "E com suas mentiras e leviandades fazem errar o meu povo" (Jr 23:32); "O profeta que profetizar paz, só ao cumprir-se a sua palavra, será de fato conhecido como profeta, de fato, enviado do Senhor" (Jr 28:9).

Saiba mais: "O Milênio" (Leia aqui).

Nota DDP: Da minha parte apenas para dizer que recentemente havia entendido extremamente ambígua uma outra manifestação de BXVI, como afirmei em "Bento XVI explica por que não precisamos temer futuro". Parece-me que ele começa a preparar o mundo para receber "alguém" que se "conforme" às profecias...

Desvendando a Bíblia - O Apocalipse e a marca da besta – Parte 5

O escopo global do falso culto

O cristianismo com seus 2,1 bilhões de membros nominais representa 33% da população mundial (cerca de 6 bilhões de pessoas). Mas a maioria da população cristã da Europa Ocidental consiste de cristãos não-praticantes. Freqüentam ocasionalmente a igreja nos eventos especiais e percebem a religião como uma herança cultural, em grande medida irrelevante para sua vida diária. O problema da falsa adoração nos países cristãos é tão difundida quanto em países não-cristãos.
A falsa adoração promovida pelo Islã

Em seguida ao cristianismo vem o Islã, com 1,3 bilhões de membros. Representam 21% da população mundial. O Islã também desempenha um papel profético relevante ao promover o falso culto do tempo do fim da trindade iníqua de Apocalipse 13. Incorpora o Espírito do Anticristo por negar a divindade de Cristo (1 João 2:22,23), Sua crucifixão, ressurreição e ascensão ao céu.

Para os muçulmanos, o ensino bíblico de que Cristo é o Filho de Deus seria blasfemo. “Blasfemam aqueles que dizem: Deus é um de três numa Trindade, pois não há Deus, exceto Um Deus” (Surata 5:76). O ensino do Islã da unidade absoluta de Deus deriva de sua crença de que Deus está “lá no alto, distante” e além de qualquer relacionamento íntimo. Ele vive num isolamento solitário. Tal ensino procede das seitas gnósticas que viviam na Arábia Saudita ao tempo de Maomé. Em contraste, o Deus da Bíblia consiste de três Pessoas que vivem em eterna comunhão. Ele é tanto transcendente quanto imanente, além e dentro de Sua criação.

Não há provisão de salvação no Islã. Os muçulmanos obtêm a salvação mediante rituais religiosos como orar, jejuar, dar esmolas e fazer peregrinações a Meca. Alá é um Deus temível que requer total submissão a suas regras e rituais. Por exemplo, se um muçulmano não ora a Alá diariamente, ele terá que cumprir os deveres que deixou de cumprir no inferno, antes de ir para o céu. Os muçulmanos adoram a Alá mais por temor de punição sobre a Terra e no céu.

Há uma impressionante semelhança entre o Islã e o catolicismo em seu respectivo entendimento da importância das boas obras para alcançar a salvação. Tanto no catolicismo quanto no Islã, a salvação é o resultado de uma combinação de graça e obras. No catolicismo, a graça de Deus é infundida nos crentes para capacitá-los a realizar boas obras necessárias para merecer a salvação no dia do juízo.

Numa linha de raciocínio semelhante, no Islã a salvação é uma combinação da graça de Alá e as obras dos muçulmanos. No Dia do Juízo, se as boas obras de um muçulmano ultrapassarem as más, e se Alá aceitar suas boas obras, então podem ser perdoados de todos os seus pecados e entrar no Paraíso. Portanto, o Islã é uma religião de salvação pelas obras porque combina as obras do homem com a graça de Alá.

O Alá do Corão explicitamente promove matança de pagãos, judeus e cristãos que não aceitarem o Islã. “Quando os meses proibidos passarem, então lutai e matai os pagãos onde quer que os encontreis, cercai-os e permanecei à espreita por eles com todo estratagema (de guerra). Mas se eles se arrependerem, e estabelecerem orações regulares e praticarem caridade regular [se tornarem muçulmanos], então abri-lhes o caminho” (Surata 9:5).

