domingo, 1 de novembro de 2009

Disposições para o futuro


Disposições para o futuro

Lição 642009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Jo 7–9


VERSO PARA MEMORIZAR: “Não sigam as normas dos seus pais nem obedeçam às leis deles nem se contaminem com os seus ídolos. Eu sou o Senhor, o seu Deus; ajam conforme os Meus decretos e tenham o cuidado de obedecer às Minhas leis” (Ezequiel 20:18, 19, NVI).

Leituras da semana: Nm 15; 2Co 2:15, 16; Gl 3:26-29; Ef 5:2; Cl 3:11

No começo de Números 15, as cenas de tumulto e rebelião, vergonha e derrota (nas mãos dos amalequitas e cananeus) já estavam no passado. O povo havia aprendido, da maneira mais difícil, o sofrimento que traz a desobediência.

Desta feita, o povo estava de volta à jornada no deserto pela qual havia começado. E foi nesse momento que o Senhor Se comunicou com Moisés no começo do capítulo: “O Senhor disse a Moisés: Diga o seguinte aos israelitas: Quando entrarem na terra que lhes dou para sua habitação, ...” (v. 2, NVI).

Apesar do grande retrocesso, a promessa ainda era certa: Deus levaria Seu povo para a Terra Prometida. Sobre isso não havia dúvida!

Da mesma forma, nos deparamos com algumas instruções especiais, dadas ao povo escolhido de Deus. Embora as circunstâncias sejam diferentes, embora as ordens sejam específicas, as lições e princípios espirituais não foram dados só para eles, mas também para nós.


Domingo

Ano Bíblico: Jo 10, 11

Gratidão

1. Que ofertas deveriam ser feitas, além das de animais? O que representavam? Nm 15:1-10, 18-21

O termo hebraico traduzido como “manjares/cereais” é minchah, que significa oferta ou tributo. Incluía farinha, azeite e vinho, representando a gratidão do ofertante pelas bênçãos de Deus nos campos e colheitas (veja Dt 8:18).

No contexto de Números 15, essas orientações realmente levavam para a geração mais jovem a promessa de que um dia plantariam campos de trigo, cevada e outros grãos em seu novo lar em Canaã. Com as próprias mãos, eles plantariam vinhas nas colinas e cultivariam oliveiras e outras árvores que produzissem frutos como figos e romãs. Em outras palavras, essas ofertas sem derramamento de sangue ajudavam a lhes apontar as bênçãos materiais que seriam suas caso permanecessem fiéis. Sem dúvida, todos esses pensamentos estavam envolvidos nos sacrifícios ao Senhor, que ajudavam a lhes apontar dia a dia a terra da promessa que os aguardava.

2. Como o apóstolo Paulo aplicou esse conceito nos tempos do Novo Testamento? Rm 12:1; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2

Por mais difíceis que fossem as coisas naquele momento, o Senhor queria que Seu povo cultivasse uma atitude de louvor e gratidão pelo que fizera e prometia fazer por eles no futuro. Não devemos fazer o mesmo?


Segunda

Ano Bíblico: Jo 12, 13

O estrangeiro em sua terra

Uma das ideias mais radicais do Israel antigo era sua atitude para com os estrangeiros, os que não pertenciam a sua herança ou fé.

3. Quais mandamentos específicos foram dados à segunda geração de israelitas quando esperavam se estabelecer em Canaã? Nm 15:14-16. Como esse mesmo princípio se revelou no Novo Testamento? Gl 3:26-29; Cl 3:11

O estrangeiro era alguém que, habitando entre os israelitas, aceitava plenamente a fé e, no caso dos homens, era circuncidado conforme a lei. Eles deveriam ser tratados e amados como se fossem israelitas. “A mesma lei” ou “ordenança” se aplicará tanto “a vocês como ao estrangeiro residente” (Nm 15:16, NVI). A mesma lei e ordenança se aplicará tanto a vocês como ao estrangeiro residente. Admirável inclusividade!

4. Na oração de dedicação, oferecida na inauguração do primeiro templo, que pedido fez Salomão a Deus com respeito aos não israelitas? 1Rs 8:41-43. O que disse Isaías sobre os estrangeiros que buscassem adorar no templo? Is 56:6, 7

Quando se considera todo o propósito de Deus ao chamar Seu povo e estabelecê-lo na Terra Prometida, esses textos são perfeitamente lógicos. Israel precisava manter seus ensinos e verdades distintivas, ensinos e verdades que os tornavam representantes especiais de Deus a um mundo pagão. Mas, ao mesmo tempo, eles precisavam ser abertos e receptivos aos pagãos que quisessem aprender sobre seu Deus e segui-Lo.

De muitas formas, nossa igreja hoje deve fazer a mesma coisa. Temos verdades específicas para ensinar ao mundo, verdades que precisamos guardar e proteger, mas, ao mesmo tempo, precisamos estar dispostos a receber aqueles que buscam conhecer o Senhor e Sua mensagem para este tempo.

Por que é tão fácil ser exclusivista, crítico e acusador dos que não veem as coisas sob a nossa ótica? Como podemos evitar essa atitude e, ao mesmo tempo, proteger as verdades que nos foram dadas?


Terça

Ano Bíblico: Jo 14, 15

Pecados de ignorância

Devemos ter em mente que a geração mais jovem à qual Deus estava Se dirigindo neste capítulo (Números 15) nasceu em escravidão. Assim, os israelitas foram influenciados pela cultura egípcia que os cercava, bem como por seus pais que, como escravos, também haviam sido influenciados por aquela mesma cultura. Consequentemente, havia muita coisa ruim que os israelitas precisavam desaprender e muitas coisas novas e boas a aprender.

5. Se a congregação percebesse que, como um grupo, havia se desviado dos mandamentos do Senhor, o que deveria ser feito? Qual é o significado do fato de que eles tinham que levar uma “oferta pelo pecado perante o Senhor, por causa do seu erro”? Nm 15:22-27

A oferta pelo pecado expiava o erro da congregação. As ofertas queimadas representavam a renovação da consagração do povo perante Deus. É interessante que o Senhor distinguia entre as coisas praticadas involuntariamente das que eram deliberadas. Ao mesmo tempo, porém, até mesmo as coisas praticadas “sem querer” eram consideradas “pecado” e precisavam ser corrigidas.

6. Como a pessoa obtinha expiação por seu pecado de ignorância? Qual era a diferença do procedimento do pecado da congregação? Nm 15:27-29

“Há os que já experimentaram o amor perdoador de Cristo, e que desejam realmente ser filhos de Deus, contudo reconhecem que seu caráter é imperfeito, sua vida faltosa, e chegam a ponto de duvidar se seu coração foi renovado pelo Espírito Santo. A esses eu desejo dizer: Não recuem em desespero! Muitas vezes, teremos de nos prostrar e chorar aos pés de Jesus, por causa de nossas faltas e erros; mas não nos devemos desanimar. Mesmo quando somos vencidos pelo inimigo, não somos repelidos, nem abandonados ou rejeitados por Deus. Não! Cristo está à destra de Deus, fazendo intercessão por nós. Diz o amado João: ‘Estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo’” (1Jo 2:1; Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 64).

