terça-feira, 17 de novembro de 2009

O fim do mundo será em “2012”


Há uma grande preocupação sobre o fim do mundo por causa do filme de Roland Emmerich, que coloca o tempo do fim em 21 de dezembro de “2012” (nome do filme). A data é sugerida por um Calendário da civilização Maia (cultura mesoamericana pré-colombiana).



A mídia tem aumentado a curiosidade pela ficção ao afirmar que um planeta de nome fictício (Nibiru) “entrará em choque com a Terra”. Basta você acessar o Google, digitar “2012” e encontrará uma enxurrada de “informações” sobre a “nova moda apocalíptica”. Para não cairmos nessa onda de euforia, é importante termos em mente que:



1) O Calendário Maia não é o Calendário de Deus; (Ou seja, os Maias não são representantes de Deus na Terra, pelo contrário, veja na história, um povo pagão, cheio de rituais, sacrifícios humanos, deuses do submundo. Algo totalmente diferente de Deus, então o calendário de Deus é totalmente diferente dos Maias, Gregoriano,..... Deus tem seu próprio tempo.)
2) Um filme que se propõe a ter sucesso de bilheteria por uns bons anos JAMAIS passará DE


VERDADE a ideia que o mundo acabará em menos de três anos;



3) O “tempo do fim” na Bíblia é o fim do pecado e das consequências trágicas trazidas à humanidade (a principal, a morte. Ver Romanos 6:23). O “fim” ocorrerá por ocasião da volta gloriosa de Jesus (Apocalipse 1:17; Mateus 24:30, 31; 2 Pedro 3:10-13);
4) O Apocalipse não é sinônimo de catástrofes. O nome grego do último livro da Bíblia significa “Revelação” e, por isso, está relacionado com esperança e não com calamidades, como é passado pelos veículos de comunicação sensacionalistas. É nesses pontos que irei me deter, de maneira breve.




O CALENDÁRIO DE DEUS NÃO É O MESMO UTILIZADO PELOS MAIAS



Não devemos negar a dedicação dos Maias no estudo, especialmente da astronomia. Todavia, o tempo de Deus não é o tempo do ser humano. O “Calendário Divino” que aponta os sinais da volta de Cristo são: o capítulo 24 de Mateus, o capítulo 21 de Lucas e o capítulo 6 do livro do Apocalipse, entre outros. O Calendário de Deus não é numérico, mas, profético.
Portanto, o que os Maias dizem a respeito do fim do mundo deve ser desconsiderado por todo aquele que acredita na Bíblia e que ao menos tem bom senso.



DEUS TEM A HISTÓRIA NAS MÃOS DELE



Daniel 2 e Gálatas 4:4 mostram que os acontecimentos históricos estão nas mãos do Criador. De que maneira? Daniel 2 apresenta com milênios de antecedência o surgimento dos quatro grandes impérios mundiais (Babilônia, Medo-pérsia, Grécia e Roma) e dos países da Europa. Esses reinos e países são representados pelas diversas partes da estátua com a qual o rei de Babilônia sonhou . A grande estátua foi a forma didática de Deus comunicar a ele – e a nós – que só o Criador sabe o futuro e que Ele o tem sob Seu domínio.



Já Gálatas 4:4 nos ensina que Jesus veio pela primeira vez a esse mundo na “plenitude do tempo…” Portanto, se a primeira vinda de Cristo não foi “de qualquer jeito”, sem um planejamento Divino, a segunda vinda (Tito 2:13) também não será! Deus é organizado (1 Coríntios 14:34, 40) e sabe o tempo certo para cumprir Suas profecias que estão intimamente relacionadas com a nossa felicidade.



O TEMPO DO FIM



Biblicamente, o tempo do fim já começou em 1798. Isso é facilmente compreendido quando estudamos a profecia dos 1260 dias em Apocalipse 12:6, aprendemos que a igreja de Deus seria perseguida pelo dragão (Satanás e o império romano, aliado à Roma papal) por 1260 anos. (Em profecia, um dia equivale um ano. Ver Números 14:34 e Ezequiel 4:6, 7. Portanto, 1260 anos). Isso ocorreu de 538 a 1798, quando o general de Napoleão, Bertier, levou preso, da Capela Sistina, o papa Pio XI, dando um fim ao domínio perseguidor papal. O padre Jesuíta Joseph Rickaby disse que, quando o Papa Pio VI faleceu (ficou exilado depois de sua prisão), “a metade da Europa pensou que, junto com o papa morrera também o papado”. (Fonte: Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse, p. 337).



A partir do ano de 1798 entramos no tempo do fim por que o poder papal havia sido “ferido” (Apocalipse 13:3) e também pelo fato de, em 1844 (de acordo com as profecias de Daniel 8:14 e Daniel 9), Deus ter começado Sua obra de avaliar a vida de cada ser humano (juízo antes da volta de Cristo – 1 Pedro 4:17) para mostrar ao universo quem realmente permaneceu fiel a Deus (2 Coríntios 5:10). Leia também Apocalipse 14:6, 7 e verá que Deus nos convida a nos prepararmos “pois é chegada a hora do seu juízo”.



Sendo que já estamos no tempo do fim; e que esse tempo culminará com a volta de Jesus Cristo para acabar com o pecado e a maldade que nos atormenta, não fica difícil entendermos que o mundo de pecado não chegará ao fim por que “um planeta se chocará com a terra”. Depois que todos os seres humanos tiverem oportunidade de se arrependerem dos seus erros e de aceitarem (ou não) o plano de Deus para salvá-los (2 Pedro 3:9), Jesus voltará em glória e majestade: “Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25:31-34.



Para alguns, a volta de Jesus será o fim (Apocalipse 6:14-17).
Para outros, o começo de uma nova vida (Isaías 25:9; Apocalipse 21:4).
Tudo irá depender das escolhas que fazemos a cada dia.



APOCALIPSE: O LIVRO DA ESPERANÇA



Como afirmei anteriormente, o termo “Apocalipse” significa “Revelação”. Não é um livro de tragédias ou mesmo “lacrado”, mas, a revelação de Deus de que há esperança para nosso mundo. Percebemos a mensagem de esperança do livro em vários textos. Eis alguns:





“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei
que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.”
Apocalipse 2:7.
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às
igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei do maná escondido, bem como lhe darei uma
pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo, o qual ninguém
conhece, exceto aquele que o recebe.” Apocalipse 2:17.
“Ao vencedor,
que guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações”
Apocalipse 2:26.
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às
igrejas.” Apocalipse 3:13.
“Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no
meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.”
Apocalipse 3:21.
Há motivo para temer um livro tão belo e importante
para nossos dias? Claro que não! Mesmo porque a “bendita esperança” (Tito 2:13)
que possibilitará o cumprimento dessas promessas (esse bendita esperança é
também a mensagem principal do livro) é o retorno de Cristo a esse mundo! Não é
por acaso que o apóstolo João finaliza o livro radiante de alegria e cheio de
esperança:
“Aquele que dá testemunho destas coisas [Jesus Cristo] diz:
Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” Apocalipse 22:20.