Esse método de evangelismo por coerção revela-se em total contraste com os ensinos do Deus bíblico para ganhar homens e mulheres para o Seu Reino, proclamando-lhes as Boas Novas de Sua graça salvadora mediante o sacrifício expiatório de Cristo.

Fonte: Maravilhoso Jesus

domingo, 14 de dezembro de 2008

Desvendando a Bíblia - O Apocalipse e a marca da besta – Parte 4

Advertência contra o falso culto relevante hoje

A advertência de João contra o falso culto ultrapassa o seu tempo, alcançando até o fim da história. Isso é indicado pelo fato de que as tentativas finais da besta de impor a falsa adoração são imediatamente seguidas pelo anúncio da queda de Babilônia e o julgamento sobre a besta e seus seguidores por ocasião da vinda do Filho do Homem nas nuvens do céu (Apoc.14:14).

Ao tempo de João o falso culto era promovido especialmente mediante o culto ao Imperador, o que forçava os cristãos a terem que escolher entre Cristo ou César. Hoje o falso culto é promovido por uma variedade de agências satânicas mediante religiões tanto cristãos quanto pagãs. Isso torna a profecia da marca e número da besta particularmente relevante para o nosso tempo.

A centralidade da profecia da marca da Besta

Antes de discutir o escopo global do falso culto hoje, é importante observar a localização da profecia da marca da besta no centro do livro. A profecia é precedida pela grande batalha entre Cristo e o dragão no capítulo 12 e seguida pelo apelo divino final através das mensagens dos três anjos em Apocalipse 14, seguidas pelos juízos finais de Deus sobre a humanidade, especialmente Babilônia.

Em seu livro The Deep Things of God, John Paulien escreve: “No centro do livro do Apocalipse arma-se a grande batalha entre o dragão e o remanescente. Esta seção, com suas mensagens dos três anjos é o centro em torno do qual se estrutura o conteúdo do que João deseja transmitir. É a chave para entender o livro inteiro... Aqui Deus estabelece Sua agenda para o evento final da história da Terra” (pág. 122).

A importância da profecia da marca da besta é evidente quando se examina a chamada literatura quiástica do Apocalipse. Vários eruditos têm feito notar que as mensagens do Apocalipse são expostas como um quiasma. A palavra “quiasma” deriva da letra “X” em forma de cruz, e é empregada para descrever a estrutura literária típica da literatura hebraica. Embora as composições literárias sigam um padrão A-B-C com o clímax sendo atingido no fim, a estrutura quiástica se caracteriza por uma linha A-B-A. Num esboço quiástico o relato progride de A para B, e então de volta ao A. Mas o segundo “A” expande o pensamento do primeiro “A”, como numa escala musical onde as mesmas notas mantêm-se retornando, mas num tom mais elevado.

É importante observar também que numa estrutura quiástica o clímax do relato ocorre ao centro, com as seções precedente e seguinte movendo-se para cima e para distante dela. No Apocalipse a primeira metade do quiasma é histórica, enfocando eventos da história da Igreja cristã, enquanto a segunda parte é escatológica, tratando de eventos que levam à consumação da redenção.

O centro da seção sobre a CRISE FINAL contém o tema teológico central do livro: O grande conflito entre Cristo e Satanás, que começa no céu e prossegue sobre a Terra, onde o dragão persegue o remanescente. Em sua desesperada tentativa para suprimir o genuíno culto a Deus, o dragão dá poder à besta que sobe do mar e à besta que sobe da Terra para impor o falso culto, colocando a marca e o número da besta sobre os seus seguidores. As tentativas da besta de suprimir a adoração de Deus (Apoc. 13) são seguidas pela advertência final de Deus à humanidade e os juízos sobre Satanás e seus seguidores.