Você costuma ter dúvidas se foi verdadeiramente transformado pelo Espírito Santo? Que acontecimento na cruz deve lhe dar coragem para avançar, mesmo quando você tiver dúvidas sobre sua própria salvação? Veja Rm 5:6-8


Quarta

Ano Bíblico: Jo 16–18

Pecados de desafio

7. Por que o castigo pelo atrevimento parecia tão severo? Como atuava a graça em tudo isso? Que lições podemos aprender desse preceito? Nm 15:30, 31

A frase no hebraico é “com punho erguido”, postura de arrogância e rebelião. Israel pecou verdadeiramente “com punho erguido” contra o Senhor em Cades. Mas Deus transformou a sentença de morte em banimento para o deserto. A lição é que os pecados são tomados com muita seriedade pelo Senhor. Em casos como esse, de fato, os que mais tarde se desculpam, frequentemente o fazem só por haverem sido apanhados, mas não estão arrependidos pelo pecado em si. Contra essa dureza de coração, o que o Senhor pode fazer? O pecado deve ser objeto de verdadeiro arrependimento antes de ser perdoado.

8. Por que o Senhor exigiu que toda a congregação tomasse parte na execução mencionada em Números 15:32-36? Que lição espiritual podemos tirar disso?

Deve ter sido difícil para um grupo de israelitas apedrejar até a morte um de seus membros. Evidentemente, Deus estava tentando mostrar a Seu povo a seriedade do pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Talvez Ele também quisesse lhes mostrar a natureza corporativa de sua comunidade, e que aquilo que eles faziam influenciava os outros ao seu redor. O que cada um fazia, individualmente, ainda afetava o bem-estar de todos. Afinal, não fora por causa das queixas de algumas pessoas que o acampamento inteiro tivera que sofrer permanecendo no deserto?

Como cristãos, precisamos estar especialmente cientes do fato de que nossos atos afetam os outros, bem como a nós mesmos, para o bem ou para o mal.

Enquanto isso, embora na teocracia do antigo Israel, frequentemente a morte viesse imediatamente, não devemos nos enganar. Embora não sejamos atingidos imediatamente pela morte no desafio, não significa que um dia não vamos colher a recompensa.

Você está disposto a se arrepender, confessar e admitir seus pecados? Por outro lado, com que frequência você fica justificando seus pecados por uma razão ou outra? Por que isso é tão perigoso espiritualmente?


Quinta

Ano Bíblico: Jo 19–21

Borlas azuis

Se você já viu algum judeu ortodoxo, pode ter notado que, debaixo da camisa, eles vestem alguma coisa com borlas brancas. A origem disso é encontrada aqui, na Bíblia.

9. O que o Senhor instruiu Moisés a ensinar que todos os israelitas prendessem em suas vestes? Nm 15:38

Aparentemente, o uso de borlas de várias cores era uma prática usual entre os povos antigos do Oriente Médio, e Deus adotou essa prática. A “franja” (KJV) ou borla era presa aos quatro cantos das vestes exteriores com uma linha (“ribband” KJV) azul. O moderno manto de oração tem quatro borlas – uma em cada canto, presa em um laço tradicional com linhas brancas e azuis.

10. Que razão foi dada para o uso dessas borlas? Isto é, de que coisas específicas Deus queria que os israelitas se lembrassem? Nm 15:39-41

O verbo lembrar-se aparece duas vezes nestes versos. Cada vez que um israelita visse as borlas, deveria se lembrar de cumprir todos os mandamentos de Deus, e ser santos a Deus (v. 40). Quando tentados a seguir outros deuses – adultério espiritual – o azul nas borlas os chamaria de volta à lealdade jurada a Deus, o Deus que tirara a nação da escravidão egípcia (v. 41).

Aparentemente, mesmo com a presença tão marcante de Deus entre eles, o Senhor queria lhes dar algo ainda mais imediato para ajudá-los a se lembrar do que precisavam fazer.

Embora hoje não usemos borlas, temos algo ainda mais poderoso: a cruz de Cristo, que sempre deve trazer à nossa mente o preço do pecado, o custo de nossa redenção e a promessa de salvação a todos os que, pela fé, confiam nos méritos de Jesus e que seguem “a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14).

Como a obediência às palavras de Jesus de “orar a todo tempo” (Lc 21:36) pode ajudar você a se lembrar do que Deus fez por você e do que Ele lhe pede?


Sexta

Ano Bíblico: At 1–3

Estudo adicional

“Nossa confissão de Sua fidelidade é o meio escolhido pelo Céu para revelar Cristo ao mundo. Temos de reconhecer-Lhe a graça segundo nos é dada a conhecer através dos santos homens da antiguidade; mas o que será mais eficaz é o testemunho de nossa própria experiência. Somos testemunhas de Deus ao revelar em nós mesmos a atuação de um poder que é divino. Cada indivíduo tem uma vida diversa da de todos os outros, uma experiência que difere essencialmente da sua. Deus deseja que nosso louvor a Ele ascenda, com o cunho de nossa própria individualidade. Esses preciosos reconhecimentos para louvor da glória de Sua graça, quando confirmados por uma vida semelhante à de Cristo, possuem irresistível poder, eficaz para salvação das pessoas” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 347).

Perguntas para reflexão

1. Que princípios importantes podemos tirar da citação acima, de Ellen G. White? Como você entende a ideia de que, mediante uma “vida semelhante à de Cristo”, nosso louvor a Deus pode ser uma influência poderosa para a salvação de outros?
2. Em sua experiência cristã, qual tem sido o resultado de louvar e glorificar a Deus? Por que esta atitude é tão importante?

Resumo: Embora a primeira geração tenha sido condenada a vagar pelo deserto até morrer, o Senhor encorajou Seus filhos a esperar ansiosamente pela vida em Canaã. Por causa disso, o Senhor deu aos israelitas instrução adicional a respeito dos sacrifícios, uma atitude pelos estrangeiros que se convertiam à fé, como lidar com os pecados de ignorância e pecados de aberto desafio e, finalmente, o uso de borlas azuis para as vestes a fim de lembrá-los dos mandamentos de Deus e que sua obediência constituía o caminho único para a felicidade verdadeira.

Respostas Sugestivas:

Pergunta 1: Farinha, azeite e vinho. Representavam o reconhecimento das bênçãos de Deus.
Pergunta 2: Todo o nosso ser deve ser uma oferta agradável a Deus.
Pergunta 3: Os estrangeiros deveriam ser tratados com bondade e equidade.
Pergunta 4: Que Deus ouvisse a sua oração.
Pergunta 5: A congregação como um todo deveria oferecer um sacrifício pelo pecado.
Pergunta 6: Seu sacrifício seria individual.
Pergunta 7: O pecado de atrevimento representa uma rebelião contra Deus. Não poderia ser tolerado.
Pergunta 8: Para que toda a congregação expressasse sua reprovação ao pecado por atrevimento. A pessoa agira dessa forma conhecendo a lei e transgredindo voluntariamente.
Pergunta 9: Que fizessem borlas em suas vestes, presas por um cordão azul.
Pergunta 10: Para lembrar aos filhos de Israel que eles pertenciam ao Senhor e Lhe estavam sujeitos pelos mandamentos.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Papa reafirma que só igreja pode interpretar a Bíblia

O papa Bento XVI reiterou com firmeza, em um encontro com estudantes e professores do Pontifício Instituto Bíblico, que apenas a Igreja Católica pode interpretar “autenticamente” a Bíblia. “À Igreja é destinado o trabalho de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo”, defendeu o papa, ao se reunir com cerca de 400 estudantes, funcionários e docentes em comemoração aos cem anos da fundação da entidade pontifícia. Bento XVI também destacou que, sem a fé e a tradição da Igreja, a Bíblia torna-se um livro “lacrado”. “Se as exegeses querem ser também teologia, é preciso reconhecer que a fé da Igreja é aquela forma de simpatia, sem a qual a Bíblia torna-se um livro selado: a tradição não fecha o acesso à Escritura, mas, sobretudo, o abre”, disse.