PARA O AUTOR DO FILME “2012”, O MUNDO NÃO ACABARÁ NESSE PERÍODO…
De acordo com o site http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1418115&seccao=Cinema:
“Emmerich anunciou que vai fazer uma continuação para TV de 2012, e mostrar o que aconteceu após a grande catástrofe. O título: 2013” (Grifos acrescentados).
Veja que nem mesmo o autor quer que o mundo acabe em 2012, pois, ele deseja escrever outro roteiro, para mais um filme. Portanto, julgar a criatividade de um profissional como sendo “a Palavra de Deus”; e permitir que qualquer alarme vindo de extremistas nos assuste, é imaturidade espiritual e desconhecimento das Escrituras, que afirmam que “o dia e a hora [da volta de Jesus] ninguém sabe…” (Mateus 24:36).



A falta de estudo da Bíblia e a disposição do ser humano em acreditar em qualquer coisa são fatores decisivos para criar esse tipo de medo desnecessário.



Em todos os momentos de nossa vida, quando “uma revelação nova” é exposta diante de nós, precisamos ser cristãos maduros na fé “Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” Efésios 4:14.



Para maiores informações sobre a mensagem do Apocalipse, recomendo a leitura do excelente livro “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell. Pode ser adquirido com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo site http://www.cpb.com.br/


Leandro Quadros.
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Saiba mais sobre o assunto no site: http://www.ofimdomundo.com.br/

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Luta pelo poder


Lição 742009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: At 4–6


VERSO PARA MEMORIZAR: “O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda” (Provérbios 16:18, NVI).

Leituras da semana: Gn 17:10-17; Nm 16, 17; Js 4:3-9; Mt 26:13; Lc 22:19

Um mal-disfarçado ódio contra Moisés e Arão ainda irritava o coração da multidão. Ser condenados a vaguear pelo deserto até que a primeira geração a sair do Egito morresse parecia mais do que muitos deles podiam suportar. Em vez de se submeter ao juízo de Deus, alguns começaram a conspirar como poderiam se libertar dos dois irmãos, como se de alguma forma esses dois homens, e não Deus, fossem os responsáveis pela situação.

“Corá, o espírito dirigente desse movimento, era levita, da família de Coate e primo de Moisés; era homem de habilidade e influência. Embora designado para o serviço do tabernáculo, descontentara-se com sua posição e aspirara à dignidade do sacerdócio. A concessão a Arão e sua casa do ofício sacerdotal, que anteriormente tocava ao filho primogênito de cada família, dera origem a inveja e dissabor e, por algum tempo, ... estivera secretamente a se opor à autoridade de Moisés e Arão. ... Finalmente, concebeu o ousado plano de subverter tanto a autoridade civil como a religiosa” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 395).

A lição desta semana deve ser para nós uma poderosa lembrança da corrupção do coração humano. Orgulho, ciúme e amor pelo poder, se abrigados e deixados a envenenar o espírito, podem se manifestar de maneiras terríveis. Só Deus sabe quanta dor, sofrimento e perda resultaram e resultarão daqueles que, sabendo melhor, permitem que essas sementes amargas produzam sua colheita.


Domingo

Ano Bíblico: At 7–9

Rebelião (Novamente)

1. Que quatro mentiras foram levantadas pelo rebelde Corá e seus cúmplices? Nm 16:1-3

A reação de Moisés a este ataque (v. 4) revela quão frustrado ele deve ter se sentido diante dessas acusações distorcidas, especialmente por aqueles que deviam saber melhor. “Faziam parte do número dos que subiram com Moisés ao monte, e viram a glória divina. ... Dizendo ter grande interesse na prosperidade do povo, falaram a princípio, uns com outros, ocultamente, a respeito de seu descontentamento e, a seguir, falaram aos homens dirigentes de Israel. Suas insinuações foram tão prontamente recebidas que se arriscaram ainda mais e, afinal, acreditaram realmente estarem agindo pelo zelo de Deus” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 396-397).

Novamente, vemos a manifestação do pecado original de Satanás no Céu. Não importava quão exaltados fossem esses homens e príncipes, nem as elevadas posições que eles detinham, nada era suficiente para eles. Queriam sempre mais.

Como devemos ser cuidadosos!

2. Que mais havia por trás daquela rebelião? Por que, também, essas eram acusações totalmente falsas? Nm 16:12-14

São incríveis as palavras desses homens, chamando o Egito (o Egito!) de terra “que mana leite e mel”! É surpreendente como o pecado foi capaz de perverter tanto seu julgamento a ponto de que o país de sua escravidão e servidão passou a ser mencionado por eles como se representasse a Terra Prometida de Deus!


Segunda

Ano Bíblico: At 10–12

Se o Senhor fizer... algo totalmente novo

Leia a reação de Moisés a esses homens (Nm 16:4-11). Apesar da posição exaltada que lhes havia sido dada, eles queriam mais. Moisés viu isso claramente.

Mais importante ainda, se você ouvisse as palavras deles, pareceria que eles estavam se rebelando contra Moisés e Arão, como se esses dois, por si mesmos, houvessem usurpado toda essa autoridade, ultrapassado os limites e se exaltado sobre todos os outros, bem como se os tivessem levado ao deserto para matá-los.

3. Na realidade, porém, contra quem eles estavam se rebelando? Nm 16:11

Novamente, só é possível imaginar de onde esses homens tiraram essa falsa acusação. O poder de quem havia divido o Mar Vermelho: de Moisés e Arão ou de Deus? Quem havia lhes provido maná cada manhã: Deus ou Moisés e Arão? Quem Se havia manifestado na nuvem de dia e no fogo à noite – Deus ou Moisés e Arão? Com tudo o que eles haviam testemunhado, é difícil imaginar como eles poderiam ter agido daquela maneira.

4. Note as palavras de Moisés em Números 16:28-30. Qual era a verdadeira questão de Corá, Datã e Abirão?

Pense na situação. Se esses homens pudessem fomentar uma rebelião mais ampla, quem sabe quais teriam sido as terríveis consequências? Os filhos de Israel, pouco fundamentados no Senhor, como eram, poderiam facilmente ter-se perdido. Eles tinham que saber que o Senhor estava no controle, que era o Senhor que os estava guiando e que Moisés e Arão estavam fazendo o que Deus lhes ordenava que fizessem, e não agiam por conta própria. Tudo isso devia ser evidente, mas o pecado tem uma forma poderosa de encobrir nossa mente. O espírito de rebelião, se nutrido, é difícil de suprimir e frequentemente toma impulso próprio.