O ponto desta discussão sobre a estrutura quiástica do Apocalipse é que a profecia que estamos para estudar sobre a marca e o número da besta não é uma profecia isolada tratando com marcas externas dos títulos do papa, mas uma profecia central e fundamental que descreve em dramáticas imagens a tentativa desesperada final de Satanás em vencer sua batalha contra Deus, promovendo e impondo um falso culto idólatra.

A marca e o número da besta representam as tentativas desesperadas de Satanás de vencer a batalha pela mente e o coração da humanidade, antes que Deus intervenha para executar os Seus juízos sobre o dragão, a besta, o falso profeta, e os ímpios, a fim de resolver o conflito cósmico por destruir permanentemente os ímpios e estabelecer um novo mundo.

A questão-chave no conflito final é a adoração apropriada de Deus. A profecia de João a respeito da marca e o número da besta apela aos crentes para que reconheçam, não títulos papais, mas a adoração falsa global promovida por uma variedade de religiões, incluindo o catolicismo.

No tempo de João, os cristãos defrontavam o desafio do falso culto, promovido especialmente pelo Imperador Domiciano, que desejava ser adorado como “DEUS E SENHOR”. Adicionalmente os cristãos tinham que enfrentar as religiões mais atrativas dos mistérios de Mitra, Cibele e Ísis, que ofereciam esperança para a vida no além. Hoje o desafio aos cristãos do falso culto é bem mais complexo e difundido.

Fonte: Maravilhoso Jesus

Vamos nos encontrar no Céu

Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos. Rom. 8:25.

Charlotte Collyer tinha uma esperança à qual apegar-se, a despeito da tristeza de ter perdido seu esposo, que viajava no Titanic.


Em uma carta para a sua sogra, ela escreveu: "Às vezes, sinto que vivemos demais um para o outro, e foi por isso que o perdi. Mas sei que nos encontraremos no Céu. Quando aquela banda tocou ‘Mais Perto Quero Estar’, sei que ele pensou na senhora e em mim, pois ambas gostávamos deste hino."


Charlotte relembrava os corajosos músicos da banda do Titanic, que continuaram tocando aquele hino, mesmo vendo o grande navio começar a afundar nas águas gélidas do Atlântico. Em meio a todo o pânico e confusão e gritos angustiados, seus instrumentos trouxeram esperança àquele convés, uma grande esperança de estar com Deus e seus queridos. E era isso que sustentava Charlotte em suas horas mais escuras.


Melody Homer também apega-se à mesma esperança. Seu esposo, Leroy, morreu na trágica queda do vôo 93 da United Airlines, perto de Shanksville, Pennsylvania, no dia 11 de setembro de 2001. Em vez de abrigar sentimentos de amargura contra os assassinos do seu marido, Melody apega-se à esperança da segunda vinda. Quando a entrevistei em sua casa, em Nova Jersey, ela disse com suave confiança: "Eu sei que verei Leroy outra vez. Um dia, seremos arrebatados juntos para encontrar Jesus nos ares."


A fé de Melody falou ao meu coração durante aquela entrevista. Sua coragem deixou-me animado. Ela era extremamente realista sobre a dor que a morte prematura do seu esposo lhe causou. Ela era igualmente realista sobre a esperança que vibrava em seu coração acerca da vinda de Jesus.


A morte não é um adeus final. É apenas uma curta pausa. É o prelúdio de Deus para a eternidade. Sem a esperança da ressurreição, a morte seria um fim muito trágico. Com ela, esperamos por um novo começo.


A esperança que vibra em nosso ser é a gloriosa esperança de reunir-nos com nossos amados quando Cristo voltar. Essa esperança nos dá coragem para enfrentar o dia de hoje e milhares de amanhãs. Ela enxuga nossas lágrimas e aponta para outro tempo e outro lugar, onde nossas maiores expectativas darão lugar à Sua gloriosa realidade.


Meditações Diárias - Mark Finley