De acordo com o pontífice, “por outro lado, é da Igreja, nos seus organismos institucionais, a palavra decisiva na interpretação da Escritura”, sendo esta “uma única coisa a partir de um único povo de Deus, que tem sido seu portador através da história”.

“Ler a Escritura com união significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e acreditar na fé da Igreja como a verdadeira chave da interpretação”, explicou Bento XVI.

O papa relembrou também que o aumento do interesse pelo livro sagrado católico [sic] no decorrer deste século ocorreu graças ao Concílio Vaticano II, especificamente à constituição dogmática Dei Verbum sobre a Revelação Divina.

Entre os presentes na reunião estavam o prefeito da Congregação para a Educação Católica, cardeal Zenon Grocholewski, e o padre Adolfo Nicolás Pachón, da Companhia de Jesus.

(Estadão)

Nota: Nada de novo. Ao mesmo tempo em que o papa prega o ecumenismo (união das igrejas), deixa claro que a primazia pertence à sua igreja. Como assim só a Igreja Católica pode interpretar a Bíblia? Quando Jesus sugeriu que é boa coisa examinar as Escrituras (Jo 5:39), não estava falando para católicos. Quando João, no Apocalipse, afirma que são bem-aventurados aqueles que leem (Ap 1:3), também não tem em vista leitores católicos, já que essa igreja ainda não existia. Na verdade, o correto é deixar que a Bíblia interprete a si mesma. Nada de “tradição”, visão institucional ou coisa que o valha. A Palavra é para todos e está ao alcance da compreensão de todos. Essa postura dos líderes católicos não é de hoje. Pelo menos uma vantagem o Concílio Vaticano II teve: estimulou os católicos a lerem a Bíblia. Talvez o papa esteja preocupado com essa abertura, já que o êxodo de seu rebanho para outras igrejas não para de se acentuar.

Fonte: Criacionismo

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O fim do Universo

Há muito tempo físicos preveem que o Universo acabará na chamada “morte térmica”, estado em que terá utilizado toda a sua energia e não poderá mais sustentar nenhum movimento. Porém, novos cálculos realizados por uma equipe de físicos australianos mostram que a morte térmica pode chegar mais cedo do que os cientistas acreditavam. A morte térmica é baseada no conceito da entropia, que afirma que estados desordenados são mais estáveis que aqueles ordenados. Em uma experiência da vida real, por exemplo, pode-se dizer que é mais fácil quebrar uma janela de vidro (estado ordenado) do que reorganizá-la ou criar uma nova janela – estado desordenado – ou seja, a janela permanecerá quebrada. Na escala do Universo, sistemas complexos como estrelas, planetas e galáxias são como a janela de vidro, e os novos cálculos mostram que buracos negros supermassivos os estão quebrando mais rapidamente do que imaginávamos.

Já era de conhecimento dos físicos que os buracos negros contribuem com a entropia do Universo ao quebrar a matéria e energia em seus turbilhões gravitacionais, mas os cálculos sempre mostraram o nível da desordem com base nos buracos negros menores e mais frequentes.

Entretanto, o novo cálculo leva em consideração o poder destrutivo dos buracos negros supermassivos, que podem consumir galáxias inteiras. Os cientistas australianos descobriram que os cálculos antigos subestimavam quanto do Universo esses buracos negros já “engoliram”.

Porém, não é preciso começar a se preocupar com o fim do mundo: em uma escala humana, é como se o cálculo anterior afirmasse que o Universo fosse morrer aos 90 anos. O novo cálculo descobriu que ele está mais próximo desta idade do que dos 50 anos. Mas é claro que as estimativas envolvem a morte térmica para daqui a bilhões de anos, então o Universo ainda tem um bom tempo para aproveitar a velhice.

(Hypescience)

Nota: Se o Universo poderá terminar num estado desordenado, pergunto: Quem ou o que fez com que ele começasse num estado ordenado, menos provável (afinal, todo mundo entende que ordem não pode provir do caos)? A pergunta é tão delicada que, para fugir da palavra “milagre” (que evoca o sobrenatural), os cientistas que negam o teísmo se valem de outra palavra: “singularidade”. A origem deste universo ordenado, que funciona graças a leis finamente ajustadas, foi um evento singular, único, inexplicado. E empurram a porta da verdade para impedir que Deus coloque o pé através dela. Outra coisa: Se o Universo está fadado à destruição, que sentido existe na vida? Afinal de contas, todos os nossos esforços não acabam sendo inúteis em perspectiva da finitude de todas as coisas? Mas, tudo bem, não se preocupe com isso agora. Coma, beba e se divirta. O mundo vai acabar, mas só daqui a bilhões de anos. A vida, num sentido cósmico, parece não fazer sentido mesmo, por isso, viva para o aqui e agora. Beco perigoso esse... É verdade que não precisamos nos preocupar com o fim do mundo (na ótica cosmológica). Devemos, sim, é nos preocupar com a nossa condição espiritual, pois Jesus voltará muito antes do que se imagina. É nisso que não querem que pensemos...

Fonte: Criacionista.

domingo, 25 de outubro de 2009

O conflito final e a Igreja de Laodicéia

Programação realizada na IASD de Dallas, no período de 28 de Março a 04 de Abril de 2.009, dirigida pelo Pr. Dílson Bezerra, que é missionário na África e explana com propriedade acerca das atuais características da Igreja, os elementos que devem se descortinar no horizonte adventista nestes últimos dias desta terra, bem como sobre a preparação individual que deve se alinhar a este quadro. Os materiais estão disponíveis para download em áudio e vídeo, bem como para acesso online nestas mídias.

01) - 28/03/09 - A última batalha (Áudio)(Vídeo)


02) - 29/03/09 - A justiça de Cristo (Áudio)(Vídeo)


03) - 30/03/09 - A mensagem do primeiro anjo (Áudio)(Vídeo)


04) - 31/03/09 - A mensagem do segundo anjo (Áudio)(Vídeo)


05) - 01/04/09 - A mensagem do terceiro anjo (Áudio)(Vídeo)


06) - 02/04/09 - O alto clamor (Áudio)(Vídeo)


07) - 03/04/09 - A justiça de Cristo (2) (Áudio)(Vídeo)


08) - 04/04/09 - A vitória final (Áudio)(Vídeo)


Fonte - IASD Dallas

domingo, 18 de outubro de 2009

Trombetas, sangue, nuvem e fogo


Trombetas, sangue, nuvem e fogo

Lição 442009


Sábado à tarde

Bíblico: Mc 10–12


VERSO PARA MEMORIZAR: “Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado” (1 Coríntios 5:7, NVI).

Leituras da semana: Êx 12:1-29; Nm 9, 10; Mt 26:36-43; Lc 22:15, 19, 20; 1Co 15:52

Na última Páscoa que Jesus comeu com os discípulos, Ele instituiu a Ceia do Senhor. Tomando alguns dos mesmos alimentos da Páscoa, Jesus disse: “Tomai, comei; isto é o Meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o Meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de Meu Pai” (Mt 26:26-29). E Paulo escreveu: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha” (1Co 11:26).