Você é suscetível a sentimentos de inveja quanto aos que têm posição ou autoridade sobre você? O que você pode aprender do exemplo de Cristo para vencer esse sentimento potencialmente ruinoso?


Terça

Ano Bíblico: At 13–15

Memoriais

As pesquisas arqueológicas na Palestina não descobriram muitos materiais escritos (com exceção dos manuscritos do Mar Morto), mas as Escrituras se referem a muitos memoriais como sinais visíveis para conservar seu significado continuamente na memória de Israel. Por exemplo, em Gênesis 28:11-22 Jacó ergueu uma pedra comemorativa a fim de lembrar as promessas da aliança que Deus havia feito a ele e seus descendentes.

5. Que memorial foi criado a respeito dessa terrível rebelião contra Moisés e Arão? Nm 16:36-40. O que especificamente esse memorial deveria lembrar ao povo?

A maioria dos memoriais mencionados no Antigo Testamento destinava-se a lembrar Israel da vontade de Deus, Sua bondade, graça e bênçãos da aliança. Eles apontavam para Deus, para o alto, em direção ao Senhor. Por exemplo, o arco-íris depois do Dilúvio (Gn 9:13), a circuncisão (Gn 17:10-17), a festa da Páscoa (Nm 9:1-14), as borlas azuis nas roupas (Nm 15:38-41) e as pedras comemorativas que Josué erguera na travessia do Jordão (Js 4:3-9).

Em contraste, as placas de bronze no altar eram um memorial preventivo com o fim de evitar que um estranho, ou não descendente de Arão, tentasse usurpar o sacerdócio. Em sentido mais amplo, lembraria ao povo o que acontecera quando seres humanos, racionalizando a própria cobiça, ambição e busca de poder – se rebelaram contra Deus. Era um memorial advertindo o povo a não ser como Corá e seu grupo” (Nm 16:40).

6. Que outros memoriais você é capaz de achar na Bíblia, e quais são seus propósitos? Veja, por exemplo, Êx 20:8-11; Nm 31:54; Mt 26:13; Lc 22:19. De que maneiras os sacrifícios animais eram um tipo de memorial?

De que coisas a respeito do Senhor e de Suas promessas você precisa ser constantemente lembrado? Por que é importante manter constantemente essas promessas em mente?


Quarta

Ano Bíblico: At 16–18

Entre os vivos e os mortos

Somos inclinados a pensar que os juízos que caíram sobre Corá, Datã, Abirão e os 250 príncipes teriam conduzido a congregação do deserto à sobriedade. Afinal, havia caído fogo do céu e consumido alguns, ao passo que a Terra se havia aberto, consumindo os outros. Que mais o Senhor poderia ter feito para mostrar Sua justa indignação contra essa aberta rebelião e apostasia?

7. Qual foi a reação do povo aos juízos de Deus contra os rebeldes? Nm 16:41-50. O que esse fato deve nos dizer sobre a natureza humana caída?

O que esse relato deve nos revelar é que o espírito de rebelião entre alguns do povo não terminou com o extermínio de Corá. Ele permaneceu no acampamento, mesmo depois de tudo o que acontecera. É difícil entender como alguém pode ter agido assim, especialmente depois do que eles haviam acabado de testemunhar. Novamente, isto só mostra como, depois de começarmos a cair em direção à rebelião e à apostasia, podemos nos achar praticando coisas demasiado loucas e irracionais. Isso nos ensina que, pela graça de Deus, devemos reivindicar Suas promessas (1Co 10:13; Fp 1:6) e morrer para esses sentimentos antes que eles nos levem em direção à ruína.

8. O que significa a ideia de Arão em pé entre os vivos e os mortos? Nesta cena, como obtemos um vislumbre do que Jesus fez por nós? Nm 16:48

Só existem dois tipos de pessoas neste mundo, os vivos e os mortos, não os fisicamente mortos, mas os mortos espiritualmente. “Quem nEle crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3:18). Jesus Se põe entre os vivos e os mortos; Ele é a divisa, o ponto de transição de um grupo para o outro. Unicamente por meio dEle podemos ir da morte para a vida.

Você está entre os vivos? Justifique sua resposta.


Quinta

Ano Bíblico: At 19–21

O bordão de Arão que floresceu

Embora houvessem morrido milhares de pessoas na rebelião provocada por Corá, o Senhor sabia que a questão da liderança sacerdotal ainda precisava ser esclarecida. Mesmo apesar de tudo o que Ele fizera, os juízos poderosos e dolorosos derramados sobre os rebeldes, Deus sabia que o povo ainda estava inquieto. Com razão, Ele poderia ter eliminado todos, mas nunca fora Seu desejo fazer isso. Mesmo depois do que havia acontecido, o Senhor ainda estava disposto a trabalhar com o povo e revelar-lhe Sua graça salvadora.

9. Leia Números 17 e responda às seguintes perguntas:

a. Qual foi a razão para o teste?
b. Como esse teste deveria ser um meio de evitar mais rebelião e consequente condenação?
c. Como a reação do povo revela que, finalmente, eles parecem ter compreendido a mensagem de que só a determinadas pessoas seria permitido ser sacerdotes?

Não havia nenhum meio de negar esse milagre no qual o bordão de Arão florescera e produzira amêndoas. Os israelitas tiveram que admitir que Deus havia operado dentro do tabernáculo um milagre que, de uma vez por todas, designava Arão e seus descendentes como sacerdotes do santuário do Senhor. A tragédia foi que o preço desse reconhecimento custou muito sofrimento. O surpreendente é que o Senhor Se dispunha a fazer ainda mais a fim de Se reconciliar com eles.

Sob nossa perspectiva, é muito fácil condenar e julgar os hebreus. Mas que dizer se nos examinarmos detidamente, individualmente (2Co 3:15)? Por que frequentemente é tão difícil aprendermos as lições que Deus procura nos ensinar? Por que, mesmo quando nos são dadas evidências mais que suficientes do amor e da graça de Deus, deixamos de confiar nEle? Por que cometemos os mesmos erros repetidas vezes? E, mais importante, por que é importante não buscarmos justificar nossos erros?


Sexta

Ano Bíblico: At 22, 23

Estudo adicional

Leia Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 395-405: “A Rebelião de Coré”.