A ceia do Senhor é a páscoa cristã, paralelo do Novo Testamento à libertação de Israel do Egito. Nesta semana, vamos estudar o primeiro aniversário daquela libertação de Israel. Também vamos estudar a presença guiadora do Senhor no acampamento dos israelitas, as trombetas de prata que eram tocadas em certas ocasiões, bem como outros relatos que revelam a situação do antigo povo de Deus em suas circunstâncias inigualáveis.


Domingo

Ano Bíblico: Mc 13, 14

Em memória de Mim

1. Que lições podemos tirar da instituição da Páscoa? Pense, por exemplo, em obediência, graça, redenção, fé e juízo. Nm 9:1-5; Êx 12:1-29

Aquele era o primeiro aniversário da surpreendente noite no Egito em que o anjo do Senhor matara os primogênitos dos egípcios, mas “passou por cima” (vem daí o nome Páscoa) das habitações de Israel marcadas pelo sangue do cordeiro sacrifical. Agora, no que deveria ser uma cerimônia anual, eles foram chamados a se lembrar da noite de sua libertação especial do Egito e a salvação que Deus havia preparado para eles.

2. Como os seguidores de Jesus devem comemorar a Páscoa hoje? Lc 22:15, 19, 20. O que essa cerimônia deve nos lembrar?

“Cristo Se achava no ponto de transição entre dois sistemas e suas duas grandes festas. Ele, o imaculado Cordeiro de Deus, estava para Se apresentar como oferta pelo pecado, e queria assim levar a termo o sistema de símbolos e cerimônias que por quatro mil anos apontara à Sua morte. Ao comer a páscoa com Seus discípulos, instituiu em seu lugar o serviço que havia de comemorar Seu grande sacrifício. Passaria para sempre a festa nacional dos judeus. O serviço que Cristo estabeleceu devia ser observado por Seus seguidores em todas as terras e por todos os séculos. ...

“A ordenança da ceia do Senhor foi dada para comemorar a grande libertação operada em resultado da morte de Cristo. ... É o meio pelo qual Sua grande obra em nosso favor deve ser conservada viva em nossa memória” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 652, 653).


Segunda

Ano Bíblico: Mc 15, 16

A presença guiadora

Uma das certezas mais maravilhosas que Israel tinha no deserto era o sinal visível da presença de Deus, manifestado da maneira mais notável: a nuvem de dia e a coluna de fogo à noite.

Pense nisto. Composto de cerca de dois milhões de pessoas que viviam em um deserto estéril e perigoso, o acampamento deve ter se estendido a muitos quilômetros em todas as direções. Sem meios de comunicação instantânea e direta (não havia rádio, telefone nem internet), precisava haver algum modo de fazer todos saberem quando deveriam partir, e para onde.

3. Como a manifestação da presença de Deus revelava ao povo a vontade de Deus, pelo menos no que se referia ao movimento? Nm 9:15-23

Nem sempre a guia do Senhor sobre Israel por meio da nuvem visível ia pelas melhores estradas. Jeremias registra que Ele guiou o povo “através do deserto, por uma terra de ermos e de covas, por uma terra de sequidão e sombra de morte, por uma terra em que ninguém transitava e na qual não morava homem algum” (Jr 2:6).

Mas existe uma questão mais profunda aqui do que apenas aonde e quando ir. A presença da nuvem durante o dia e da coluna de fogo à noite era também um lembrete muito poderoso para eles da presença permanente de Deus. De acordo com Números 9:16, “assim era de contínuo: a nuvem o cobria, e, de noite, havia aparência de fogo”. Não importava onde eles estivessem, que provas enfrentassem, com que inimigos eles se encontrassem, lá – pairando no céu – estava um marcador visível da presença de Deus entre eles.

Isso deve ter sido muito confortante. A nuvem e o fogo certamente teriam sido mais que suficientes para mantê-los fiéis, confiantes e obedientes a Deus, certo?

Quando você procura tomar uma decisão sobre aonde ir, com que frequência deseja ter uma nuvem de dia e uma coluna de fogo à noite para guiá-lo? No entanto, que promessa da disposição de Deus de nos guiar e estar presente entre nós ainda hoje você pode encontrar na Bíblia? Que decisões você pode tomar que o capacitem a ser mais aberto à guia de Deus e mais cônscio de Sua presença?


Terça

Ano Bíblico: Lc 1, 2

As trombetas de prata

O antigo Israel tinha dois tipos de trombetas: a de chifre do carneiro comum (o shofar) e as duas trombetas de prata, que pertenciam essencialmente ao santuário e só eram tocadas pelos sacerdotes (Nm 10:8). Essas últimas eram feitas de “obra batida”, cada uma forjada a partir de um pedaço de metal. A trombeta de prata era semelhante a um tubo longo, alargando-se em uma das pontas.

4. Qual era o propósito do toque dessas trombetas? Que lições espirituais podemos tirar do uso dessas trombetas? Nm 10:1-10

O toque dessas trombetas de prata tinha um significado além de suas aplicações mais práticas. Seu toque deveria ser considerado uma “ordenança”. Na guerra, lhes assegurava que seriam lembrados diante do Senhor seu Deus, e seriam salvos de seus inimigos (v. 9). Deste modo, o toque dessas trombetas serviam de “memorial em favor de vocês perante o seu Deus. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês” (v. 10, NVI).

O interessante é que, mesmo com todas as manifestações da guia, presença e proteção de Deus, o Senhor também usava essas trombetas a fim de lembrar a Israel sobre Sua presença e cuidado. Tanto pela vista (a nuvem e o fogo) como pelo som (as trombetas) eles tinham lembretes especiais da direção e presença de Deus entre eles.

Hoje, não temos a nuvem, o fogo nem as trombetas de prata para nos lembrar sobre a direção e presença de Deus. Mas temos no Novo Testamento a revelação do que Deus fez por nós por meio de Jesus, que nos dá a certeza de Seu amor e cuidado que o Israel antigo pode não ter apreciado completamente. Eles conheciam, em tipos e sombras, o que agora temos em realidade: o conhecimento do amor de Deus, revelado na cruz.

O que você preferiria ter: uma trombeta de prata soando aos seus ouvidos, ou o conhecimento do amor, do caráter e cuidado daquele que, “embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-Se; mas esvaziou-Se a Si mesmo, vindo a ser servo, tornando-Se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-Se a Si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!” (Fp 2:6-8, NVI).

Que som de trombeta você quer realmente ouvir, e por quê? 1Co 15:52


Quarta

Ano Bíblico: Lc 3–5

“E nos servirás de guia”

Depois de morte de Sara, Abraão se casou novamente. Quetura lhe deu vários filhos, um chamado Midiã (Gn 25:1-6). Jetro (também chamado Reuel [Êx 2:18], amigo de Deus) se tornou sogro de Moisés quando este se casou com sua filha. Jetro é chamado de “sacerdote de Midiã” (Êx 18:1) e adorava o Deus verdadeiro (v. 12). Outros descendentes de Midiã abandonaram a fé que Abraão mantinha em favor de deuses pagãos; frequentemente, estes foram inimigos de Israel.

5. Que pedido Moisés fez a Hobabe, filho de Jetro? Qual foi a resposta dele? Nm 10:29-32

Moisés não consultou a Deus antes de tentar persuadir Hobabe a acompanhar Israel. A presença de Deus na coluna de nuvem de dia e de fogo à noite não era mais que suficiente para guiar a nação através do deserto? Aqui vemos a humanidade de Moisés fraquejando diante do desafio que enfrentava e esquecendo-se de que o Deus que abrira o Mar Vermelho também poderia abrir o caminho através dos desertos e prover alimento e água.

6. Que evidências temos da humanidade de Jesus? Como se referiam essas evidências às necessidades físicas do Mestre? Mt 26:36-43

Até o Salvador sentia, às vezes, necessidade de simpatia e apoio humano. Embora amasse todos os discípulos, Ele estava mais próximo especialmente de Pedro, Tiago e João. No Getsêmani, Ele pediu que orassem com Ele. No Monte da Transfiguração, os mesmos três dormiram em lugar de orar. Mas o Céu enviou Moisés e Elias para encorajar Cristo a avançar com o plano de Sua morte redentora (Lc 9:28-31). “Então enviara o Céu Seus mensageiros a Jesus; não anjos, mas homens que suportaram sofrimentos e tristezas e estavam aptos a sentir com o Salvador na prova de Sua existência terrestre. Moisés e Elias foram colaboradores de Cristo. Partilharam de Seus anseios em torno da salvação dos homens. ... A esperança do mundo, a salvação de toda criatura humana, eis o assunto de sua entrevista” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 422, 425).


Quinta

Ano Bíblico: Lc 6–8

Indo para o lar?

7. Que características se podem observar na jornada dos israelitas, o povo da aliança, sob a orientação de Deus? Nm 10:11-36

De acordo com Moisés, foi só uma jornada de 11 dias desde o Monte Sinai (Horebe) até Cades-Barneia, uma cidade ou região próxima do que mais tarde se tornaria a fronteira meridional de Judá.

Note a ordem: Três exércitos tribais seguiam a nuvem e a arca. Então, os levitas, com seus carros, levavam as várias partes do santuário portátil. Vinham, em seguida, mais três exércitos tribais. Em seguida, vinham os coatitas, carregando a mobília do santuário. Seis exércitos vinham atrás, protegendo de ataques a retaguarda. Tudo era feito com muita ordem. Considerando o que estava acontecendo, se fosse feito a esmo, teria sido um incrível desastre à espera de uma oportunidade.

O caminho mais rápido desde o Egito até Canaã era pela região costeira “pelo caminho da terra dos filisteus”. Mas Deus sabia que Israel não estava preparado para a guerra (Êx 13:17). Consequentemente, quando sinalizou a marcha, a coluna da nuvem levou a nação para nordeste, pelo deserto de Parã (Nm 10:11, 12), uma jornada de três dias (v. 33). “Avançando eles, o caminho se tornou mais difícil. Seu percurso estendia-se através de barrancos e desolação estéril. Tudo em redor deles era o grande deserto – ‘terra árida e cheia de covas, terra de seca e de trevas, terra pela qual ninguém passa e onde ninguém vive’ (Jr 2:6, NVI). As gargantas de pedra, de longe e de perto, estavam repletas de homens, mulheres e crianças, com animais e carros, e longas fileiras de rebanhos e gado. Sua marcha era necessariamente lenta e trabalhosa; e as multidões, depois de seu longo acampamento, não estavam preparadas para suportar os perigos e incômodos do caminho” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 377).


Sexta

Ano Bíblico: Lc 9–11

Estudo adicional

Cada dia, enfrentamos decisões — algumas mais sérias que outras. Medite nas seguintes promessas quanto à direção de Deus: Sl 31:3; 32:8; 48:14; 78:52; Is 58:10, 11.

“Se nos entregamos a Deus para fazer Sua obra, não precisamos estar ansiosos pelo dia de amanhã. Aquele de quem somos servos conhece o fim desde o princípio. Os acontecimentos do amanhã, ocultos de nossos olhos, acham-se à vista daquele que é onipotente.

“Quando tomamos em nossas mãos o manejo das coisas com que temos de lidar e confiamos em nossa própria sabedoria quanto ao êxito, atraímos sobre nós um fardo que Deus não nos deu, e passamos a levá-lo sem Sua ajuda. Tomamos sobre nós mesmos a responsabilidade que pertence a Deus, na verdade, pondo-nos assim, em Seu lugar. Bem podemos ter ansiedade e antecipar perigos e perdas; pois é certo que essas coisas nos sobrevenham. Mas quando cremos verdadeiramente que Deus nos ama e nos quer fazer bem, cessamos de nos afligir a respeito do futuro. Confiamos em Deus assim como uma criança confia em um amoroso pai. Então, desaparecem nossas perturbações e tormentos; pois nossa vontade se fundirá com a vontade de Deus” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 100, 101).

Resumo: Antes de deixar seu acampamento de um ano no Sinai, os israelitas celebraram o primeiro aniversário da Páscoa em liberdade. Deus não queria que eles esquecessem sua maravilhosa libertação da escravidão egípcia. Em sua marcha tribal de três dias, a nação foi liderada por Deus na coluna de nuvem e fogo. A marcha teve lugar ordeiramente, conforme os sinais das trombetas de prata, tendo os sacerdotes à frente, levando a arca. A nuvem os conduziu para o leste e em direção ao norte no deserto de Parã. De idêntica maneira, às vezes, a guia de Deus parece difícil para nós. Mas a chave é confiar nEle, nosso Pai onisciente.

Respostas Sugestivas:

Pergunta 1. A Páscoa celebrava a libertação da escravidão do Egito, depois da morte dos primogênitos egípcios e da proteção provida pelo sangue nas ombreiras das portas dos israelitas. Os que obedeceram pela fé foram alvo da graça de Deus e libertos do juízo que recaiu sobre os egípcios.
Pergunta 2: A santa ceia ocupou o lugar da Páscoa, celebrando a nossa libertação do pecado pela oferta do Cordeiro de Deus.
Pergunta 3: A nuvem durante o dia e a coluna de fogo à noite indicavam o tempo de partir e o tempo de acampar.
Pergunta 4: Lembrar o povo sobre a presença de Deus em seu meio.
Pergunta 5. Que fosse com eles. Ele recusou.
Pergunta 6: Pediu repetidamente ao Pai que O livrasse do sacrifício na cruz. Sua humanidade se ressentia da falta de simpatia humana na sua hora mais cruel.
Pergunta 7: Havia perfeita ordem na partida, na caminhada e na montagem do acampamento.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sábado nos Pólos


Regiões Polares dias e noites duram seis meses. Guarda-se o Sábado lá? Lógico que sim! Como?Veja:Vendo que as Escrituras Sagradas ensinam a observância do Sábado do pôr-do-Sol ao pôr-do-Sol, pessoas há que concluem ser isso impossível no Extremo Norte, onde há todos os anos um período durante o qual o Sol permanece no alto, e outro em que ele permanece oculto abaixo do horizonte, durante as completas vinte e quatro horas do dia.



É certo que residem ali numerosos observadores do Sábado, os quais afirmam não ser difícil saber quando chega a hora do pôr-do-Sol, para então iniciarem a observância do dia de repouso. Surpreendem-se com efeito, ao saberem que haja quem isso julgue impossível.



No período em que o Sol está oculto abaixo do horizonte, os guardadores do Sábado no Extremo Norte observam o dia de sexta-feira ao meio-dia até o Sábado ao meio-dia, porquanto essa hora corresponde ao pôr-do-Sol na região ártica no inverno. Pois todos os dias, enquanto o Sol se oculta sob o horizonte meridional, ele atinge seu zênite ao meio-dia, visto como nessa hora tanto se levanta como se põe, abaixo do horizonte.