“Pergunto-me se a rebelião genuína pode ser curada. ... Rebelião e apostasia estão no próprio ar que respiramos. Seremos afetados por ela a menos que, pela fé, lancemos sobre Cristo nosso ser impotente. Se hoje os homens são tão facilmente enganados, como permanecerão fiéis quando Satanás personificar Cristo e operar milagres? Quem resistirá às suas distorções? Declarando ser Cristo quando é só Satanás assumindo a pessoa de Cristo e operando aparentemente as obras de Cristo? Quem impedirá o povo de Deus de submeter-se a falsos cristos? ‘Não se apressem em segui-los’.

“As doutrinas devem ser claramente entendidas. Os homens que forem aceitos para ensinar a verdade devem estar ancorados; então, sua embarcação resistirá à tempestade, porque a âncora os mantém firmes. Os enganos aumentarão, e devemos chamar a rebelião por seu nome certo. Cabe-nos resistir utilizando toda a armadura de Deus” (Comentários de Ellen G. White, SDA Bible Commentary, v. 1, p. 1.114).

Resumo: A rebelião de Corá e seus associados contra Moisés e Arão foi tão profunda que Deus precisou destruí-los e aos seus seguidores por meio de terremoto, fogo e praga. Esse relato deve servir como advertência contra a inveja e o ciúme, como as lâminas de bronze memoriais no altar. Se orássemos por nossos líderes e apreciássemos o que Deus fez por eles e por nós, poderíamos ser poupados dos distúrbios internos que assaltaram o Israel antigo na insurreição de Corá.

Respostas Sugestivas:

Pergunta 1: a. Toda a congregação é santa; b. Cada um deles é santo; c. O Senhor está no meio deles; d. Moisés e Arão se exaltaram sobre a congregação.
Pergunta 2: Recusa em aceitar a guia de Deus, que havia escolhido diretamente os dois irmãos como guias da nação. Não foram Moisés e Arão que se arvoraram como líderes do povo. Eles foram escolhidos por Deus.
Pergunta 3: Contra Deus.
Pergunta 4: Rejeitaram o Senhor.
Pergunta 5: Deus mandou que se fizessem lâminas para cobrir o altar. Para que nenhum estranho acendesse incenso perante o Senhor.
Pergunta 6: O sábado, o ouro ofertado pelos capitães, a história da oferta de Maria, a santa ceia.
Pergunta 7: De que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor. A natureza humana, se não santificada por Deus, é incrivelmente pecaminosa.
Pergunta 8: Intercessor. Representa a obra de Jesus Cristo por nós.
Pergunta 9: a. Deus queria demonstrar de maneira vívida a Sua guia sobre o povo; b. Seria uma forte evidência do poder miraculoso de Deus; c. Temeram por sua vida e reconheceram seu pecado.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

10 Erros da Doutrina Espírita Claramente Definidos


1o. Erro : Usar a Bíblia só segundo pareça conveniente, incoerentemente segmentando seu texto, usando e abusando de textos, sentenças e mesmo palavras isoladas, sem levar em conta O TEOR GLOBAL de seu ensino, mesmo desqualificando- a como um livro indigno de confiança, quando não pareça conveniente, encontrando "contradições gritantes" em seu texto, o que torna o seu emprego pelos próprios espíritas injustificável, já que é um livro que não serve para defender doutrinas (a não ser as espíritas, em segmentos seletos).

2o. Erro: Ter uma visão distorcida da Divindade, negando que tenhamos um "Deus pessoal" e deixando de entender que Deus é não só AMOR, como JUSTIÇA. Esse tipo de Deus "Saci Pererê" do espiritismo (que se apóia só sobre uma "perna"--do amor), com a imagem do Deus bíblico condenada por espíritas como injusto por causa de relatos do Velho Testamento que não conseguem entender à luz de sua contextuação cultural, histórica, e dentro do TEOR GLOBAL do ensino bíblico, impede-os de realmente entender que na cruz houve o encontro de AMOR e JUSTIÇA (Salmo 85:10).

3o. Erro: A noção de que Cristo veio trazer uma nova e revolucionária legislação, eliminando os 10 Mandamentos como normativos aos cristãos e trocando-os pela "lei áurea" de "amor a Deus" e "amor ao próximo", quando em tal "lei áurea" Ele apenas repete o que Moisés já havia dito em Lev. 19:18 e Deu. 6:5, sintetizando a lei divina. Sempre, em todos os tempos, a lei de Deus teve como princípio subjacente o amor--a Deus e aos semelhantes, pelo que Cristo não apresentou nenhuma "novidade cristã" como pensam os espíritas e outros mais.

4o. Erro: A negação do castigo final dos pecadores, e da própria existência de Satanás e demônios a seu serviço, o que torna a Jesus um mentiroso, pois Ele deu testemunho claro da existência de tal ser ao dizer: "Eu via Satanás, como raio, cair do céu" (Luc. 10:18). A negação do castigo final é fruto da tese de salvação universal, uma noção que não inspira ninguém a crescer espiritualmente, já que sempre se pode deixar para depois o devido preparo e progresso ético, moral, espiritual, já que no final todos terão o mesmo destino, mais cedo ou mais tarde. Jesus não disse para ninguém ser cristão "mais ou menos" e sim desafiou a todos: "Sede vós perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus" (Mat. 5:48).

5o. Erro: A idéia de salvação dever-se às obras humanas, uma impossibilidade que contraria o TEOR GLOBAL do ensino bíblico, sobretudo diante da exposição clara, didática, insofismável de Paulo [o "codificador dos evangelhos"] quanto ao papel da graça de Deus como única fonte de salvação, sendo as obras mera demonstração da genuinidade da fé salvadora. Qualquer noção de que obras humanas, imperfeitas como sempre serão, "contem pontos" para a salvação é uma afronta ao Senhor e Salvador Jesus Cristo. É o mesmo que dizer-Lhe que o Seu supremo sacrifício expiatório foi incompleto, daí precisamos acrescentar algo de nossa própria experiência à experiência Dele, num impossível paralelo do humano e imperfeito com o divino e absolutamente perfeito.

6o. Erro: A noção típica de todos os povos pagãos, do presente e do passado, de que o homem é um ser dualístico, formado por um corpo material e uma alma imortal, que prossegue viva e consciente na morte, quando o ensino bíblico é de que Deus criou o homem para viver com um ser físico, num paraíso físico, e que por conseqüência do pecado passou a experimentar a morte. A única forma de restaurar a vida é pela RESSURREIÇÃO DOS MORTOS, que representa a vitória sobre a morte e a sepultura, como diz Paulo em 1 Cor. 15:54, 55. Entre a morte e a ressurreição nada existe, pois os que morrem, como no sono, nada sabem do que se passa, não têm conhecimento de coisa alguma e adentram o mundo do silêncio (Ecl. 9:5, 6, 10; Sal. 6:5).