Daí por diante, passa a ser visível o pôr-do-Sol, assinalando o começo e o fim do sétimo dia. Cada dia o Sol se ergue um pouco mais cedo e se põe um pouco mais tarde, de modo que a 21 de março (equinócio vernal), o nascer do Sol se dá às 6 horas da manhã, pondo-se às 6 horas da tarde.



Nos dias de verão, em que o Sol não se põe, quando ele alcança o zênite (o ponto mais alto em seu aparente caminho circular no Céu) os habitantes de além do círculo ártico sabem que é meio-dia. E quando chega ao nadir (o ponto mais baixo em seu aparente caminho circular no Céu), nos dias de verão, eles sabem que é meia-noite. Este ponto mais baixo no aparente circuito solar de vinte e quatro horas no Céu é pelos habitantes daquela região denominado ponto do norte. Corresponde, como dissemos, ao pôr- do-Sol. Daí, os habitantes de além círculo ártico, observam no verão o sétimo dia de meia-noite de sexta-feira até meia-noite de Sábado, pois o Sol está então em seu nadir (o ‘mergulho’), que é também o ponto do pôr-do-Sol.


Nem os observadores do domingo nem os do Sábado têm qualquer dificuldade em saber quando começa seu dia de repouso religioso, no Extremo Norte. Em dois períodos do ano o visível pôr-do-Sol serve de sinal para marcar o princípio e o fim do sétimo dia para os adventistas na região ártica. E nos dias em que o Sol não aparece acima do horizonte, o Sábado é observado de sexta-feira, ao meio-dia, até o meio-dia do Sábado, por isso que essa hora corresponde ao tempo do pôr-do-Sol, segundo o prova o último pôr-do-Sol visível ocorrido no princípio do período, e o primeiro pôr-do-Sol visível ocorrido no final do período. Mas durante o tempo em que o Sol está no Céu contínuamente, o Sábado é observado de sexta-feira à meia-noite, até meia-noite do Sábado, porque o Sol está em seu nadir nesse momento do dia, como o provam o último pôr-do-Sol visível no princípio do período, e o primeiro visível pôr-do-Sol ocorrido no final do período.” - R.L. Odom, The Lord’s Day On a Round World, págs. 121, 122,138,140,141,143,144. Citado em Consultoria Doutrinária, pág. 154. “E mesmo na terra do ‘Sol da meia-noite’, pergunte-se a um explorador dos polos e ele achará ridícula a idéia de não ter ali noção do dia, seu começo e fim. Os exploradores árticos mantêm a exata contagem dos dias e semanas em seus diários, relatando o que fizeram em determinados dias. Eles dizem que naquela estranha e quase desabitada terra, é possível notar a passagem dos dias durante os meses em que o Sol está acima do horizonte, pelas posições variáveis do Sol, e durante os meses em que o Sol está abaixo do horizonte, pelo vestígio perceptível do crepúsculo vespertino. E se um sabatista se encontrasse lá no polo, e tivesse algum receio de perder a contagem das semanas, bastar-lhe-ia dirigir-se, por exemplo, a uma missão evangélica entre os esquimós, e lá obteria a informação do que deseja, pois os missionários sem dúvida saberiam quando é domingo para nele realizarem sua Escola Dominical... Certamente que eles não perderiam o ciclo semanal.” – Arnaldo B. Christianini, Subtilezas do Erro, pág. 177-178.


Fonte: Lourenço GonzalesNas


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Vida longa no Céu

Se na nova terra “a morte já não existirá” (Ap 21:4), como é possível que nela “morrer aos cem anos é morrer ainda jovem” (Is 65:20)?


Para entendermos a tensão entre Isaías 65:20 e Apocalipse 21:4, devemos fazer uma clara distinção entre o propósito original de Deus para com a nação de Israel e o plano dEle hoje para com a Igreja. Deus escolhera, por Sua graça, o povo de Israel e o conduzira à terra de Canaã (Dt 7:7 e 8), onde estabeleceu com a missão específica de atrair “todos os povos” à adoração do verdadeiro Deus (ver Is 56:1-8).

Houvessem os israelitas vivido à altura do seu chamado e cumprido a sua missão no mundo, a Terra teria se enchido “do conhecimento da glória de Deus” (Hc 2:14). A fidelidade à Aliança e a obediência aos preceitos divinos resultariam em bênçãos que melhorariam gradativamente as condições de vida na Terra, afastando “toda enfermidade” do povo eleito e umentando,
conseqüentemente, a sua longevidade (ver Dt 7:12-15, 11:8-25, 28:1-14). É dentro desse processo gradativo que deve ser entendida a declaração de que “morrer aos cem anos é morrer ainda jovem” (Is 65:20). Essa melhora da qualidade de vida continuaria até que a morte deixasse finalmente de existir. A nova terra era esperada no Antigo Testamento a partir dessa perspectiva.

Como Israel não satisfaz as expectativas da Aliança, as promessas condicionais de prosperidade não alcançaram o seu esperado cumprimento (ver Dt 28:15-68). Em decorrência de sua crescente apostasia, o Reino do norte foi conquistado pelos assírios (2Rs 17) e o Reino do sul pelos babilônios (2Rs 24 e 25). As promessas da Aliança também não se cumpriram cabalmente com os judeus no período pós-exílio. Foi especialmente pela rejeição do Messias que Israel deixou finalmente de ser a nação escolhida de Deus (ver Mt 21:43; 23-37-39).

Se o propósito divino no Antigo Testamento era que as condições de vida no mundo melhorassem progressivamente (Is 65:17-25), no Novo Testamento esse quadro se inverte, pois a situação do mundo há de piorar cada vez mais, até a sua final destruição (ver Mt 24:4-12, 2Tm 3:1-9, 2Pe 3:7-13). Portanto, sob a nova Aliança, a promessa de um “novo céu” e de uma “nova terra” não mais se cumprirá por um processo de melhoria gradativa das condições de vida sobre a Terra, e sim pela intervenção sobrenatural de Deus no momento mais conturbado da História, quando finalmente as doenças e a morte deixarão de existir (ver 1Co 15:51-55, Ap 21:1-5).

Fonte: Sinais dos Tempos -Por Alberto R. Timm

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Adoração e dedicação


Adoração e dedicação

Lição 342009


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Mt 17–20


VERSO PARA MEMORIZAR: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria” (2 Coríntios 9:7, NVI).

Leituras da semana: Êx 25:22; Nm 7, 8; Zc 4:1-6, 11-14; Ap 4:2, 5; 11:4

É indiscutível que os filhos de Israel estão separados de nosso mundo moderno por vastos abismos de tempo e cultura. De muitas formas, o mundo deles é tão incompreensível para nós como o nosso é para eles.

Não obstante, o fator unificador é o Senhor, aquele que os criou e redimiu e também a nós. Quaisquer que sejam as diferenças de cultura, língua e história, adoramos o mesmo Deus, não obstante as diferenças em nossas formas e expressões. Realmente, em princípio, as verdades básicas ensinadas a eles por meio de seus rituais e cerimônias são as mesmas que devemos aprender hoje.