7o. Erro: A noção de reencarnação, negando o claro ensino bíblico de que só mediante a ressurreição dos mortos, bem detalhadamente descrita em várias passagens, como Ezequiel 37, 1 Coríntios 15, 1 Tessal. 4:13-16, é que alcançaremos a vida eterna, que é apresentada na Bíblia como um dom de Deus aos que se habilitarem a para sempre habitar nos lugares que Cristo prometeu preparar para os Seus fiéis, e que iriam ser ocupados quando Ele retornasse para vir buscar os Seus (ver Rom. 2:7; 2a. Tim. 1:10 e João 14:1-3).

8o. Erro: A negação da volta de Cristo em glória e majestade, embora citem textos como Mateus 16:27 que fala claramente dessa volta, e muitos outros claros versos das Escrituras. E Sua volta é a única saída para tirar o homem do "aperreio" em que se acha, em decadência moral e espiritual clara e evidente, e não o progresso rumo a um róseo futuro, como indicado pelo espiritismo.

9o. Erro: A própria idéia de que graças às contínuas reencarnações a humanidade só tem melhorado e só haverá de melhorar mais e mais no futuro, quando isso não só está inteiramente fora da realidade, com negam as profecias bíblicas, proferidas pelo próprio Cristo, que fala que os tempos que antecederiam Sua volta literal e visível seriam uma repetição da maldade de Sodoma e Gomorra, ou dos dias anteriores ao dilúvio. Isso é confirmado por Paulo, Pedro e outros autores bíblicos.

10o. Erro: A possibilidade de comunicação entre vivos e mortos, sendo que a proibição divina é clara a respeito, tanto em Deut. 18:9-11 como séculos depois confirmada em Isa. 8:19, 20. Sendo que não há uma "alma imortal" que tenha consciência após a morte do corpo, e permanecerá como num sono inconsciente até a ressurreição, qualquer suposta comunicação entre vivos e mortos é claramente suspeita, e proibida por Deus que quis proteger o Seu povo de terríveis enganos satânicos nessa linha.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Os outros jovens em Daniel 3

Daniel 3 conta acerca da impressionante história de três corajosos jovens, tementes a Deus, que, com perigo da própria vida, não cederam um milímetro que fosse, comprometendo a sua adoração a um outro deus que não o Deus Criador dos céus e da terra.

Recuperando um pouco esse relato, Nabucodonosor, rei de Babilónia, afrontando o aviso divino dado em Daniel 2 de que o seu reino passaria e outro lhe tomaria o lugar, deu ordem para se erigir uma gigantesca estátua de ouro com a sua figura, à qual, dado o sinal, todos se deveriam curvar em adoração. Pretendia ele assumir para si um poder que não tinha: perpetuar-se no poder, como senhor soberano do mundo, incluindo nações estrangeiras (verso 4); por isso, ele convocou todos quantos pode (v. 2-4) para se curvarem perante o símbolo dele mesmo.
E, dado o sinal, quase todos se curvaram. Quase, pois eis que os tais três bravos jovens decidiram não obedecer à ordem de Nabucodonosor, respeitando antes o segundo mandamento da Lei de Deus (veja Êxodo 20:3-5).
Hananias, Misael e Azarias, assim eles se chamavam, logo se destacaram, em pé entre a multidão curvada. Trazidos à presença do rei, foi-lhes concedida uma segunda oportunidade; como se mantiveram irredutíveis, a sentença foi proclamada: seriam atirados para dentro de um forno ardente.
Quero parar a história por aqui, para refletir num aspeto que, acredito, muitas vezes nos passa despercebido...

Estes três rapazes eram escravos que Aspenaz, chefe dos eunucos, trouxe de Jerusalém a mando de Nabucodonosor, para que servissem e fossem educados nas melhores escolas caldeias (Daniel 1:1-4).

Daí que faça a pergunta: foram eles os únicos israelitas que foram levados em cativeiro para Babilónia?

Não, não foram. Daniel 1 diz que, dos melhores foram levados 'alguns dos filhos de Israel' (v. 3) e que 'entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias' (v. 6) - logo, havia muitos outros israelitas que tinham feito parte dessa remessa de escravos.

Então, como lógica, surge outra pergunta: onde estavam e o que fizeram todos os outros, quando, na planície de Durã, a música tocou para que todos se prostrassem perante a estátua de Nabucodonosor?

Daniel 3:12-13 diz que Hananias, Misael e Azarias (no texto tratados pelos nomes babilónicos) foram os únicos acusados de desrespeito à ordem e trazidos perante o rei. Logo, deduzimos que todos os outros habitantes do reino (incluindo os estrangeiros, como vimos) se curvaram em submissão perante a enorme imagem, em violação do mandamento de Deus! E isto, naturalmente, incluía todos os outros israelitas que estavam em Babilónia (Daniel não é mencionado neste caso; no entanto, pelo que vemos em Daniel 6, é de crer com toda a certeza que ele não se curvou à estátua. Poderia eventualmente estar ausente do país, mas por alguma razão que desconhecemos, o seu nome não é mencionado).

Repare que esses outros - a esmagadora maioria! - que se curvaram também eram israelitas; também eram da nação separada; também eram do povo escolhido. No entanto, perante a prova, sucumbiram, falhando em se manterem firmes ao Deus que conheciam.

E não é desculpa o fato de estarem em cativeiro, como escravos - os três que se mantiveram de pé, também eram. Somente tiveram a coragem de assumir a sua posição por Deus, mesmo em face da própria morte.

Para nós hoje, fica provado, portanto, que o simples pertencer à Igreja que Deus escolheu para ser a sua representante final, não é garantia de vitória em nome de Deus. Há que tomar decisões firmes e decididas para permanecer de pé quando a provação chegar!

Será que estamos com medo de dizer não ao mundo e suas figuras quando as pressões aumentam? Será que preferimos ceder ao que é aparentemente mais fácil em vez de, pela fé, tomarmos posição por Deus? Será que, sem nos apercebermos, nos vamos lentamente curvando perante as apelativas e atrativas imagens que nos são apresentadas? E, se fazemos isso hoje, quando ainda há liberdade, como nos comportaremos quando formos forçados?

Não sobre este assunto específico, mas aplicável, I Coríntios 10:11-12 dá o solene conselho: 'ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia'.

E você? Está pronto para ficar de pé?

Fonte - O Tempo Final

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O vício pornográfico


POR Gary L. Hopkins e Joyce W. Hopp
Tradução: Vanessa Henriques.

Internet é tão persistente quanto potente, uma presença indelével e incontrolável na cultura. De fato, a Internet não é separada da cultura; é a cultura. Todo o lixo e vazamento de nossa sociedade obtém seu momento lá, e a obsessão mais minúscula tem seu lugar na prateleira, bem perto de músicas clássicas, caridade e paisagens do pôr-do-sol. A Internet deixa milhões de flores e ervas daninhas florescerem ". 1

A PORNOGRAFIA ONLINE TORNOU-SE UMA DAS áreas mais lucrativas do comércio eletrônico (e-commerce). Estima-se que a receita chegue a bilhões de dólares. O número de pessoas que visitam sites de sexo a cada dia tem sido estimado em 60 milhões. Juntos, os cinco maiores sites de sexo tem mais visitantes que MSNBC.com e CNN.com combinados (canais de notícias). 2 Todos estes sites estão disponíveis a seus filhos a cada minuto da vida deles. E eles são fáceis de achar, em apenas alguns segundos.

A pornografia na Internet é tão extensa que é correto dizer que ela está aqui para ficar; e é provável que nunca seja impedida. A cada dia aproximadamente 400 novos web sites pornográficos são abertos na Internet de lugares como Tailândia e Rússia.3


Nos Estados Unidos, estima-se de 10 milhões de crianças ficam on-line todos os dias. Muitos são ávidos para fazer "amigos eletrônicos" com quem possam bater-papo. Em um recente estudo de aproximadamente 1500 crianças com idades entre 10 e 17, descobriu-se que uma em cada quatro foi exposta indesejavelmente a algum tipo de imagem de pessoas nuas ou pessoas realizando atos sexuais. Uma em 33 recebeu uma solicitação agressiva, significando que alguma pessoa na Internet as pediu para encontrar ou telefonar, ou as mandava correspondência, dinheiro ou presentes. 4

Se você não está convencido que a pornografia é um problema, dê uma olhada em seu jornal local. Os jornais comumente reportam incidentes em que indivíduos como um decano da Escola Divindade da Universidade Harvard, um executivo da Disney Internet, muitos professores universitários, professores de escolas, e outros cidadãos uma vez respeitados ao redor do país foram "flagrados" acessando sites de pornografia na Internet.5

Em "Pornography, Main Street to Wall Street", (Pornografia, Principal Via Para a Wall Street) H. W. Jenkins reporta que o Dr. Mark Lasher, um sócio-fundador da Aliança Cristã para a Recuperação Sexual (é ele mesmo um recuperado do vício do sexo), pronunciou aos ouvintes de um congresso ano passado: "Muitos na comunidade médica acham que uma substância, para viciar, deve criar uma tolerância química. Os alcoólicos, por exemplo, com o passar do tempo devem consumir mais e mais álcool para alcançar o mesmo efeito. Novas pesquisas, como a dos Doutores Harvey Milkman e Stan Sunderwirth, demonstraram que a fantasia sexual e atividade, por causa das químicas cerebrais produzidas naturalmente, têm a habilidade para criar a tolerância do cérebro ao sexo. Eu tenho tratado mais de mil homens e mulheres viciados. Quase todos começaram com a pornografia."6

Jenkins continua: "A Internet faz com que as imagens pornográficas sejam mais facilmente acessíveis, e virtualmente com variedade ilimitada. Seria um milagre se as crianças não estivessem encontrando essas coisas, mesmo que isso significasse ativar os 'filtros' providenciados por seus pais ou seus provedores de Internet... Se a exposição intensifica a tolerância, e a tolerância piora o problema, ter imagens pornográficas ilimitadas de fácil
alcance em cada computador é como produzir efeitos sociais que ainda não levamos em conta."

A História de David
Um problema que a mãe de David não encarou é a pornografia na Internet e se David está ou não gastando tempo navegando através dos muitos sites na Internet onde há imagens gráficas de pessoas tendo relações. Janet, a mãe de David, não pensou muito sobre isso, embora tenha ouvido falar sobre isso de tempos em tempos. Ela certamente soube de pessoas que perderam seus empregos por causa disso.

A relação de David com sua mãe é ótima. É boa o bastante para que ele possa conversar com ela sobre a maioria dos desafios que ele encontra diariamente incluindo drogas e sexo. Mas é bom o bastante para falar sobre pornografia? Se David tivesse um problema com pornografia, poderia dizer "Ei, mãe, preciso conversar com a senhora sobre algo que está me incomodando". Ele ficaria muito envergonhado? Há uma excelente probabilidade de que ele esconderia o problema.

Vamos um passo adiante. Se seu vizinho tivesse um problema com a pornografia na Internet, você acha que ele ou ela pediria ajuda a você? E seu cônjuge? E você? Conseguiria reunir a coragem para falar com o Senhor em oração? Aonde você vai quando tem um problema tão delicado, pessoalmente humilhante e degradante como o uso da pornografia? Há alguém em nossa organização que estaria desejoso de ouvir sem criticar ou, o mais importante, sem fofocar sobre isso? Um membro de igreja com vício em pornografia seria alvo de fofocas.

A mãe de David acreditaria se visse um garoto de 12 anos com pornografia? No dia seguinte após o trabalho Janet perguntou a sua filha Beth se ela já tinha visto sexo na Internet.

"Com certeza",Beth respondeu.

Janet gelou. "Como isso aconteceu?"

A história de Beth foi parecida com a que Janet tinha lido em um jornal. "Eu estava no laboratório de computadores na escola, procurando informação sobre câncer. Eu tive a informação e estava só olhando para ver o que poderia encontrar sobre o tópico. Enquanto estava navegando pela Internet parecia que eu passava por mais fotos de pessoas tendo relações sexuais do que informação sobre câncer".

A mãe de Beth a pediu para ir ao computador e mostrá-la como acontecia. Ela andou rapidamente em direção ao computador, clicou o mouse algumas vezes, olhou para sua mãe e disse "OK, o que você quer que eu faça?" ·
De braços cruzados Janet disse, "Você me disse que sabe como encontrar fotos sujas na Internet; como eu tenho que ver para crer, mostre me! Eu não acredito no que está dizendo."

Beth encolheu os ombros e disse, "Mãe, qualquer um pode fazer. É simples." Beth rapidamente digitou algumas palavras em seu computador, e Bingo! Uma janela depois da outra começou a aparecer rapidamente embora os dedos de Beth não estivessem no mouse ou no teclado. Automaticamente foto após foto apareciam.