Nesta semana, vamos continuar a seguir nossos antepassados espirituais em sua jornada de fé. Vamos examinar mais algumas cerimônias, leis e mandamentos que Deus deu a Seu povo naquele tempo. Entre outras coisas, vamos analisar a dedicação do altar de ofertas queimadas, o menorah (castiçal) no santuário terrestre, bem como a ordenação dos levitas a seu chamado sagrado para trabalhar com os sacerdotes em seu ministério no santuário do deserto.


Domingo

Ano Bíblico: Mt 21–23

Dedicação do altar

No santuário do deserto, os sacrifícios se concentravam no altar de ofertas queimadas. Construído de madeira de acácia revestida de bronze, o altar se localizava dentro do pátio, próximo à entrada do santuário de dois compartimentos. O altar de ouro em frente ao véu do Santíssimo servia só para a queima de incenso.

1. Faça uma leitura resumida de Números 7. Que pensamentos vêm à sua mente ao ler sobre as ofertas dadas durante essa cerimônia solene? Que lições espirituais desse relato podem ser aplicadas a nós mesmos, hoje? Por exemplo, onde você vê representada a cruz, aqui?

O altar já tinha sido consagrado por sete dias (Êx 29:37). Então, os príncipes – como representantes de toda a nação – levaram ofertas para celebrar a dedicação do altar por um período de doze dias. Cada príncipe e sua tribo teve seu dia especial. Todas as dádivas eram idênticas; talvez essa fosse uma forma de mostrar que, não importa quem somos nem nossa condição de vida, todos comparecemos diante de Deus na mesma condição, a de pecadores necessitados de graça.

“Alguns se admiram de que Deus desejasse tantos sacrifícios e indicasse a oferta de tantas vítimas sangrentas na dispensação judaica. Toda vítima moribunda era um símbolo de Cristo, lição que era gravada na mente e no coração na mais solene e sagrada cerimônia, e positivamente explicada pelos sacerdotes. Os sacrifícios foram explicitamente planejados pelo próprio Deus a fim de ensinar essa grande e importante verdade de que só pelo sangue de Cristo há perdão de pecados” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 107).


Segunda

Ano Bíblico: Mt 24–26

Comunhão com Deus

Como símbolo, a arca estava no centro da adoração israelita. Ela simbolizava o trono celestial de Deus. “O Senhor dos Exércitos... Se assenta acima dos querubins” (2Sm 6:2). No Santíssimo, a glória visível do Shekiná, pairando entre os querubins, representava a presença do Senhor. Os Dez Mandamentos, embaixo do trono dos querubins, atestavam a vontade divina, o fundamento da aliança entre Deus e Seu povo – e a base moral de Seu governo universal. A Lei fornecia aos adoradores uma compreensão do caráter de Deus, além de estipular Seus justos requisitos.

2. Leia Êxodo 25:22 e Números 7:89. Tente imaginar como seria essa experiência. Você gostaria de ter esse encontro íntimo com Deus? O que faz você pensar que não seria completamente destruído se chegasse muito perto dEle? Veja Êx 20:19

3. Em que sentido você pode hoje chegar ainda mais perto da presença de Deus? Veja Hb 4:14-16. Como Jesus tornou possível essa aproximação?

Note, também, como Moisés entrava no santuário para falar com o Senhor. Mas, de acordo com o texto, era o Senhor que falava com Moisés. A lição é que a maioria de nós sabe orar, a maioria de nós sabe falar com Deus, pleitear nosso caso e pedir isso ou aquilo. Mas a comunhão não é algo de uma única direção. Na maioria dos relacionamentos, cada parte se comunica com a outra. Deveria ser diferente entre nós e nosso Criador? Claro que não.

Então, a pergunta para nós é: Estamos dispostos a ouvir a voz de Deus quando fala conosco?

Como tem sido sua experiência na comunhão com Deus? Como o Senhor lhe comunica Sua vontade? Você está disposto a ouvir Sua voz? Que coisas em sua vida o estão impedindo de manter comunhão mais plena com o Senhor?


Terça

Ano Bíblico: Mt 27, 28

Luz no santuário

Quando Moisés entrou no santuário, depois dos 12 dias reservados à dedicação do altar no pátio, podemos entender que estava escuro dentro do Lugar Santo. Naquela conversa, o Senhor orientou que Arão devia acender as sete lâmpadas do “candelabro”, conhecido em hebraico como o menorah, da palavra hebraica or, luz (Nm 8:1-4).

O menorah (ou candelabro) com sua haste principal e seis ramos (três em cada lado) era martelado em uma única peça de ouro. Ele tinha a forma de um ramo estilizado de amêndoa (Êx 25:31-40). As lâmpadas de óleo, repousando sobre cada ramo, eram supridas pelos sacerdotes duas vezes por dia – pela manhã e pela tarde (Êx 30:7, 8). “Sobre o candeeiro de ouro puro [Arão] conservará em ordem as lâmpadas perante o Senhor, continuamente” (Lv 24:4, RSV; ênfase acrescentada).

4. Que ideia nos dão os textos seguintes sobre o significado do menorah?

a. Zc 4:1-6, 11-14 b. Ap 4:2, 5; 11:4

A visão de Zacarias sugere que o óleo que escorria para as lâmpadas do menorah, capacitando-as a queimar, é o Espírito de Deus (v. 5, 6). A palavra hebraica amêndoa (Jr 1:11, 12) significa “vigiar” ou “despertar”. A amendoeira era chamada literalmente de “árvore despertadora” ou “árvore vigia” porque era a primeira árvore a “acordar” e florescer. João viu na representação celestial do santuário um menorah de sete lâmpadas ardendo diante do trono, que são identificadas como “os sete Espíritos de Deus” – a maneira de João se referir ao Espírito Santo em Suas múltiplas operações.

Deste modo, no deserto, dia e noite, Israel era assegurado da presença de Deus no primeiro compartimento, bem como no segundo.

Como o Senhor mostrou a realidade de Sua presença na sua vida? Recorde-se daqueles tempos em que você experimentava claramente a presença de Deus de maneira notável. Como as lembranças dessas experiências o ajudam a ficar firme nas vezes em que se sente atolado no medo e nas trevas? Veja Salmo 23.


Quarta

Ano Bíblico: Mc 1–3

Dedicação dos levitas: Parte 1

5. Que cuidados eram tomados com respeito à purificação dos levitas? O que isso nos ensina sobre a santidade, o pecado, a purificação e a dedicação a Deus? Nm 8:6-26

As famílias das três divisões de levitas se acampavam ao redor do santuário. Por serem mais de 20 mil (Nm 3:39), é óbvio que algumas partes de sua dedicação foram feitas por representação simbólica. Isto é, só alguns levitas, representando os demais, em lugar de todos os levitas, estavam envolvidos direta e imediatamente.

O fascinante aqui é também a ideia de que os levitas, depois de serem purificados e barbeados, e depois de terem oferecido uma oferta pelo pecado (Nm 8:7, 8) – eles mesmos eram chamados de “oferta” ou “oferta movida” (v. 11). Certamente, não havia qualquer coisa relacionada a sacrifício humano. Dava, sim, a ideia de dedicação, consagração e reconhecimento de que esses levitas iriam fazer um trabalho no interesse de Israel, fazendo por todos o que não podiam fazer por si mesmos.

Isso é visto ainda mais claramente quando Moisés disse que “os filhos de Israel porão as mãos sobre eles [os levitas]” (v. 10), reconhecendo que essas responsabilidades haviam sido atribuídas aos levitas. A tribo como um todo fora oferecida a Deus como sacrifício vivo, e Este, por sua vez, lhes dava como um dom esse ministério especial no santuário, em lugar dos primogênitos, a quem eles agora representavam.