"Desligue! Eu não quero ver essas coisas", disse Janet. Beth desligou e deu meia-volta em sua cadeira para encarar sua mãe. Janet perguntou a Beth se ela freqüentemente ia para a Internet procurando pessoas fazendo sexo. "Mãe, eu nunca faço. Você me pediu para mostrar a você, e eu mostrei", Beth a repreendeu.

"Bem, como você fez aquilo?" Perguntou Janet.

"Olhe, Mãe", Beth explicou, "apenas digite uma palavra e aperte a tecla Enter."

É muito simples. Nossos filhos, nossos cônjuges, nossos empregados, os professores de nossas crianças - todos nós que temos computadores com acesso à Internet temos disponível muitos diferentes websites que têm conteúdo sexual. Uma pessoa poderia gastar 24 horas por dia e provavelmente não visitaria todos eles em um ano. A mãe de David tinha que saber se ele estava acessando sites pornográficos na Internet. Por alguma razão ela não teve a coragem para perguntá-lo diretamente, embora tivesse notado que ele passava muito tempo em seu quarto com a porta fechada enquanto navegava na Internet. Ela não tinha pensado sobre pornografia até a experiência com Beth.

Uma tarde ela perguntou à Beth se havia algum jeito de saber se alguém tinha estado olhando os sites pornográficos no computador. Beth disse, "Certo, isso é fácil", e prosseguiu para mostrá-la com fazer isso. Depois de aprender como examinar o computador de David para ver quais sites ele tinha visitado na Internet, sua mãe foi ao seu quarto uma noite quando ele tinha saído. Ela fez as coisas que Beth a tinha ensinado e para seu horror ela viu que David tinha visitado centenas de diferentes sites de sexo. Levaram dias para que ela conseguisse coragem o bastante para conversar com ele sobre isso, mas finalmente conseguiu. David admitiu. Ele assegurou-a de que não era um problema. Ela pediu-lhe para não fazer mais isso, e ele afirmou que não faria.

A história não acabou para David. Se ele visitará mais sites pornográficos ou não é uma questão que não será respondida até que sua mãe comprometa-se a monitorar suas atividades na Internet. Se a exposição à pornografia que ele foi submetido se transformará em um problema 10, 20, ou 40 anos mais tarde na vida é especulação. Ele viu as imagens, e elas ficarão com ele por toda a vida.


O âmbito do problema
A pornografia na Internet é tão extensa que deveria horrorizar você. Uma pesquisa da Media Matrix, Inc., uma companhia americana que análisa a audiência na Internet, detectou que em casas com acesso a Internet o seguinte percentual de tempo foi gasto em sites pornográficos durante Dezembro de 2000: 7

Canadá 33
Austrália 33
U.S. 31
Alemanha 29
França 25
Inglaterra 25
Japão 21


Se nossa descrição de pornografia na Internet parece impetuosa, não o é. É um negócio sério, e devemos aceitá-lo imediatamente. Deixar crianças acessarem o computador sem supervisão pode ser tão perigoso quanto cheio de expectativa viver dentro de uma livraria para adultos sem olhar. Dizendo de outro jeito, você iria a uma livraria local para adultos e compraria 100 vídeos e 500 outras revistas pornográficas, colocaria na estante de livros no quarto de seu filho, e pediria a ele para não olhá-los? É claro que não. Então faria isso com a Internet?

Se seus filhos têm computadores com acesso à Internet, aprenda como supervisionar suas atividades na Internet. Se você não sabe como executar um computador, então aprenda. Peça a um amigo para mostrar como controlar atividades na Internet. Converse com seus filhos. Planeje o que você fará. Se você suspeita que há um problema com seu cônjuge, pergunte a ele ou ela; não com críticas, mas com amor. Procurem juntos obter ajuda para este problema crítico.

Pornografia e Educação Cristã

Por Niels-Erik Andreasen,
presidente, Universidade de Andrews

A Pornografia é terrivelmente errada, porque desvirtua as pessoas e ultimamente as destrói. O pior de tudo é a pornografia infantil, pois destrói o corpo e a alma das crianças que ainda não experienciaram sua própria identidade e sexualidade. Por estas razões, todo cristão que se compromete resistirá e confrontará todas as expressões de pornografia e produções de material pornográfico, se destinado ao público ou para uso privado. A educação cristã deve usar sua considerável influência sobre as mentes dos estudantes tanto nas salas de conferência quanto nas residências universitárias para afirmar sua posição cristã. A educação cristã deve usar sua considerável influência sobre as mentes dos estudantes nas leituras em classe e casa para afirmar sua posição cristã.

É um assunto difícil para esposos ou esposas cujos cônjuges estão viciados em pornografia. Esse tipo de atividade freqüentemente resulta na perda do emprego. O que eles podem fazer? Onde um membro de igreja pode encontrar ajuda? Pense sobre isso seriamente. A pornografia é disponível a todos, inclusive aos oficiais da igreja. É um terreno traiçoeiro.

Pesquisas mostram que os efeitos da pornografia são mistos.Um recente estudo informou sobre uma pesquisa dirigida a jovens mulheres com idades entre 14 a 18 anos. Foi examinado. Desse estudo, 29,7 % tinha visto filmes com aviso de cenas impróprias, e isso foi associado a um aumento no risco de ter múltiplos parceiros sexuais, sexo mais freqüente, menos uso de contraceptivos, um forte desejo para conceber, e maior proporção de infecção transmitida sexualmente.8

Uma vez que você, seu cônjuge, ou alguém tenha superado com sucesso o vício sexual na Internet, leve em consideração que ainda terão que voltar para seus computadores para trabalhar. Como você se sentaria e completaria seu trabalho num instrumento através do qual você sabe que tem acesso ilimitado à coisa que quase o arruinou? É como sentenciar um alcoólico a trabalhar em uma loja de bebidas.

Uma chamada à ação
O problema da pornografia não é apenas sobre "eles"; estamos incluídos também. Recente pesquisa conduzida sobre uma amostra de cristãos revelou que 36% tinham visitado web sites explícitos; quase a metade os tinha visitado semanalmente ou algumas vezes por mês. Apenas a metade estava ciente de que seu cônjuge sabia que eles estavam acessando esses sites.

Os Pastores precisam ser treinados em relação aos perigos do vício sexual e pornográfico. É importante discursar o tópico do púlpito. Precisamos de sessões em pequenos grupos em que orações de intercessão sejam feitas ao Senhor. Precisamos providenciar treinamento específico para conselheiros cristãos em nossas universidades e faculdades. Precisamos localizar os recursos para fornecer a membros, não-membros, e mesmo a oficiais uma linha para a qual possam ligar para fazer perguntas com absoluto anonimato e obter assistência. Também precisamos realizar pesquisas nesta área entre nossos membros e oficiais para entender melhor a extensão do problema e aprender as abordagens que foram descobertas ser efetivas.