Tendo em mente os princípios vistos nessa cerimônia, como entendemos o que Paulo disse em Romanos 12:1? Como podemos ser um “sacrifício vivo”? O que significa isso em nossa vida diária?


Quinta

Ano Bíblico: Mc 4–6

Dedicação dos levitas: Parte 2

“Eles são os israelitas que deverão ser inteiramente dedicados a Mim. Eu os separei para serem Meus em lugar dos primogênitos, do primeiro filho homem de cada mulher israelita” (Nm 8:16, NVI).

Note como o Senhor foi enfático a respeito do chamado especial dos levitas. Eles foram “inteiramente dedicados” a Ele. O hebraico diz ainda mais literalmente que eles “foram dados dados a Mim”, enfatizando pela repetição a seriedade do seu chamado.

6. Números 8:19 diz que Deus chamou os levitas para “fazerem expiação por eles [os filhos de Israel]”. O que significa isso? Como devemos entender essa expiação, tendo em conta a cruz? Rm 5:11; Hb 9:25-28

Os estudiosos estão divididos quanto ao significado preciso dessa frase. Obviamente, não significa “fazer expiação” no sentido de morrer pelos pecados de outros, assim como não significa isso para o bode emissário de Levítico 16, do qual se diz que deveria “fazer expiação” (Lv 16:10), algo que o bode emissário, que nunca era sacrificado (e era símbolo de Satanás), não podia fazer, se entendermos expiação como sacrifício de substituição.

Obviamente, neste contexto, o verbo traduzido por “fazer expiação” tem um significado mais amplo do que o uso comum. Neste caso, a resposta pode estar no mesmo verso que diz que os levitas, fazendo seu serviço em favor de Israel, os livrariam de praga. Isto é, em seu ministério, eles ajudavam a proteger os filhos de Israel da ira divina que enfrentariam caso se chegassem “ao santuário” (Nm 8:19).

Deste modo, os levitas, como os próprios sacerdotes, faziam algo em favor do povo, que eles não podiam fazer por si mesmos. Neste sentido mais amplo, então, se dizia que eles faziam “expiação” pelo povo.

Embora, certamente, nada do que façamos constitua algum tipo de expiação, como podemos, ao cumprir fielmente nossos deveres, trabalhar como os levitas em favor do povo? O que você está fazendo em sua igreja local para o melhoramento da igreja e de sua missão?


Sexta

Ano Bíblico: Mc 7–9

Estudo adicional

Desde os tempos bíblicos, existiu o antigo costume judaico de “impor as mãos”. Qual parece ser seu significado essencial? Gn 48:8, 9, 13, 14, 17-20; Nm 27:18-23; Mt 19:13-15; At 13:1-3

“Essa forma era significativa para os judeus. Quando um pai judeu abençoava os filhos, punha-lhes reverentemente as mãos sobre a cabeça. Quando um animal era votado ao sacrifício, a mão daquele que se achava revestido da autoridade sacerdotal colocava-se sobre a cabeça da vítima. E quando os ministros da igreja de crentes de Antioquia puseram as mãos sobre Paulo e Barnabé, pediam, por esse gesto, que Deus concedesse Sua bênção aos escolhidos apóstolos, em sua consagração à obra específica a que haviam sido designados.

“Em época posterior, o rito da ordenação mediante a imposição das mãos sofreu muito abuso; ligava-se a esse ato uma insustentável importância, como se sobreviesse de vez um poder aos que recebiam essa ordenação, poder que os habilitasse imediatamente para toda e qualquer obra ministerial. Mas, na separação desses dois apóstolos, não há registro a indicar que qualquer virtude fosse comunicada pelo simples ato da imposição das mãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 162).

Perguntas para reflexão

Qual é nossa compreensão do que Jesus fez na cruz por nós e que não poderíamos fazer por nós mesmos? Por que Jesus teve que morrer? Mudar de vida, guardar a lei e amar incondicionalmente uns aos outros não seria suficiente para nos reconciliar com Deus?

Resumo: As formas de adoração do antigo Israel são diferentes das da igreja moderna no deserto do mundo, mas sua substância é a mesma. Dedicação dos bens materiais, contemplação do significado da cruz, oração, refletir a luz do Espírito Santo, que habita em nós e dedicação total ao Senhor são a mesma essência da fé bíblica.

Respostas Sugestivas:
Pergunta 1: Cada um dos príncipes fez a sua oferta, representando suas tribos. Os artigos ofertados seriam úteis para o serviço do santuário e sua consagração. Todos somos igualmente amados por Deus, não importa nossa condição social.
Pergunta 2: Só a misericórdia de Deus nos impede de ser destruídos na Sua presença.
Pergunta 3: Tendo Jesus como nosso grande sumo sacerdote.
Pergunta 4: a. Representa a atuação do Espírito Santo; b. A constante presença do Senhor com Seu povo.
Pergunta 5: Eram submetidos a uma purificação física antes de oferecer sacrifícios. Só então passavam a oficiar no santuário. Os que servem a Deus devem manter-se incontaminados do mundo.
Pergunta 6: Atuavam diante de Deus em favor do povo. Veja nota.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Medicina Natural - Listagem de Doenças e plantas que curam

A Medicina Natural ou Ciência da Saúde nasceu com o homem e foi praticada pelos sacerdotes egípcios e caldeus. Também a cultivaram os filósofos da Antigüidade, mas infelizmente a medicina natural foi deixada de lado ao longo do tempo, o natural foi substituído por drogas.

Para auxiliar no resgate deste maravilhoso tratamento, segue abaixo um link com as principais doenças e suas respectivas curas com plantas.

Clique [aqui]

Fonte: Portal Natural

domingo, 11 de outubro de 2009

Estudo sobre santuário.

O santuário era simbólico e temporário, pois não há redenção entre o sangue de animais e o perdão dos pecados. Mas era a sombra de coisas que haveriam de vir. Corretamente compreendido, levava os homens em direção a Deus. Ensinava a maior de todas as lições, pecado gera morte, assim, apresentava a necessidade da reconciliação, da importância da lei, da santidade de Deus, de seu grande amor.

Durante muito tempo o santuário passou a ser o tema do círculo de conversas dos israelitas, pois era um local onde o povo vinha confessar, sacrificar, festejar, pedir perdão ou apresentar crianças. O tema do santuário estava para Israel como a Bíblia está para o cristianismo.

Era uma nação que vivia envolvida ao redor de uma tenda no meio do deserto.

Em essência, a razão de ser do templo terrestre terminou na morte de Cristo; teologicamente, já não exercia qualquer função ou não haviam mais necessidades de tais oferecimentos de sacrifícios.

Clique [aqui] para baixar power-point,
para saber mais sobre o assunto, clique [aqui]

sábado, 10 de outubro de 2009

O domingo nos EUA

O programa Sunday Morning do canal norte-americano CBS exibido em 1º de fevereiro de 2009: "A História do Domingo". A sugestão para a volta das Leis Dominicais [Blue Laws] é evidente e significa a apostasia nacional da América, que em lugar de adorar o Criador no sábado do sétimo dia, estabelece o domingo [dia do sol nas religiões antigas] como dia de descanso [conhecido na América como Sabbath], mediante o poder político - união Igreja-Estado também abominada por Deus.



Fonte: Minuto Profético