Pensando nos mais jovens, a responsabilidade fundamental de proteger as crianças dos assédios sexuais on-line cai sobre os pais. Setenta por cento dos assédios pela Internet ocorrem nos computadores de casa. 9

Semelhante a uma infecção que ameaça o corpo de nossa igreja, a pronografia precisa tratamento imediato.


_________________________
1 R. A. Javier, W. G. Herron, and L. Primavera, "Violence and the Media: A Psychological Analysis," International Journal of Instructional Media 25:4 (1998): 339-356.
2 G. Webb, "Sex and the Internet," Yahoo! Internet Life 7, No. 5 (May 2001): 88-97.
3 J. Hughes, "Protecting Kids From Porn," Christian Science Monitor, Mar. 21, 2001, p. 11.
4 Ibid.
5 H. W. Jenkins, "Pornography, Main Street to Wall Street," Policy Review 105 (February/ March 2001): 3-11.
6 Ibid.
7 A. Wilson-Smith and S. Deziel, "Canadian Peepers-No. 2 in the World!" Maclean's, Apr. 2, 2001, p. 13.
8 G. M. Wingood et. al., "Exposure to X-rated Movies and Adolescents' Sexual and Contraceptive-related Attitudes and Behaviors," Pediatrics 107, No. 5 (May 2001): 1116-1119.
9 Christian Science Monitor, "Kids and Smut on the Web," June 19, 2000, p.

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Gary L. Hopkins é diretor-assistente do Departamento de Saúde da Conferência Geral e diretor do Instituto para Prevenção de Vícios na Universidade de Andrews. E-mail: ghopkins@andrews.edu.

Joyce W. Hopp é decana da Escola de Profissões Aliadas na Universidade de Loma Linda, Califórnia.
E-mail: Joycehopp@sahp.llu.edu.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Coerência na vida

E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos. Gál. 6:9.

Tarde da noite, um pai recebeu aquela chamada telefônica que os pais mais temem. Era a polícia rodoviária. Um carro que levava quatro adolescentes tinha rodado na pista, sem controle e em alta velocidade, atingido violentamente uma barreira. Todos os passageiros perderam a vida. O policial ao telefone disse: "Acreditamos que a sua filha pode ser uma das vítimas."

Empalidecido, o pai dirigiu-se ao hospital para identificar o corpo da sua linda filha, cuja vida fora ceifada ainda na flor da idade. Sentado no pronto-socorro, em choque, ele ouviu um policial mencionar que o álcool tinha sido, provavelmente, a causa do acidente.

Agora, aquele pai passou a ter um foco para onde direcionar sua angústia. Cheio de raiva, ele levantou-se e ameaçou matar quem fornecera a bebida para aqueles jovens. Ele haveria de encontrar os culpados custasse o que custasse. Em casa, de volta, tomado pela dor e pela raiva, ele foi até a cozinha e abriu o armário onde guardava seu suprimento de bebidas alcóolicas. Ali, encontrou um bilhete com a caligrafia da filha. Seu coração parecia subir-lhe pela garganta. O bilhete dizia: "Papai, estamos levando algumas das suas bebidas – sei que você não vai se importar."

As pessoas ao nosso redor absorvem o modo como vivemos muito mais do que aquilo que dizemos. Nosso estilo de vida exerce maior influência do que nossas palavras. Quando nossa vida é coerente com nossas palavras, ela faz diferença na vida dos outros.

As palavras de Jesus têm um grande impacto porque Seus ensinamentos eram coerentes com a maneira como Ele vivia. Sua vida combinava com Suas palavras. As multidões podiam dizer: "Jamais alguém falou como este homem" (João 7:46) porque nunca houve um homem que vivesse como Ele viveu. Não há nada que se interponha entre o que Jesus disse e a maneira como Ele viveu.

Os céticos podem debater uma idéia, mas não podem negar o poder de Deus revelado na maravilha que há no testemunho de uma vida transformada. Quando nossos queridos virem o amor de Cristo revelado em todas as nossas ações, também vão maravilhar-se com a Sua grandeza.


Meditações Diárias

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

E conhecereis a Verdade...

Dirigida pelo advogado Mauro Braga de 54 anos, a série de estudos ora veiculada é resultado da classe bíblica iniciada na IASD Tatuapé. Mauro Braga era membro da igreja do Belém e logo após o seu batismo, preocupado em evangelizar a família, decidiu se preparar para dar estudos bíblicos.

O que chama a atenção na série que resultou desta preparação, segundo o próprio palestrante, talvez seja a linguagem simples e direta com que os temas são ministrados e a forma de abordagem.

O estudo é todo contextualizado e adaptado ao dia-a-dia de gente que, de outra forma, não se interessaria pela mensagem bíblica. “Antes de tudo, me preocupo em remover as barreiras que nos impedem de falar às mentes secularizadas. Uma delas é o próprio preconceito contra os evangélicos”, diz Mauro Braga. “A par da doutrina, também procuro introduzir nos estudos o testemunho pessoal de uma mudança de princípios e valores que tornou minha vida melhor”, conclui o advogado. (Adaptado da Revista Mais Destaque)

Os temas abaixo estão disponíveis em áudio, tanto para acesso online, como para download.

01) - A origem do mal

02) - Plano da Redenção I

03) - Plano da Redenção II

04) - Sinais dos tempos

05) - Volta de Jesus

06) - Milênio

07) - Nova Terra

08) - A Lei de Deus

09) - Sábado I

10) - Sábado II

11) - Após a morte

12) - Textos mal interpretados

13) - Quem é Ele

14) - O Espírito Santo

15) - Anjos maus

16) - Dom de línguas

17) - A besta

18) - A Igreja verdadeira

19) - O Espírito de Profecia

20) - O pecado contra o Espírito

21) - O Batismo

22) - O Dízimo

23) - A Bíblia

24) - Como conhecer a Deus

25) - O sofrimento é castigo de Deus

26) - Quem entregou Jesus

27) - Como lidar com as tentações

28) - A importância de conhecer a verdade

29) - Os anjos

30) - Perdão


Embora este post não se insira na seção "Como folhas de outono...", mas na de "Estudos Bíblicos", é bom relembrar o convite à duplicação da mensagem, seja presenteando um familiar, amigo ou conhecido com um simples CD, seja "linkando" estes pela web ou email neste espaço. Assim, atenderemos ao "ide" do Mestre.

Descansem no Senhor. Feliz Sábado.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

[Material publicado sob a autorização expressa do palestrante]

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